Patrocínios como estratégia de fidelidade

É fato: patrocínios e esportes andam juntos. As companhias sempre adoraram atrelar seus nomes a eventos esportivos. Mas, além de colocar sua marca outdoors, as empresas utilizam os patrocínios como estratégia de aproximação com o cliente.

“É evidente que os patrocínios têm hoje objetivos muito diferentes dos que havia anos atrás”, afirma o vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa de pesquisa Julius & Associates (JJA), Eric Wright. Segundo ele, os patrocínios transformaram-se em uma importante ferramenta de fidelidade, uma forma de cultivar o relacionamento com os consumidores.

Muitos clientes, afirma Wright, perguntam sobre o impacto dos patrocínios na mensuração de resultados de determinados grupos, método de avaliação considerado superior aos ratings tradicionais.

A Kodak utilizou as Olimpíadas de Inverno deste ano, realizada em Torino, na Itália, não apenas para expor internacionalmente seu logo, mas também para atrelar sua tecnologia de imagem a atletas, treinadores e médicos presentes antes, durante e depois do evento. A equipe médica das Olimpíadas utilizou os equipamentos da Kodak e a empresa teve direito a uma área VIP, na qual clientes e demais interessados poderiam obter informações sobre seus produtos e serviços.

E a estratégia está apenas começando. “Já estamos nos preparando para as Olimpíadas de Verão de 2008, na China”, diz Pete Moore diretor de Operações do Carlson Marketing, que desenvolve projetos para a Kodak. “Essa é mais uma forma de fixar marca. O mercado está crescendo bastante e muitas companhias poderão aprender mais sobre seus consumidores ao realizar patrocínios, além de ganhar novos clientes.”

A abordagem interativa do patrocínio permite às empresas também desenvolver novas estratégias de aproximação com clientes. Para a Copa do Mundo, a Pepsi criou uma estratégia baseada na interatividade, a qual conta com marketing 3-D. “Esse tipo de campanha visa construir um forte relacionamento em duas mãos com o consumidor”, destaca o vice-presidente de Inovação da Pepsi, Antonio Lucio.





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A economia mundial irá se recuperar em 2009?

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A economia não irá se recuperar em 2009.





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