ࡱ> 5@4bjbj227TXX,%PPPPPPPd8<<d+dz"wwwt+v+v+v+v+v+v+$-R 0b+Pww+PP+ PPt+t+$>r$TPP%X ,<8%8+<+0+F%m0m0%ddPPPP%Lm0P0&w"www++ddDDdd  Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Regio do Pantanal Curso de Letras, Licenciatura Plena, Acadmico (a): Amlia Alves Siqueira Coelho e Eunice Mara de Paula Souza A APRENDIZAGEM DA LNGUA PORTUGUESA NO ENSINO FUNDAMENTAL A PARTIR DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL. Artigo cientifico, solicitado para o trabalho de concluso de graduao do curso de Letras, ministrada pelos professores Ms. Mrcia Rita Trindade Leite Malheiros e Ms. Renata Pessoa Silvano, oferecido pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Regio do Pantanal UNIDERP Interativa. Acadmicas: Amlia Alves Siqueira Coelho RESUMO: Este artigo aborda a aprendizagem da lngua portuguesa no ensino fundamental a partir da literatura infnto-juvenil, enfatizando essa questo no processo de formao de cidados capazes de se comunicar e se expressar. O Ensino-Aprendizagem aquele que se preocupa, no s com as mudanas tecnolgicas e comportamentais, que ocorrem em velocidades cada vez maiores dentro do ensino, como tambm, com o desempenho do professor e do aluno neste processo. , portanto, um desafio para quem deseja construir aprendizagens e estratgias educacionais, levando-se em conta essa evoluo pela qual trafegam mestre e aluno. O que o artigo busca abordar a aprendizagem da lngua portuguesa, dando nfase ao uso da literatura como suporte bsico e fundamental para se alcanar sucesso nesse processo. ABSTRACT: This article approached the apprenticeship from the Portuguese language at the basic education from the literature infant - boyish that litigation in the process as of formation as of citizens able to in case that communicate and wetter express. THE ONE I school - Apprentice plumber is that who in case that he worries , not only with the changes technological AND behavior , than it is to occurred well into speeds each time greater within the I school , as a as well , with the outstanding price professor's and from the pupil in this process. Is , hereof , a challenge for whom wishes assembly apprentice plumber and strategies educational , taking - in case that well into account that development for which Trafalgar guru and pupil. The one to the article he picks will approach is the apprenticeship from the Portuguese language, administering emphasis to the I use from the literature as a brace base AND basal about to in case that attain success in that the process. Key words: I school - apprentice plumber, literature, Portuguese language Introduo A Prtica de Ensino da Lngua Portuguesa constitue-se em atividades caracterizadas que favorea aos alunos a aprendizagem da mesma, onde acontea o processo de evoluo desse ensino e da prpria aprendizagem. Ao se refletir sobre o ensino e aprendizagem dos alunos do ensino fundamental, uma das primeiras questes a serem levantadas diz respeito ao desenvolvimento de competncias, uma vez que se pretende formar cidados habilitados, crticos e transformadores. Para o socilogo suo Perrenoud (2000) competncia em educao a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos - como saberes, habilidades e informaes para solucionar com pertinncia e eficcia uma srie de situaes. Partindo desse pressuposto, o professor de Lngua Portuguesa, em especial de lngua portuguesa, busca situar seu trabalho de formao acadmico profissional em teorias e prticas atuais, cujas bases metodolgicas possam subsidiar, de modo adequado e satisfatrio, o desenvolvimento e a formao de pessoas competentes, crticos e agentes transformadores da sociedade em que vivem. No exerccio da disciplina, o professor de Lngua portuguesa se depara com uma srie de questes que acabam gerando dificuldades na execuo das atividades programadas, nas escolas de nvel fundamental. A partir dessa constatao percebe-se que o ensino-aprendizagem da Lngua Portuguesa no ensino fundamental, pode ser vinculada ao hbito da leitura, onde busca-se na Literatura infanto-juvenil um suporte de apoio, objetivando tornar as aulas mais atrativas e prazerosas. O ensino-aprendizagem da Lngua Portuguesa no Ensino Fundamental, a partir da literatura infanto-juvenil. Uma das discusses mais freqentes atualmente na rea de educao est relacionada lngua portuguesa, j que muitas das dificuldades de aprendizagem dos alunos, em qualquer disciplina, aponta para a debilidade da lngua portuguesa, expressada na incapacidade de leitura, de compreenso e de interpretao do que se l. Esse fator vem crescendo medida que aparecem as complexibilidades nas diversas reas de ensino-aprendizagem. O que percebeu-se na realizao do estgio uma constatao desse fato. A dificuldade e a desmotivao frente o aprendizado da lngua portuguesa tanto que reflete em todas as disciplinas e no cotidiano dos alunos (vocabulrio, expresses, leituras). Em contra partida a este fato, tem-se a literatura infanto-juvenil que precisa ser inserida e explorada cada vez com objetivo de trabalhar o ensino-aprendizagem da lngua portuguesa, uma vez que se julga ser esta metodologia eficaz, pelo fato de estar oferecendo e oportunizando aos alunos do ensino fundamental uma aula mais prazerosa, claro, que a inserir sistematicamente a literatura nesse processo, um desafio que requer mtodos especficos e muita persistncia. Da percebe-se que a modalidade escrita da lngua portuguesa estabeleceu-se como padro, como a boa forma de expresso, no que diz respeito ao carter de