09 de outubro de 2007, às 00h01min

Previdência privada: veja quais são os planos "em extinção"

A contratação de planos de previdência privada cresce a cada mês. Dados da Fenaprevi (Federação Nacional da Previdência Privada e Vida) mostra que o total de captações em julho foi de R$ 2,385 bilhões, 31,41% a mais do que no

Tamanho do texto:
INFOPESSOAL
 
Compartilhar
A contratação de planos de previdência privada cresce a cada mês. Dados da Fenaprevi (Federação Nacional da Previdência Privada e Vida) mostra que o total de captações em julho foi de R$ 2,385 bilhões, 31,41% a mais do que no mesmo período do ano passado. VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) são os mais procurados pelos consumidores, representando quase 70% da reserva geral.

Contudo, de acordo com a Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), ainda existem três tipos planos, considerados como "em extinção", que ficam com o resto da fatia: o Fapi (Fundo de Aposentadoria Programada Individual), o PRGP (Plano de Remuneração Garantida e Performance) e o VRGP (Vida com Remuneração Garantida e Performance). Em relação ao ano passado, a captação desses produtos caiu 63%.

O que são
Técnicos da entidade explicaram que o Fapi é uma modalidade com algumas características do PGBL, entre elas o desconto de até 12% no Imposto de Renda. Entretanto, não tem taxa de carregamento [uma espécie de tarifa] e, se o investidor sacar o dinheiro antes de um ano, paga IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 5% sobre o montante acumulado - exceto em caso de morte e invalidez. A portabilidade só fica disponível a partir do sexto mês, ao contrário do PGBL e do VGBL, cujo prazo é de 60 dias.

O PRGP e o VRGP são parecidos com o PGBL e o VGBL, respectivamente, no que diz respeito ao benefício fiscal.

O diferencial das modalidades é a garantia de uma rentabilidade mínima fixa mais um retorno de acordo com um índice de atualização (exemplo: IGP-M, IPCA) de valores durante o período contratado.

Risco
"É muito arriscado para a instituição garantir uma rentabilidade atualizada por um índice de inflação porque a expectativa de vida do brasileiro aumentou muito", explicou Augusto Sabóia, consultor financeiro.

"Antes as pessoas trabalhavam até os 65 anos e morriam aos 70 anos. Então ficava mais fácil mensurar a expectativa de vida. Agora fala-se de pessoas vivendo até 120 anos. O risco é muito grande", finalizou.
 

Curta o Administradores no Facebook e siga os nossos posts no @admnews.
Assuntos
Gostou?
 
Deixe seu comentário

Baixe gratuitamente o app da Revista AdministradoresE tenha acesso às edições da revista. Disponível para iPad, iPhone e iPod Touch.
Últimos comentários
 
  Caros senhores, bom tarde a todos,   Com o devido respeito, discordo da opinião emitida pelo autor...
 
isso não resolve porque nos dias de medição a empresa sabe e proibe os operadores de tirar pausa par...
Elizangelasouza 19 hora(s) atrás em
Novas estratégias para novos comportamentos
 
Um artigo de grande relevância para àqueles que acreditam que a mola mestre de toda ação perpassa po...
Informativos
Receba nosso informativo em seu e-mail.


Enquete
Você, estudante de Administração, pretende seguir qual caminho ao concluir o curso?
Prestar concurso público
Abrir seu próprio negócio
Trabalhar para empresas privadas
Seguir carreira acadêmica
Outros

Indicadores
Câmbio
PapelCompraVenda
Dólar ComercialR$ 1,99R$ 2,00
Dólar Paralelo SPR$ 1,91R$ 2,14
Dólar Turismo SPR$ 1,91R$ 2,14
EuroR$ 2,49R$ 2,49
Bolsa de valores
BolsaVariaçãoFechamento
Bovespa+0.7454063.00
Dow Jones-0.6012454.83
Nasdaq-0.072839.38
Fonte: