
Os países latino americanos que ficarão com a pontuação inferior a 5, são: Porto Rico (5,8); Costa Rica (5,1); Cuba (4,3); El Salvador (3,9); Colômbia (3,8); Peru (3,6); Brasil (3,5); Panamá (3,4); Guatemala (3,1); República Dominicana (3,0); Bolívia (3,0); Argentina (2,9); Honduras (2,6); Nicarágua (2,5); Paraguai (2,4); Equador (2,0); Venezuela (1,9) e Haiti (1,4).
México, que ocupa a posição 72 no ranking, com um índice de 3,6, se mantenve na mesma colocação do IPC 2007. O Brasil permaneceu em 3,5 pontos, intocado em relação ao ano passado, permanecendo em 80º no quadro mundial.
Apesar do Chile e do Equador estarem entre os 25 países que combatem a corrupção no setor público, em sua análise para as Américas, a TI qualificou os resultados como "tendência infeliz para a região nos últimos anos". "Os esforços anticorrupção parecem ter estancado, o que é particularmente perturbador à luz dos programas de reformas de muitos governos", afirma o comunicado da ONG.
As pesquisas mostraram que a América Latina tem o pior nível de confiança no seu Judiciário: quase três em cada quatro latino-americanos entrevistados em dez países da região declararam acreditar que existe corrupção nesta esfera de poder, afirmou a TI.