ࡱ> ZRV W X Y j S q`'bjbjqPqP9T::&v v v v v v v  5558&67 B;@>" ? ? ?K@VAdB4h^pv 9BG@K@9B9Bv v ? ?;YYY9BPv ?v ?Y9BYYv v y ?; ~5J ɴNL0BbMWyv y 9B9BY9B9B9B9B9BY9B9B9BB9B9B9B9B d+5 5 v v v v v v   Introduo A reciclagem um tema atual, de grande relevncia. Embora muitos autores tenham se interessado por ele, esse assunto ainda comporta muitas reflexes. Buscou-se, neste trabalho de concluso de curso, abordar o tema reciclagem sob o enfoque ambiental, scio-econmico e empresarial. Traado esse primeiro objetivo ao presente trabalho, cabe-nos apontar o escopo principal: a demonstrao, ainda que de forma resumida, que a reciclagem no s resolve problemas de ordem ambiental, mas tambm fonte de empregabilidade e renda. Como base para a realizao de tal pesquisa, foi necessrio recorrer a alguns conceitos de autores. Dentre eles, destacam-se: Grippi, na questo ambiental; Magera, no que se refere questo scio-ambiental; e Singer, quanto ao cooperativismo. J quanto metodologia utilizada, pode-se dizer que consistiu na consulta de livros, de revistas, de boletins tcnicos e de meio eletrnico que, aps serem analisados criticamente, fundamentaram o desenvolvimento da monografia. Alm disso, eventualmente, h o uso de estatsticas bsicas para aferio dos resultados quantitativos. Por ltimo, apresentamos a estruturao do trabalho: No Captulo um foram feitas consideraes sobre o lixo: seu conceito, sua evoluo histrica e sua classificao. Destacou-se, ainda, a questo do lixo no Brasil e quanto sua disposio final. J o Captulo dois foi dedicado reciclagem de forma propriamente dita, apresentando-se tanto o seu conceito, como os tipos de materiais que so reciclveis. Alm disso, abordou-se, tambm, sobre a reciclagem no Brasil e seus respectivos nmeros. Por ltimo, o Captulo trs tratou a reciclagem como uma questo scio-ambiental geradora de emprego e renda. Tal captulo dividido em dois momentos: o primeiro, na verdade, uma breve introduo questo ambiental, incluindo temas como: desenvolvimento sustentvel, dentre outros.; j no segundo, o foco foi quanto empregabilidade e renda, em especial, o cooperativismo. CAPTULO I - LIXO Conceito Antes de qualquer considerao sobre o tema proposto, devemos saber necessariamente algo sobre o significado da palavra lixo, j que esta ser sempre mencionada neste trabalho. A palavra lixo deriva de uma palavra em latim lix, que significa cinza. Segundo o dicionrio Aurlio (1983, p. 742), lixo : o que se varre da casa e em geral tudo o que no presta e se deita fora; cisco; imundcie. Como se observa, este dicionrio refere-se ao lixo como sujeira, algo que depois de usado descartado. Uma importante ressalva h de ser feita: em algumas situaes vamos encontrar uma diferenciao do conceito de lixo em relao a resduos. Calderoni (2003, p.49) afirma que os conceitos de lixo e resduo podem variar conforme a poca e o lugar; ou seja, depende de fatores jurdicos, econmicos, ambientais, sociais e tecnolgicos. Mas Calderoni (2003, p. 49) ainda completa que, na linguagem usual, o lixo e o resduo podem ser considerados sinnimos: Na linguagem corrente, o termo resduo tido praticamente como sinnimo de lixo. Lixo todo material intil. Designa todo material descartado porto em lugar pblico. Lixo tudo aquilo que se joga fora. o objeto ou a substncia que se considera intil ou cuja existncia em dado meio tida como nociva. Como afirma o autor acima, o termo resduo ou simplesmente lixo considerado um material intil, ou seja, para muitos, sem valor algum. Neste sentido, iremos usar os dois termos para expressar e representar os restos urbanos. No h como negar que existe um preconceito em relao ao lixo, j que ainda existem pessoas que simplesmente ignoram esse assunto e, principalmente, o que est em torno desse fato. Para chegarmos a situao atual do lixo, devemos necessariamente entender como se deu o seu desenvolvimento, com base nos fatos produzidos pelo ator e o cenrio envolvido. Evoluo histrica O homem vivia em seu habitat natural, onde utilizando suas habilidades primitivas - caa e pesca - encontrava seu alimento. Para isso ser possvel, deu-se a necessidade da confeco de ferramentas simples, que tambm foi utilizado como armamento de proteo que, de forma lenta, comearam a se evolurem, ajudando-o a iniciar seu domnio sobre a natureza. Ao se deparar com a dificuldade de encontrar seu alimento, o homem deixava sua regio escassa em busca de novos locais, a fim de encontrar alimento em abundncia para seu sustento. Com o decorrer do tempo, o homem deixou de ser nmade, passando a conviver em bando, fixado sobre um lugar, tornando maiores as chances de sobrevivncia em meio ao seu ambiente. Tendo o domnio na produo e na criao de alimentos de ordem animal e vegetal, comeava ento a produzi-lo para seu prprio consumo que, mais tarde, seria utilizado como escambo (troca) entre os integrantes do grupo. Dessa forma, importante notar que se instituiu uma alterao definitiva entre a relao homem e meio-ambiente, uma vez que o ator principal alcanou o poder de alterar o seu prprio cenrio, atravs do trabalho e da agricultura. Com o incio da agricultura, surgem tambm as novas ferramentas, que facilitaram o cultivo, aumentando, portanto, a produtividade agrcola. Vale destacar, ainda, o invento do arado, criado pelos sumrios, onde se utilizava trao animal para cultivo da terra. Apesar do incio do acmulo de lixo, o mesmo no tinha se tornado um grande problema, j que sua composio, sendo praticamente de matrias orgnicas, era despejada em lugares distantes, onde sua eliminao seria realizada pela prpria ao da natureza. Com a intensificao de comunidades ou com o surgimento das cidades e o aumento descomunal de pessoas, o lixo comeou a se tornar um problema, j que a natureza no conseguia dar conta da quantidade de excrementos humanos e animais, ocasionando naquela poca (Idade Mdia) timas condies para a criao de ratos, moscas e outros tipos de insetos e/ou animais, que eram transmissores de doenas e pestes. Ainda na Idade Mdia, podemos relembrar sobre um acontecimento que marcou a histria humana: a peste bubnica. A peste bubnica, ou tambm conhecida peste negra, foi uma pandemia que atingiu regies da Europa, China e Oriente Mdio, a qual acabou matando um tero da populao da Europa e, conseqentemente, nmeros prximos em outras regies. Sua origem se deu pela invaso do rato preto indiano, que conforme as condies favorveis de alimento nas cidades, acabou por se domesticar, aumentando a transmisso da doena para o homem. Diante disso, nota-se que um dos motivos da agravao da tal epidemia se deu pela falta de higiene da poca, j que cada indivduo despejava seu lixo nas ruas, sem qualquer cuidado. Nesse contexto, o lixo tornou-se um problema, onde na mesma poca, apresentou-se o indcio do surgimento dos primeiros aterros ou depsitos para destinao dos restos, que era de responsabilidade de todo indivduo do grupo ou cidade. O problema maior, em relao ao lixo, surgiu na Revoluo Industrial, e podemos dividi-lo em dois fatores relevantes. O primeiro fator a ser comentado quanto ao aumento de pessoas nas grandes cidades, decorrente do xito rural, j que pessoas buscavam uma qualidade de vida melhor - maior rendimento, facilidade de emprego e recursos como educao e sade - nos grandes centros urbanos, proporcionando, conseqentemente, o aumento na quantidade de lixo acumulado. J o outro fator, refere-se criao de produtos industrializados e de embalagens descartveis em grande escala pelas fbricas, que acabou por mudar o hbito da sociedade e, portanto, tornou o lixo em uma composio diferente, dificultando a sua degenerao pela natureza. Na era moderna, podemos encontrar produtos com menor resistncia, e por isso, descartveis, como por exemplo, copos, vasilhames de plstico ou as substituveis lminas de barbear. Destaca-se, ainda, a criao de recipientes como as famosas latas de alumnio para refrigerantes e cerveja, que eram antes feitos de vidro e eram retornveis. Deste modo, o homem passou a viver na era dos descartveis, onde a grande maioria dos produtos por ele usado jogada fora, desde um simples guardanapo at computadores. Essa afirmao pode ser encontrada sob a tica de Magera (2005, p. 25): A relao humana na biosfera do planeta tem sofrido alteraes e transformaes, cuja conseqncia sentida na gerao de resduos. Inicialmente, o lixo gerado era composto somente de excrementos, mas, posteriormente ao advento da atividade agrcola (Idade Mdia) e da produo de ferramentas e mercadorias industriais (Revoluo Industrial), surgiram os restos da produo e os prprios objetos, aps sua utilizao. Com o crescimento populacional registrado no sculo XX e a forte industrializao, trazendo muitas opes de consumo, os resduos aumentaram de forma exponencial, trazendo srios problemas de ordem ambiental para a sociedade. Hoje, podemos notar que o lixo se tornou um mal da humanidade moderna, j que existe a cultura do consumo desregrado. A sociedade atual produz muito lixo e, ainda assim, poucos conhecem ou no se interessam pelo assunto. A descoberta sucessiva de tecnologia, que aliado ao pensamento industrial e capitalista, leva criao de produtos novos e diferentes, transformando o produto recm-adquirido em um artigo ultrapassado ou, como popularmente se diz, fora de moda, levando o homem ao anseio de sempre possuir algo novo e de tecnologia avanada. Esse quadro, por conseqncia, provoca o abandono dos produtos, que cada vez mais cedo, so jogados ao lixo. Esse tipo de lixo, por mais curioso que seja, reflete basicamente o nvel de poder aquisitivo dos habitantes de uma regio. Quanto mais rica a regio, maior a quantidade de resduos inorgnicos, como papel, embalagens etc; diferentemente das regies mais pobres, onde a grande quantidade de resduos basicamente composta de restos de comidas e dejetos humanos. A Terra, atualmente, comporta cerca de 6,5 bilhes de habitantes, um nmero significativo. O fato que estamos vivendo por mais tempo, em razo da evoluo da medicina, oferecendo qualidade de vida e oportunidade de resolver problemas de sade que, h tempos atrs, no poderiam ser sanados. Esse acontecimento demonstra que a quantidade de habitantes sob a Terra pode aumentar e, dessa forma, a quantidade de lixo ter o mesmo andamento, na mesma proporo. Para finalizar esta parte, seria interessante observarmos a opinio de Carlos Minc (2006, apud GRIPPI, 2006, p. VII) que, em suas palavras, sintetiza o comportamento da sociedade em relao ao lixo: O lixo matria prima fora do lugar. A forma com que uma sociedade trata do seu lixo, dos seus velhos, dos meninos de rua e dos doentes mentais atesta o seu grau de civilizao. O tratamento do lixo domstico, alm de ser uma questo com implicaes tecnolgicas antes de tudo uma questo social. Classificao do lixo Em relao classificao do lixo, segundo Grippi (2006 p. 24), (...) os detalhes tcnicos so obtidos na NBR-10004 da ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas. A norma relacionada trata de tal questo de forma direta e ampla, dividindo os restos em: perigosos e no perigosos, inerentes e no inerentes. A diviso , em regra, definida pela sua origem, e os lixos so classificados de acordo com o grau de risco ao homem e ao meio-ambiente, sendo, assim, separados em resduos urbanos e resduos especiais. A seguir, podemos observar a diferena entre o grau de risco dos resduos: Resduos urbanos: conhecidos popularmente como lixo domstico, so aqueles originados das residncias, do comrcio, e de outras atividades provenientes das cidades. Alm disso, podemos incluir: os resduos dos logradouros pblicos, como praas, ruas e avenidas. Atravs do trabalho de varrio e da coleta nas portas das casas, so encontrados diversos tipos de resduos, como papis, papelo, vidro, latas, folhas de rvores, madeira, galhos, terra, restos de alimentos etc. Resduos especiais: gerados por indstrias, atividades agrcolas e servios de sade, como os de hospitais, farmcias, ambulatrios, clnicas veterinrias etc. Esse tipo de lixo representa perigo sade humana e ao meio-ambiente, exigindo maiores cuidados no seu transporte, tratamento e disposio final. Entre os resduos, podemos encontrar materiais inflamveis, radioativos, corrosivos, txicos, inseticidas, seringas, medicamentos etc. Ainda, segundo Grippi, podemos verificar sete tipos de lixos, agora de forma mais especfica: 1.3.1 Lixo Domiciliar O lixo domiciliar composto por restos originados da produo diria de residncias e, geralmente, contm resduos orgnicos e inorgnicos, como restos de alimentos, jornal, revistas, latas, embalagens diversas etc. essa a definio citada por Grippi (2006. p. 24): Aquele originado na vida diria das residncias, constitudo por restos de alimentos, produtos deteriorados, jornais e revistas, garrafas e embalagens, papel higinico e fraldas descartveis e ainda uma infinidade de itens domsticos. 