18 de dezembro de 2007, às 15h00min

Clientes de cooperativas de crédito pagam menos impostos que os de bancos

Os clientes de cooperativas de crédito pagam menos impostos do que os de bancos convencionais, garante o Sicoob Central DF (Sistema das Cooperativas de Crédito do Distrito Federal).

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Por Alessandra Germano, Diretora de Jornalismo da Caravana Produções
 
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Os clientes de cooperativas de crédito pagam menos impostos do que os de bancos convencionais, garante o Sicoob Central DF (Sistema das Cooperativas de Crédito do Distrito Federal).

De acordo com a entidade, as cooperativas de crédito - ainda pouco divulgadas pela mídia e conhecidas pela população - são instituições que não visam ao lucro e repassam valores de custo para quem busca empréstimos e serviços bancários menos onerosos.

Os empréstimos feitos por elas, por exemplo, não cobram IOF (Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros), que varia de 1,5% a 25%, e as sobras (lucros) são distribuídas entre seus cooperados.

Tarifas mais baratas
Ainda segundo o Sicoob Central DF, os associados às cooperativas de crédito têm acesso aos serviços do Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil), que funciona como um banco convencional, porém com tarifas mais baratas.

"Como já foi citado, não há cobrança de IOF e as cooperativas arrecadam de 1,3% a 3% de juros no crédito pessoal e de 3% a 5% no cheque especial", explica o diretor financeiro da entidade, Hélio Pinha.

Além disso, quando é tomado o empréstimo, cada vencimento mensal vem com uma fração de amortização e outra de juros. "Assim, os valores quitados vão decrescendo ao longo dos meses porque os juros incidem apenas sobre a dívida real", explica o diretor administrativo do Sicoob Central DF, Miguel Oliveira.

Mais de 7 mil cooperativas
De acordo com dados divulgados pela OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), atualmente existem 7.518 cooperativas no País, que atuam em 13 setores diferentes, como turismo, saúde, habitação e esporte.

Para este ano, a expectativa é fechar o ano com percentual entre 10% e 15% de crescimento, segundo o presidente do OCB, Márcio Lopes de Freitas.
 

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