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No entanto, as medidas tomadas para melhoria da infra-estrutura de transporte no Brasil no acompanham as rpidas mudanas que as empresas devem se submeter para permanecerem no mercado. E qualquer atraso na adaptao a essas mudanas pode gerar perda de competitividade e ainda dificultar o processo de crescimento das empresas. Dessa forma, compete aos executivos criarem solues inovadoras, aproveitando no somente a criatividade, mas, sobretudo a sua capacidade tcnica para acompanhar os desafios mercadolgicos e vencer os obstculos logsticos prprios do Pas. Embora a especializao em processos logsticos seja fundamental, assim como a evoluo das novas tecnologias de informao, comunicao e novos mtodos de trabalho , no entanto, na seara da cultura empresarial que a logstica deve ser aprimorada. A logstica acima de tudo um processo de controle de fluxos fsicos, produtos, e virtuais, informaes. Atualmente, o abastecimento de matrias-primas e produtos ao longo das cadeias logsticas deve ter um fluxo contnuo. E todo o processo logstico deve ser visto de uma forma integrada, iniciando na aquisio e estocagem de matrias-primas, passando pelo seu processamento e armazenagem de produto acabado, terminando pela entrega ao consumidor e se orientando pela informao colhida no mercado. Para manter contnuo esse fluxo essencial ao sucesso das operaes, a informao, que sendo capturada no mercado influncia todo o processo, agilizando a cadeia logstica, tornando-a flexvel e constantemente adaptvel. A mudana de cultura empresarial que possibilite a empresa manter cadeias logsticas com maior agilidade, associada capacidade de inovao e ao desenvolvimento de competncias logsticas dos executivos, contribuiro decisivamente para o crescimento sustentvel das empresas, tornando-se fator crtico de sucesso ao bom desempenho empresarial. A compreenso do processo logstico de forma integrada e a especializao de todas as reas e executivos envolvidos, direta ou indiretamente, nas operaes logsticas - compras, armazenagem, estocagem e expedio de produtos, garantem o crescimento de uma companhia. Em um ambiente altamente competitivo, os fatores qualidade e preo j no fazem tanta diferena, pois existe certa semelhana entre os concorrentes, mas a entrega certa a um custo baixo determina quem continuar no negcio. Da a grande necessidade das empresas investirem em todo o processo logstico para continuarem competindo no mercado. 1.1 - Problema Diante do panorama apresentado, existe grande carncia de profissionais habilitados a operacionalizarem de forma eficiente todas as tecnologias disponveis. Desta forma, as empresas brasileiras necessitaro de executivos e gestores bem treinados e prontos para assumirem as atividades logsticas da organizao. O esforo na modernizao da infra-estrutura logstica do Pas e a introduo de novas tecnologias de informao e comunicao ao servio da logstica somente tero sucesso se acompanhados tambm do desenvolvimento de competncias profissionais especficas e da maior oferta de profissionais especializados no setor. 2 - Conceito O termo supracitado tem sido considerado como um fator diferencial na competitividade empresarial e acabou se tornando uma palavra em moda nos ltimos tempos. Em contrapartida a essa tendncia contempornea, MERLO (2002) afirma que o conceito conhecido e aplicado h centena de anos, citando exemplos como a aplicao da Logstica pelos guerreiros medievais para posicionar tropas de combate em locais estratgicos e manter seus exrcitos abastecidos de suprimentos. Cita ainda, que a partir da Segunda Guerra Mundial a Logstica surge como cincia, tornando-se a partir de ento, ferramenta estratgica para sobrevivncia. Segundo o Council of Logistc Management, entidade americana que possui milhares de associados em todo o mundo, logstica o processo de planejar, programar e controlar eficientemente, ao custo correto, o fluxo e armazenagem de matrias primas, estoques durante a produo e produtos acabados, e as informaes relativas a estas atividades, desde o ponto de origem at o ponto de consumo, com o propsito de atender aos requisitos do cliente. BOWERSOX (1996) enfatiza que a Logstica diz respeito obteno de produtos e servios no lugar e tempo