1.3.2 Lixo Comercial Lixos comerciais, por sua vez, so os detritos encontrados em estabelecimentos comerciais, como bares, lanchonetes, bancos, lojas etc. Os restos desses locais, como sabemos, so constitudos de vrios materiais potencialmente reciclveis, como o plstico, papel etc. A fala de Grippi (2006. p. 24) nesse sentido: aquele originado nos estabelecimentos comerciais e de servio, tais como supermercados, bancos, lojas, bares, restaurantes, etc.O lixo destes estabelecimentos tem um forte componente de papel, plstico, embalagens diversas, material de asseio tais como papis-toalha, papel higinico, etc. (Grippi, 2006. p. 24) Lixo Pblico Quanto ao lixo pblico, pode dizer que se resume, basicamente, nos restos encontrados por meio da limpeza pblica, como, por exemplo, na varrio de vias pblicas, dentre outras atividades, como as apontadas por Grippi (2006, p. 25): So aqueles originados dos servios de limpeza publica urbana, includos os resduos de varrio das vias publicas, limpeza de praias, de galerias, crregos e terrenos baldios, podas de arvores, etc. Inclui-se ainda a limpeza de locais de feiras livres ou eventos pblicos. Lixo Hospitalar J o lixo hospitalar formado por resduos spticos, onde certamente podem ser encontrados germes patognicos. Tais resduos podem trazer doenas sade humana, por isso sua eliminao feita geralmente por processo de incinerao. Nos lixos hospitalares, podemos encontrar uma infinidade de materiais dessa natureza, tais como os discriminados por Grippi (2006, p. 25): Constituem os resduos spticos os que contm ou potencialmente podem conter germes patognicos. So produzidos em servio de sade, tais como: hospitais, clnicas, laboratrios, farmcias, clinicas veterinrias, postos de sade, etc. Este lixo constitudo de agulhas, seringas gazes, bandagens, algodes, rgos e tecidos removidos, meios de culturas, animais usados em teste, sangue coagulado, remdios, luvas descartveis, filmes radiolgicos, etc. Lixo Especial denominado lixo especial todo resduo sptico que pode conter agentes patognicos, vindo de outras cidades ou Estado, que no se sabe ao certo se decorrentes de reas atingidas por epidemias. A grande parte desses detritos formada por materiais de higiene pessoal ou restos de alimentos, encontrados em rodovirias, aeroportos etc, como se v na fala de Grippi (2006, p. 25): o lixo encontrado em portos, aeroportos, terminais rodovirios ou ferrovirios. Constituem os resduos spticos, que podem conter agentes patognicos oriundos de um quadro de endemia de outro lugar, cidade, estado ou pas. Estes resduos so constitudos por material de higiene e asseio pessoal, restos de alimentao e outros. Lixo Industrial O lixo industrial, por sua vez, composto por diversos tipos de resduos, no qual efeito da fabricao de um produto. Em regra, os restos oriundos da produo so nocivos ao homem e ao meio-ambiente, sendo de difcil eliminao. Grippi (2006, p. 25) afirma que o produto final de toda atividade industrial: aquele originado nas atividades industriais, dentro dos diversos ramos produtivos existentes. O lixo industrial bastante variado e pode estar relacionado ou no a um tipo de produto final da atividade industrial. Est representado por resduos de cinzas, leos, lodo, substncias alcalinas ou cidas, escrias, corrosivos, etc. Em funo do presente trabalho, que est relacionado diretamente com o lixo urbano, no se faz necessrio aprofundar as consideraes acerca de cada um dos tipos de lixos, j que nem todos so potencialmente reciclveis e comerciais, cabendo apenas as informaes quanto aos resduos provenientes das zonas urbanas. Contudo, importante ressaltar que os demais tipos de lixo foram mencionados para dar um panorama geral sobre a questo do lixo e para que se perceba o ponto de partida deste trabalho, a fim de auxiliar nos comentrios que se segue. O lixo no Brasil Com base nas palavras de Grippi (2006, p. 04), vemos que o Brasil seguiu a mesma tendncia de crescimento urbano dos ltimos anos, ocasionado pela evoluo industrial: Nos ltimos 30 anos, o Brasil mudou muito seu tipo de lixo. O crescimento acelerado das cidades e ao mesmo tempo as mudanas de consumo das pessoas, trouxeram fatores que vm gerando um lixo muito diferente daquele que as cidades brasileiras produziam h 50 anos atrs.O lixo atual e diferente quantidade e qualidade, em volume e em composio. Hoje cada vez mais, a populao presente nos municpios brasileiros concentra-se como tendncia nas grandes cidades. Assim, quase impossvel encontrar uma destas cidades que j no tenham, por exemplo,uma grande quantidade de diversas embalagens em seus lixos, cada vez mais volumosas. Muitos municpios pequenos incrustados dentro das regies metropolitanas vivem os mesmo problemas que as capitais dos grandes centros. Como se observa, da mesma forma, em nosso pas, o lixo tambm se tornou um problema, sendo que este se expandiu, tanto em relao ao seu volume e composio, como caracterstica e quantidade. Todavia, entre esses anos que se passaram, muita coisa no mudou em relao ao tratamento do lixo urbano. Enquanto em outros pases da Europa, e tambm o Japo, observaram o problema do lixo e comearam a tratar do assunto com total respeito, incentivando a prtica da reciclagem, o Brasil ainda anda em passos lentos e tortuosos. Alm disso, possvel notar que o mesmo tipo de lixo encontrado tanto nas pequenas cidades como nas grandes, criando aos municpios um problema igualitrio, diferenciando-se apenas em questes quantitativas. Para se ter como base, pesquisas apontam os nmeros de gerao de lixo: o brasileiro produz em mdia 500 g de lixo por dia, ou 3,5 kg por semana, ou ainda 14 kg por ms e um total anual de 168 kg. Assim, se levarmos em conta o nmero total de brasileiros, podemos atingir algo torno de 100.000 t de lixo por dia. Em relao ao gerenciamento do lixo urbano no Brasil, importante dizer que a responsabilidade das prefeituras municipais, conforme afirmao de Calderoni (2003, p. 51): A legislao brasileira estabelece que o lixo domstico propriedade da Prefeitura, cumprindo-lhe a misso de assegurar sua coleta e disposio final. No mesmo sentido a fala de Grippi quando destaca que a responsabilidade da destinao final sobre o lixo urbano (domiciliar, comercial e pblico) de propriedade das prefeituras. Porm, vale ressaltar que os detritos classificados como especiais (hospitalar, especial, industrial e agrcola), so de encargo dos geradores, conforme a tabela a seguir: Quadro 01 - Responsveis pelo gerenciamento do lixo Tipo de lixo Responsvel pelo Gerenciamento at a destinao final  Domiciliar Comercial Prefeitura Municipal Pblico  Hospitalar Especial Gerador Industrial Agrcola Fonte: GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p. 29. Alm disso, Grippi (2006, p. 29) menciona que: O gerenciamento integrado do lixo municipal deve comear pelo conhecimento de todas as caractersticas desse lixo, pois vrios fatores influenciam neste aspecto, tais como: Nmero de habitantes do municpio. Poder aquisitivo da populao. Condies climticas predominantes. Hbitos e costumes da populao. Nvel educacional. Tal gerenciamento deve levar em conta as estimativas do lixo gerado em relao quantidade per capita do municpio, criando a possibilidade de planejamento de atividades de coleta e demais controles necessrios. Podemos apontar alguns dos aspectos que relacionados compem o ndice de estimativa do lixo gerado: A - kg / habitantes / dia, obtido por amostragem ou 500 g habitante/dia. B - Populao do municpio. C - Taxa de crescimento populacional. D - Taxa de incremento futuro no servio de limpeza publica. E - Taxa de incremento da gerao per capita. Estimativa de lixo gerado: 1-Gerao atual: A x B = kg / dia Gerao futuro: {(1=D) x [A x (1=E)] x [B x (1=C)]} = kg / dia Fonte: GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p. 30. O conhecimento das caractersticas do lixo, como visto, uma ferramenta que proporciona as prefeituras, analisar, de maneira tangvel, as questes de produo do lixo dos seus habitantes, tanto na gerao atual, como um prognstico da futura gerao e logo a evoluo do problema. importante comentar que ainda no se sabe ao certo a informao das prefeituras em relao frmula citada acima, que determina a estimativa de lixo gerado, tendo em vista que encontramos muitos municpios brasileiros, sejam grandes ou pequenos, que no tm uma administrao adequada em relao ao lixo urbano - sem at se importarem com as questes de sade pblica e sanitria geradas por tal problema. A forma mais comum e fcil de eliminar o lixo nessas cidades despej-lo nos aterros sem tratamento, os chamados lixes. Disposio final do lixo Nessa figura, podemos observar a disposio final do lixo: Quadro 02 -Disposio final do lixo 80% Lixo a cu aberto 13% Em aterros controlados 5% Em aterros sanitrios 1% Usina de reciclagem 0,9% Usina de compostagem 0,1% Usina de incinerao Fonte: GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p. 23. Infelizmente, como podemos notar, o tratamento do lixo no feito de forma adequada no Brasil, como j mencionado, e as prefeituras no se importam em criar meios para solucionar tal problema. Outra questo que conforme o crescimento das cidades, as prefeituras so obrigadas a procurar lugares maiores ou mais distantes para a disposio do lixo, fazendo sempre a remoo dos lixes, gerando diversos lixes abandonados e desenvolvendo inmeros focos de poluio. O aterro um meio de disposio, caracterizado pela disposio do lixo urbano diretamente no solo, sendo diferenciado tecnicamente em: aterro sanitrio, controlado e vazadouro ou chamado lixo. Assim, veremos a seguir, em uma breve passagem, esses e outros tipos de disposio do lixo, suas caractersticas, seus benefcios e eventuais problemas envolvidos. Aterro sanitrio O aterro sanitrio o procedimento empregado atravs de tcnicas de engenharia que permite depositar os resduos urbanos de forma segura, levando ao controle de poluio ambiental e de proteo sade da populao. A confinao feita em camadas cobertas com material inerte. A preparao para o aterro deve ser iniciada com estudos geogrficos e topogrficos, para melhor escolha do local. Dessa forma feita uma impermeabilizao do solo atravs de argila e lona plstica, para evitar a infiltrao dos lquidos provenientes do lixo no solo. Esse lquido drenado atravs de tubos e escoados para tratamento em lagoa. Aterro controlado O aterro controlado, da mesma forma que o sanitrio, uma tcnica de disposio do lixo urbano no solo, que tem as mesmas funes: proteger o meio-ambiente e a sade da populao. Porm, existe um problema em relao questo de poluio, pois o aterro controlado, produz a chamada poluio localizada, j que no dispe de impermeabilizao de base, provocando o comprometimento dos lenis freticos e no possibilitando o tratamento de chorume (lquidos provenientes do lixo). Lixo O lixo um local onde os resduos urbanos so despejados de forma inadequada, caracterizando-se apenas pela descarga sobre o solo, sem nenhum tipo de tratamento e proteo ao meio-ambiente e sade da populao. Quando os resduos so despejados dessa forma, ocasionam problemas sade pblica, como o desenvolvimento de vetores de doenas como: ratos, baratas, moscas etc, formao de maus odores e, sobretudo, a poluio do solo e das guas superficiais e subterrneas. Ainda podemos observar que, nesta situao, a questo sobre o controle dos tipos de resduos depositados no local no feita, criando a chance de se encontrar entre os resduos urbanos, detritos de origem hospitalar e industrial. Incinerao A incinerao feita por processo de decomposio trmica, que tem como finalidade eliminar materiais que possam conter agentes patognicos, agentes estes que transmitem doenas ao homem. Outra ao interessante na incinerao a que ocorre a reduo de peso e do volume dos resduos, sendo, na maioria das vezes, superior a 90% em relao ao volume e superior a 75% em relao ao peso. Ainda interessante observar que, para que haja a disposio correta sem resultados danosos populao e ao meio-ambiente, faz-se necessrio cuidados em todo o processo de disposio desse tipo de material, na coleta, no transporte, no armazenamento etc. Compostagem A compostagem, por sua vez, caracterizada pelo procedimento de reciclagem dos resduos orgnicos, que so encontrados em restos de comida e resduos de jardim, proporcionando um destino mais til para tais resduos. Esse processo forma o denominado composto, que aproveitado em jardins e hortas como adubo orgnico, j que possui nutrientes necessrios ao solo. Outros benefcios podem ser apontados quanto compostagem, como a melhora na estrutura do solo em relao a questo de eroses, maior capacidade de acmulo de guas no solo e o bloqueio da ao de fertilizantes sintticos. CAPTULO II - A RECICLAGEM 2.1 Conceito A palavra reciclar significa transformar todo resduo descartado, seja por empresas, lojas, casas, indstrias, em matria-prima novamente, fazendo com que haja o retorno dos restos que seriam jogados no meio-ambiente ao ciclo de produo. Esse vocabulrio surgiu, na dcada de 1970, por meio da preocupao da relao do homem com o meio-ambiente e sua respectiva destruio, colocando em nfase a questo da proteo e preservao ambiental. Do ponto de vista de Grippi (2006, p. 36), a reciclagem : O resultado de uma srie de atividades atravs das quais os materiais que se tornariam lixo ou esto no lixo, so desviados, sendo coletados, separados e processados para serem usados como matria-prima na manufatura de outros bens, feitos anteriormente apenas com matria-prima virgem. Como se observa, o autor acima afirma que a reciclagem um processo dependente de diversas atividades, sendo cada uma de responsabilidade nica, tendo como finalidade a reutilizao dos materiais para a produo de novos produtos, criando, assim, um ciclo de fonte renovvel. Da mesma forma, Calderoni (2003, p. 52) pondera que: a reciclagem um termo aplicado ao lixo ou ao resduo, designando o reaproveitamento de materiais, de sorte a permitir novamente sua utilizao. Trata-se de dar aos descartes uma nova vida. 2.2 Materiais reciclveis Podemos encontrar inmeros tipos de resduos em que permitida a reciclagem. Contudo, entre todos os materiais reciclveis, apenas alguns se destacam de forma quantitativa atravs da coleta. Deste modo, iremos abordar e enfatizar esses resduos, sua histria e suas respectivas caractersticas. 2.2.1 Papel Como sabemos, a palavra papel surgiu do termo grego papyrus, nome qual est relacionado com uma planta usada pelos egpcios, por volta de 300 a.C., na produo de fibras desse vegetal, criando, assim, os papiros. Alguns relatos dizem que o papel que conhecemos hoje foi descoberto em 105 a.C.; e um fato interessante que mesmo naquela poca os papis usados eram transformados em novos papis, porm com menor qualidade. Isso revela que mesmo em uma perodo antigo, j existia a ao de se reciclar os restos de papis utilizados. Atualmente, o papel teve uma alterao significativa, como qualquer outro produto, j que possvel encontrar uma diversificao de tipos de papis, cada qual com sua utilidade especfica. Partindo da classificao de Grippi (2006, p. 45), podemos notar que o papel dividido em cinco tipos: papis para embalagens, para impresso, para cartes/cartolinas, para fins sanitrios, para escrever e os especiais. Ressalte-se que alguns tipos de papis no podem ser reciclados, como os papis que contm outro tipo de material acoplado. Essa considerao pode ser verificada com a figura a seguir: Quadro 03 - Papis reciclveis e no-reciclveis  EMBED MSPhotoEd.3  Fonte: ripasa/  HYPERLINK "http://www.ripasa.com.br" www.ripasa.com.br . Acesso em 02/08/2007, s 22h40. 2.2.2 Plstico Segundo Grippi (2006, p. 12), a origem do termo plstico vem do grego plastiks, que tem como definio adequado moldagem, em razo de sua flexibilidade. O plstico produzido atravs do petrleo (tambm chamado de leo de pedra), que encontrado nas camadas subterrneas do solo. A inveno do plstico se deu no ano de 1862, sendo atribudo a Alexander Parkes tal criao. Com essa descoberta, o plstico tornou-se um grande elemento na era industrial, j que um material leve e durvel, criando, deste modo, a oportunidade de substituir os produtos pesados e de pouca resistncia. Por esse motivo, houve um aumento da sua produo em grande escala, j que tal material comeou a ser utilizado tambm, e com sucesso, em produtos eletrnicos, em construo civil, em utenslios domsticos, em brinquedos etc. Contudo, surgiram crticas acerca de sua utilizao, pois a maioria dos produtos feitos com plsticos no biodegradvel, dificultando, assim, sua degenerao na natureza. Assim, sua reciclagem foi iniciada atravs das prprias indstrias de plstico, que buscavam recuperar as perdas da produo. Conforme esse material comeou a ser reciclado em maiores nmeros, atravs de modernas tecnologias e de sua separao do lixo comum, criou-se um novo negcio no mercado de reciclados. Com base nas palavras de Grippi (2006, p. 14), podemos observar a diferena entre os vrios tipos de plsticos, ou os chamados termoplsticos, e sua classificao: As suas caractersticas de alta resistncia e leveza permitiram o seu aproveitamento em uma gama to extensa de produtos que hoje a humanidade praticamente no poderia imaginar-se sem ele. O plstico tambm conhecido como termoplstico, pela sua facilidade de moldagem industrial ao sofrer aquecimento e solidificando aps o resfriamento. A identificao universal dos termoplsticos : PET = Polietileno tereftalato PEAD = Polietileno de alta densidade PVC = Policloreto de vinila PEBD =Polietileno de baixa densidade PP = Polipropileno PS = Poliestireno OT = Outros plsticos especiais de engenharia. Alm disso, podemos notar a diferena do plstico quanto sua aplicao em produtos, ou seja, conforme a origem de sua resina: Quadro 04 - Aplicaes do plstico No. do Termoplstico Sigla Exemplo de aplicao 1 2 3 4 5 6 7PET PEAD PVC PEBD PP OS OTFrasco para refrigerantes Utilidades domsticas e produtos de limpeza Tubos e conexes, frascos de gua mineral Sacos de lixo e embalagens flexveis Autopeas, fios txteis, potes em geral Copos descartveis CDs e eletrnicos Fonte: GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p.15. Para completarmos essa seqncia, seria interessante comentar, ainda, quanto separao de produtos feitos de plstico e como alguns deles no podem ser reciclados: Quadro 05 - Plsticos reciclveis e no-reciclveis  EMBED MSPhotoEd.3  Fonte:ripasa/ HYPERLINK "http://www.ripasa.com.br" www.ripasa.com.br. Acesso em 02/08/2007, s 22h40. 