08 de fevereiro de 2010, às 15h44min
Professor recomenda que consumidor evite comprar passagens em muitas parcelas
Em geral, as taxas aeroportuárias são debitadas na primeira parcela.
Ele disse que cada companhia aérea tem uma forma de financiar as passagens e de fixar os juros cobrados aos clientes. Em geral, as taxas aeroportuárias são debitadas na primeira parcela.
Sousa considerou que o interessante é que o preço parcelado seja igual ao valor a vista. “Esse seria um financiamento interessante. Os outros são relativamente caros”. Para o consumidor, ele afirmou que o máximo de prestações deveria ser de seis parcelas. “Daí para a frente, começa a encarecer bastante”. Um parcelamento muito longo tem a desvantagem de que a viagem fica esquecida, “mas a conta continua ali na frente dele, todo mês”, ponderou o especialista.
Dependendo da taxa de juros embutida, o valor da passagem pode ficar 30% maior, no caso de juros de 3% cobrados em geral pelas companhias para 12 parcelas, revelou Nelson de Sousa. ”Para 36 parcelas, o valor mais do que dobra. Vai para 120% ou mais”. Conforme o professor do Ibmec Rio, o parcelamento muito extenso pode trazer dificuldades para o usuário.
Para Sousa, a tendência é de que os preços das passagens aéreas subam em um prazo mais curto. “Porque muita gente queantes não tinha acesso a isso está começando a viajar. Há uma demanda maior do que a oferta. Isso é que faz os preços das passagens subirem”.
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2010/02/08/materia.2010-02-08.4578749834/view
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