03 de julho de 2009, às 16h31min

Cresce preocupação mundial com economia, emprego e dívidas

Pesquisa realizada pela Nielsen e divulgada nesta sexta-feira (3) revelou que a preocupação mundial com a economia, o emprego e as dívidas aumentou no primeiro semestre deste ano, frente à segunda metade do ano passado, momento em que a crise financeira começou a mostrar seus efeitos em todo o mundo.

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Pesquisa realizada pela Nielsen e divulgada nesta sexta-feira (3) revelou que a preocupação mundial com a economia, o emprego e as dívidas aumentou no primeiro semestre deste ano, frente à segunda metade do ano passado, momento em que a crise financeira começou a mostrar seus efeitos em todo o mundo.

A pesquisa foi realizada em 50 mercados ao redor do mundo, com 25.140 consumidores, entre os dias 19 de março e 2 de abril deste ano.

De acordo com os dados, a preocupação com a economia foi apontada por 32% dos entrevistados em pesquisa feita no segundo semestre do ano passado, mas subiu para uma parcela de 39% na primeira metade deste ano. No mesmo período, a preocupação com a estabilidade no emprego subiu de 17% para 33%, enquanto que a preocupação com as dívidas cresceu de 10% para 13% das respostas.

Em contrapartida, caíram as preocupações com o equilíbrio entre trabalho e vida (de 18% para 17% das respostas), com a saúde (de 17% para 15%), com o aumento do preço dos alimentos (de 22% para 13%) e com a educação e/ou sustento dos filhos (de 12% para 11%).

América Latina
Na América Latina, a principal preocupação é com a estabilidade no emprego, item que cresceu de 12% para 25% das respostas entre o segundo semestre do ano passado e o primeiro deste ano. A economia vem em segundo lugar no ranking de preocupações da região, com crescimento de 11% para 13%.

Equilíbrio de trabalho e vida (queda de 13% para 11%), as dívidas (alta de 9% para 11%) e o crime (queda de 9% para 8%) seguem a lista.

Quando analisados os itens relacionados ao orçamento, a preocupação com a educação e/ou sustento dos filhos caiu de 11% para 7% na América Latina, enquanto que o temor com o aumento das contas de serviços públicos se manteve estável em 5%, o temor com o aumento do preço de alimentos caiu de 6% para 3% das respostas e com o aumento do preço dos combustíveis se manteve em 2%.

Futuro
Em relação ao futuro, as maiores preocupações para os próximos seis meses continuam sendo a economia, emprego e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

http://www2.uol.com.br/infopessoal/noticias/_HOME_TOP_1614090.shtml
 

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