2.2.3 Vidro Grippi (2006, p. 13) aponta a histria do surgimento do vidro: deu-se h 4 mil anos, por navegadores fencios, na tentativa de fazer uma fogueira na praia. No episdio, a juno, ao acaso, de calor, areia, salitre e calcrio, desenvolveu o famoso vidro. Ainda, possvel encontrarmos relatos de historiadores afirmando que os egpcios j utilizavam o vidro, embora como adereo pessoal, mas, do mesmo modo, como embalagem. Tais registros so a indicao de que este resduo muito antigo, assim como o seu uso. Diz-se que, no ano 100 a.C., foram criadas novas tcnicas de fabricao do vidro pelos fencios, diferenciando-se o modo de produo deste material. Nesse mesmo perodo, a utilizao do vidro foi intensificada pelos romanos, em utenslios e produo de janelas. Com a decadncia do Imprio Romano, o vidro passou por uma etapa de precariedade em seu desenvolvimento, mas logo retornou, na Idade Mdia, com a utilizao de vidros coloridos pelas igrejas catlicas. Posteriormente, a cidade de Veneza na Itlia foi palco do maior centro de vidreiros do mundo ocidental, ocasionando, inclusive, a proibio da vinda de artesos estrangeiros na cidade, com a inteno de no se demonstrar as tcnicas que eram transmitidas de pai para filho. Mas seu maior desenvolvimento ocorreu na Revoluo Industrial, atravs das indstrias vidreiras; sendo que o crescimento de sua utilizao o tornou em um material indispensvel. Dessa forma, muitas empresas comearam a us-lo como forma de embalagem para seus produtos. Atualmente, podemos encontrar inmeros produtos em que a utilizao desse material se tornou necessria, como em carros, em janelas, em televisores, etc. Feitas essas consideraes a respeito de sua evoluo histrica, importante, ainda, apontarmos sua classificao. O vidro dividido em trs tipos: o Sodo-Clcico, o Boro-Silicato e Ao chumbo, e separado em quatro modelos para diversas utilidades. Tal diviso pode ser visualizada a seguir, assim como a aplicao de cada um, segundo a ABIVIDRO: TIPOS DE VIDRO Sodo-Clcico: Aplicao: Embalagens em geral: garrafas, potes e frascos. Vidro plano: indstria automobilstica, construo civil e eletrodomsticos. Boro-Silicato: Aplicao: Utenslios domsticos resistentes a choque trmico Ao chumbo: Aplicao: Copos, taas, clices, ornamentos, peas artesanais (o chumbo confere mais brilho ao vidro). DIVISO DO VIDRO Vidros para embalagem: Potes para alimentos, frascos e garrafas para bebidas, produtos farmacuticos, higiene pessoal e mais incontveis outras aplicaes: a utilizao do vidro para embalagens uma das mais antigas e freqentes aplicaes para o vidro. Por ordem de consumo, a maior utilizao a do setor de bebidas, principalmente com cervejas, seguida pela indstria de alimentos e, logo aps, produtos no alimentcios, sobretudo farmacuticos e cosmticos. Vidros domsticos: So aqueles usados em utenslios como louas de mesa, copos, xcaras, e objetos de decorao como vasos. Vidros planos: Os chamados vidro planos, fabricados em chapas, so consumidos principalmente pela construo civil, seguida pela indstria automobilstica e moveleira, depois na produo de espelhos e um pequeno percentual para mltiplas outra aplicaes. Alm dos vidros translcidos, um outro tipo de vidro plano, chamado impresso ou fantasia, atende, em menor quantidade, tambm o mercado da construo civil. Vrios outros setores vm aumentando seu consumo de vidro, como a indstria moveleira e o dos eletrodomsticos da chamada linha branca, como foges, geladeiras, microondas etc. Vidros especiais: So vidros com composies e caractersticas especiais, adequadas a necessidades muito especficas de utilizao, como os usados na produo de cinescpios para monitores de televiso e computadores, bulbos de lmpadas, garrafas trmicas, fibras ticas, blocos oftlmicos, blocos isoladores e at tijolos de vidro. Fonte: ABIVIDRO/ HYPERLINK "http://www.abividro.org.br/index.php/20" http://www.abividro.org.br/index.php/20. Acesso em 02/08/07, s 22h15. Vale destacar que pelas suas caractersticas, o vidro possui vantagens, como transparncia, impermeabilidade, conserva de aromas, durabilidade etc. Portanto, veremos a seguir tais atributos e caractersticas em relao ao vidro, conforme encontrado na ABIVIDRO: Transparncia e elegncia : O consumidor visualiza o que pretende comprar. Os produtos ganham uma imagem nobre, sofisticada e confivel. Inerte: O vidro no reage quimicamente. Por ser neutro, o produto no sofre alterao de sabor, odor, cor ou qualidade. Praticidade: Aps o uso, o produto pode ser retampado, caso no seja consumido em sua totalidade. Microondas: Pode ser utilizado diretamente no microondas e a vantagem adicional de poder ser levado diretamente mesa sem necessidade de transferncia para outros recipientes. Dinmico: Devido s suas propriedades, permite uma possibilidade enorme de combinaes na transformao do vidro original, o que garante a possibilidade de renovao constante do design das embalagens. Reutilizvel: Embalagens vazias de vidro podem ser utilizadas para armazenar qualquer outro alimento ou mesmo objetos. Higiene: O vidro fabricado com elementos naturais, protegendo os produtos durante mais tempo e dispensando a utilizao de conservantes adicionais, atendendo a todos requisitos exigidos para o acondicionamento de lquidos e alimentos para o consumo humano. Impermeabilidade: Por no ser poroso, funciona como uma barreira contra qualquer agente exterior, mantendo assim os produtos mais frescos, aumentando o "shelf-life" em relao a outros tipos de embalagens. Resistncia: Mudanas bruscas de temperatura, cargas verticais e umidade no so problema para as embalagens de vidro. Verstil: Formas, cores, tamanhos so detalhes que fazem diferena no ponto de venda. Retornvel: Embalagens de vidro podem ser reaproveitadas diversas vezes, como o caso, por exemplo, das garrafas de cerveja e refrigerantes. Reciclvel: O vidro pode ser reciclado infinitamente, sem perda de qualidade ou pureza do produto. Uma garrafa de vidro gera outra exatamente igual, independente do nmero de vezes que o caco de vidro vai ao forno para ser reciclado. Fonte: ABIVIDRO/ HYPERLINK "http://www.abividro.org.br/index.php/23" http://www.abividro.org.br/index.php/23. Acesso em 02/08/07, s 22h30. Da mesma forma que os resduos j mencionados (papel e plstico), podemos notar que o vidro tambm usado em alguns produtos que no so reciclados. Essa afirmao pode ser verificada na tabela a seguir: Quadro 06 - Vidros reciclveis e no-reciclveis  EMBED MSPhotoEd.3  Fonte:ripasa/ HYPERLINK "http://www.ripasa.com.br" www.ripasa.com.br . Acesso em 02/08/2007, s 22h40. 2.2.4 Metais Em relao aos metais, podemos dividi-los em dois grupos de resduos: os chamados de ferrosos e os no-ferrosos. Os ferrosos so todos aqueles que podem sofrer oxidao, ou popularmente conhecida como ferrugem. Diante de tal afirmao, podemos afirmar que entre os metais, o ao e o ferro so os nicos materiais degradveis em curto prazo. Com base nas palavras de Grippi (2006, p. 12) e atravs de sua histria, notamos que o ao um dos metais reciclveis mais antigos, uma vez que os soldados romanos utilizavam artefatos de guerra abandonados ou velhos para a produo de novos armamentos. O ao um dos mais antigos materiais reciclveis. Na Antigidade, os soldados romanos recolhiam as espadas, facas e escudos abandonados nas trincheiras e os encaminhavam para a fabricao de novas armas. Conta-se que a lata teria sido inventada a pedido de Napoleo Bonaparte, para que seus soldados pudessem levar alimentos para as guerras, sem problemas de conservao. Outros dizem que o alimento enlatado surgiu na Inglaterra. Os resduos no-ferrosos, por sua vez, so aqueles que no so afetados pela oxidao, por conseqncia, so mais resistentes e possuem um valor de mercado maior em comparao aos resduos ferrosos. Nos no-ferrosos (denominado no mercado de sucatas como materiais), pode-se encontrar diversos tipos de resduos, como: cobre, chumbo, bronze, alumnio etc, sendo que, dentre eles, existe uma subdiviso, particularizando-os em fatores de propriedade. Portanto, podemos visualizar, a seguir, os resduos no-ferrosos e suas divises, conforme a tabela de materiais do site Recicloteca: Quadro 07 Diviso dos metais ferrosos e no-ferrosos TiposAplicaesFERROSOSFerro utenslios domsticos, ferramentas, peas de automveis estruturas de edifcios, latas de alimentos e bebidas;  HYPERLINK "http://localhost/adm/veja2.asp?ID=28&Editoria=5&SubEditoria=14" \l "aco" Aolatas de alimentos, peas de automveis, ao para a construo civil; NO-FERROSOS  HYPERLINK "http://localhost/adm/veja2.asp?ID=28&Editoria=5&SubEditoria=14" \l "aluminio" Alumniolatas de bebidas, esquadrias; Cobre cabos telefnicos e enrolamentos eltricos, encanamentos;  HYPERLINK "http://localhost/adm/veja2.asp?ID=28&Editoria=5&SubEditoria=14" \l "metais" Metais pesadosChumbo baterias de carros, lacres; Nquel baterias de celular; Zinco telhados, baterias Mercrio lmpadas fluorescentes, baterias Fonte:Recicloteca/ HYPERLINK "http://www.recicloteca.org.br/Default.asp?ID=28&Editoria=5&SubEditoria=14&Ver=1" http://www.recicloteca.org.br/Default.asp?ID=28&Editoria=5&SubEditoria=14&Ver=1. Acesso em 07/08/07, s 20h20. Ainda sobre os no-ferrosos, vale lembrar que existem diversos metais no qual no foram mencionados, como o inox ou bronze. Alm disso, alguns deles, por terem alto valor de mercado, no so comercializados no mercado de sucatas, como por exemplo, ouro e prata. Sobre a questo da reciclagem dos metais, interessante destacar que esses resduos tm uma grande vantagem em relao a qualquer outro tipo de resduo, pelo fato de serem 100% reciclveis, ou seja, todos resduos descartados podem ser renovados sem perdas no processo de fundio e, posteriormente, voltam a ser utilizados na fabricao de novos produtos, formando, assim, um ciclo perfeito. 2.3 A reciclagem no Brasil Com relao ao Brasil, a reciclagem mostra um quadro favorvel, j que a quantidade de resduos resgatados vem crescendo nos ltimos anos. Porm, h de se ressaltar que ao levarmos em conta os nmeros da reciclagem em outros pases, como os da Europa e Japo, veremos que ainda existe um atraso a ser superado em alguns materiais, talvez pelo fato da falta de iniciativa de rgos pblicos, principalmente, por meio de leis ambientais. Com base nos dados explanados por Grippi (2006, p. 36), podemos dividir os tipos de resduos potencialmente reciclveis encontrados no lixo brasileiro, conforme suas quantidades: Grfico 01 - Potencial reciclvel presente no lixo  EMBED Excel.Chart.8 \s  GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p. 36. Os resduos mais procurados para o comrcio, sem dvida, so os de maior valor, como por exemplo, o alumnio. J os resduos como papel e plstico so produtos que, em comparao aos chamados metais nobres, no possuem valor elevado. Certamente no seria possvel analisar, dentro de cada material reciclvel, todos os tipos de produtos e suas aplicaes, por essa razo, iremos abordar as principais embalagens em questes quantitativas, presentes no mercado de reciclagem do lixo no Brasil. 2.3.1 Papel A reciclagem do papel no Brasil, segundo as estatsticas, satisfatria, j que seus nmeros superam pases de primeiro mundo, como os Estados Unidos. Alm disso, o prprio ambiente favorece o crescimento da recuperao desse material, levando a atingir nveis de determinados pases do Velho Continente, que so lderes na reciclagem desse resduo. A seguir, podemos constatar o desempenho do Brasil na recuperao dos resduos derivados da celulose, conforme tabela da Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem: Tabela 01 - Reciclagem de Papel/Papelo no mundo Pasndice em %Brasil*1 Argentina*2 Mxico*2 Malsia*2 China*2 Espanha*3 Polnia*3 Estados Unidos*446,9 s papelo 77,4 44,7 41,9 38,7 30,4 68,6 (incluindo cartonado para bebidas) Meta de 42% (alcanado 65) 50*3 s papelo 76,6*4*1Cempre (2005), *2Associao Brasileira de Celulose e Papel/Bracelpa (2006), *3Pro Europe 2006-2007, *4US Environmental Protection Agency (2005) Fonte: Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 07/08/07, s 21h20. Com embasamento nos nmeros acima apontados, podemos compreender que, entre a reciclagem de papis no Brasil, destaca-se o papelo, j que sua recuperao representa 46,9% do total de 77,4% dos papis recuperados. Ainda podemos notar, segundo o Cempre, que, no setor de papelo, os Estados Unidos reciclaram um total de 2,47 milhes de toneladas em 2005, ao passo que o Brasil reaproveitou cerca de 2,24 milhes de toneladas para o consumo manifesto de 2,89 milhes de toneladas, o que explica a taxa de 77,4%. Como sabemos, o papel produzido atravs de um composto de fibras de celulose, no qual a grande parte de procedncia da madeira. De acordo com a afirmao de Grippi (2006, p. 44), podemos notar que no Brasil so encontrados diversos tipos de rvores, de vrias espcies; no entanto, as mais utilizadas em produo de celulose so o eucalipto e o pinus: O papel composto de fibras de celulose. No Brasil, cerca de 80% do total de pasta celulsica produzida provem da madeira, sendo os 20 % restantes obtidos de outras matrias-primas fibrosas, inclusive de aparas de papel. As fibras de madeira no pas so obtidas das reas reflorestadas que se mantm sempre produtivas e cultivadas e, especialmente , para a produo de celulose. A mata nativa brasileira, apesar de sua diversificao da celulose; as espcies vegetais mais utilizadas so o eucalipto e o pinus, podendo ainda serem usadas outras em menor escala. Desde 1993, a industria brasileira de papel e celulose tem plantado cerca de 135 milhes de arvores desta espcie. O que no podemos deixar acontecer passar uma falsa imagem que o cultivo de tais espcies de vegetais, como o eucalipto e o pinus, ajuda nas questes de preservao ambiental ou de recuperao de florestas, j que para isso, ocorre alterao das matas nativas, transformando estas ltimas em verdadeiros campos de cultivo de celulose. 