desejados. Inclui tambm na sua concepo a idia de integrao das atividades da empresa. Ainda, BALLOU (1993) concebe Logstica focalizando-a como a atividade que diminui a distncia entre a produo e a demanda, incluindo nesse conceito o fluxo de produtos e servios e a transmisso de informao. Para resumir, Logstica envolve armazenagem e transporte. Em Comrcio Eletrnico, no basta ter um excelente site, um excelente produto e um excelente preo. essencial uma excelente entrega: os produtos devem estar nos lugares certos, na hora certa, nas quantidades certas, ao menor custo possvel, garantindo a satisfao do cliente e a maximizao da rentabilidade do fornecedor. Apesar de a Logstica ser um conceito aplicado h centenas de anos conforme afirma MERLO (2002), os fatores de mudana para a perspectiva global e a dimenso mundial da oferta de produtos / servios realam a importncia dos canais de distribuio na globalizao. Nesse contexto, a Logstica empresarial tem se transformado numa das principais ferramentas estratgicas para a obteno de vantagens competitivas ou at mesmo para a sobrevivncia das empresas. A Logstica empresarial envolve a integrao de informaes, transporte, estoque, armazenamento, manuseio de materiais e embalagem, facilitando o fluxo de produtos desde o ponto de aquisio da matria-prima at o ponto de consumo final, tornando disponveis produtos e servios no local onde so necessrios, no momento em que so desejados. Durante os primeiros anos de estudo, a Logstica foi considerada somente para transporte e armazenagem de produtos e materiais. Com a mudana do paradigma de como fazer negcios e de seu aprimoramento, a Logstica hoje, muito mais do que esses dois aspectos: um conceito amplo que cuida de todas as interaes, movimentaes e distribuio de suprimentos por toda a cadeia produtiva de forma integrada, chegando cadeia de distribuio ou abastecimentos propriamente dita, atuando de acordo com o moderno conceito de SCM Supply Chain Management. A responsabilidade operacional da logstica est diretamente relacionada com a disponibilidade de matrias-primas, produtos semi-acabados e estoques de produtos acabados, no local onde so requisitados, ao menor custo possvel. Tanto o interesse quanto s novidades relacionadas Logstica tm origem na combinao de reas tradicionais em uma iniciativa estratgica integrada. No novo contexto econmico, a implementao das melhores prticas logsticas tornou-se uma das reas operacionais mais desafiadoras e interessantes da administrao nos setores pblicos e privados. Porm essa desafiadora e importante rea operacional no se interessa apenas na conteno ou reduo dos custos, mas sim na compreenso de como algumas empresas se utilizam dela para obter vantagens competitivas proporcionando aos clientes um servio superior. PORTER (1989) define duas formas de obter vantagens competitivas. Uma delas atravs da liderana de custos e a outra por diferenciao. No e-commerce, a principal forma de obter vantagem competitiva por liderana de custo atravs de um planejamento estratgico de toda a estrutura logstica da organizao. Obter competitividade em diferenciao possvel atravs dos servios oferecidos ao cliente, sua qualidade e aspectos de inovao no ambiente digital, mas tambm, atravs dos sistemas logsticos. A liderana de custos obtida quando a empresa consegue obter um custo cumulativo da execuo das atividades de valor mais baixo que o custo da concorrncia. Uma estratgia de enfoque (transporte, armazenagem, embalagem, entre outros) pode fornecer um meio para a obteno de uma vantagem de custo. A logstica representa para os negcios via Internet a principal atividade de valor envolvida em seu processo, e utilizar-se da estratgia de enfoque em logstica uma maneira pela qual o comrcio eletrnico pode obter vantagens competitivas por liderana de custos. 