15 de abril de 2009, às 15h32min
Por que ter conhecimentos de direito sem ser advogado?
Nestas andanças e ondas da internet, conhecimento é o que não falta. Resolvi dar uma diversificada e tentar entender melhor o funcionamento das coisas, das relações e principalmente dos negócios.
E não é que me deparei constantemente com a palavrinha direito disto, direito daquilo.
O que começou apenas por curiosidade, motivou um tentativa de entendimento. As coisas começam devagar e tem que ter cautela para não chegar ao cansaço rapidamente.
Vamos dizer que uma dúvida é que me fez procurar no direito algumas respostas. A diferença da perspectiva de pessoa jurídica e pessoa física.
É algo simples, no entanto era difícil de associar as razões de cada perfil e como deveriam se caracterizar para que verdadeiramente exista uma diferenciação.
Para não assustar muito, resolvi investir em entender o direito civil. Antes mesmo da Constituição Federal por acreditar que a base civil ofereceria bagagem para conhecimentos posteriores.
A estratégia deu certo. Depois de entender qual pessoa poderia ser. brincadeiras a parte, ficou mais evidente que muitos dos problemas que achamos ter são por falta de conhecimento do que nos compete por direito e o que temos como obrigações.
Logo, a reflexão pairou. Afinal, por que as pessoas não são treinadas para ser simpáticas ao direito como disciplina da vida?
Assim, como a matemática e o português, a nossa base de pensamento e vida como cidadão depende do nosso conhecimento sobre o que rege a nossa sociedade.
E não é que me deparei constantemente com a palavrinha direito disto, direito daquilo.
O que começou apenas por curiosidade, motivou um tentativa de entendimento. As coisas começam devagar e tem que ter cautela para não chegar ao cansaço rapidamente.
Vamos dizer que uma dúvida é que me fez procurar no direito algumas respostas. A diferença da perspectiva de pessoa jurídica e pessoa física.
É algo simples, no entanto era difícil de associar as razões de cada perfil e como deveriam se caracterizar para que verdadeiramente exista uma diferenciação.
Para não assustar muito, resolvi investir em entender o direito civil. Antes mesmo da Constituição Federal por acreditar que a base civil ofereceria bagagem para conhecimentos posteriores.
A estratégia deu certo. Depois de entender qual pessoa poderia ser. brincadeiras a parte, ficou mais evidente que muitos dos problemas que achamos ter são por falta de conhecimento do que nos compete por direito e o que temos como obrigações.
Logo, a reflexão pairou. Afinal, por que as pessoas não são treinadas para ser simpáticas ao direito como disciplina da vida?
Assim, como a matemática e o português, a nossa base de pensamento e vida como cidadão depende do nosso conhecimento sobre o que rege a nossa sociedade.
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Jornalista Multimídia, resenhistas de filmes e livros, alumnus AIESEC em Vitória, sócia-fundadora Rotaract Club Vitória Ilha do Mel e consultora de comunicação
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