2.3.3 Plstico J em relao reciclagem do plstico no Brasil, os nmeros no so to expressivos. Segundo quadro do Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem ( HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br), o Brasil recupera cerca de 20% dos resduos plsticos descartados, ou seja, nmero muito inferior se compararmos com os outros tipos de materiais. Tabela 02 - Reciclagem do Plstico no mundo Pasndice em %Brasil*1 Espanha*2 Frana*2 Repblica Tcheca*2 Blgica*2 Noruega*2 Polnia*2 Sucia*2 Portugal*2 Luxemburgo*2 Estados Unidos*320 25,9 20 Meta de 15 (alcanado 39) Meta de 15 (alcanado 31,7) 27 Meta de 18 (alcanado 30) Meta de 30 (alcanado 20,4) Meta de 15 (alcanado 32) Meta de 15 (alcanado 38,35) 5,7*1Plastivida (2005), *2Pro Europe 2006-2007, *3US Environmental Protection Agency (2005) Fonte: Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 12/08/07, s 10h30. A questo que entre todos os materiais reciclveis, o plstico o que devemos olhar com mais cuidado, j que seu material, se eliminado de forma errada - como exemplo atravs da incinerao, pode lanar substncias txicas e nocivas sade humana. Entre os baixos nmeros da reciclagem do plstico, o destaque fica por conta dos PETs (Polietileno tereftalato), que so utilizados como embalagens de refrigerantes. Segundo a ABIPET - Associao Brasileira da Industria do PET - ( HYPERLINK "http://www.abipet.com.br/" http://www.abipet.com.br), o mercado brasileiro consumiu, em 2005, cerca de 374 mil toneladas de PET para embalagens e reciclou cerca de 174 mil toneladas, mantendo, portanto, um ndice de recuperao de 47%. Tabela 03 - Reciclagem de PET ps-consumo no Brasil 1995 a 2005 Ano Toneladas  ndice em % 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 18 22 30 40 50 67 89 105 141,5 167 174 25,4 21,0 16,2 17,9 20,42 26,27 32,9 35 43 47 47  Fonte: ABIPET /  HYPERLINK "http://www.abipet.com.br/" http://www.abipet.com.br . Acesso em 25/05/2007, s 23h20. Podemos perceber que a recuperao dos resduos PETs vem evoluindo, porm, os nmeros no so significativos se compararmos com outros tipos de embalagens. Ainda assim, o Brasil mantm-se entre os maiores recicladores de PETs do mundo, como podemos visualizar segundo a tabela encontrada na pgina eletrnica do Cempre: Tabela 04 - Reciclagem de PET no mundo PasndiceBrasil*1 Estados Unidos*2 Mxico*2 Argentina*3 Alemanha*447% 22% Menos de 10% 21,7% 32%*1Cempre (2005), *2Associao Brasileira da Indstria do PET/Abipet (2004), *3Associao Brasileira da Indstria do PET/Abipet (2005), *4Recycling International (out/06) Fonte: Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 10/08/2007, s 10h50. 2.3.4 Vidro A reciclagem do vidro apresenta, da mesma forma que a do alumnio e a do plstico, um crescimento significativo em seu ndice, colocando, assim, o Brasil entre uma posio intermediria se o compararmos com outros pases europeus. Alm disso, interessante observarmos que, em relao ao ndice de reciclagem do vidro nos ltimos anos, o Brasil deu um salto expressivo. Podemos avaliar o crescimento na recuperao do vidro na tabela a seguir: Tabela 05 - ndice de reciclagem do vidro no Brasil 1991 a 2005 Ano ndice em % 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 15 18 25 33 35 37 39 40 40 41 42 44 45 45 45 Fonte: Abividro /  HYPERLINK "http://www.abividro.org.br" http://www.abividro.org.br . Acesso em 26/05/2007, s 13h20. A Abividro (Associao Tcnica Brasileira das Indstrias Automticas de Vidro) demonstra uma preocupao com a reciclagem do vidro, no qual gerado investimentos e estimulao, produzindo, portanto, o aumento do retorno das embalagens. Como j mencionado, o Brasil encontra-se em um nvel intermedirio em relao reciclagem do vidro, j que dados recentes apresentaram um retorno de 45% de tais resduos, nmero bem diferente dos pases europeus, como Frana, Repblica Tcheca, Noruega, Polnia e Sucia. Essa afirmativa pode ser confirmada conforme tabela da Cempre: Tabela 06 - ndice de reciclagem do vidro no mundo PasndiceBrasil*1 Frana*2 Repblica Tcheca*2 Noruega*2 Polnia*2 Sucia*2 Portugal*2 Estados Unidos*3 45% 71% 80% 89% Meta de 29% (alcanado 38%) Meta de 70% (alcanado 96%) Meta de 15% (alcanado 1%) 21,6%*1Cempre (2005), *2Pro Europe 2006-2007, *3US Environmental Protection Agency (2005) Fonte : Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 12/08/07, s 13h50. Alm disso, necessrio observar alguns dados interessantes da tabela, os quais apresentam pases ricos como os Estados Unidos, ao lado de Portugal com nmeros medocres em relao recuperao de vidros. 2.3.5 Metais Quanto aos nmeros da reciclagem de metais, iremos destacar dois tipos resduos: o ao e o alumnio. O ndice brasileiro da reciclagem de embalagens em ao, vem crescendo nos ltimos anos e j supera Portugal; no entanto, esses nmeros so inferiores se levarmos em conta outros pases da Europa, como Alemanha, Espanha, Itlia, Blgica etc. Conforme uma anlise que engloba 30 pases do Bloco Europeu, o ndice de reciclagem desse material chegou a 63% em 2006, tendo como destaque a Blgica, que recicla cerca de 92% (s em latas). Tais afirmaes podem ser melhor compreendidas com base nos dados obtidos na pgina eletrnica do Cempre: Tabela 07- ndice de reciclagem em embalagens de ao no mundo Pasndice em %Brasil*1 Alemanha*2 Espanha*2 Finlndia*2 Itlia*2 Noruega*3 29 (s latas) 86 (s latas) 68(s latas) 55 (s latas) 63 (s latas) 59 (incluindo outros metais)Portugal*3 Meta de 15 - alcanado 23 (incluindo outros metais)Estados Unidos*4 Blgica*5 63,3 (s latas) 92 (s latas)*1Cempre (2005), *2Recycling International (dez/06), *3Pro Europe 2006-2007, *4US Environmental Protection Agency (2005), *5APEAL the Association of European Producers of Steel (2006) Fonte : Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 14/08/07, s 18h20. O destaque, entre todos os materiais reciclveis j mencionados em relao ao Brasil, fica por conta do alumnio, j que os nmeros alcanados na recuperao desse material so os mais expressivos. A introduo desse material no pas deu-se por volta da dcada de 80, especificamente para atender indstrias de cervejas e refrigerantes, substituindo as embalagens feitas de folha-de-flandres. Embora a embalagem de alumnio seja mais cara que essa anterior, ela possui diversas vantagens, como: leveza e fina espessura, fazendo com que o contedo seja refrigerado em menos tempo, alm de evitar a formao de fungos, por no possuir emendas. Segundo estatsticas divulgadas pela ABAL - Associao Brasileira de Alumnio - ( HYPERLINK "http://www.abal.org.br" http://www.abal.org.br) , o pas atingiu em 2005 o ndice de 96,2% sobre a reciclagem de latas de alumnio, em um total de 127,6 mil toneladas, que equivalente a 9,4 bilhes de latas por ano. Podemos acompanhar, segundo a tabela a seguir, o crescimento no ndice de reciclagem das latas de alumnio no Brasil: Tabela 08 -Taxa de recuperao de latas de alumnio no Brasil 2003 a 2005 Discriminao  2003  2004 2005Latas consumidas (bilhes) Latas recicladas (bilhes) ndice de reciclagem (%) Recursos gerados (milho R$) Empregos gerados 9,3 8,2 89 nd 160 mil 9,4 9,0 95,7 450 160 mil 9,7 9,4 96,2 496 160 mil Fonte: Abal /  HYPERLINK "http://www.abal.org.br" http://www.abal.org.br . Acesso em 19/05/2007, s 14h30. Essa marca demonstra que o Brasil tem um grande potencial em relao ao mercado de reciclagem de latas de alumnio, uma vez que, analisado o ndice, a recuperao surpreendente. Deve-se ressaltar, ainda, que os nmeros demonstrados so exclusivamente ligados recuperao de latas ou conhecidas latinhas, no se calculando outros tipos de resduos em alumnio. Em questes globais, pelo quinto ano consecutivo, o Brasil vem liderando o ranking de reciclagem de latas de alumnio, que considerado um dos mais valiosos materiais para a reciclagem. Assim, podemos ressaltar esse comentrio, segundo dados alcanados na pgina eletrnica do Cempre: Tabela 09 - ndice de reciclagem de alumnio no mundo Pasndice em %Brasil*1 Frana*2 Noruega*2 96,2% (s latas) 25% 59% (incluindo outros metais)Portugal*2 Meta de 15% - alcanado 23% (incluindo outros metais)Polnia*2 Estados Unidos*3 Reino Unido*4 Argentina*5 Meta de 30% (alcanado 87%) 44,8% (s latas) 41% (s latas) 88,1% (s latas)*1Cempre (2005), *2Pro Europe (2006-2007), *3US Environmental Protection Agency (2005), *4Valpak/Pro Europe (2006), *5Associao Brasileira do Alumnio/Abal (2005) e Abralatas. Fonte: Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 10/08/07, s 19h00. CAPTULO III RECICLAGEM: UMA QUESTO SCIO-AMBIENTAL GERADORA DE EMPREGO E RENDA 3.1 Uma breve introduo questo ambiental importante ressaltar que, dentro deste tpico, iremos tratar da reciclagem como soluo de problemas ambientais, demonstrando que tal processo contribui para a preservao do meio-ambiente. Assim, ser possvel notar que a reciclagem se ratifica como um assunto atual e de suma importncia, onde so necessrios a conscientizao, o comprometimento e a iniciativa, tanto de rgos pblicos quanto privados, proporcionando a implantao de atividades relacionadas arte de se reciclar. 3.1.1 Meio-Ambiente Como sabemos, o meio-ambiente um conjunto de foras e condies que circundam e influenciam os seres vivos e outras coisas em geral. Nos tempos atuais, esse conceito pode ser analisado de outra maneira, j que o homem passou a ter mais influncia nas questes ambientais do que o oposto. No h dvida que o problema generalizado que estamos atravessando e a previso de seu agravamento nas futuras geraes so, na verdade, de conseqncia total do homem. Como j visto no primeiro captulo, o homem nada mais do que um agente que tem interao direta com o ambiente, de tal modo que, no decorrer dos tempos, conseguiu alterar seu espao. Com a crescente poluio ambiental que atinge o solo, o ar, os rios e os mares, como tambm a preocupao que surge pela escassez de recursos naturais e o eventual esgotamento desses recursos, acendeu-se a questo de preservar o meio-ambiente, levando a um esforo coletivo. Tal esforo pode ser verificado, por exemplo, nos debates constantes em conferncias, mdias, seminrios, trabalhos acadmicos etc. Nesse sentido a afirmao de Magera (2005, p. 90): A crise ambiental contempornea tem obrigado os governos/instituies a reconsiderar a relao secular e universal do homem com a natureza. Tais crises, apesar de terem suas repercusses locais/regionais, so tratadas globalmente com pases comprometidos com o meio ambiente. O carter da crise, agora, planetrio e isso implica parcerias para tentar resolv-la ou minimizar seus impactos de agresso ao meio. Nas ltimas dcadas, foi grande o nmero de conferencias, encontros e simpsios internacionais, nos quais o tema era homem e o meio ambiente. Portanto, a poluio ambiental tornou-se assunto principal nos ltimos tempos, visto que tal tema tem sido a base de vrias discusses, nas mais diferenciadas formas e meios, uma vez que crescente a compreenso de seus efeitos. Segundo Magera (2005, p. 87), a internacionalizao da conscientizao ambiental teve maior embasamento com o surgimento da Comisso Consultiva para a Proteo Internacional da Natureza, em 1913, onde se decidiram quais os interesses a fim de controlar os recursos do planeta, divididos em duas linhas de pensamentos: Preservacionistas acreditavam que riquezas naturais deveriam ficar intocadas, sem sofrer a explorao capitalista. Conservacionistas defendiam que riquezas naturais deveriam ser exploradas com critrios, evitando-se, assim, o esgotamento dos recursos naturais. Porm, as idias e reflexes propostas em tal Comisso s se intensificaram, de forma definitiva, na Conferncia Cientfica da ONU, em 1949, que tratava, do mesmo modo, da preservao e a utilizao dos recursos naturais. Alm disso, Magera (2005, p. 87) relata que: A partir dessa dcada, o movimento ambientalista comea a crescer. No fim da dcada de 50, tem-se a Revoluo Verde, que traz um grande salto na produtividade agrcola, quando h a disseminao, nos pases em desenvolvimento, da agricultura intensiva. Dessa maneira, pases pobres comearam a se tornar auto-suficientes em produo de alimentos, em decorrncia da utilizao e da dependncia de produtos qumicos; o que acabou gerando srios problemas ambientais em mbito global. J por volta da dcada de 60, ocorreu o crescimento de movimentos ambientalistas, com as chamadas ONGs - Organizaes no-governamentais, juntamente com as organizaes de proteo ao meio ambiente, tais como o Greenpeace, e com uma das mais importantes organizaes mundiais, a WWF World Wide Fund of Nature (Fundo Mundial para Natureza) fundada em 1961 pela ONU, na Sua. Alm dos movimentos ambientalistas, v-se que a mdia entrou na briga a favor da preservao ambiental, surgindo, de forma rpida, denncias sobre o descaso de algumas empresas com o meio ambiente. Essa afirmao pode ser encontrada na obra de Magera (2005, p. 89): A mdia entrou nesta guerra a favor do planeta e sociedade e iniciou uma verdadeira seqncia de denuncias de problemas ambientais causados por muitas organizaes capitalistas internacionais que, por forca de gerao de emprego e renda, passam a destruir o meio ambiente. Entre eles, podem ser citados: a bomba atmica detonada pelos norte-americanos em Hiroshima e Nagasaki, na Segunda Guerra Mundial, em 1945, um novo marco ao se constituir na demonstrao pratica e imediata mais ntida das possibilidades de o ser humano modificar a biosfera de maneira radical; catstrofe ambiental ocorrida em Londres, em 1952, quando o ar densamente poludo matou 1.600 pessoas; em Windscale, Gr-Bretanha, em 1957, o primeiro acidente com reator nuclear registrado na historia contempornea; no ms de abril de 1986, o maior desastre nuclear: a exploso de um reator, em Chernobyl, Ucrnia, matando centenas de pessoas e contaminando outros milhares; desastre ecolgico em Bhopal, na ndia, provocado pela empresa Union Carbaid deixando milhares de mortos e enfermos no ano de 1985; vazamento de petrleo do navio Exxon Valdez no Alasca, causando um desastre ecolgico no mar do norte em 1989; em julho de 2000. o rio Iguau recebeu 4 milhes de litros de leo que vazados da refinaria da Petrobrs. Como se observa nas palavras de Magera, o homem a cada dia tem mais poder para desfigurar e destruir o seu ambiente, e pode faz-lo, como o prprio autor diz, de forma radical. Tal crise em relao ao meio ambiente vem forando os governos e instituies a procurar uma soluo nessas questes de reciprocidade do homem em relao natureza. Ainda que as crises ambientais sejam de repercusso local ou regional, elas vm sendo tratadas de forma global por pases compromissados com o meio ambiente. Dessa forma, a tenso, em relao ao meio ambiente, vem sendo discutida de forma conjunta pelos pases, em conferncias e encontros internacionais, sendo que essas parcerias tm o objetivo de resolver ou minimizar os impactos ambientais. Podemos notar os principais e relevantes encontros das ltimas dcadas: Copenhague: Foi realizada no ano de 1945, em Copenhague, na Dinamarca. Teve como objetivo consolidar a Carta de So Francisco, que formalizava dez compromissos