2.1 - A importncia da Logstica para as Empresas Brasileiras Atualmente as Empresas Brasileiras vivem momentos extremamente desafiador. Este novo cenrio caracterizado pela busca por maior competitividade, maior desenvolvimento tecnolgico, maior oferta de produtos e servios adequados s expectativas dos Clientes e maior desenvolvimento e motivao de seu capital intelectual (seus recursos humanos). Para superar estes desafios, algumas Empresas buscam tomar aes voltadas para reduo de custos de uma forma isolada (atravs da eliminao de posies em seu quadro de colaboradores, eliminao do cafezinho, controle de ligaes telefnicas e outras to conhecidas). Estas aes, s vezes se fazem necessrias, no entanto, quando tomadas de forma isolada, no garantem o resultado desejado. Por outro lado, temos Empresas que enxergam a Logstica como uma estratgia competitiva bastante eficaz. Estas Empresas planejam e coordenam suas aes gerenciais de uma forma integrada, avaliando todo o processo desde o Fornecimento da Matria Prima at a certeza de que o Cliente teve suas necessidades e expectativas atendidas pelo produto ou servio entregue. O resultado a superao dos desafios apresentados e conseqentemente um melhor posicionamento no mercado. Como pontos centrais da Logstica podem destacar: Viso integrada e sistmica de todos os processos da Empresa. A ausncia deste conceito faz com que cada rea / departamento da empresa pense e trabalhe de forma isolada. Isto gera conflitos internos por poder e faz com que os maiores concorrentes de uma empresa estejam dentro dela mesma; Fazer com que as coisas (materiais e informaes) se movimentem o mais rpido possvel, conseguindo assim otimizar os investimentos em ativos (estoques); Enxergar toda a cadeia de suprimentos como parte importante do seu processo. Seus Fornecedores, Colaboradores, Comunidade e Clientes so como elos de uma corrente e esto intimamente interligados. Por isso, devemos sempre avaliar se suas necessidades e expectativas esto sendo plenamente atendidas; O Planejamento (Estratgico, Ttico e Operacional) e a constante Avaliao de Desempenho, por meio de indicadores, so ferramentas gerenciais essenciais para o desenvolvimento de um bom sistema logstico. 2.2 A Importncia da Logstica no Comrcio Exterior Entende-se por logstica o conjunto de todas as atividades de movimentao e armazenagem necessrias, de modo a facilitar o fluxo de produtos do ponto de aquisio da matria-prima at o ponto de consumo final, como tambm dos fluxos de informao que colocam os produtos em movimento, obtendo nveis de servio adequados aos clientes, a um custo razovel. Inicialmente, a logstica foi utilizada na rea militar de modo a combinar da forma mais eficiente, quanto a tempo e custo, e com os recursos disponveis realizar o deslocamento das tropas e supr-las com armamentos, munio e alimentao durante o trajeto, expondo-as o mnimo possvel ao inimigo. medida que a economia mundial vai se tornando cada vez mais globalizada, e o Brasil vai incrementando gradativamente o seu comrcio exterior, a logstica passa a ter um papel acentuadamente mais importante, pois comrcio e indstria consideram o mercado mundial como os seus fornecedores e clientes. Tendo em vista que, habitualmente, so utilizadas diferentes modalidades de transporte, moedas, sistemas cambiais, polticas de incentivo ou conteno pelos pases, quer na importao ou exportao, a logstica internacional requer alguns cuidados dispensveis quando se opera unicamente com o mercado domstico. Casos recentes de exemplos que provocaram efeitos na logstica das empresas so: o terremoto no Japo, que afetou o porto Kobe e parte das importaes provenientes desse pas, e os problemas no balano de pagamentos do Mxico que resultou, principalmente, em direcionamento das exportaes. O Jornal do Comrcio noticiava, em janeiro de 1995, que pela primeira vez a globalizao da economia sentia a crise financeira e monetria do Mxico, que tambm repercutiu nos pases europeus. Devido ao nmero de operaes necessrias para realizao das operaes de comrcio exterior, exige-se que os volumes transacionados, geralmente tambm sejam superiores queles comercializados no mercado domstico. Nesse caso, o volume compensa os custos dessas atividades adicionais. A diferena de magnitude dos volumes por embarque, comparada com transaes realizadas normalmente no mercado nacional, por si s j exige uma estrutura fsica diferente ao longo da cadeia, de modo a manter o custo final da transao o menor nvel possvel e comercialmente vivel. 