Plano de negócios
Como algo ao mesmo tempo fundamental, o plano de negócios, é também tão formalmente ignorado.
Recentemente baixei um programa disponbilizado pelo SEBRAE de Minas Gerais, chamado Plano de Negócios, o mesmo programa está disponível junto com um manual em PDF explicando sobre o tema e, ao utilizá-lo, é possível enviar o resultado para uma análise do próprio SEBRAE-MG, em PDF, formato que o programa gera automaticamente ao preencher-se todos os campos obrigatórios.
O objetivo primordial do programa para mim, foi organizar a empresa da minha esposa de traduções (inglês/espanho/português), e colocar tudo às claras. Para ela, argentina formada em magistério, foi muito elucidativo por fazê-la entender que existem concorrentes, a necessidade de se criar diferenciais e todo o demais. O resultado foi tão satisfatório, que já estou fazendo um ACCESS baseado no programa, que permita editar e acumular empresas num portifólio, para fazer atualizações e acrescentar um par de campos.
Por hora, tenho usado o programa como está, para ajudar outros amigos meus que tensionam criar um negócio paralelo ao seu serviço, seja uns que fazem bolos para vender, costuram, vendem artigos artesanais em geral, ou outros, mais profissionais e vendem serviços e/ou consultorias. E com estes últimos, o que mais tenho identificado é uma resistência terrível a entender as exigências do programa! Pessoas bem formadas, consultores que já atuam no mercado, que resistem à definir (e a ver a importância em defenir) certos serviços.
Definir artigos básicos como "forma de cobrança" ou "garantias ao cliente" têm sido um parto. Aparentemente as pessoas com mais formação, são as que menos vêem necessidade de oferecer garantias ao cliente ou uma opção que não seja o pagamento à vista. "Mas como eu pago minhas contas se eu parcelar" é algo que já cheguei a ouvir, mas o pior é a definição de concorrência, aparentemente todos sabem que têm concorrência, mas na hora de nomear 2 que seja, patinam, não sabem citar textualmente uma empresa ou alguém famoso do mercado, menos ainda sabem citar seus preços, formas de pagamento ou garantias que ofereçam ao mercado.
Pode parecer uma tendência, ou eu que tenho uma amostragem muito pequena, mas praticamente todos que eu vi até agora, buscando especializar-se em algo, têm se esquecido que o conhecimento num software, num ramo da administração, não é suficiente para vender sozinho seus serviços. Será que a especialização cega a tal ponto de esquecer-se que o público precisa saber do valor desta mesma especialização?
O link para o programa do SEBRAE-ME e para uma apostila muito bem redigida, em PDF, está abaixo. Confira e veja se você também não tem se esquecido de alguma parte vital do seu plano de negócios...
http://www.sebraemg.com.br/Geral/VisualizadorConteudo.aspx?cod_conteudo=1943&cod_areasuperior=31&cod_areaconteudo=593&cod_pasta=594&navegacao=PARA_SUA_EMPRESA/S%E9rie_Como_Elaborar/Como_Elaborar_um_Plano_de_Neg%F3cio&cod_paginaconteudo=653
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Formado no Ginásio na Escola Municipal de Primeiro e Segundo Grau Profo. Máximo de Moura Santos, estudei depois na Escola Técnica Estadua Albert Einste (onde passei o vestibulinho em 3o sem cursinho!) e graduou-se em 4 anos como Técnico Mecânico.
Após isso iniciei uma incursão pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo, unidade da Av. Tiradentes, para tornar-ser Tecnólogo Mecânico com ênfase em projetos. Foram seis anos e meio de idas e voltas ao curso.
Em 2004 iniciei o curso de Tecnólogo em Gestão de Marketing na Universidade Nove de Julho, campus da Vila Maria, onde me graduei na profissão que atuo através de gestão comercial para a Rogério de Siqueira & CIA Ltda - RS Engenharia - , empresa onde trabalho desde 2005 e que é representante comercial da Dassault Systèmes (Softwares CATIA, Smarteam, DELMIA, ENOVIA) e seus treinamentos, da Moldex3D, da InventionMachine GoldFire/Insight e Atodesk Authorized Training Center. A empresa ainda atua como Bureau de Serviços (também conhecido como Design House) e outsourcing de projetistas e engenheiros.
Gosto de escrever sempre que possível e espero, um dia, voltar a ganhar uns cobres com esta incursão jornalística. (apesar de terem derrubado a obrigatoriedade do diploma para exercer jornalismo, eu ainda espero obter esta formação um dia e, quem sabe, ser colunista da INFO, Window Vista a revista Oficial ou Mac+, ou de outras que venham a surgir do mercado).
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