entre os governantes de diversos Estados. Entre esses compromissos, destacavam-se as questes ambientais juntamente com questo humanitria, j que tal Conferncia foi realizada aps a Segunda Guerra Mundial, que acabou por deixar milhares de pessoas na beira da pobreza. Esse dado pode ser verificado na obra de Magera (2005, p. 91) : Copenhague Conferencia realizada em Copenhague, Dinamarca, no ano de 1945. A carta de So Francisco, contendo os dez compromissos assumidos pelos Chefes de Estados, chamava a ateno de todos sobre a necessidade de serem retomadas as questes sobre meio ambiente, erradicao da pobreza, pleno emprego e integrao social. A carta permeava o esprito humanista e a busca por valores ticos e democrticos e priorizava o homem no centro das decises poltico-governamentais. O planeta estava saindo de uma grande guerra mundial, que dizimara milhes de seres humanos e deixara outros milhes de enfermos espalhados. Estados Unidos: Encontro realizado no ano de 1955, pela Fundao Wenner-Gren para pesquisa Antropolgica. Teve como debate a questo da transformao da superfcie terrestre pela ao do homem, no qual foram demonstrados dados de pesquisas e anlises comprovando os efeitos destrutivos das aes humanas, destacadas pela Revoluo Industrial. Ainda foram expostos alguns meios para solucionar o problema ambiental e social, na qual teve tima repercusso em todo mundo, tendo como nfase a rea empresarial. Essa informao descrita tambm sobre a tica de Magera (2005, p. 91): Em 1955, a Fundao Wenner-Gren para Pesquisa Antropolgica organizou o primeiro simpsio internacional: Mans role in changing the face of the earth (A ao do homem mudando a face da terra). Neste encontro, os cientistas concluram que as transformaes feitas pela humanidade na superfcie terrestre no eram recentes, mas havia-se intensificado nos ltimos sculos, principalmente aps a Revoluo Industrial e com o advento de novas tecnologias poluidoras do meio ambiente. Esse simpsio internacional repercutiu favoravelmente em todo o planeta, principalmente no meio empresarial, quando muitos homens de negcios passaram a consultar esta Fundao Wenner-Gren. Os cientistas que participaram desse encontro catalogaram, desde a Revoluo Industrial, as transformaes que o homem vem promovendo na superfcie terrestre e sua analises conclusivas do simpsio foram as seguintes: o sistema ou modelo econmico vigente deveria proporcionar novos meios e tecnologias para o homem se relacionar com a biosfera e os recursos do planeta e , se ele continuasse destruindo a natureza na mesma intensidade com que a destrura nos ltimos 200 anos, a mudana de modelo no futuro seria mais dolorosa e no traria uma qualidade de vida igual a todo. O alerta da fundao foi para que os Chefes de Estado de todo o mundo olhassem com mais ateno para os problemas de ordem ambiental e social. Estocolmo: Conferncia realizada em 1972, pela Organizao das Naes Unidas. Teve como assunto principal a relao entre o meio ambiente e o homem, da mesma forma que o debate realizado nos Estados Unidos e produzido pela Wenner-Gren, em que foram apontados os principais problemas a serem solucionados. Vale destacar, ainda, que a Conferncia de Estocolmo foi a primeira produzida pela ONU no tocante a questes scio-ambientais. Podemos completar essas informaes apresentando as palavras de Magera (2005, p. 92) acerca de tal assunto: Realizada em 1972, em Estocolmo, na Sucia, foi a primeira Conferncia da Organizao das Naes Unidas sobre o Meio Ambiente e o Homem. O resultado foi uma declarao com os principais problemas relacionados ao meio ambiente: a industrializao , explorao demogrfica, crescimento urbano e direitos humanos a um ambiente saudvel. Foladori (2001, p.116) sintetiza bem o resultado da conferncia: O esprito geral da declarao partia da idia de que, com tecnologia limpa nos pases desenvolvidos e transferncia de recursos financeiros e tcnicos para o Terceiro Mundo, junto com polticas de controle da populao, poderiam ser solucionados os problemas. De qualquer forma vislumbraram-se contradies entre os pases ricos que pretendiam controlar a produo e explorao demogrfica e os pobres que viam a necessidade de desenvolvimento. Nairobi: Realizada no ano de 1982, em Nairobi, no Qunia, a Sesso Especial do Conselho de Administrao do Programa das Naes Unidas para o Meio Ambiente colocou em pauta alguns temas, que demonstraram a preocupao com problemas ambientais de amplitude global. importante destacar a questo do esgotamento e o aumento do uso dos recursos naturais, j que esse tema tem relao direta com o processo da reciclagem, sendo que esta ltima se demonstra como a melhor alternativa para soluo de tais problemas. Essa afirmao tambm pode ser encontrada na obra de Magera (2005, p. 92): Sesso Especial do Conselho de Administrao do Programa das Naes Unidas para o Meio Ambiente, realizada em Nairobi, Qunia, no ano de 1982. Entre os temas mais importantes, estava a preocupao com problemas ambientais globais, que comeavam a indicar o nvel das atividades humanas j excedendo a capacidade da natureza de autodepurar os impactos provocados pelo homem na biosfera, o esgotamento das fontes de recursos naturais e o aumento dos nveis de consumo de recursos naturais pelos pases industrializados, provocando fortes impactos ambientais nos pases fornecedores destes recursos. Global Possible Conference: Conferncia realizada em 1984, nos Estados Unidos. Teve como principal funo criar um relatrio que serviria como base para uma poltica global de transio (ajuda dos pases ricos aos pases mais pobres), constituindo, uma forma de se alcanar o desenvolvimento sustentvel. Magera (2005, p. 92) descreve os tpicos expostos e discutidos em tal Conferncia: Conferencia da possibilidade Global, realizada em 1984, nos EUA. Ressaltou-se no relatrio que, para atingir o desenvolvimento sustentvel, as naes necessitariam de uma poltica global de transio dos pases ricos para os mais pobres. Esta transio deveria abranger os seguintes tpicos: Uma transio demogrfica controle populacional; Uma transio energtica troca de tecnologia; Uma transio de recursos ajuda aos pases com necessidades econmicas; Uma transio econmica transferncia de recursos a baixo custo, investimentos e perdo da divida externa; Uma transio poltica a adoo de polticas universais aceitas e controladas pela ONU. Global Change: Criado em 1996, teve como objetivo estudar as inter-relaes de geosfera-biosfera. Sua funo era criar uma agenda global de mudanas, identificando a pobreza como um dos motivos dos problemas ambientais e divulgando a necessidade do desenvolvimento sustentvel. Podemos observar, ainda, o ponto de vista de Magera (2005, p. 93) sobre esse Conselho: Conselho internacional criado em 1996 para estudar as inter-relaes de geosfera-biosfera, fazendo parte do Conselho Internacional de Unies Cientificas da ONU, sob a direo da Dra. Brundtland, tem a funo de elaborar uma agenda global para mudana. Nesta agenda global, o conselho identifica a pobreza como uma das causas dos problemas ambientais e divulga o termo desenvolvimento sustentvel, como aquele que responde as necessidades do presente de forma igualitria, mas sem comprometer as possibilidades de sobrevivncia e prosperidade das geraes futuras (in: Foladori, 2001, p.117). Rio 92: Conferncia realizada em 1992, na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de discutir questes sobre o Relatrio da Comisso Brundtland e comemorar os 20 anos da Conferncia de Estocolmo, como retrata Magera (2005, p. 93): A Conferncia das Naes Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, tambm conhecida como Rio-92, foi realizada na cidade do Rio de Janeiro, em junho de 1992, com a participao de mais de 30 mil pessoas e 170 pases (Chefes de Estados e principais representantes). Teve como principais objetivos discutir as concluses e propostas do Relatrio da Comisso Brundtland e comemorar os 20 anos da Conferncia de Estocolmo. Tais propostas foram evidenciadas em discusses em plenrio pelas principais naes do mundo, cujo relatrio final foi a Carta da Terra, um documento elaborado pelas ONGs, reunidas na Rio-92, com Prembulos, Princpios e Plano de Ao. Esta Conferncia acabou por facilitar a criao de princpios que nela foram aprovados, sendo apresentadas propostas e estratgias de sobrevivncia da Terra, visando a sustentabilidade, a harmonia entre os povos, a uniformidade na distribuio das riquezas, o desenvolvimento sustentvel e a preservao dos recursos naturais dos chamados pases do Terceiro Mundo, formando, assim, a conhecida e denominada Agenda 21. Alm disso, importante ressaltar que, apesar das resolues adotadas na Conferncia no terem foras legais, elas produzem: (...) um caminho mais ecolgico a ser adotado pelos governos, instituies, agencias de desenvolvimento e setores independentes, propondo um novo rumo em direo a um melhor padro de vida para todos os povos do planeta, com um desenvolvimento sustentvel e proteo dos ecossistemas. (MAGERA, 2005, p. 94) Kyoto: Realizada em 1997, na cidade de Kyoto, no Japo, teve como objetivo reunir os principais pases industrializados e analisar a possibilidade de reduo da emisso de gases poluidores, j que esses provocam o chamado efeito estufa. Alm disso, importante salientar que a Conferncia aprovou a criao do Protocolo de Kyoto. Este Protocolo estabelece que os pases desenvolvidos que fazem parte de tal acordo se comprometem a reduzir, at 2012, a emisso de gases poluidores que agravam o efeito estufa, no mnimo em 5%, em comparao aos nveis de 1990. O Protocolo s entrou em vigor em fevereiro de 2005. O mais interessante que o principal pas emissor de gases poluentes, os Estados Unidos, no aprovam o tratado, alegando que tal ato pode afetar a produo de suas indstrias. Tal fato pode ser observado na descrio feita por Magera (2005, p. 95): Conferncia realizada em dezembro de 1997, em Kyoto , Japo, com 160 pases, cujo objetivo foi reunir naes industrializadas e estudar a possibilidade de reduo de gases poluidores na atmosfera, os quais provocam alteraes no clima do planeta.Justo o pas mais poluidor, EUA, que emite 24% do dixido e monxido de carbono, no quis ratificar o tratado de Kyoto, alegando que estaria prejudicando suas industrias e todo o mercado americano. Por outro lado, os pases em desenvolvimento tambm alegaram dificuldades para cumprir as metas impostas, de reduo de gases na atmosfera. Nesse quadro, podemos confirmar o comentrio descrito no primeiro captulo: a existncia de pases com feio capitalista, que procura apenas a concorrncia comercial com os demais, deixando de lado questes ambientais e sociais importantes, que so direitos de toda a sociedade. Como podemos observar, exceto neste caso de recusa por parte dos Estados Unidos, a preocupao com a questo ambiental foi evoluindo ao longo dos anos, e com a formao e participao dos agentes, tanto governamentais como institucionais, presentes em reunies e conferncias. O problema mais atual e preocupante envolvendo a questo ambiental, em termos globais, o efeito estufa. O efeito estufa basicamente se caracteriza pelo aumento da temperatura da Terra, provocado pela emisso de gases como o gs carbnico e o metano. Esses gases formam uma espcie de camada sobre a Terra, evitando que a energia do sol, absorvida pela Terra durante o dia, seja lanada de volta para o espao. Portanto, grande parte do calor fica bloqueado prximo Terra, aumentando assim a temperatura climtica, projetando um cenrio perfeito para o surgimento de inmeros problemas. Para que esse fato no ocorra, foi necessria a mobilizao dos Estados, como j visto anteriormente na Conferncia de Kyoto, que poder apresentar resultados significativos. Alm disso, boas atitudes e idias esto surgindo na tentativa de conscientizar a sociedade sobre a importncia de se preservar o verde, como o dia internacional sem carro , que aconteceu no dia 22 de setembro de 2007. Neste evento, em comum acordo, todas as maiores cidades poluentes do mundo deveriam no ter trfego de carros, incentivando o uso de bicicletas e outros meios de conduo. Em relao reciclagem, podemos concluir que todo o seu processamento contribui na questo de preservao ambiental, inclusive no problema do aquecimento global, o qual abordaremos a seguir. Feitas essas consideraes, passamos a apontar, ainda que de forma simples, alguns benefcios que a reciclagem gera em termos ambientais, divididos pelos diversos tipos de resduos: Reciclagem do papel: - De 10 a 20 rvores so poupadas por cada tonelada de papel reciclado. - O processo de reciclagem de papel economiza mais de 50% da energia utilizada no processo convencional. - Minimiza a poluio por gazes e efluentes, que muito grave nas fbricas de celulose. - Utiliza 50 vezes menos gua na produo. Reciclagem de plstico: - H economia de recursos no renovveis como o petrleo - A reciclagem economiza 90% da energia utilizada no processo normal de fabricao - Diminui o volume de lixo a ser aterrado, pois sua decomposio no solo pode ser superior a 200 anos. Reciclagem de vidro: - No altera o ecossistema atravs da extrao da areia, barrilha, calcrio, feldspato e outros minerais. - Economiza energia, pois o caco de vidro funde a temperaturas mais baixas. - Minimiza a produo de gases txicos (reduz a poluio). - Diminui o volume de lixo nos aterros sanitrios, pois a decomposio do vidro no solo superior a 2000 anos. Reciclagem de metais: - Uma latinha reciclada economiza em energia o equivalente ao consumo de um televisor ligado por 3 horas. A reciclagem do alumnio representa uma economia de 95% da energia necessria no processo convencional. - A fabricao de alumnio a partir da bauxita produz grandes quantidades de subprodutos poluentes. - Para cada kg de alumnio reciclado, se economiza 5 kg de bauxita. Fonte:USP/ HYPERLINK "http://www.usp.br/qambiental/tefeitoestufa.htm" http://www.usp.br/qambiental/tefeitoestufa.htm . Acesso em 26/09/07, s 23h15. Segundo Calderoni (2003, p. 34) por meio dessa atividade - a reciclagem - pode-se enumerar alguns benefcios de relevncia ambiental, social e econmica. So eles: Organizao espacial; Preservao e uso racional dos recursos naturais; Conservao e economia de energia; Gerao de empregos; Desenvolvimento de produtos; Finanas pblicas; Saneamento bsico e proteo da sade pblica Gerao de renda; Reduo de desperdcios; Portanto, como se pode ver, a reciclagem no envolve apenas benefcios em carter ambiental, mas envolve benefcios em questes pblicas, financeiras, econmicas e sociais, mostrando, assim, que se trata de uma atividade interdisciplinar de grande importncia tanto para o presente, como para o futuro do no planeta. 