prescrio. Entretanto, preciso lembrar que no h uma norma nica regendo o uso das lnguas. A pretensa unidade lingstica da lngua oficial do Brasil tem um carter apenas convencional, poltico-cultural, e no se pode esquecer que as duas modalidades o oral e o escrito manifestam variedades e diversidade. Celso Cunha, comentando o projeto Norma Lingstica Oral Culta (Projeto NURC), que se desenvolveu no final da dcada de 1960 com o objetivo de conhecer melhor a realidade lingstica brasileira, assinala, entre as finalidades do projeto (CUNHA, 1985, p. 27-28): Conhecer as normas tradicionais que esto vivas e quais as superadas a fim de no sobrecarregar o ensino com fatos lingsticos inoperantes; ajustar tanto quanto possvel o ensino da lngua portuguesa, em todos os seus graus, a uma realidade concreta, evitando a imposio indiscriminada de uma s norma histrico-literria, por meio de um tratamento menos prescritivo e mais receptivo s diferenas regionais e socioculturais do Pas; dar nfase ao uso oral da lngua portuguesa como instrumento de comunicao e expresso da cultura brasileira. Celso Cunha salienta que no se deve fazer confuso entre norma culta e norma purista esta, considerada inconveniente por representar uma imposio ao uso mas lembra que a lngua no pode tornar-se um mero instrumento de comunicao elementar entre os seus usurios (1985, p. 87). Ou seja, a escrita mais formal no pode encampar as tendncias da comunicao oral mais despojada: para a expanso e refinamento dos conhecimentos necessrio um uso mais elaborado. Talvez seja esta a falha que est cometendo hoje, quando nas escolas de ensino fundamental, adere-se e aplica-se o ensino da lngua portuguesa, visando uma globalidade complexa, que torna impossvel ser sistematizada, compreendida e aprendida pelos alunos, que traz para a escola uma srie de costumes e hbitos populares que no condiz com a lngua portuguesa oficial e vigente. Diante do exposto acima, o ensino-aprendizagem de carter escolar ainda prioriza a metalinguagem (a linguagem da teoria, das normas, dos conceitos a fazer aprender), ou seja, programas com contedos basicamente conceituais so conduzidos tendo o professor como ponto de partida e o aluno como ponto de chegada. O professor legitimado socialmente para fazer o que faz, um representante do saber cientfico, que ele deve divulgar junto aos alunos (ritual de ensino). Esse processo tem um carter autoritrio, na medida em que no h, de modo geral, intercmbio, interao, escuta: a orientao pedaggica, que determinada pelas polticas de ensino, regulamentando a divulgao dos conhecimentos, determina tradicionalmente como organizar e desenvolver a prtica da sala de aula. O perigo de uma aula metodizada o silenciamento; tambm o professor, caso apenas repita as lies que julga dever transmitir, est, em ltima anlise, sendo silenciado. Ora, se o trabalho pedaggico for desenvolvido tendo o conhecimento gramatical como fim, e no como meio, como chegar ao conhecimento da vida social que a lngua representa? Essa questo desvenda o que falta para muitos mtodos de ensino da Lngua Portuguesa, onde os meios so colocados como fim, assim, o trabalho no alcana a dimenso da formao integral e plena do aluno, restando apenas, o ensino e a aprendizagem da lngua estrutural e metodolgica. Consideraes Finais O envolvimento com as prticas de leitura e escrita tendo como base os gneros fundamental, inicialmente, na formao continuada do professor. Entretanto, um conhecimento j estabilizado e assumido (mais ou menos conscientemente), baseado em classificaes enraizadas, entra em conflito com as possibilidades abertas por novos conhecimentos tericos e correspondentes atitudes prticas, tornando bastante difcil delinear essas prticas concretas. O peso da tradio se manifesta pela aceitao e legitimao sociopoltica de instrumentos que circulam ainda no ambiente escolar. Atentando para a nossa realidade, mas sem perder de vista os processos globais, necessita-se propiciar aos nossos estudantes condies de superar as dificuldades histricas, para no sedimentarmos a estrutura social. Neste sentido, o ensino de lnguas com o enfoque instrumental, caracterizado no Brasil a partir do levantamento das necessidades, vem colaborar substancialmente com todo o tipo de formao, seja ela tcnica, cientfica ou humanstica. Sendo assim, conclu-se o ensino-aprendizagem da lngua portuguesa deve expandir-se a atividades do cotidiano, onde a escola favorea a base e os alunos por motivao e conscincia amplia esse conhecimento, buscando suportes favorveis a seu crescimento intelectual. Para isso, a leitura prazerosa e envolvente torna um meio eficaz e necessrio, j que compreendemos que vocabulrio e a escrita melhoram a partir de uma prtica habitual de leitura. Referncias Bibliogrficas COELHO, Teixeira. Dicionrio do brasileiro de bolso. So Paulo: Siciliano, 1991. CUNHA, Celso. A questo da norma culta brasileira. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1985. FOUCAMBERT, Jean. A leitura em questo. Traduo de Bruno Charles Magne. Porto Alegre: Artes Mdicas, 1994. MARCUSCHI, Luiz Antonio. Concepo de lngua falada nos manuais de portugus de 1. e 2. Graus: uma viso crtica. Trabalhos em Lingstica Aplicada, 1997. ROJO, Roxane Helena Rodrigues & LOPES, Luiz Paulo da Moita. Linguagens, Cdigos e suas Tecnologias. In:  HYPERLINK "http://www.mec.gov.br/seb/pdf/02linguagens.pdf" http://www.mec.gov.br/seb/pdf/02linguagens.pdf Acessado em 06/03/08.     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