17 de abril de 2009, ās 23h31min

Vida voluntária

Por Juliana Farias
 
Outro dia participei de uma palestra pelo Rotaract, uma das organizações que participo como voluntária e fiz algumas reflexões.

Aos poucos, vou compartilhar. Afinal, são dicas por conta da experiência em atuação no mercado de trabalho e oportunidades de desenvolvimento pessoal.

Durante a faculdade, percebi que as experiências nos estágios, em geral, são superficiais. Logo bate a pergunta que não quer calar: o mercado exige experiência só que a única oportunidade visível não te dá base pra desenvolver nada.

Assim, por um acaso descobri nas atividades voluntárias um caminho rico para o aprendizado e oportunidades de rede de contatos.

Ser voluntária vicia. Brincadeiras a parte. No entanto, depois que você se dá conta das oportunidades de desenvolvimento e como você pode influenciar positivamente para a qualidade de vidas de outras pessoas, tudo muda.

Primeiro, descobri a AIESEC. Depois de virar alumnus, como não fiquei tão próxima da organização decidi buscar novos caminhos. Foi assim que encontrei o Rotaract e o Cindes Jovem.

Cada um ao seu modo, fomenta o empreendedorismo no Espírito Santo. O Rotaract é uma experiência diferente. Lá se forma um grupo de amigos, uma verdadeira família unida.

No Cindes Jovem, o relacionamento é mais voltado para organização de negócios e fomento de iniciativas empreendedoras para o Estado.







 
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