3.1.2 Desenvolvimento Sustentvel Ao se observar que os problemas ambientais estavam atrelados questo do desenvolvimento econmico, constatou-se a necessidade de se equilibrar esses dois pontos, o qual proporcionaria uma melhoria na perspectiva de vida futura. Dessa forma, surgiu a expresso Desenvolvimento Sustentvel, como j visto anteriormente, na Conferncia Rio 92. Ribeiro (2005, p. 06), em sua obra, apresenta um conceito de desenvolvimento sustentvel: Na tentativa de uma resposta, adotou se a expresso desenvolvimento sustentvel, que no objetiva oferecer uma resposta precisa ou quantificvel sobre os limites do meio ambiente, mas sim, apresentar o conceito do qual devem estar imbudos todos os mentores do desenvolvimento econmico. Ao relacionar desenvolvimento econmico e preservao do meio ambiente, a ONU define o desenvolvimento sustentvel como aquele que atende as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das geraes futuras em satisfaze-las. Ou melhor, um processo de mudanas no qual a explorao de recursos, o direcionamento dos investimentos, a orientao do desenvolvimento tecnolgico e as mudanas institucionais esto em harmonia e valorizam o potencial, presente e futuro, para a humanidade satisfazer suas exigncias e aspiraes. Alm das informaes acima, Ribeiro (2005, p. 06), ainda, sintetiza que: o desenvolvimento sustentvel corresponde satisfao das necessidades sociais, sem prejuzo das geraes futuras. importante destacar tambm que se pode aplicar ao desenvolvimento sustentvel todas as questes j mencionadas em relao reciclagem, j que esta uma prtica que procura preservar os recursos naturais, bem como eliminar o lixo que provavelmente demoraria anos a ser degenerado pela natureza. Vejamos, a fim de ilustrao, o tempo que a natureza leva para biodegradar alguns materiais, e isso se houver condies ideais para esse processo: Quadro 08 Degradao dos materiais ResduoTempoJornal Embalagens de papel Guardanapo de papel Ponta de cigarro Palito de fsforo Chiclete Casca de frutas Nilon Copinho de plstico Lata de alumnio Tampinhas de garrafa Pilhas e baterias Garrafas de vidro ou plstico2 a 6 semanas 1 a 4 meses 3 meses 2 anos 2 anos 5 anos 3 meses 30 a 40 anos 200 a 450 anos 100 a 500 anos 100 a 500 anos 100 a 500 anos Mais de 500 anosFonte: GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p. 23. Alis, a relao entre desenvolvimento sustentvel e a reciclagem apontada na fala de Magera (2005, p.102): A reciclagem vem se apresentando como uma alternativa social e econmica a gerao e concentrao de milhes de toneladas de lixo produzido diariamente pelos grandes centros urbanos espalhados pelo mundo; entretanto sua maior importncia se d no campo do desenvolvimento sustentvel, visto que proporciona uma economia de recursos naturais do planeta, com 74% a menos de poluio do ar; 35% a menos de poluio da gua; um ganho de energia de 64%. Dependendo do produto, gera uma reduo de 30% a 40% da matria-prima utilizada, e um exemplo a fabricao das latas de alumnio em que h uma economia de 90% de bauxita a cada latinha nova posta no mercado, alm de isso gerar, tambm, 5 vezes mais empregos do que os gerados na extrao de matria-prima virgem. Em um estudo especial sobre sustentabilidade encontrado na revista EXAME do dia 18/07/2007 (a ntegra segue em anexo no presente trabalho), pode-se perceber que o tema sobre aquecimento global proporcionou oportunidades de novos negcios para pases e empresas. Dentre todas as oportunidades geradas, podemos destacar as questes ligadas ao lixo, como o caso do Japo, que definiu leis para punir quem joga equipamentos usados no lixo comum, acompanhado da obrigao imposta s empresas a ter um percentual de reciclagem conforme o setor. H pouco tempo atrs, era comum encontrar nos lixes do Japo componentes eletrnicos como televisores e computadores jogados sem nenhum tipo de separao de resduos. Como neste pas a tecnologia muito avanada, a variedade e a velocidade de lanamentos de novos produtos proporcionam cada vez mais o rpido descarte. Nos ltimos anos, o governo japons tentou criar meios de minimizar o problema da quantidade de lixo, como pode ser verificado em trecho da revista EXAME (18/07/2007, p.14): Nos ltimos sete anos, o governo japons iniciou uma luta para acabar com as montanhas interminveis de lixo que custam bilhes de dlares por ano para se incineradas e que no encontravam mais espao no diminuto territrio do pas. Hoje, a reciclagem atinge 49% do total de 570 milhes de toneladas de lixo geradas por ano no Japo e movimenta 63 bilhes de dlares, o dobro do tamanho do setor de tratamento de lixo. O programam de reciclagem japons, iniciado em 2000, envolveu a instituio de regras de conduta para consumidores, varejistas e fabricantes. Uma srie de leis comeou a punir de maneira severa quem descartasse produtos usados em lugar pblico ou aterros ilegais, com multas de at 80 000 dlares ou cinco anos de cadeia. Os lojistas passaram a receber aparelhos usados dos consumidores e a remete-los a centros de consolidao, operados por consrcios de fabricantes. O texto acima deixa claro que a legislao japonesa em relao reciclagem bastante complexa, pois at indica procedimentos especficos para cada um dos 33 produtos com reciclagem obrigatria. Certamente o Japo est se tornando um grande exemplo de eficincia com relao ao processo de reciclagem, demonstrando que possvel combater o desperdcio e os crimes de porte ambiental. Outro bom exemplo que encontramos na matria sobre uma empresa americana de carpetes, a Interface. A Interface, presidida pelo americano Ray Anderson, deu um salto significativo na reduo de desperdcios, uma vez que alterou os moldes da empresa, tornando seus simples carpetes, em carpetes ecolgicos. Primeiramente, mudou-se a matria-prima das fibras dos carpetes, deixando de ser utilizado produtos derivados de petrleo para fibras de vegetais. Ainda, em 1998, a Interface criou um programa indito, onde a empresa entra em contato com clientes donos de velhos carpetes e se encarrega de retir-los, fazendo a reciclagem desses velhos produtos. Da mesma forma que o Japo, a Interface obteve lucros com a utilizao da reciclagem, como se pode verificar na matria da revista EXAME (18/07/2007, p.15): A lgica por trs de tanto esforo, como ressalta o empresrio, vai alm dos discursos ambientalmente correto. Sua empreitada na reduo de desperdcios, por exemplo, resultou numa economia de 336 milhes de dlares nos ltimos dez anos apenas com diminuio de consumo de gua e energia na fbrica. O maior ganho, porem, est no aumento do uso de material reciclado ou de origem orgnica na linha de produo. Nos ltimos cinco anos, o ndice desse tipo de material no produto final passou de 3% para 21%. A mudana teve impacto direto nos resultados financeiros da companhia. De 1994 a 2006, o Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciao e amortizao) da Interface cresceu 82%(veja quadro). Nesse perodo, o mercado americano de carpetes diminuiu mas de 30%. Nossa margem de lucro s tem aumentado, mesmo durante a recesso , afirma Anderson - nem por um minuto passou pela nossa cabea abandonar nossa estratgia baseada na sustentabilidade. Em relao ao Brasil, podemos dizer que a sua participao na Conferncia de Estocolmo resultou na identificao de problemas ambientais vinculados ao desenvolvimento que ocorria no pas. Nesse sentido, o governo brasileiro sentiu a necessidade e a ocasio de institucionalizar autoridade, em condio federal, de forma a preservar a questo ambiental do pas. Podemos encontrar em no livro de Andrade, Tachizawa e Carvalho (2000, p. 05) os rgos institudos pelo governo brasileiro, no qual cada um desses tinha uma funo especfica: Em 30 de outubro de 1973 foi criada a Secretaria Especial de Meio Ambiente (Sema). Tal iniciativa da rea federal foi precedida pela criao da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) (Lei n.118, de 29 de junho de 1973), sendo logo em seguida institudo o Conselho Estadual de Proteo Ambiental (Cepram), na Bahia, em 4 de outubro de 1973. A partir do ano de 1975, cada estado brasileiro comeou a criar rgos ambientais, juntamente com legislaes e regulamentaes em relao a tal tema, levando-se a questo ambiental para todos os nveis: federal, estadual e, em seguida, municipal. Pode-se relatar tambm sobre repercusso das questes ambientais nas empresas brasileiras, j que a organizao ambiental passou a ser elemento fundamental, sofrendo, apenas, adaptaes conforme a dimenso e tipo de indstria ou empresa. Geralmente as empresas que se destacam na questo de gerenciamento ambiental so as multinacionais, seguidas pelas empresas nacionais de grande porte. A auditoria ambiental, por exemplo, uma das formas de gerenciamento ambiental, tendo como principal objetivo ajudar o processo de avano dos programas de controle ambiental. Nos ltimos anos, houve um aumento de empresas brasileiras que vem se utilizando dessas auditorias ambientais, uma vez que esse tema vem chamando a ateno da sociedade. o que afirmam Andrade, Tachizawa e Carvalho (2000, p. 06): Em funo das exigncias da sociedade, feitas por parte das organizaes, de um posicionamento mais adequado e responsvel, no sentido de minimizar a diferena verificada entre os resultados econmicos e sociais, bem como da preocupao ecolgica, que tem ganhado destaque significativo, e em face de sua relevncia para a qualidade de vida das populaes, tem-se exigido das empresas um novo posicionamento em sua interao com o meio ambiente. Nos anos 80, os gastos com proteo ambiental comearam a ser vistos, pelas as empresas lderes, no primordialmente como custo, mas como investimento no futuro e, paradoxalmente, como vantagem competitiva. A atitude passou de defensiva e reativa para ativa e criativa. 3.1.3 Os 3 Rs O sistema dos 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) contm, de forma simples, questes de relevncia ambiental, e est relacionado inteiramente com o problema do lixo urbano. Tal sistema tem como objetivo a conscientizao popular e empresarial, demonstrando as possveis alternativas para a reduo dos resduos. Assim, passamos a apresentar, a seguir, o conceito dos 3 Rs e suas informaes demonstrativas: - Reduzir: Trata de diminuir a produo de resduos, evitando o desperdcio, deixando-se de utilizar embalagens de forma excessiva. Segundo a pgina eletrnica do Setor Reciclagem ( HYPERLINK "http://www.setorreciclagem.com.br/" http://www.setorreciclagem.com.br) podemos encontrar algumas dicas que ajudariam a evitar uma grande produo de resduos sem necessidade: O antnimo de desperdcio economia. No faz sentido usar mais do que se necessita. s vezes no percebemos isso e no fazemos conta dos prejuzos que decorrem desses atos para ns mesmos e, no caso em questo, para todo o ecossistema. Observe que atitudes simples podem evitar o desperdcio, gerando economia: -Evite pegar mais saquinhos dos que os necessrios no mercado; -Deixe de valorizar embalagens suprfluas que fazem um grande volume para chamar a ateno ou so difceis de reciclar; -Estude o uso de objetos durveis no lugar dos descartveis; -Revise texto no computador antes de imprimir; -No aceite folhetos na rua ou no carro, se no forem do seu interesse; -Seja racional no uso da gua quando for tomar banho, ao escovar os dentes, fazer a barba, lavar o quintal ou o carro. Torneira aberta sem uso gua limpa que vai para o esgoto; -Desligue a luz do ambiente onde no houver ningum; -No ponha no prato mais do que voc vai comer e no faa comida para jogar fora; -Pesquise receitas de alimentos a base de cascas de frutas e talos e folhas de verduras. - Reutilizar: reaproveitar os produtos e materiais que j foram usados, valendo de toda criatividade, dando a eles um novo modo de utilizao. interessante tambm observarmos as dicas encontradas no Setor Reciclagem ( HYPERLINK "http://www.setorreciclagem.com.br" www.setorreciclagem.com.br): Aqui a criatividade conta muito, um estmulo para reduzir o lixo e fazer economia: -Use as duas faces das folhas de papel para escrever ou imprimir; -Reaproveite envelopes, sacolas, papis de embrulho, saquinhos de supermercado e embalagens; -Use frascos, potes, garrafas, caixas e vasilhas para guardar utenslios; -Aproveite a gua com sabo que foi usada para lavar roupas, lavando o quintal ou a calada; -Conserte aparelhos eltricos ou mecnicos antes de comprar novos; -Reforme roupas, calados e mveis; -Quando finalmente for repor objetos por novos, troque-os em brechs, sebos ou faa doaes para outros utilizarem. - Reciclar: Esgotados os esforos de reduo e reutilizao, a reciclagem seria a nica alternativa para diminuir problemas ligados ao lixo, fazendo com que retorne ao processo de produo muitos resduos que seriam perdidos em aterros ou lixes. Dessa forma, importante lembrarmos que uma forma adequada de encaminhar os resduos para a reciclagem por meio da coleta seletiva. A reciclagem como fonte de emprego e renda Feitos os comentrios necessrios acerca do tema, iremos tratar ento da reciclagem com o foco voltado questo da empregabilidade e renda gerada por ela, demonstrando-se que tal processo de relevncia ambiental serve como uma alternativa aos menos favorveis economicamente. 