02 de julho de 2009, às 14h52min
Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caem em 16 mil na semana
O número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu em 16 mil na semana encerrada no dia 27 de junho, para 614 mil, contra 630 mil (dado revisado) na semana imediatamente anterior.
O número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu em 16 mil na semana encerrada no dia 27 de junho, para 614 mil, contra 630 mil (dado revisado) na semana imediatamente anterior. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho.
Na mesma semana do ano passado, o número de pedidos estava em 405 mil --400 mil solicitações é o número visto como limite entre uma economia saudável e uma em recessão. A média quadrissemanal, que atenua as volatilidades das leituras semanais, ficou em 615.250, uma queda de 2.750 pedidos em relação à média imediatamente anterior, 618 mil.
O número de americanos que já recebem o benefício há pelo menos duas semanas caiu em 53 mil, ficando em 6,7 milhões na semana até o dia 20 de junho (data da leitura mais recente disponível). O dado contrariou as expectativas dos analistas, que previam uma alta.
O departamento informou hoje ainda que a economia americana perdeu 467 mil postos de trabalho em junho, enquanto a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado de maio foi revisado e passou a mostrar um corte menor de postos de trabalho, 322 mil, contra a leitura inicial de 345.
Segundo o departamento, o número de pessoas desempregadas no país, 14,7 milhões, ficou quase inalterado no mês passado, na comparação com o mês imediatamente anterior. Desde o início da recessão, em dezembro de 2007, o número de desempregados nos EUA aumentou em 7,2 milhões de pessoas e a taxa de desemprego cresceu 4,6 pontos percentuais.
Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u589639.shtml
Na mesma semana do ano passado, o número de pedidos estava em 405 mil --400 mil solicitações é o número visto como limite entre uma economia saudável e uma em recessão. A média quadrissemanal, que atenua as volatilidades das leituras semanais, ficou em 615.250, uma queda de 2.750 pedidos em relação à média imediatamente anterior, 618 mil.
O número de americanos que já recebem o benefício há pelo menos duas semanas caiu em 53 mil, ficando em 6,7 milhões na semana até o dia 20 de junho (data da leitura mais recente disponível). O dado contrariou as expectativas dos analistas, que previam uma alta.
O departamento informou hoje ainda que a economia americana perdeu 467 mil postos de trabalho em junho, enquanto a taxa de desemprego chegou a 9,5%, contra 9,4% em maio. O dado de maio foi revisado e passou a mostrar um corte menor de postos de trabalho, 322 mil, contra a leitura inicial de 345.
Segundo o departamento, o número de pessoas desempregadas no país, 14,7 milhões, ficou quase inalterado no mês passado, na comparação com o mês imediatamente anterior. Desde o início da recessão, em dezembro de 2007, o número de desempregados nos EUA aumentou em 7,2 milhões de pessoas e a taxa de desemprego cresceu 4,6 pontos percentuais.
Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março, segundo o comunicado do departamento.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u589639.shtml
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