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PEQUENOS VAREJISTAS PODEM AUMENTAR EM ATÉ 40% AS VENDAS SOMENTE REPOSICIONANDO OS PRODUTOS NAS PRATELEIRAS

Em agosto, a Associação ECR Brasil vai disponibilizar nova metodologia de gerenciamento por categorias voltada para pequenos e médios comerciantes

Em agosto, a Associação ECR Brasil vai disponibilizar nova metodologia de gerenciamento por categorias voltada para pequenos e médios comerciantes
Novidade permite aos varejistas fazer um raio-X completo da loja, fidelizar o consumidor e aumentar as vendas em até 40%
Com a aplicação da metodologia simplificada de GC, as vendas das categorias de higiene pessoal e limpeza do Supermercado St. Marche cresceram


Junho de 2006 – A partir de agosto, a Associação ECR Brasil vai colocar à disposição de empresas em todo o país, o conteúdo completo do novo modelo de gerenciamento por categorias, que permitem pequenos e médios varejistas aumentar as vendas em até 40%, de determinadas categorias de produtos. Tal desempenho pode ser alcançado através dos quatro passos da metodologia simplificada de gerenciamento por categorias: avaliação, recomendação, implementação e monitoramento de resultados. Por meio deles o varejista consegue conhecer os hábitos e desejos do consumidor que freqüenta a loja ou até mesmo fazer algumas mudanças no mix de produtos e na ambientação.

A nova metodologia já foi testada em um projeto-piloto no Supermercado St. Marche, no Morumbi. Com apenas quatro check-outs, o supermercado enfrentava problemas de desempenho das vendas de produtos das categorias de perfumaria, higiene pessoal e limpeza. “Estávamos procurando auxílio para solucionar esse problema, pois a margem de lucro dessas categorias era baixa. Tentamos de todas as formas, mudando os produtos de local e até os preços, mas nunca conseguíamos”, lembra o proprietário do Supermercado St. Marche, Victor Leal Jr. “Ao receber o convite para testar em minha loja a metodologia simplificada de gerenciamento por categorias aceitei imediatamente”.

Com o auxílio do Comitê Gerenciamento por Categorias da Associação ECR Brasil, em parceria com fornecedores, constatou-se que as categorias com baixa performance nas vendas não atendiam às expectativas de compra dos consumidores da loja e estavam localizadas em local inadequado, com baixo fluxo de pessoas. Chegou-se a essas conclusões depois de algumas providências iniciais, entre elas, uma pesquisa realizada com os clientes para identificar o perfil deles – seus desejos, hábitos de compra etc. – e avaliação do layout da unidade, entre outras análises.

Resumidamente, os próximos passos do piloto consistiram em retirar das prateleiras, incluir novos e reposicionar alguns produtos, reformular o ambiente do estabelecimento e a sinalização das categorias, medindo e reavaliando o desempenho das vendas das categorias atingidas. “Todas elas cresceram. Bastou mudar a posição”, acrescenta Leal.

A ferramenta é fruto do trabalho do Comitê Gerenciamento por Categorias formado pela entidade, que tomando como base os pontos positivos de projetos de gerenciamento por categorias desenvolvidos por indústrias como Unilever, Johnson&Johnson, Kraft Foods, Procter&Gamble e Danone em parceria com lojas do varejo, definiu um modelo aplicável e com eficiência testada e comprovada para o pequeno e médio comerciantes.



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