Você precisa de um projetor? Saiba como fazer a melhor escolha

Modelo Powerlite S31+ da Epson que testamos entrega tudo que se espera para uso corporativo e ainda é boa opção para escolas e uso doméstico

Publieditorial,

Por muito tempo, cultivou-se a ideia de que o uso de projetores em ambientes corporativos era uma exclusividade de empresas de grande porte, que fazem super reuniões, em salas gigantes, com dezenas de pessoas.

Mas isso é um mito que já vem sendo desacreditado por pequenas e médias empresas. Traçar estratégias, avaliar balanços, analisar planilhas, apresentar projetos… Tudo isso exige que vários participantes possam visualizar juntos as mesmas informações. E um projetor vem muito a calhar nessas ocasiões.

Por isso, nós testamos o modelo Powerlite S31+, da Epson, e a experiência foi a melhor que tivemos até hoje (segura aí, que já, já falamos sobre esse gadget!).

O que levar em conta na hora de fazer sua escolha?

Antes de tudo, é importante saber os principais fatores a serem levados na hora de decidir sobre a compra de um projetor. Eles são:

Seus objetivos de uso: o que você pretende fazer e como vai utilizar o projetor? Será necessário, por exemplo, deslocá-lo entre salas ou mesmo levar para ambientes fora da organização? É aqui que você deve levantar questões como portabilidade, integração com outros dispositivos (conexões via cabo ou wireless), dimensões etc.

Qualidade de imagem e som: esse é outro fator vital, pois se o projetor não tiver uma boa resolução, as imagens ficarão distorcidas ou desfocadas, empobrecendo o conteúdo e até mesmo atrapalhando o entendimento das apresentações. Imagine, por exemplo, receber parceiros com quem está negociando algo e, na hora de mostrar sua proposta, a apresentação é visualmente um fracasso? O mesmo vale para as conexões de áudio.

Saída de luz: talvez você não saiba o que são lúmens, mas eles são a especificação mais importante na hora de comparar projetores. Essa nada mais é do que a unidade de medida da saída de luz dos projetores.

Ou seja: quanto mais luz sai do projetor, mais lúmens ele tem. E quanto mais brilho possui, mais flexível ele fica em relação à luminosidade do ambiente. Os projetores com menos de 1.000 lúmens exigem ambientes bem escuros para que exibam as imagens com o mínimo de qualidade. E também precisam ficar bem próximos da tela de projeção.

E o Powerlite S31+, da Epson, vale a pena?

Nós testamos aqui o modelo da Epson, o Powerlite S31+. Nos quesitos supracitados, ele supera com folga todas as experiências que já tivemos por aqui com projetores.

Sua saída de luz tem 3,2 mil lúmens, o que permite uma entrega de imagem fantástica sem sequer apagarmos as luzes da sala de reuniões. O tamanho de sua projeção em tela, que varia entre 30 e 350 polegadas, também supera a média do mercado — que geralmente é de 60” a 300”.

Outro detalhe que curtimos muito por aqui foi a facilidade de enviarmos conteúdos para ele projetar por meio da conexão sem fio (Wi-Fi). Enviamos conteúdos via celular, computador e tablet com o auxílio do conector LAN Wireless, o qual é compatível com o aparelho (o conector é opcional e vendido separadamente).

A variedade de sinais que o Powerlite S31+ suporta também nos agradou bastante. Além de todos os formatos mais modernos, digitais, há ainda compatibilidade com formatos antigos, que são analógicos.

O modelo que testamos foi uma cortesia da Contabilista, loja online de suprimentos para escritórios. Na verdade, não só online. Pelo site e televendas, eles vendem para todo o Brasil e, em Curitiba e Joinville têm unidades físicas também.

Para comprar o projetor por lá, clique aqui!