Cartão empresarial é fonte de financiamento para 38% das PMEs que utilizam crédito

O estudo “Perspectivas das PMEs no Brasil e na América Latina”, encomendado pela Visa (NYSE: V) e conduzido pela The Nielsen Company, revelou que o cartão empresarial é fonte de financiamento para 38% das PMEs entrevistadas que utilizam o crédito para desenvolverem seus negócios. Embora 28% das PMEs pesquisadas possuírem o cartão empresarial, quase a metade declara utilizar os cartões pessoais para o uso do negócio, o que confirma a falta de separação entre os assuntos pessoais e os da empresa. Ao mesmo tempo, 79% delas disseram que a divisão dessas despesas é importante, mostrando que cartões empresariais, como o Visa Empresarial, podem ajudar a resolver a que stão, ao mesmo tempo que oferecem uma linha de crédito diferenciada e promoções específicas para esse segmento.

“As PMEs constituem um segmento estratégico para a Visa”, afirmou Allen Cueli, Diretor de Soluções Comerciais da Visa Inc. América Latina e Caribe. “O cartão Visa Empresarial oferece benefícios tangíveis como acesso ao crédito, além de simplicidade e eficiência em processos de pagamento. O estudo revelou a importância do acesso ao crédito para o crescimento do segmento, assim como a necessidade de migrar de meios de pagamentos ineficientes como cheque e dinheiro para meios eletrônicos de pagamento”, conclui o executivo.

Devido ao fato dos instrumentos de pagamento empresariais ainda não serem amplamente difundidos no País, 70% das PMEs entrevistadas continuam usando métodos de pagamento como o dinheiro (41%) e o cheque (27%), sendo que nota-se uma grande diminuição desse último (38% em 2007). Cerca de 25% das empresas entrevistadas, afirmaram utilizar o boleto bancário.

A oportunidade de utilizar meios de pagamento eficientes e modernos é uma realidade para todas as PMEs, independentemente de seu tamanho e os cartões empresariais, como o Visa Empresarial, destacam-se nesse cenário, pois podem simplificar todos os processos de pagamento, ajudam a solucionar o problema de capital de giro e facilitam o fluxo de caixa da empresa.

Aproximadamente 23% das empresas entrevistadas disseram fazer uso do crédito, porcentagem muito similar à do ano anterior. A maioria das pequenas empresas da AL entrevistadas considera mais simples se registrar e operar como pessoa física ao invés de jurídica. O Brasil é a exceção, sendo o país com o maior índice de empresas registradas como pessoa jurídica (73%). No entanto, o nível de formalidade mostra uma leve queda em relação à pesquisa do ano passado, em particular no Rio de Janeiro.

86% dos donos de empresas entrevistadas no Brasil estão bancarizados em nível pessoal. O nível de bancarização empresarial é menor, registrando 61%. Ou seja, a maioria das PMEs já possui relação com o banco, mas como consumidor e não como empresa.

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a bancarização pessoal e o número de pessoas entrevistadas que possuem cartões aumentaram em relação ao ano anterior. Em Porto Alegre, no entanto, os níveis de bancarização são mais baixos. Mais de 60% das empresas entrevistadas disseram ter um telefone celular específico para o seu negócio e mais de 50% possuem um computador da empresa. Além disso, 45% navegam pela Internet para fazer negócios.

O estudo revela que a mediana de vendas anuais das PMEs brasileiras entrevistadas é de US$ 43.800, ou seja, US$ 3.650 mensais. Esse aumento está alinhado com a tendência regional, onde também se percebe um aumento nominal nas vendas. Os faturamentos de vendas no Brasil são mais altos que a mediana regional. Esse aumento é maior quando se analisa o Rio de Janeiro e São Paulo, excluindo Porto Alegre que possui um faturamento e um gasto menor.


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