Arte da Guerra: uma Nova Interpretação, A
O livro discute todos os aspectos da guerra, dos táticos aos humanos. Mostrando como todas elas são aplicáveis tanto no mundo dos negócios, como na vida cotidiana.
Engana-se quem imagina que encontrará, em "A arte da guerra", meros artifícios para se vencer batalhas. Descrito como "um trabalho ponderado e compreensivo, pleno de capacidade de percepção e imaginação", o livro trata da necessidade de se guerrear pelo menos tempo possível, perdendo menos gente e conquistando pela inteligência. Sun Tzu acreditava que um estrategista hábil poderia "submeter o adversário sem o confrontar, tomar-lhe as cidades sem as cercar e derrubar-lhe o Estado sem se ensoparem espadas em sangue". Buscava a conquista da coisa intacta, ou o máximo possível intacta - abominava a destruição desnecessária, o dispêndio de energia à toa, a perda de vidas necessárias à agricultura. Maquiavel poderia ter se inspirado nele, ao escrever "O Príncipe" - o certo é que muitos executivos de sucesso, hoje, ainda o lêem em busca de inspiração. -- por Antonio Geremias

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