As peculiaridades fazem a grande diferença para as organizações e isso é facilmente perceptível na realidade corporativa. No sistema gerencial japonês de decisões, por exemplo, sempre que ocorre um processo de mudanças, existe uma preocupação dos dirigentes corporativos em dedicar tempo para ouvir e escutar os profissionais que estão ligados direta ou indiretamente àquela nova realidade. Já no Ocidente, o que mais ocorre nas companhias é um processo inverso, ou seja, as inovações surgem da alta direção, com rapidez, sem que as pessoas que serão “afetas” sejam ouvidas. “Depois a implantação do processo de mudança ocorre com lentidão e repleta de obstáculos, resistências e de fatores não previstos. Creio que há lições a aprender com esses dois lados”, afirma Gustavo Boog, diretor do Sistema Boog de Consultoria, especialista em processos de mudanças e que possui uma experiência de 25 anos.
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