3.2.1 O mercado de sucatas A oportunidade de negcios a ser comentada, no presente trabalho, em relao ao comrcio de sucatas. Essa uma atividade em que existem diversos agentes envolvidos, j que esta pode ser separada em nveis, tendo cada participante uma funo diferente. Quanto ao primeiro nvel, podemos encontrar os catadores que coletam os materiais reciclveis em diversos lugares, como em ruas, escritrios, casas, parques, escolas etc. Por ser um trabalho sujo, que lida com restos de resduos, geralmente feito pelos menos favorecidos economicamente, cabendo a estes, a manuteno do processo de desvio, coleta e separaes. uma forma de amenizar os problemas de desemprego e falta de renda, oferecendo-se, assim, uma oportunidade de receber o mnimo para seu sustento. Ainda nesse primeiro nvel, podemos encaixar a questo das chamadas cooperativas de reciclagem ou de coleta seletiva, tema que ser discutido mais adiante de forma aprofundada. J em relao ao segundo nvel, encontram-se os pequenos sucateiros ou ferro-velhos, que tm propriedades e espaos fsicos para acmulo de estoques. Temos tambm o terceiro nvel reunindo os grandes sucateiros ou ferro-velhos maiores, que tm maiores condies de depositar os referidos materiais. O quarto e ltimo nvel , finalmente, constitudo pelos recicladores propriamente ditos, como, por exemplo, a siderrgica Gerdau, que recicla materiais ferrosos. Podemos firmar os quatro nveis, segundo tabela de Grippi (2005, p. 55): Quadro 09 Nveis de organizao dos sucateiros Nveis Denominao1 2 3 4Catador de rua ou autnomo Pequenos sucateiros Grandes sucateiros RecicladorFonte: GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p.55. Em cada um desses nveis, estipulado um cmbio, na qual se levam em considerao as distncias a serem percorridas, o mercado consumidor etc. Compete ento aos catadores, cooperativas e ferro-velhos, a responsabilidade de recuperar os resduos que seriam depositados em aterros e lixes, evitando que esses produtos sejam geradores de problemas ambientais. Um tema que tem gerado discusses e que est relacionado ao mercado de reciclveis a questo dos tributos a serem pagos. Conforme matria publicada pelo Cempre ( HYPERLINK "http://www.cempre.com.br" www.cempre.com.br), a indstria de reciclagem necessita de uma poltica fiscal diretamente relacionada com o lixo. Podemos acompanhar alguns comentrios sobre o presente assunto, os quais retratam a falta de conhecimento do governo brasileiro em relao importncia da reciclagem em nosso pas: Potencial desprezado - "Lamentavelmente, o governo brasileiro, nas esferas federal, estadual e municipal, est longe de perceber o importante papel da reciclagem num pas como o nosso, A atividade concilia, como nenhuma outra, ganhos sociais, econmicos e ambientais. ilgico que ainda no tenha sido contemplada com uma poltica fiscal prpria, incentivadora e padronizada para todo o territrio nacional. No racional cobrar impostos dos recicladores nos mesmos patamares de negcios que no atingem todos esses objetivos", afirma Maria de Lourdes Souza Nunes, responsvel pela rea de Cooperativas do Sebrae Nacional. Para se ter uma idia, diariamente os Balces de Informaes do Sebrae recebem consultas de pessoas interessadas em entrar no negcio da reciclagem. Outro comentrio a ser observado demonstra que existe uma grande procura nesse mercado, sendo que os custos para implantao de negcio so baixos. Alm disso, afirma-se que o governo no d apoio e incentivo a esse comrcio, sendo que tais projetos atendem a pessoas necessitadas e desempregadas, em especial, as classes mais pobres, alm de ter todo beneficio ambiental: As cooperativas e microindustrias, principalmente recicladoras de plstico, vidro e papel, tm despertado grande interesse. A maioria das pessoas que nos procura no tem capital e quase sempre est desempregada. Mas sabem que tm um potencial a ser explorado: a vontade de trabalhar e a proximidade aos centros geradores de materiais reciclveis. Os custos de implantao desse tipo de negcio so baixos se comparados com os bons resultados, obtidos no curto e mdio prazos. O governo deveria estar mais atento e fazer deslanchar esses projetos porque geram renda para pessoas muito humildes, alm de todo o ganho ambiental e econmico. a soluo que o mundo inteiro est adotando para combater o desemprego nas camadas mais pobres da populao", diz Benedito Roberto Zurita, gerente de Aes Associativas do Sebrae-SP. Recentemente, o Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio instituiu o Programa Brasileiro de Resduos Industriais. Esse programa tem como finalidade determinar uma poltica nacional relacionado ao lixo. Conforme um comentrio encontrado, ainda na matria do Cempre, existem dois pontos que precisam ser separados: o primeiro est de acordo com o que indispensvel, referindo-se necessidade dos resduos slidos obterem uma poltica fiscal prpria; o segundo ponto, por sua vez, est relacionado ao contedo dessa ao, uma vez que o incentivo reciclagem no foi colocado em evidncia, como descrito no trecho a seguir: "Esse esforo tem por objetivo redefinir uma poltica nacional para o lixo. Paradoxalmente, ficou de fora da pauta uma questo vital; os incentivos reciclagem ou, pelo menos, quais os desincentivos atuais que precisam ser extintos. O atual governo totalmente insensvel questo ou est muito mal informado", desabafa Adolfo Braga Neto, secretrio executivo da Abiplast. Ainda na pgina eletrnica do Cempre ( HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br), podemos encontrar algumas sugestes para a formulao de uma poltica fiscal adequada reciclagem, sendo que elas foram de comum acordo entre entrevistados, cartas e e-mails recebidos: Alquota nica de ICMS para todos os estados da Federao - hoje o ICMS varia de 7% a 18% (veja tabela ao lado) . Esse imposto cobrado das cooperativas e indstrias recicladoras (quando comercializam produtos reciclados - sobre os reciclveis ou sucatas no incide ICMS). Alquota nica de IPI para os reciclados. Iseno das cooperativas e associaes do pagamento dos impostos federais, estaduais e municipais. Iseno, pelo perodo mnimo de 1 ano, do pagamento de ISS, imposto municipal pago por trabalhadores autnomos membros de associaes e cooperativas de catadores. Esse tributo varia de municpio para municpio sendo, na maioria das vezes, um valor fixo pago uma vez por ano. Iseno, pelo perodo mnimo de 5 anos, das associaes e cooperativas de catadores do pagamento de COFINS, PIS e Contribuio Social (impostos federais). Estender o diferimento do ICMS das sucatas de ao s latas de alumnio em todo o territrio nacional. Diante das sugestes apresentadas, podemos notar a realidade em que se encontra o mercado de reciclveis, principalmente quanto poltica fiscal imposta atualmente. Vejamos o quadro a seguir: Quadro 10 Tributos conferidos ao mercado de sucatas Esfera Federal Pagos por recicladores de todo Brasil, sejam associaes, cooperativas ou empresas, Incidem sobre as vendas efetivadas no ms. PIS 0.65% COFINS 3.65% IPI* Plsticos - (5%) Outros reciclados - (4%). Caixas de papel reciclado para embalar alimentos so isentas *incide somente sobre os reciclados. Sucatas so isentas Esfera Estadual Incidem somente sobre produtos reciclados - os reciclveis no so tributados ICMS 7% (operaes realizadas dentro e fora dos estados do Esprito Santo, Regies Norte, Nordeste e Centro-Oeste) 12% vendas feitas para os estados do Sul e Sudeste (excetuando-se So Paulo) 18% vendas feitas dentro dos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro 17% (operaes realizadas dentro de estados como So Paulo, Rio Grande do Sul, Gois, Rio de Janeiro, Cear etc.) Fonte: Escritrios de contabilidade das vrias regies do Brasil Fonte: Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 20/10/2007, s 00:30. 3.2.2 Cooperativismo Antes de entrarmos na questo do cooperativismo ligado a reciclagem, devemos compreender um pouco os seus conceitos e a sua origem. A origem da palavra cooperativa ou co-operative se deu por volta do ano de 1817, na Gr-Bretanha, por Robert Owen. Essa poca foi marcada pelo longo ciclo de guerras ocasionadas pela Revoluo Francesa, o qual provocou, em seu fim, um grande abalo nas economias da regio da Gr-Bretanha, deixando milhares de desempregados. Nesse contexto, Owen apresentou planos ao governo britnico, no qual propunha que, ao invs de distribuir os fundos de sustento dos pobres (j que o nmero de desempregados estava por aumentar), o governo deveria reverter esse fundo na compra de terras e na construo de Aldeias Cooperativas, onde poderiam viver cerca de 1.200 pessoas, trabalhando nas terras e nas indstrias, produzindo, assim, o seu prprio sustento. Nas palavras de Singer (2006, p. 26), podemos perceber as idias que tinha Owen, tendo como fundamento questes de classe econmica e social: O raciocnio econmico de Owen era impecvel, pois o maior desperdcio, em qualquer crise econmica do tipo capitalista (devida queda da demanda total), a ociosidade forcada de parte substancial da fora de trabalho. H um efetivo empobrecimento da sociedade, que se concentra nos que foram excludos da atividade econmica. Portanto, conseguir trabalho para eles expandir a criao de riqueza, permitindo a rpida recuperao do valor investido. Isso foi demonstrado de outra forma por Jonh M. Keynes, tambm britnico, durante a terrvel crise da dcada de 1930. Desta vez os governos atenderam o apelo e passaram a praticar polticas de pleno emprego que funcionaram durante cerca de 30 anos, demonstrando a veracidade da tese de Keynes, antecipada 119 anos antes por Owen. Porm, no perodo entre a segunda dcada do sculo XIX, os planos de Owen foram negados pelo governo britnico. Quanto mais explanado tal tema, mais evidente ficava demonstrado que no propunha apenas em baratear os gastos com os pobres, mas sim uma transformao radical no sistema social, eliminando e ferindo conceitos de empresa lucrativa capitalista. Sem esperanas, Robert Owen partiu para os Estados Unidos, com os mesmo planos de criar Aldeias Cooperativas, o que, segundo Singer (2006, p. 26), seria: um modelo da sociedade do futuro, a ser imitado por pessoas de boa vontade mundo afora. Entretanto, seus planos no foram aceitos novamente. Sua tentativa logo sofreu vrias criticas e divergncias; e desiludido, acabou por retornar Inglaterra. Entre a viagem de retorno de Owen, alguns de seus discpulos comearam a colocar em prtica a idia do cooperativismo, sendo esta disseminada por toda parte. Alm disso, na mesma poca das cooperativas, surgem os movimentos sindicalistas, graas revogao do chamado Combination Acts. Isso porque essa lei proibia qualquer tipo de manifestao ou organizao por parte dos trabalhadores, e foi utilizada para acuar e enfraquecer a evoluo dos sindicatos, dos quais boa parte j se encontrava na clandestinidade. Com a sua revogao em 1824, surgiram novos sindicatos e, com eles, as cooperativas. Segundo Singer (2006, p. 27), a primeira cooperativa owenista foi criada por George Mudie, que mobilizou um grupo de jornalistas ingleses a fim de conviverem unidos pelos ganhos proporcionados pela atividade: A primeira cooperativa owenista foi criada por George Mudie, que reuniu um grupo de jornalistas e grficos em Londres e props que formasse uma comunidade para juntos viverem dos ganhos de suas atividades profissionais. Em 1821 e 1822, Mudie e seus companheiros publicaram The Economist, o primeiro jornal cooperativo. Formaram a London Co-operative Society, mas aps algum tempo desistiram de viver em comunidade. Em seguida, surgiram mltiplos empreendimentos owenistas, em diversos segmentos e ramos de atividades. No entanto, com decorrer do tempo, o chamado owenismo acabou por se tornar movimento sindical e cooperativo da classe trabalhadora, que procurava reivindicar seus direitos em relao a salrios e a carga horria de servios. Como no conseguiram alcanar seus direitos, os trabalhadores tomaram frente contra os capitalistas; agora no fazendo greves e paralisando toda produo, mas de forma a competir com eles (empregadores) no mercado. Mas o impulso maior sobre a economia solidria aconteceu atravs do cooperativismo de consumo, que teve um papel importante com a sua difuso pela Europa a partir do sculo XIX. Esse cenrio foi provocado pela famosa Cooperativa dos Pioneiros Eqitativos de Rochdale, que, segundo Singer (2006, p. 39), considerada a me de todas as cooperativas. A cooperativa de Rochdale (denominao de uma famosa cidade txtil no norte da Inglaterra) foi fundada por 28 operrios de diversas ocupaes, sendo que a metade deles eram owenistas e tinha como objetivo a criao de uma colnia auto-suficiente e o apoio a outras associaes com a mesma inteno. Singer (2006, p. 39) destaca a criao de tal cooperativa e seus princpios: O impulso para a criao da cooperativa pode ter sido a derrota de uma greve de teceles em 1844. Adotaram uma srie de princpios, que seriam depois imortalizados como os princpios universais do cooperativismo: 1o) que as decises a serem tomadas cada membro teria direito a um voto, independentemente de quanto investiu na cooperativa; 2o) o nmero de membros da cooperativa era aberto, sendo em principio aceito quem desejasse aderir. Por isso este princpio conhecido como o da porta aberta; 3o) sobre capital emprestado a cooperativa pagaria uma taxa de juros fixa; 4o)as sobras seriam divididas entre os membros em proporo as compras de cada um na cooperativa; 5o) as vendas feitas pela cooperativa seriam sempre feitas vista; 6o) os produtos vendidos pela cooperativa seriam sempre puros (isto , no adulterados); 7o) a cooperativa se empenharia na educao cooperativa; 8o) a cooperativa manter-se-ia sempre neutra em questes religiosas e polticas. Para finalizar a questo da economia solidria, seria interessante observarmos, ainda, o que acrescenta Singer (2006, p. 35): Esta a origem histria da economia solidria. Seria justo chamar esta fase inicial de sua histria de cooperativismo revolucionrio, qual jamais se repetiu de forma to ntida. Ela tornou evidente a ligao essencial da economia solidria com a critica operaria e socialista do capitalismo. A figura que sintetizou pensamento e ao nesta fase foi sem duvida Owen, exemplo acabado do pensador e homem de ao e que inspira os seus sucessores. Engels colaborou na imprensa owenista e tanto ele quanto Marx deveram muito a Owen, dvida alias nunca contestada. Com o desdobramento da histria das cooperativas que tivemos a oportunidade de conferir acima, podemos entender mais facilmente a essncia das cooperativas, no importando qual seja a classificao empregada por lei nos dias de hoje. Na obra de Gonalves, Oliveira e Abreu (2002, p. 32), podemos encontrar a classificao das cooperativas, servindo de apoio para maior conhecimento: O que diz a lei: As sociedades cooperativas foram classificas pela Lei n.o 5764/71 (art. 6o) em: -Cooperativas de consumo; -Cooperativas de crdito; -Cooperativas mistas; -Cooperativas de trabalho, entre outras Adentrando diretamente no assunto dos chamados catadores de materiais reciclveis, devemos saber que, por lei, sua classificao Cooperativas de trabalho, entre outras. Segundo Gonalves, Oliveira e Abreu (2002, p. 32), as cooperativas de materiais reciclveis tm base no Decreto-lei n. 22.232, de 19/12/1932, em seu artigo 24, como: (...) aquelas que, constitudas entre operrios de uma mesma profisso ou oficio ou ofcios vrios de uma mesma classe, tem como finalidade primordial melhorar os salrios e as condies de trabalho pessoal de seus associados e dispensando a interveno de um patro ou empresrio, se propem a contratar obras, tarefas, trabalhos ou servios pblicos ou particulares, coletivamente por todos ou por grupos de alguns. Vale destacar que o objetivo atual das cooperativas de reciclagem em nada se altera em relao aos princpios destacados anteriormente sobre a primeira cooperativa de Rochdale, em que a unio de pessoas cria a possibilidade de prestar servios de forma coletiva e solidria, assumindo-se e compartilhando-se deveres e ganhos. Alm disso, as cooperativas modernas possuem uma doutrina, que procura ratificar a melhoria de nvel de vida dos participantes. Magera (2005, p. 55) aponta as doze virtudes da doutrina cooperativista: Viver melhor, socializando as dificuldades e problemas do grupo Pagar a dinheiro, evitando o endividamento e tendo ganho econmico Poupar sem sofrimento, atendendo polticas de investimento das sobras. Suprimir os parasitas, afastar os atravessadores na compra e venda de produtos e servios. Combater o alcoolismo, vivendo de maneira sadia. Integrar as mulheres nas questes sociais, ressaltando a importncia da participao feminina na tomada de decises da cooperativa. Educar economicamente o povo, pois a educao uma alternativa pobreza Facilitar a todos o acesso propriedade, pois essencial unir esforos para conquistar os meios de produo Reconstituir uma propriedade coletiva para ter acesso propriedade. Estabelecer um preo justo, sendo o trabalho (remunerado) e os preos definidos sem inteno especuladora. Eliminar lucro capitalista, objetivando a produo como necessidade humana. Neste caso, nota-se uma incoerncia, porque, se a prpria cooperativa no for lucrativa, ser fechada por razes bvias. Abolir os