FGV: como se preparar para os maiores desafios globais

Instituição foi elencada entre as melhores do mundo no ranking de educação executiva da Financial Times

FGV EAESP, Publieditorial,
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FGVO avanço das tecnologias digitais tem forçado as empresas a se adaptarem a um ritmo cada vez mais acelerado a fim de evitarem a perda de competitividade. Diante desse quadro, as corporações buscam não apenas quadros técnicos capazes de responderem a esses desafios, mas principalmente líderes que possam fazer frente e atuarem de forma proativa — e não reativa.

Para se destacar nesse cenário, diplomas e reconhecimentos formais já não são suficientes. Ao optar por uma escola de negócios que seja capaz de ajudar a desenvolver as competências necessárias para se destacar no mercado de trabalho, o profissional deve considerar se ela está à altura das expectativas das empresas líderes de mercado.

"Eu sempre quis ser um profissional muito bom na minha área, então pensei qual escola posso fazer para chegar onde eu quero", conta Lucas Djin, aluno da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV/EAESP).

A instituição foi elencada entre as melhores do mundo no ranking de educação executiva da Financial Times, com destaque para os programas customizados.

De acordo com um estudo da Universidade de Oxford, 47% dos postos de trabalho em todo o mundo devem desaparecer em aproximadamente duas décadas com o advento da Inteligência Artificial e da robótica.

Para atuar nesse cenário em um cargo de liderança, o profissional disposto a se tornar líder precisa se preparar não apenas no aspecto técnico, mas também no comportamental.

"O mundo está cada vez menor e a gente precisa se preparar para ele, não dá para ignorar o que está acontecendo. Hoje em dia, isso quer dizer ser um profissional global, fazer negócios em todos os países e conhecer pessoas de todos os lugares", explica Djin.

Sua passagem pela escola de negócios abriu as portas para estudo em países como Estados Unidos e Suécia, mercados altamente industrializados que atuam na vanguarda dos negócios globais. "Percebi que a gente tem o mesmo nível das escolas lá de fora", diz o estudante.

"Eu quero ser uma referência e também sonho muito em ter um impacto positivo no mundo. Para conseguir tudo isso, acho que não teria outra escola que não a EAESP para me preparar para esse grande desafio, que é deixar o mundo melhor do que estava depois que eu passei", narra.

Confira abaixo o depoimento completo de Lucas Djin.