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CONSIDERAES INICIAIS A questo tica um fator imprescindvel para uma sociedade e por isso sempre encontramos diversos autores tentando definir o que vem a ser tica e como ela se interfere em uma sociedade, a seguir veremos algumas dessas definies: A tica pode ser compreendida como ...teoria, investigao ou explicao de um tipo de experincia humana ou forma de comportamento dos homens... (VZQUEZ 2005), e possui como funo fundamental estudar a essncia do comportamento moral e diferente da moral propriamente dita. Ainda segundo esse autor:A tica estuda uma forma de comportamento humano que os homens julgam valioso e, alm disto, obrigatrio e inescapvel (VZQUES, 2005). Para Chau, todo ser tico sujeito moral, para sermos ticos precisamos ter conscincia e responsabilidade sobre os nossos atos, precisamos agir conforme a nossa razo de forma ativa e sem se deixar levar pelos impulsos ou opinio dos outros (CHAU, 2004). 2. METODOLOGIA O mtodo de pesquisa escolhido para compor esse estudo foi o qualitativo, sendo que a estratgia de pesquisa escolhida foi bibliogrfica. Na acepo de Marconi e Lakatos (2006), a pesquisa bibliogrfica um procedimento reflexivo sistemtico, controlado e crtico, que permite descobrir novos fatos e dados, relaes ou leis, em qualquer campo do conhecimento. De acordo com essa temtica a pesquisa bibliogrfica trata-se de um levantamento da bibliografia j publicada, em forma de livros, revistas cientficas, anais de congressos e imprensa escrita. Os autores corroboram afirmando que a referida tcnica de pesquisa coloca o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi publicado acerca da temtica em questo. 3. A tica na administrao Pblica. O tema: tica por si s polmico, entretanto causa ainda mais inquietao quando falamos sobre a tica na administrao pblica, pois logo pensamos em corrupo, extorso, ineficincia, etc., mas na realidade o que devemos ter como ponto de referncia em relao ao servio pblico, ou na vida pblica em geral, que seja fixado um padro a partir do qual possamos em seguida julgar a atuao dos servidores pblicos ou daqueles que estiverem envolvidos na vida pblica, entretanto no basta que haja padro, to somente, necessrio que esse padro seja tico, acima de tudo. A questo da tica pblica est diretamente relacionada aos princpios fundamentais, sendo estes comparados ao que chamamos no Direito, de "Norma Fundamental", uma norma hipottica com premissas ideolgicas e que deve reger tudo mais o que estiver relacionado ao comportamento do ser humano em seu meio social, alis, podemos invocar a Constituio Federal. Esta ampara os valores morais da boa conduta, ou seja, na Administrao Pblica contm princpios como a: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficincia. A boa f acima de tudo tambm pauta-se como princpios bsicos e essenciais a uma vida equilibrada do cidado na sociedade, lembrando inclusive o to citado, pelos gregos antigos, "bem viver". Outro ponto bastante controverso a questo da impessoalidade. Ao contrrio do que muitos pensam, o funcionalismo pblico e seus servidores devem primar pela questo da "impessoalidade", deixando claro que o termo sinnimo de "igualdade", esta sim a questo chave e que eleva o servio pblico a nveis to ineficazes, no se preza pela igualdade. No ordenamento jurdico est claro e expresso, "todos so iguais perante a lei. E tambm a idia de impessoalidade, supe uma distino entre aquilo que pblico e aquilo que privada (no sentido do interesse pessoal), que gera deste modo o grande conflito entre os interesses privados acima dos interesses pblicos. Vemos constantemente nos meios de comunicao que a corrupo no Brasil um dos principais problemas que cerca o setor pblico, afetando assim, a tica. No podemos falar de tica, impessoalidade (sinnimo de igualdade), sem falar de moralidade. A moralidade tambm um dos principais valores que define a conduta tica, no s dos servidores pblicos, mas de qualquer indivduo. O princpio moralidade na administrao pblica deve abranger a idia de que o fim sempre o bem comum, ou seja, compreender que no deve limitar-se s motivaes individuais ou particulares e sim da sociedade como um todo. Em algumas situaes existe a legalidade mas pode no haver a moralidade, um bom exemplo est na inexigibilidade de licitao, onde em algumas situaes permite-se contratar empresas de forma mais livre, mas ser que moral comprar produtos sem