conflitos, visto ser o cooperativado o dono e usurio da cooperativa. Com base nessas doutrinas, interessante entendermos que a cooperativa no utilizada apenas como um meio de ter poder de barganha, mas tem objetivos de incluso social, resgatando a auto-estima de pessoas que no tiveram oportunidades de trabalho ou, alm disso, de educao. Podemos encontrar nas informaes abaixo, apresentadas por Gonalves, Oliveira e Abreu (2002, p. 33), algumas questes relevantes sobre a implantao do gerenciamento integrado de resduos solidos urbanos (GIRSU), esclarecendo-se as seguintes dvidas : Por que o catador deve se organizar? O objetivo de uma associao no somente melhorar a renda dos catadores, mas tambm conquistar direitos. Numa associao, todos os esforos so concentrados para que o associado tambm adquira autonomia e se emancipe. Por meio dessa organizao, o associado se fortalece e passa a desfrutar de uma srie de benefcios conquistados por ela e pelas parcerias, aos quais o catador isolado no teria. A associao e seus rgos essenciais Existe na associao trs rgos essncias, compostos pelos prprios associados: a Assemblia Geral, o Conselho Fiscal e a Diretoria ou Comisso Coordenadora. A Assemblia Geral o rgo mais importante da associao e formada por todos os associados. na Assemblia que todos votam, participam, do sugestes e elegem os associados que ocuparo os cargos do Conselho Fiscal e da Diretoria ou da Comisso Coordenadora. O presidente ou Coordenador da Diretoria pode ser visto como dono da associao? A diretoria existe para trabalhar na administrao e representao da associao, cumprindo a vontade dos associados. muito importante entender que o Presidente ou Coordenador no dono ou patro da associao. Ele apenas uma pessoa que os associados elegeram para trabalhar em beneficio de todos. Na condio de associado, posso se fichado? Na associao no h empregados. Todos so donos da associao e portanto devem zelar por ela. Fichados sero aquelas pessoas contratadas pela associao, segundo a vontade dos associados, para determinadas funes da mesma. Qual o documento mais importante da associao? Os estatutos. Nesse documento, os associados definem, de forma autnoma, como se organizar a associao, quais so seus objetivos, quais os rumos que devem ser tomados e como ser o relacionamento entre os associados e a Diretoria. Qualquer pessoa pode entrar para a associao? Os associados, em Assemblia Geral, quando definem seus estatutos, deixam claro quais critrios para se aceitar um novo associado. Deve-se tomar cuidado para que a solidariedade e o sentimento de emancipao no sejam minados por pessoas que no assimilam os objetivos da associao. Como a associao deve ser administrada? Em uma associao deve haver uma gesto democrtica. Isso significa que todas as decises, que no sejam funo do Conselho Fiscal ou da Diretoria, devem ser tomadas democraticamente nas Assemblias Gerais, antecedidas por discusses e finalizadas, naquel momento, por votao dos associados. O voto de cada associado tem o mesmo valor, independente do cargo que ele ocupa na associao. Um dos grandes problemas que, sem dvida, encontramos no Brasil a questo da educao. Na realidade, por falta dessa ferramenta indispensvel, as cooperativas de lixo tornam-se refns de apenas alguns participantes, j que a grande maioria por sua ignorncia, no tem capacidade suficiente de opinar, votar ou mesmo negociar os resduos. Essa uma grande questo que se deve mudar, uma vez que a falta de participao dos integrantes das cooperativas fere alguns princpios do prprio cooperativismo, como visto anteriormente. Certamente, esse um problema comum principalmente entre a maioria das cooperativas de materiais reciclveis no Brasil, pois bom lembrar que aquelas pessoas que no tiveram acesso educao encontraram no lixo o seu meio de sustento. Dessa forma, cabe aos rgos municipais, ou mesmo s cooperativas, a busca por esses indivduos que vasculham o lixo, de forma precria e informal, dando a eles oportunidade de profissionalizao, de educao, juntamente com a incluso social pelo trabalho. Essa uma questo ligada ao monitoramento e consolidao do trabalho cooperativo, no qual se resume em prestao de contas dos recursos aplicados, permitindo comparar os resultados alcanados, mensurando, assim, as aes concretizadas. Para ser feita tal avaliao, necessrio definir antes alguns indicadores, que certamente permitiro checar e avaliar as aes estabelecidas no plano, ou seja, refere-se a viso do atual momento e aquela que se deseja alcanar. Podemos, assim, citar os principais indicadores do processo de monitoramento da implementao das cooperativas, que se resume em questes sociais e ambientais, segundo Gonalves, Oliveira e Abreu (2002, p. 36): O nmero de catadores no lixo e de crianas filhas de catadores que no estejam na escola, a quantidade de material reciclvel comercializada, a existncia de lixo, o percentual de domiclios sem coleta de lixo, o ndice de doenas relacionadas com o lixo, os ndices de contaminao das guas, so alguns indicadores importantes para a gesto de resduos. Portanto, como visto, os indicadores servem para demonstrar as mudanas ocorridas, de forma a revelar o impacto scio-ambiental decorrente das aes praticadas no apenas da cooperativa, mas de toda sociedade. A parceria entre o poder pblico, a sociedade civil e os catadores de materiais reciclveis em uma cidade cria uma expectativa aos trabalhadores que almejam reconhecimento social e profissional em outros municpios da mesma regio ou estado, tornando, assim, um exemplo bem sucedido da luta dos catadores por condies melhores. Ainda dentro da questo da empregabilidade gerada pela reciclagem, podemos nos lembrar dos indivduos que so contratados por ferro-velhos, sendo que esta mo-de-obra pode requerer pessoas qualificadas ou no, dependendo da funo que ser desempenhada. Esses dois exemplos citados (cooperativas e ferro-velhos) so apenas modelos de empregabilidade ou disposio de renda a pessoas que no tiveram oportunidades na vida, devido a questes familiares, ou mesmo de necessidade alimentar. Podemos prolongar ainda mais a questo da empregabilidade decorrente da reciclagem se incluirmos os inmeros beneficiados em todo trajeto em que se transforma resduo em matria-prima novamente, j que, a cada fase, necessita-se de pessoas, em cargos diversos, para que tal processo possa ser concludo. 3.2.3 Coleta Seletiva A coleta seletiva nada mais que a separao de materiais ou resduos potencialmente reciclveis do lixo domstico. Essa ao comea dentro dos domiclios: cada cidado separa seu lixo orgnico do inorgnico, para, posteriormente, ser coletado pelas cooperativas de materiais reciclveis. A coleta seletiva pode ser feita atravs dos PEVs Postos (pontos) de Entrega Voluntria, que so postos especiais colocados em lugares estratgicos da cidade, onde cada caamba ou continer especial diferenciado por cores, de acordo com os tipos de resduos. Podemos observar abaixo a padronizao das cores relativas a cada tipo de material a ser coletado que foi apresentada no livro de Grippi (2005, p. 42): Quadro 11 Padronizao dos PEVs Cor do recipiente de ColetaMaterial a ser ColetadoAzul Amarelo Verde VermelhoPapel/ Papelo Metais/Alumnio Vidrarias Plstico em geralFonte: GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. Rio de Janeiro: Intercincia, 2006. p. 42. Alm disso, Grippi (2005, p. 41), apresenta tambm os aspectos favorveis da coleta seletiva, os quais geram vrios benefcios: A qualidade dos materiais recuperados pode ser boa, uma vez que estes esto menos contaminados pelos outros materiais presentes no lixo. Estimulo cidadania, pois a participao popular refora o esprito comunitrio e envolve a populao na soluo do problema. Permite maior flexibilidade na execuo, uma vez que pode ser feita em pequena escala e ampliada na medida da necessidade. Permite parcerias com catadores, cooperativas, empresas, associaes ecolgicas, escolas, sucateiros etc. Reduo do volume do lixo que deve ser disposto no aterro. Como a grande meta do sistema de coleta seletiva reduzir a quantidade de resduos reciclveis enviados para aterros, podemos mensurar tal benefcio, conforme a indicao de Grippi (2005, p. 42): Toneladas ms de coleta seletiva / Toneladas ms de coleta regular x 100 = Taxa de material desviado do aterro (%) A divulgao do Cempre ( HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br) sobre o resultado da pesquisa Ciclosoft 2006, que tinha como objetivo o acompanhamento particularizado da coleta seletiva nas prefeituras brasileiras desde 1994, demonstra que houve um aumento significativo nas atividades de programas de coleta. Os nmeros atuais (ano de 2006) demonstram que 327 prefeituras apiam programas de coleta seletiva. Considerando que o Brasil possui cerca de 5.563 municpios, podemos ento chegar a concluso que tal programa ocorre em menos de 6% das cidades do pas. Podemos encontrar ainda outros nmeros em relao quantidade de municpios com atividades de coleta seletiva, conforme destaca o prprio Cempre: Tabela 10 Dados histricos de pesquisa AnoNmero de cidades com coleta seletiva1994 1999 2002 2004 200681 135 192 237 327Fonte: Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 18/10/07, s 23h00. Por abranger os principais municpios aqueles com ndice populacional elevado, podemos afirmar que, segundo a pesquisa, 25 milhes de brasileiros tm acesso ao programas de coleta seletiva, sendo que 43% deles mantm relao direta com cooperativas de catadores. Segundo Andr Vilhena, diretor do Cempre, embora os nmeros de municpios com coleta seletiva tenham aumentado e as parcerias das prefeituras com cooperativas de catadores tenham proporcionado melhorias operacionais e reduo de custo, o Brasil est longe do ideal, ou seja: Em muitas prefeituras, temos baixo nvel de capacitao tcnica dos profissionais envolvidos com limpeza urbana, escassez de recursos financeiros oriundos da m gesto dos recursos pblicos e sistemas ineficientes de arrecadao. Isso tudo se soma resposta lenta da populao aos investimentos na rea. Fonte: Cempre /  HYPERLINK "http://www.cempre.org.br" www.cempre.org.br. Acesso em 18/10/07, s 23h00. Diante do que foi exposto, podemos observar que so as prefeituras tm a obrigao de melhorar a capacidade tcnica no que se refere questo da limpeza urbana, bem como gerar recursos e apoio aos catadores que vivem na informalidade. Concluso Diante do exposto, de se concluir que a situao ambiental atual tem trazido profundas mudanas ao campo econmico e empresarial, j que tem exigido novos comportamentos da sociedade. No campo econmico e empresarial, podemos dizer que a reciclagem um processo de aproveitamento de materiais inorgnicos e slidos acabou por gerar oportunidades de renda e empregabilidade, fazendo surgir uma nova categoria de empresrios e facilitando a vida de pessoas com alto nvel de pobreza, com uma conseqente melhoria da qualidade de vida. Nesse aspecto, pode-se afirmar que a reciclagem tem tambm uma funo social. Apesar da preocupao do Estado com a elaborao de atividades governamentais de educao, preservao e represso ambiental, faltam, ainda, a elaborao de uma poltica fiscal prpria para esse ramo de atividade e o efetivo gerenciamento do lixo por parte das prefeituras. s empresas, por sua vez, cabe uma nova viso de mercado que tende ao desenvolvimento sustentvel; e sociedade, a busca pela conscientizao de sua parcela de contribuio nesse assunto. Assim, como se pode observar, para que a reciclagem cumpra suas funes, torna-se ento importante o interesse de toda sociedade e a participao do Poder Pblico. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS ANDRADE, Rui Otvio Bernardes; TACHIZAWA, Takeshy; CARVALHO, Ana Barreiros de. Gesto ambiental: enfoque estratgico aplicado ao desenvolvimento sustentvel. So Paulo: Makron Books, 2000. CALDERONI, Sabetai. Os bilhes perdidos no lixo. 4. ed. So Paulo: Humanitas/FFLCH/USP, 2003. GRIPPI, Sidney. Lixo: reciclagem e sua histria: guia para as prefeituras brasileiras. 2. ed. 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@$@7@AuCwCCESFɼh=mH sH h=CJmH sH h=6OJQJ]^J h=CJ h=6]h=5OJQJ\^Jh=B*phh=OJQJ\^J h=5\ h=\hY! h=CJh=OJQJ^Jh=8  7 , m ` $dh`a$ ]` dh^`[$\$] ^]^` \]\`&m g a$dha$ $dh`a$ $dh`a$     $%&'()2343.z*+ $dh]a$$dh]`a$ $ d]^$ d]`$ & Fa$$a$yz{|}`;%+)0 !!" ]`$dh]`a$ d]` & F d]`"|##N%b&'`(((2+3+4+,-9/_0111$d]`a$$$ d]^$ `a$$d]`a$ $dh]a$ ]`122223333S45j5k5H7I799$dh]`a$$ & Fdh]a$$d]`a$ $dh]a$$ & Fdh]a$$d]`a$$$ d]^$ `a$9b9c9d9e9f9|9}9~9::y;z;{;|;};$& d]^& `a$$$ d]^$ `a$$ed]^e`a$$dh]`a$$d]`a$ $dh]a$};;;;<< >>>>>> >!> ? $dh]a$$ & F dh]a$$& d]^& `a$$$ d]^$ `a$$dh]`a$$ed]^e`a$$dh]`a$ ? ? @!@"@#@$@5@6@7@AAvCk$H$ d]H^$ `a$$ed]^e`a$ $dh]a$$ed]^e`a$$ & F dh]a$$& d]^& `a$$$ d]^$ `a$$d]`a$ vCwCxCyCCCCEESFTFUFVFWFhFiF$$ d]^$ `a$$& d]^& `a$ $dh]a$$ed]^e`a$$ & F dh]a$$dh]`a$$d]`a$SFWFjFGHK,KKNRRUUhViVVV'W>WWWWXX1YYYmZZZZZZZ4[5[b[c[[[[>\r\^/^__`%`aaabGbeeEgVgh.hjjllooqqh=CJOJQJaJ h=aJ h=6] h=CJh=5CJ\h=CJmH sH h=5CJ\h=mHsH h=CJ h=5\h=CiFjFGGHHH/JK*K+K,KKKN$dh]`a$$ & F  hhdh]^h`a$$d]`a$$$ d]^$ `a$$d]`a$ $dh]a$$ed]^e`a$NNNOPQR8TUUUUVgVhV$d$If]`a$$dh]^`a$ $dh]a$$d]`a$hViVjVuVVVV$d$If]`a$akd$$IfTF064 Fa#TVVVVWW%W&W$d$If]`a$akd$$IfTF064 Fa#T&W'WWWWWWXXxdM$ & F$ d]^$ `a$$$ d]^$ `a$ $dh]a$$d]`a$ ]^akdF$$IfTF064 Fa#TXXXY1Y2Y3YZlZmZZZZ5[c[d[[[$& d]^& `a$$dh]`a$ $dh]a$$ed]^e`a$$ & F$ d]^$ `a$[[[r\s\t\]________` $dh]a$$ & F dh]a$$d]`a$ $dh]a$$d]`a$ H$ ]H^$ $& d]^& `a$$ & F   d]a$``%`e```/araaaGbe[ ]^akd$$IfTF1064 FaT$d$If]`a$ dh]^`$d]`a$ GbHbIb cddeeeeeeeezff-ghhhhh$ & F dh]a$ $dh]a$ $dh]a$$d]`a$h,h-h.hhjjjjjkllllllllmwn$ & F dh]a$ $dh]a$$d]`a$$ & F dh]^`a$wnyozo{o|o}o~oooooooolpqqqqq$dha$$dh]`a$$d]`a$$ & F dh]a$$d]`a$ $dh]a$qqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqqr$a$$a$$dha$qqqr&r8rs&t't7t8tXupv w)wjwwxxxxt|u|4}e}f}z}{}|}}}~}}}}򞖩v_v,jh=B*CJOJQJU^JaJph#h=B*CJOJQJ^JaJphh=B*OJQJ^Jphjh=Ujf$RJ h=UVjh=Uh=5CJ\ h=6]!h=5B*OJQJ\^Jph h=5\ h=CJ h=CJh=5OJQJ\^Jh=h=OJQJ^J!rrrrrrrrr r r r&r'r(r)r*r+r8r9r:r+ss7t ^` $dh`a$$dha$$a$7t8tXuYuZupvjwwwwGxxxxxxxxxd`$a$$dha$ $dh]a$dh]^`  ]^ ` $ ]^$ dh^`xyz{u||.}/}0}1}2}3}4}e}~}}}}}}~~~~ $dh`a$$dha$$a$ $P]P^a$$a$$da$`}}}}}}}}}~J~U~ȃ(*Ͽϭn]M:M6h=%h=5B*CJOJQJ\^Jphh=B*CJOJQJ^Jph!h=6B*OJQJ]^Jph!h=5B*OJQJ\^Jphh=B*OJQJ^Jphh=B*OJQJ^JaJphh=B*CJOJQJ^Jph#h=B*CJOJQJ^JaJphh=0JCJOJQJ^JaJ,jh=B*CJOJQJU^JaJph2jh=B*CJOJQJU^JaJph~&X:h!ǃȃMNl҅()*$e^ea$`$a$$ & F$ ^$ `a$$$ ^$ a$$`a$ $dh`a$І׆ $$If^a$ $$If^a$ $$If^a$ $$Ifa$$^a$І -1wRSTՉľ餠鏇|thS(jh=B*CJOJQJU^Jphh=CJOJQJ^Jjh=Uj#RJ h=UVjh=Uh=5CJ\h=B*phh=h=OJQJ^Jh=B*CJOJQJ^Jph h=CJh=5CJ\h=CJmH sH #h=B*OJQJ^JmH phsH h=B*OJQJ^Jphh=5CJ\ $(-xooooooooooo $$Ifa$kd$$IfTFF" V06    4 FahT -036P|ˇfkd$$IfTFF" V06    4 FahT $$Ifa$ $$Ifa$ ST  $dh`a$$`a$ $edh^ea$ $Pp]P^pa$$h^ha$e^e$e^ea$$h^ha$ p]^pՉ։׉  %pViӕ"4ӵ~hTBTBTBTBTBTBTBT#h=B*CJOJQJ^JaJph'h=0JB*CJOJQJ^JaJph+h=B*CJOJQJ^JaJmHphsH/h=0JB*CJOJQJ^JaJmHphsH!h=5B*OJQJ\^Jphh=B*OJQJ^Jphh=B*CJOJQJ^Jphh=0JCJOJQJ^J(jh=B*CJOJQJU^Jph.jJwh=B*CJOJQJU^Jph% pqrsVӕ"o$e^ea$$& ^& a$$$ ^$ a$$`a$ $dh`a$4oޙߙ# my)ajdv2? 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