A afirmação é do subsecretário de Fiscalização da Receita, Marcos Vinicius Neder, que prefere não estabelecer prazos, mas afirma que o método pode ser implementado em pouco tempo.
O sistema, que já é adotado em países como a Espanha, depende da criação de mecanismos que fiscalizem setores onde são feitas as despesas que são incluídas nas declarações. No Brasil, o governo consegue, hoje, cruzar os dados sobre a renda dos contribuintes obtidos através do Imposto de Renda Retido na Fonte - IRPF - com investimentos em bolsas,gastos com cartões de crédito, dados imobiliários e algumas outras movimentações.
Em 2011, deve começar a funcionar a Declaração de Serviços Médicos - Dmed, entregue por pessoas jurídicas prestadoras de serviço no setor de saúde. Ela servirá também para informar à Receita os gastos dos contribuintes com o setor.