Pesquisa mede satisfação de clientes

Uma parceria com o curso de Administração da Universidade Regional Integrada (URI) do Alto Uruguai e Missões (Campus de Santiago) irá propiciar a cinco indústrias de móveis sob medida a possibilidade de saber o quanto seus clientes estão satisfeitos com os serviços e produtos oferecidos. A pesquisa está sendo desenvolvida por alunos da disciplina de Fundamentos de Marketing, do quarto semestre do curso, e abrange os clientes de três empresas de Santiago e duas de Jaguari, no Rio Grande do Sul. A previsão é de que os resultados sejam apresentados em novembro deste ano.

Os empreendimentos integram o Pólo de Desenvolvimento Moveleiro da Região Centro, Fronteira Oeste e Campanha. O projeto é impulsionado pelo Sebrae no Rio Grande do Sul, pela Prefeitura Municipal de Santa Maria, pelo Ministério da Integração Nacional, pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). De acordo com o gestor do pólo, Márcio Rebelatto, o objetivo do projeto para este ano é o desenvolvimento de processos de gestão e de tecnologia direcionados às empresas.

“A realização da pesquisa foi demandada pelo próprio grupo de empresas de Jaguari e de Santiago com o objetivo de estabelecer estratégias para melhor atender a seus clientes e fidelizá-los. A realização do trabalho pela URI garante a imparcialidade do trabalho”, explica o consultor do Sebrae/RS, Rodrigo Belmonte.

O trabalho tem como objetivo levantar informações sobre os produtos e serviços que as empresas vêm desenvolvendo e o grau de satisfação de clientes. “A atividade também estimula a troca de experiência entre empresários e alunos”, salienta Belmonte. Os estabelecimentos de Santiago participantes do pólo têm entre 12 e 15 colaboradores. Os de Jaguari são de porte menor, de três a seis colaboradores.

O pólo compreende 36 empresas, divididas em três grupos: Jaguari e Santiago; Santa Maria e Caçapava do Sul; e da Quarta Colônia, que abrange os municípios de Faxinal do Soturno, Nova Palma, Agudo, Silveira Martins e Dona Francisca. Rebelatto afirma que há possibilidade de a pesquisa ser ampliada para os outros dois grupos.



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