2.3 A Qualidade total em Servio de Logstica Entende-se por Qualidade o atendimento das necessidades do cliente continuamente. Baseia-se na preveno de aspectos relativos No-Qualidade tais como: erros, defeitos na realizao de servios e produo de bens, tempo desperdiado, demoras, falhas, falta de segurana nas condies de trabalho, erro na compra de produtos, servio desnecessrio e produtos inseguros. H algumas caractersticas associadas a servios que diferenciam essa atividade da fabricao de produtos e, por isso, precisam ser consideradas, quando aplicadas as tcnicas de Qualidade Total. Vejamos quais so algumas na rea de logstica: Servios so produzidos e consumidos simultaneamente, ou seja, no podem ser estocados para serem consumidos posteriormente, e isto significa que qualquer defeito na produo do servio j afetou o consumidor, o que no ocorre necessariamente na produo de bens. Na indstria possvel prevenir a ocorrncia de defeitos, antes que o mesmo seja oferecido ao mercado. Na prestao de servios, o cliente geralmente percebe os defeitos embora o prestador de servio nem sempre, e isso afeta a satisfao do cliente. A quantificao de defeitos na indstria mais simples de ser realizada, enquanto no setor de servios os defeitos ficam mais facilmente encobertos. Como, por exemplo, quantificar o efeito sobre as vendas de um cliente que mal atendido ou que no recebe um telefonema de retorno ou a providncia de um servio executado com defeito? No setor de servios quem presta o servio frequentemente fica distante de quem o controla. As necessidades e preferncias do cliente constituem o corao de qualquer Programa de Qualidade Total. Um dos papas da Qualidade Total, o Dr. DEMING (2007), apresentou 14 pontos fundamentais a serem observados na implantao de um programa de Qualidade na rea de servios que so apresentados sucintamente na relao abaixo: 1 - Melhore constantemente a qualidade de produtos e servios. um objetivo sem fim. 2 - Adotem a nova filosofia 3 - Elimine a necessidade de inspeo em massa; 4 - Pare de escolher fornecedores apenas com base nos preos. 5 - Melhorem o sistema continuamente 6 - Instituam o treinamento e retreinamento no prprio servio 7 - Institua liderana; 8 - Elimine o medo; 9 - Quebrem barreiras entre departamentos 10 - Elimine slogans, exortaes e objetivos arbitrrios para a fora de trabalho 11 - Eliminem cotas numricas para a fora de trabalho e objetivos numricos para administrao 12 - Criem orgulho pela habilidade profissional 13 - Instituam um programa vigoroso de educao e melhoria para cada um 14 - Faam cada um na empresa tomar os passos para acompanhar a transformao 2.4 - Tecnologia a servio da Logstica Cada vez mais a tecnologia aparece como ferramenta fundamental a servio da logstica. No apenas um fato e sim uma constatao.A Tecnologia vem sustentando e apoiando todos os setores de maneira vital e com a logstica tornou-se indispensvel se falarmos em produtividade e qualidade. Esta ferramenta est viabilizando processos industriais, comerciais e servios. Se reportarmos a outros tempos ver uma transio continua neste sentido. Caminhamos rpidos com mudanas velozes e sem previses de como vai ser, mas sabemos que no ser mais como antes! Recente pesquisa mostra que alguns setores tero um maior crescimento especialmente: o agro negcios, em funo da demanda tecnolgica investida em equipamentos: computadores de bordo, medio constante do tempo, atravs de servios meteorolgicos e profissionais especializados . So grandes os investimentos nesta rea e principalmente em algumas regies do pas. Cada ano que passa o setor ganha mais fora e sedimenta-se como o diferencial da balana comercial nas exportaes. A Tecnologia envolvida na logstica est no armazenamento, na produo, na distribuio e nos servios. Para exemplificarmos melhor basta olharmos o caminho logstico do produto desde a matria prima at o consumidor. Quando retratamos isso h uma constatao de muita tecnologia envolvida no s em nvel de processo produtivo, mas tambm do nvel de gerenciamento que envolve hoje este mesmo processo. O produtor rural abastece-se de toda a tecnologia para obter resultados melhores e mais precisos. A produtividade rural no mais s quantidade, claro que importante, mas outro pensamento vem tornando a qualidade como prioritria e isso em conseqncia do pensamento voltado s exportaes. O homem do campo est cada vez mais voltado ao mercado mundial. Isso traz mais tecnologia