Cada vez que a dona de casa vai ao supermercado, precisa fazer um verdadeiro malabarismo para continuar comprando todos os itens que precisa sem estourar o orçamento do mês. Isso acontece porque os preços de muitos produtos, se não de quase todos, só fazem aumentar.
Para fugir do preço alto da carne, por exemplo, trocar o açougue pela peixaria pode valer a pena. Os pescados não estão na mira da inflação e tiveram até queda de preço este ano. Sabendo escolher, esta mudança de cardápio pode vir acompanhada de uma boa economia.
Enquanto a carne subiu quase 15% de janeiro a julho deste ano, e o frango, mais de 4,5%, o peixe teve queda de quase 1%. E algumas espécies, como o linguado, baixaram de preço.
Outro custo que pesa no orçamento do brasileiro é a conta de luz. Há quem faça de tudo para economizar, desde a construção. Em muitos estados, as empresas de energia estão dando um incentivo que, além de garantir contas mais baratas, ainda é bom para o meio ambiente.
Uma idéia que vem dando certo em Fortaleza, expandindo também para Niterói, Rio de Janeiro, é um programa de uma companhia de eletricidade que estimula os consumidores a trocarem materiais recicláveis por descontos na tarifa de luz.
Os dois lados acabam lucrando com essa iniciativa: o consumidor, porque recebe em bônus na conta de energia o equivalente ao valor desse material no mercado dos recicláveis; e a empresa, porque o furto de energia diminui e também baixa o índice da inadimplência dos consumidores.