Por que a letargia?
Com iniciativas amadoras, se fortalece o desapego à competência, ao profissionalismo? Por que tanta insensatez?
Será que nesta nova tragédia carioca prevalecerá a "difusão de responsabilidade"- todos acreditando que alguém cuidará do problema e nada será feito. Tentam, as autoridades e os responsáveis pela tragédia, de maneira desarticulada, compartimentada, "entender" fatias do problema. Sem enxergar o problema Real. Com iniciativas amadoras, se fortalece o desapego à competência, ao profissionalismo? Por que tanta insensatez?
Ora é a profissional de administração que, habilidosa, copia a "planta anterior", segundo o proprietário da empresa de TI, complementando afirma que " obteve" autorização do síndico para iniciar as obras à noite, mesmo sem apresentar o documento ART.
Do síndico, ouvimos que não autorizou a obra. E só! Não notou a entrada do material? E a saída do entulho?
E qual foi o papel do órgão fiscalizador? Como monitoram, mapeiam e fiscalizam obras irregulares, que se suspensas teriam evitado a tragédia.
Há tantos anos, quantas infrações! Para acabar com esta verdadeira herança maldita dos puxadinhos, do pôr abaixo colunas, do abrir janelas, as autoridades têm que elaborar um plano de trabalho para 365 dias/ano. Moramos e trabalhamos sobre minas e não estamos em guerra. Por que silenciamos e não forçamos as autoridades que elegemos a entregar o que prometem? Omissão?
Sim, omitimo-nos quando não participamos das reuniões de condomínio ou quando o fazemos para simplesmente aprovar de pronto aquela "chatice' apresentada. E deixamo-nos enrolar quando escondem os temas importantes em assuntos gerais.
Somos culpados quando preferimos entregar a administração do condomínio a quem logo se apresenta em vez de procurar profissionalizar a gestão contratando um síndico profissional( não estamos propondo reserva de mercado) que tenha conhecimento, tempo disponível e seja remunerado. Seria cobrado e responsabilizado.
Hoje, os que lá estão crêem que fazem um favor. Soube que um síndico amador admitiu um porteiro- chefe analfabeto e o conserva como tal. Se é bom, correto, pontual, por que não pagar a sua alfabetização? Ficará melhor!
E as autoridades? Dos poderes legislativo e executivo não poderiam ter evitado o problema ou enfrentá-lo de forma a tornar exemplar a ação? Qual foi a iniciativa que surgiu ou foi percebida diante da recente explosão do restaurante?
Apostam no esquecimento da imprensa e do cidadão eleitor.
Das escolas, universidades, consultores, movimentos religiosos não se ouviu uma palavra. Perdem também a oportunidade de discutir e propor soluções para a vida em comunidade na cidade prestes a sediar os maiores eventos esportivos. Por que a letargia?
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Consultor Organizacional( há 40 anos) e Coach de Consultores.
Professor dos Cursos de Desenvolvimento de Consultores e Planejamento de Vida e Carreira/Trabalho e do MBA Formação de Consultores.
Coordenador do Perfil da Consultoria no Brasil set. 2011
Diretor de Consultoria Organizacional do IBEF( 2010/12)
Colunista do Administradores.com.br
Coordenador da Comissão de Ética do IBEF (1998/2012).
Conselheiro da Comissão Ética da Associação Comercial do RJ (2006/12)
Conselheiro do IBEF (2009/12).
Conselheiro do IARJ Instituto de Administração do Rio de Janeiro (2009/12).
Conselheiro da FGV Jr (2008/10)
Consultor da FGV- IBRE Instituto Brasileiro de Economia e da Projetos/ Consultoria (2002/8)
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Diretor da Escola de Marketing da UniverCidade( IM e Consultoria 2002).
Editor do Informativo COP - análise econômico- financeira e gestão( décadas de 70, 80 e 90) e Ouvimos por aí (2010/12).
Autor do livro Intervenção e Regulação no Brasil (história do Controle de Preços no Brasil)- edição COP Editora e Febrafarma (em 1971, 1980 e 2005)
Idealizador, cocoordenador e professor do MBA da Indústria Farmacêutica EESP FGV Febrafarma (2005/6/7/8/ 9/10, 6 turmas)
Coordenador e coautor do Código de Ética do IBEF (1998 e 2004) e do da Confederação Brasileira de Voleibol –CBV (2001).
Coordenador das Análises de Desempenho Econômico- Financeiro do Setor Farmacêutico (publicadas ed. Febrafarma,em 2004 e 2007).
Palestrante e articulista, desde a década de 70.
Fundou e presidiu o instituto dos Consultores, em 1983/6, 1992/6 e 2006/10 e é conselheiro vitálicio( desde 1987).
Diretor de T&D do IBEFRio, chairman de T$D da AMCHAM (década de 1990).
Assessor, chefe de Gabinete e Diretor, na década de 60, da COFAP, CONEP/CIP e SUNAB.
Atuação exclusiva e ininterrupta em Consultoria, desde a década de 70.
site: www.jacobseneromano.com
blog: www.blogdoconsultor.com.br
email: romano@luizaffonsoromano.com







