SANTIAGO (Reuters) – O lucro da produtora chilena de celulose CMPC caiu 32 por cento no primeiro trimestre deste ano, para 84,2 milhões de dólares, devido a um aumento nos custos e gastos no negócio florestal, menores volumes de exportação e diferenças no câmbio. “A queda ante igual período do ano anterior se explica por um menor resultado do Ebitda e pelo impacto em impostos diferidos da menor apreciação do peso chileno no primeiro trimestre”, afirmou a empresa no balanço. O mercado esperava lucro de 86 milhões de dólares, de acordo com uma pesquisa da Reuters. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) caiu 5 por cento na comparação anual, para 212 milhões de dólares “fundamentalmente por maiores custos e gastos de operação, principalmente no negócio floresta, e menores volumes exportados de celulose de fibra longa e de papel de imprensa”, explicou a empresa. A CMPC atua em negócios florestais, de celulose e produtos de papel, com operações na Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, México, Peru e Uruguai. No Brasil a companhia é controladora da Celulose Rio Grandense.