desde o software que ir utilizar para o gerenciamento do negcio at as mquinas mais modernas e pessoas qualificadas e ainda dos servios do tempo. O exemplo acima deixa claro uma mudana de pensamento e no se restringe apenas a um determinado setor. H uma nova ordem mundial apontando novas necessidades, novos caminhos e preciso caminhar com novos parmetros de comportamento. E novamente aparece a tecnologia para reforar esta nova ordem, pois esta determina algumas variveis que no podemos ignorar: novos setores, softwares diferenciados, comportamentos mais flexibilizados, mercados com mltiplas necessidades. Para conseguirmos atender toda esta demanda prevista e ainda a demanda reprimida precisamos investir pesado em mais tecnologia, mais capacitao e na expanso dos canais de distribuio. As empresas tero que investir mais em tecnologia como automao comercial e industrial, hardware e software. Claro que, essa tecnologia de um custo substancial dentro da organizao, mas ao mesmo tempo, inevitvel, e um pressuposto para alcanar os resultados de produtividade e lucratividade. Na logstica, a automao comercial, industrial, hardware e software j uma realidade sem volta quando falamos em armazenamento (WMS, cdigo de barras, leitoras e impressoras de cdigo de barras, hardware compatvel), distribuio ( administrao da frota, roteirizao, sistemas de informaes geogrficas, servios de metereologia, hardware compatvel(principalmente:o palmtop), GPS), produo ( Sistema de administrao da produo, hardware compatvel, automao industrial) e para ressaltar: as pessoas que fazem de qualquer processo uma atividade nica. claro a evidncia do mecanismo humano para todas estas operaes na organizao e sua fundamentao para resultados concretos. A Tecnologia cada vez mais necessita de qualificao. Na logstica esta questo bem relevante, pois carecemos ainda de qualificao em algumas reas e em outras que ainda aparecero em funo de necessidades ainda reprimidas. H muito que fazer na logstica. Precisamos clarear mais a logstica e usufru-la no s como reduo de custos, mas sim como uma soluo integradora com outras partes da empresa e em paralelo com o mercado mundial. Toda essa integrao das partes dentro da organizao proporcionada pelo avano da tecnologia no s para contribuir para a modernizao, porm, para impulsionar a qualificao das pessoas exigindo mais e mais capacitao para as atividades e tambm o surgimento de outras reas na logstica que ainda no esto sendo implementadas na sua amplitude. A logstica uma nova fronteira para as organizaes das quais devero saltar da eficincia para a super eficincia atravs da integrao das atividades internas e externas e utilizando toda a tecnologia disponvel para a obteno da produtividade e lucratividade do negcio. 2.5 - Os entraves para o crescimento da Logstica Mas, se h investimentos, empresas de ponta e demanda para novos profissionais, o que falta para a logstica crescer ainda mais no Brasil? De acordo com os especialistas ouvidos pelo Empregos.com.br, o Governo precisa investir em formas alternativas de transporte, como a reestruturao da malha ferroviria. Tambm fundamental a modernizao dos portos e a liberao de verbas para as estradas-seja a construo de novas vias ou a recuperao das antigas e deficientes rodovias. O professor do Mackenzie alerta: "Os investimentos em logstica esto chegando ao limite. Temos um impasse: cresce a produo, mas no tem como estocar os produtos. Outro problema a condio lamentvel das estradas e da frota de caminhes, cuja idade mdia de 18 anos". 2.6 - rea de logstica cresce e gera demanda por novos profissionais FAJOLI (2007) diretor de logstica expressa para a Amrica do Sul da DHL, lder na indstria internacional de servios expressos e logstica. Tem 54 anos e h pelo menos 30 atua na rea. J passou por indstrias do porte da Johnson & Johnson e Kimberly & Clark. Est na DHL h trs anos, onde seu primeiro desafio foi aprender a trabalhar do outro lado do balco: o de uma empresa prestadora de servios, e no o da indstria. Suas principais atribuies so fazer a empresa atender toda a Amrica do Sul -hoje, X pases so atendidos. Tambm administra a cadeia de suprimentos para clientes high-tech e desenha as solues logsticas que atendam as necessidades desses clientes. Felcio