24 de fevereiro de 2010, às 00h07min

O céu turbulento da demissão

O processo de demitir alguém é sem dúvida um dos mais difíceis e penosos da carreira de um executivo. Ainda que um profissional experiente possa ter realizado várias ao longo da sua vida, cada demissão continua sendo um momento extremamente estressante, inoportuno e desagradável.

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Por Fernando Trevisan , www.administradores.com.br
 
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Indicado na categoria de melhor filme para o Oscar 2010, o filme “Amor Sem Escalas” traz – de forma inteligente – uma série de questões que estão na pauta da vida moderna: equilíbrio entre carreira profissional e vida pessoal; opção pelos relacionamentos fugazes ou estáveis; a permanente crise do emprego; a ascensão da mulher no mercado de trabalho; e o impacto das novas tecnologias no cotidiano empresarial.

O filme se baseia na rotina de um executivo sênior de uma empresa especializada em realizar demissões para seus clientes. Ele viaja o país para cumprir essa missão ingrata, mas que ele executa com tranquilidade e objetividade.

O processo de demitir alguém é sem dúvida um dos mais difíceis e penosos da carreira de um executivo. Ainda que um profissional experiente possa ter realizado várias ao longo da sua vida, cada demissão continua sendo um momento extremamente estressante, inoportuno e desagradável. Mesmo tendo sido resultado de uma decisão estudada, fruto de uma avaliação profunda de desempenho daquele profissional, o ato de demitir é bastante complexo.

Tão difícil quanto necessário em vários momentos, o processo de demissão deve levar em conta dois princípios básicos: a objetividade — por ser um momento extremamente sensível para as duas pessoas, o mais indicado é ser direto, sem rodeios e com justificativas claras; e a sinceridade — envolve citar o motivo real da demissão e não o mais fácil de explicar (corte de custos e reestruturação, por exemplo). Isso só atrapalhará a carreira do demitido, pois você pode transformar esse momento delicado em uma oportunidade de feed back sincero, contribuindo para o futuro profissional dele.

A tendência natural do ser humano é evitar ou adiar um acontecimento desagradável. Como profissionais, nos deparamos com esse tipo de situação a todo o momento, e o melhor é encará-la e enfrentá-la da melhor forma possível. Ao avaliar profundamente a real necessidade de demitir um profissional, e ao fazer o processo pessoalmente por quem o contratou, o executivo está garantindo o aspecto mais fundamental que um ato desses deve permear: respeito por quem está do outro lado.

* Fernando Trevisan é diretor geral da Trevisan Escola de Negócios.
 

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que saco, to loco atraz de uma jaqueta dessas
 
Exelente material
 
gostaria de saber quem trabalha em banco que não trabalha sabado e domingo se os três dias ja começa...
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