A Eficiência Matemática do Sistema Judicial Brasileiro ...
Países como o Brasil, com IDH de 0,800 para baixo, ainda são CRIADOUROS de disfunções humanas de: malandros, tolos, ignorantes, criminosos, encarcerados, dementes, inválidos, drogados, alcoólatras, incapacitados para o trabalho, doentes, pervertidos, ociosos, covardes, injustos e corruptos.
Mas, podemos tentar demonstrar, num ENSAIO TEÓRICO, criando modelos de hipóteses, a composição da EFICIÊNCIA DO SISTEMA JUDICIAL.
Como já se sabe o Índice de Criminalidade é uma função relacionada a um conjunto de fatores, tais como: o perfil socioeconômico dos indivíduos, sua escolaridade e condição familiar, a localidade de origem e sua condição sócio-cultural. Ou numa correlação mais objetiva com o que se consagra como IDH – Índice de Desenvolvimento Humano (a composição dos indicadores de Renda per Capita, Escolaridade e Expectativa de Vida) que traduz tecnicamente o padrão civilizatório de uma sociedade ou comunidade.
As sociedades com alto IDH têm baixo Índice de Criminalidade e aquelas com baixo IDH têm alto Índice de Criminalidade. Isso já é um consenso mundial. E quem direciona o padrão civilizatório do IDH de uma sociedade é o Estado – municipal, estadual e federal. Portanto, se há crime, em boa parte é disfunção administrativa pública do Estado. E constitucionalmente é obrigação do Estado GARANTIR A SEGURANÇA PÚBLICA (o que em outras palavras é direcionar o padrão civilizatório do IDH para metas melhoradas, cientificamente).
Pelos índices de violência e criminalidade latente, e manifesta, brasileiros, podemos afirmar que: - não há uma ação administrativa pública coerente com a ABORDAGEM CIENTÍFICA. E isso SOBRECARREGA O SISTEMA JUDICIAL, com os efeitos colaterais, dos precários padrões civilizatórios nacionais. E por sua vez o Sistema Judicial não tem um “dirigismo científico” a luz da busca da sua EFICIÊNCIA.
Por ser um sistema, como já dissemos anteriormente, é um conjunto de processos conexos, em cadeia, em rede e em relação operacional direta, tendo uma entrada – o número de crimes – e uma saída – o número de ex-criminosos socializados.
Assim rudimentarmente, por sermos especialistas em engenharia, ousamos efetuar uma demonstração de um simples modelo de Sistema Judicial, nos arvorando em tecer 3 (três) hipóteses para especular sobre a EFICIÊNCIA PROVÁVEL desse sistema.
Lewton Burity Verri
Engenheiro, Escritor, Professor de Administração,
Diretor Científico do IEAQ e Ex-militar.
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Copyright © 2008 – Lewton Burity Verri
Publiquei mais de 550 artigos de crítica política no Site: http://www.militar.com.br/modules.php?name=Artigo&file=search&bywhat=aid&forwhat=Lewton .
Gosto do trabalho em equipe e de resolver enigmas, pois sou engenheiro de formação. E sou Neo-ambientalista de Walt Disney, me especializando em Pós-graduação de Licenciamento e Gestão Ambiental.
MEU OBJETIVO: Aplicar e Transferir meus conhecimentos para novas atividades de gestão de RH, produção, administração da produção, da tecnologia, da engenharia, de materiais e controle da qualidade. E para os jovens profissionais brasileiros.
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