Perder o emprego não é o fim do mundo

Pesquisa realizada pelo Instituto Amigos do Emprego com 1.883 recém-demitidos de janeiro a julho deste ano, revela que 76% dos profissionais dizem sentir-se responsáveis pela perda do emprego, mesmo que o corte tenha sido resultado de uma reestruturação na qual vários profissionais foram demitidos.

Durante aula inaugural de um curso de MBA José Lopes Agulho, consultor e executivo em planejamento e desenvolvimento organizacional e de pessoas; proferiu palestra uma palestra sobre: “as pessoas que estão fazendo as coisas as coisas acontecerem”. Agulho mostrou que a perda do emprego não é o fim do mundo. "Às vezes, perder o emprego é a oportunidade que estava faltando para o crescimento". Para finalizar, o consultor pediu para que cada um pensasse sobre o que quer, de verdade. "A partir daí, você pode traçar seus objetivos". Esta é uma importante dica para quem se sente vítima do próprio trabalho.

O colunista do nosso portal, Sergio Dal Sasso, diz o seguinte: na verdade e numa ampliação da visão de sustentabilidade do próprio consumo do mercado, o mundo necessariamente deve sempre propiciar uma equação que garanta a manutenção e preservação do poder aquisitivo de todos. Digo isso para poder justificar que perdas de posições profissionais, não significam o fim de tudo, mas uma situação quase que normal a todos que dependem dos meios de terceiros para garantir a sua sobrevivência. Hoje seria muito raro verificar "cases profissionais" aonde encontramos casos de colaboradores que nasceram e terminaram suas carreiras em uma só organização.

Segundo Sasso, pesa muito, nos momentos de transição profissional, o pré-entendimento de quem ninguém é eterno, pelo contrário, os sucessos são como os momentos de felicidade e dificilmente ocorrem de forma continua, assim os fatos do dia devem, ou pelo menos deverão, sinalizar antecipadamente a nossa própria preparação diante dos riscos que temos diante da própria manutenção por onde atuamos.

A motivação como todo planejamento, deve anteceder aos fatos, ou seja, necessariamente temos sempre que estar criando planos B´s
para poder estar mais ou menos estruturados quanto a garantia de opções diante dos momentos de ruptura e os desvios de modelos de atividade as serem aplicados.

O poder da superação, diante daquilo que não imaginávamos que aconteceria, fica pela dependência do entendimento racional e lógico de que competitividade, gera sempre mudanças, aonde o termo "sentimento de compaixão" não é um item a ser aplicado no contexto das decisões.Nesse caso precisamos olhar mais a frente sempre, pela busca e estudos de projetos que poderiam continuar estimulando nossa potencialidade, vocação e por que não a própria realização dos próprios sonhos.




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