licitao (mesmo a legislao facultando) em empresas de parentes de um prefeito? Pois , nem tudo que legal moral. Podemos verificar que a tica est diretamente relacionada ao padro de comportamento do indivduo, dos profissionais e tambm do poltico. O ser humano elaborou as leis para orientar seu comportamento frente as nossas necessidades (direitos e obrigaes) e em relao ao meio social, entretanto, no possvel para a lei ditar nosso padro de comportamento e a que entra outro ponto importante que a cultura, ficando claro que no a cultura no sentido de quantidade de conhecimento adquirido, mas sim a qualidade na medida em que esta pode ser usada em prol da funo social, do bem estar e tudo mais que diz respeito ao bem maior do ser humano, este sim o ponto fundamental, a essncia, o ponto mais controverso quando tratamos da questo tica na vida pblica. Freqentemente constatamos a opinio pblica desabonar o comportamento tico no servio pblico. A crtica feita pela sociedade, decerto, como todo senso comum imediatista e baseada em uma viso superficial da realidade, que entre outras coisas, trabalha com generalizaes, colocando no mesmo rol servidores, gerentes e polticos. De fato, sabe-se que essa uma realidade complexa e que precisa ser analisada com cautela e viso histrica, recomendando-se tratar cada situao separadamente, dentro de seu contexto e no de forma simplista e apressada. verdade que aquilo que a sociedade fala sobre o servio pblico o que se v na prtica atravs da morosidade, do descaso, do empreguismo, improbidade administrativa, m conservao dos bens pblicos motivo de descrdito da sociedade. A sociedade no tem condies de saber de quem a responsabilidade, na ausncia de tais esclarecimentos faz generalizaes distorcidas, impregnadas por preconceitos que definem os funcionrios pblicos como preguiosos, incompetentes e procrastinadores, quando, de fato, existem pessoas que agem dessa forma, assim como em qualquer empresa, mas existem tambm pessoas altamente qualificadas e preocupadas com o servio pblico e com o bem comum. Diferente do que vem sendo posto em prtica, as empresas ticas devem estimular e oportunizar o advento da conscincia crtica de seus colaboradores, clientes e parceiros, e no impor que eles aceitem o que lhes apresentado. um ato humano e tico no aceitar verdades prontas, de forma imposta, mas aquelas que a conscincia crtica aponta como aceitveis. o ser humano quem deve decidir em quem acreditar. As organizaes ticas buscam na prtica, se tornar honestas, justas, verdadeiras e democrticas, por uma questo de princpio e no de convenincias na maioria das vezes muito embora esse tipo de agir tambm traga sucesso e reconhecimento. As empresas ticas devem escolher seus lderes e colaboradores considerando tanto suas qualidades tcnicas, quanto ticas. Mesmo sabendo-se que o ser humano est suscetvel falhas, uma boa poltica de Recursos Humanos, ou uma tima empresa e banca examinadora no caso dos rgos pblicos diminuem os riscos de prticas lesivas ao patrimnio pblico. Alm da tica individual a empresa que almeja ser tica dever refletir seu modo de ser, pois quando se conquista a considerao e a confiana dos colaboradores desenvolve a lealdade e compromisso necessrios ao crescimento e estabilidade da organizao. Quando a empresa conquista a confiana e o respeito de seus empregados desenvolve a lealdade e o compromisso com ela. Estudos confirmam que as empresas mais ticas so as mais bem-sucedidas, pois nas ltimas dcadas elas vm tomando conscincia disso e descobrindo que o ser humano, ou seja, os clientes, colaboradores, sociedade, fornecedores, etc., so as coisas mais importantes na organizao, portanto devem agir de forma a fazer com que eles as admire, respeite, ame e no queira substitu-las por outras empresas. Em meio a tantas altercaes em relao tica na poltica, a generalizao da corrupo tornou-se evidente no setor pblico, um exemplo recente a mfia das sanguessugas, mas no se deve esquecer que existem pessoas muito ticas e conscientes em todas as organizaes. Como se percebe, h uma cobrana cada vez maior nos ltimos anos por parte da sociedade por transparncia e probidade, tanto no trato da coisa pblica, como no fornecimento de produtos e servios ao mercado. A legislao constitucional e a infraconstitucional tm possibilitado um acompanhamento mais rigoroso da matria, permitindo que os rgos de fiscalizao e a sociedade em geral adotem medidas judiciais necessrias para