Atualmente o mundo está passando por mais uma fase obscura que a muitos está atemorizando. A crise financeira mundial e seu impacto no mercado de trabalho é o vilão da vez, de maneira que, os resultados negativos, oriundos deste indesejável evento, já são incontáveis e catastróficos, tornando-se o pesadelo de muitos profissionais.
O índice de desemprego no Brasil, devido a crise financeira, tem aumentado de forma alarmante. Contrariando a estimativa daqueles que afirmavam que o país não seria afetado pelo evento que se sucede. Que seria afetado, cedo ou tarde, de uma forma ou de outra, pairava a idéia que seria. O que não se esperava é que a proporção fosse tão grande.
Essa proporção, antes da crise ter seu estopim declarado nos Estados Unidos, não ameaçava o mercado de trabalho brasileiro. Com o desencadeamento dos fatos e a repercussão nas bolsas de valores, as empresas iniciaram um processo de reposicionamento e replanejamento, enxugando seus quadros de funcionários e se fechando, muitas vezes, a novas admissões.
Diante dessas problemáticas que afeta o país, o governo tem lançado vários pacotes e planos financeiros na tentativa de aquecer o mercado, e , apesar de obter vários efeitos positivos, não tem sido suficientes para conter as demissões e fazer o mercado de trabalho voltar a crescer.
Assim sendo, nesse atual contexto em que o mercado de trabalho está estagnado, é recomendado por muitos especialistas, que os profissionais que estão atuando, procurem segurar-se em seus respectivos empregos, visto que, neste momento, a recolocação no mercado pode ser bastante difícil e complexa.
Conclui-se então, que a situação do mercado de trabalho brasileiro, diante dessa crise que se desenrola, é complexa e problemática. Portanto, cabe aos governantes e empresas se unirem cada vez mais, para procurarem mecanismos de resistência e reação a esse dilema mundial. Evitando-se assim, as inúmeras demissões que se estende a cada dia e a recessão que impossibilita as novas admissões.
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