O Brasil, segundo pesquisas, está muito informatizado e os brasileiros estão cada vez mais invadindo o mundo virtual. No Brasil, é vendido 01 computador a cada 30 segundos e os brasileiros navegam cerca de 21 horas e 45 minutos, ultrapassando os alemães.
Esses dados revelam muito sobre o perfil dos brasileiros. Essa é uma mensagem para que empresas de todo o país saibam a força da web e vejam o quanto sua marca pode evoluir através do universo virtual.
Já podemos perceber a força de campanhas virtuais e algumas empresas perceberam que o futuro relacionamento com o cliente será on-line. Os consumidores estão cansados da mesmice das propagandas e dos anúncios e estão percebendo que é necessário vivenciar uma experiência direta com a marca. Neste cenário, a web se torna palco para uma nova forma de negócio, muito mais próxima do consumidor e de seu universo.
Mas o que é necessário entender é que as empresas precisam ter uma presença marcante no mundo virtual. Primeiro, é preciso conhecer o seu produto, entender sua utilidade, conhecer seu alvo e o que ele deseja para, então, gerar uma forma de comunicação e identidade produto-consumidor.
A regra da web é ser uma ferramenta espontânea, que gere boca a boca e se prolifere cada vez mais. É necessário um projeto interativo estratégico. "Hoje é preciso estudar e pesquisar o comportamento das pessoas no ambiente online. O que elas fazem e buscam, como socializam e se entretém, como se informam e interagem na internet, tudo isso para que empresas e marcas se aproximem cada vez mais de seu consumidor e permitam-no vivenciar uma verdadeira experiência on-line", comenta Rodrigo Teco, diretor da Grafikonstruct, estúdio de design interativo.
Tecnologia e conteúdo são sempre necessários, mas deve-se manter, no mínimo, 70% de relacionamento. De nada adianta lançar um produto se o usuário não manter um relacionamento de fidelização com a marca. A web deve ser um espaço onde o consumidor se relaciona com uma empresa e com outros usuários.