coibir os abusos cometidos pelas empresas, espera-se que a impunidade no impere nas investigaes de ilicitudes. A falta de tica nasce nas estruturas administrativas devido ao terreno frtil encontrado ocasionado pela existncia de governos autoritrios, no qual so regidos por polticos sem tica, sem critrios de justia social e que, mesmo aps o aparecimento de regimes democrtico, continuam contaminados pela doena da desonestidade, dos interesses escusos geralmente oriundos de sociedades dominadas por situaes de pobreza e injustia social, abala a confiana das instituies, prejudica a eficcia das organizaes, aumenta os custos, afeta o bom uso dos recursos pblicos e compromete a imagem da organizao e ainda castiga cada vez mais a sociedade que sofre com a pobreza, com a misria, a falta de sistema de sade, de esgoto, habitao, ocasionados pela falta de investimentos financeiros do Governo, porque os funcionrios pblicos priorizam seus interesses pessoais em detrimento dos interesses sociais. A mudana que se deseja na Administrao pblica sugere numa gradativa, mas necessria transformao cultural dentro da estrutura organizacional da Administrao Pblica, isto , uma reavaliao e valorizao das tradies, valores morais e educacionais que nascem em cada um de ns e se forma ao longo do tempo criando assim um determinado estilo de atuao no seio da organizao baseada em valores ticos. Consideraes finais: A sociedade por sua vez, tem sua parcela de responsabilidade nesta situao, pois no se mobiliza para exercer os seus direitos e impedir estes casos vergonhosos de abuso de poder por parte do Pode Pblico. Um dos motivos para esta falta de mobilizao social se d devido falta de uma cultura cidad, ou seja, a sociedade no exerce sua cidadania. De acordo com o ordenamento jurdico percebemos que a falta de respeito ao padro moral, implica, por conseguinte numa violao dos direitos do cidado, comprometendo inclusive, a existncia dos valores dos bons costumes em uma sociedade. A atica na Administrao Pblica encontra terreno frtil para se proliferar, pois o comportamento de autoridades pblicas esto longe de se basearem em princpios ticos e isto ocorre devido a falta de preparo dos funcionrios, cultura equivocada e especialmente, por falta de mecanismos de controle e responsabilizao adequada dos atos antiticos. A educao seria o mais forte instrumento na formao de cidado consciente para a construo de um futuro melhor. No mbito Administrativo, funcionrios mal capacitados e sem princpios ticos que convivem todos os dias com mandos e desmandos, atos desonestos, corrupo e falta de tica tendem a assimilar por este rol "cultural" de aproveitamento em beneficio prprio. Se o Estado, que a princpio deve impor a ordem e o respeito como regra de comportamento para uma sociedade civilizada, o primeiro a evidenciar o ato imoral, vem esta realidade como uma razo, desculpa ou oportunidade para salvar-se, e, assim sendo, atravs dos usos de sua atribuio pblica. A conscincia tica, como a educao e a cultura so assimiladas pelo ser humano, assim, a tica na administrao pblica, pode e deve ser desenvolvida junto aos agentes pblicos ocasionando assim, uma mudana na gesto pblica que deve ser sentida pelo contribuinte que dela se utiliza diariamente, seja por meio da simplificao de procedimentos, isto , a celeridade de respostas e qualidade dos servios prestados, seja pela forma de agir ou de contato entre o cidado e os funcionrios pblicos. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS: CONSTITUIAO FEDERAL, Disponvel em: < HYPERLINK "http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm" http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>. Acesso em 11 Nov. 2008. Decreto n 1.171, de 22 de Junho de 1994, Disponvel em: < HYPERLINK "http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d1171.htm" http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d1171.htm>. Acesso em 11 Nov. 2008. CHAU, Marilena. A existncia tica. In: Convite Filosofia. 13 ed. 2 impr. So Paulo: Editora tica, 2004. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Cientfica. 4 ed. So Paulo. Atlas 2001. #IJ\i  # e    w y z z  % ȧȣ{qjq hu6]huhu6]hvhuh 6] huh h[ h}45 h[5 h w}5h w} hxfhxfh_Whxf5h_WhxfB*ph h_Whxfh}4 hE8h}4 hE8hxf h;hxf h$Uhxfhxfhxfhxf5CJ$aJ$hxfCJ$aJ$)#$%GHIPQ   $dha$gd[$dh`a$gd[$ p# dha$gd[dhgd[ $dha$gd[ dh`gd[ dh`gdxf$a$gdxf$dh`a$gdy$dh`a$gdxf)?      ! 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