O ano de 2009 está terminando e chega o momento das empresas avaliarem o que foi importante e deve ser mantido para 2010 e o que não deu certo e deve ser descartado. Foi um ano de crise, que testou a capacidade de adaptação e redução de custos das empresas, levando ao fechamento de muitas. Às que permaneceram na ativa resta a expectativa da chegada de um ano de recuperação.
Rodrigo Franco, sócio-diretor da Brilho Arte, empresa especializada no segmento de locação de computadores, equipamentos eletrônicos e móveis corporativos, avalia o ano de 2009 como um ano difícil, porém não como um ano de crise. “Apesar da crise não ter atingido o Brasil diretamente, obviamente sentimos um pouco dos seus reflexos. Porém, mesmo com a desvalorização do dólar frente ao real, não tivemos redução na demanda”.
Em 2009 surgiram mais clientes de grande porte. Franco comenta o foco da expansão: “Comparado aos anos anteriores observamos que neste mais empresas de médio e grande porte passaram a optar cada vez mais pela locação”, comemora.
Na projeção para o próximo ano, estão as micro e pequenas empresas. “As pequenas empresas poderiam demandar mais este tipo de serviço, mas por falta de conhecimento e planejamento não o fazem”, explica Rodrigo Franco.
De acordo com o empresário, diante desse quadro, a expectativa para o próximo ano não poderia ser melhor. “Acho que a prestação de serviços como um todo deve melhorar muito, eu diria que, ainda mais por ser ano de Copa do Mundo, cresceremos por volta de 40% mais que 2009. Assim que as empresas entenderem que alugar é mais favorável que comprar, o conceito de locação com serviço agregado deve se expandir e inclusive tomar o lugar das vendas”, finaliza.