Não há mais dúvida alguma de que o fenômeno da Globalização trouxe profundas transformações ao meio organizacional e exerce influência constante nas vidas das pessoas que lidam com o dia-a-dia corporativo.
Hoje, as organizações não vivem apenas com o pensamento voltado para o presente, mas fazem projeções para o futuro, imaginam o que está por acontecer. Claro que isso não significa ter premunições, mas sim contar com uma visão crítica e consciente do meio em que se está inserido. Mas como transformar uma projeção do futuro em algo concreto, que agregue valor ao negócio e interfira na performance dos profissionais?
Para Clemente Nobrega, especialista em estratégia organizacional, e autor do best-seller "Em busca da Empresa Quântica”, lançado pela Editora Ediouro, ao se considerar a organização como um organismo vivo, que funciona com projeções do presente para o futuro, a sobrevivência das empresas está diretamente relacionada ao desenvolvimento da inteligência.
Para isso, é indispensável a presença de um método de planejamento que programe algo para o “amanhã” a partir de ações e decisões que se tomam no presente. “Nas empresas que aplicam a Gestão da Inteligência, por exemplo, o aspecto central é a liderança de topo estar sempre engajada ao processo. É, essencialmente, uma questão de atitude dos líderes de topo”, afirma.