Atendimento, planejamento e mídia estão cada vez mais sincronizados nas agências brasileiras, assim como os departamentos on e off-line.
Hoje, uma agência que revê seus investimentos e sua atuação está pronta a atender qualquer demanda do mercado. Mas por mais direcionado e integrado que o trabalho das agências tem se apresentado, o consumidor é quem manda nas diretrizes do mercado.
Cada vez mais exigente e desconfiado, o público passa a acreditar mais no boca a boca do que em comerciais requintados com atores consagrados. O consumidor, através de um processo julgamento e aprovação ou rejeição, estabelecem o mix de opções que forem adequadas para as suas necessidades. No geral, os consumidores querem maximizar a probabilidade de que estão fazendo investimentos inteligentes, logo, conhecer a fundo as necessidades dos consumidores é a base para ganhar neste mercado, não é a toa que empresas de pesquisas e tendências são o grande alvo das agências para consolidação de marcas.
Em 2010, segundo a agência de mídia ZenithOptimedia o Brasil chegará ao 6º lugar em investimentos publicitários, ou seja, o mercado continuará aquecido e cada vez mais acirrado pelas mídias tradicionais e as novas. Pesquisas atuais apontam o crescimento da publicidade online, porém, a preferência entre os executivos continua no jornal, que ainda se apresenta como mídia mais confiável. Segundo o Projeto Inter-Meios, os jornais do País faturaram R$ 1,65 bilhões com publicidade hoje.