um exemplo de profissional muito bem-sucedido em um setor que vem crescendo rapidamente no Brasil. "Estima-se hoje que mais de 10 mil empresas atuem diretamente no segmento", afirma Alexandre Rocha, engenheiro especialista em logstica pela PUC/PR e vice-presidente da  HYPERLINK "http://www.aslog.org.br/" \t "_blank" Associao Brasileira de Logstica do Paran (ASLOG/PR). A previso que, em 2004, a rea de logstica apresente um crescimento em torno de 30%, alavancado pelo bom desempenho brasileiro nas exportaes. A verdade que as empresas nunca estiveram to atentas aos especialistas em logstica, o que tem valorizado e levado s alturas os salrios nesse segmento. Os salrios comeam em torno de R$ 1 mil para trainees e podem chegar a R$ 3 mil para os analistas. No nvel gerencial, a mdia salarial gira em torno de R$ 8 mil ou mais, dependendo da empresa e da experincia do profissional. Diretores podem chegar a ganhar mais de R$ 20 mil, de acordo com especialistas. Tudo isso porque a prtica tem mostrado que quanto mais se investe em logstica, menos se perde em termos de lucro e rendimentos. Estudos mostram que de 10 a 15% do preo final de um produto destinado logstica. Por isso, o grande desafio do setor colocar o produto no lugar e no tempo certos, nas condies desejadas pelo consumidor. De acordo com Alexandre Rocha, este crescimento no uma moda que vai embora em alguns anos, o investimento em logstica urgente e necessrio porque os empresrios ainda perdem muito com a falta de estruturao e normalizao dos processos. "A logstica o segundo maior custo nas empresas: s perde para o produto. J hora desse ranking comear a mudar", alerta. O executivo da DHL completa dizendo que a logstica foi identificada como ponto de vantagem competitiva nas empresas, dentro do supply chain e da cadeia de suprimentos das companhias. Qualquer empresa pode produzir um produto - um xampu, por exemplo, se esse for o seu expertise. O fator de sucesso a logstica permitir que ele esteja sempre no ponto de venda". 2.7 - O salrio alto, mas as exigncias tambm O profissional de logstica precisa ter conhecimentos especficos e atualizados para especializar-se neste mercado. O perfil esperado de um profissional com curso superior em Cincias Exatas - Estatstica, Economia ou Engenharia; que tenha conhecimentos de tcnicas de planejamento e otimizao; conhea o bsico de Logstica e as ferramentas matemticas utilizadas e ainda um profundo conhecimento em Tecnologia da Informao. "Sem TI, hoje, o profissional de logstica no faz absolutamente nada", afirma Arnaldo Vallim Filho, professor de Ps-Graduao em Logstica da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Doutor em Logstica pela USP. " importante ainda ser fluente em ingls, portugus e espanhol e ter habilidade para trabalhar com pessoas; ter uma viso genrica sobre custos e vendas e muita criatividade", completa Alexandre Rocha, da ASLOG. Mas por que criatividade? - voc pode se perguntar. Ele diz que necessrio ser muito criativo porque logstica, como as outras reas, no possui uma receita de bolo, h muitos pontos que interferem uma operao logstica, que diferem de setor para setor. Alm disso, o stress e a presso por resultados nesta rea muito grande e as coisas acontecem muito rapidamente. Voc vai precisar administrar esse stress e saber separar a vida profissional da pessoal. "Trabalho em mdia 14 horas por dia, mas gosto de preservar os finais de semana. S abro exceo em ocasies muito especiais, quando no d para esperar pela segunda-feira", conta Felcio Fajolli, da DHL. Mas, infelizmente, esse profissional completo ainda minoria nas organizaes. Como o investimento na rea muito recente a logstica tem 10 anos de vida no Brasil apenas no houve tempo hbil para formar os especialistas e tampouco havia cursos especficos na rea. "A grande maioria dos profissionais no teve tempo de buscar uma especializao. Tem muita gente sem formao adequada, e a demanda por profissionais que tenham esse perfil muito grande", avisa Vallim. 2.8 Como suprir a demanda por Profissionais Logsticos O profissional de logstica precisa ter uma formao multidisciplinar, que inclui habilidades de negociao, viso integrada da cadeia produtiva e uso de tecnologia de informao, alm de possuir raciocnio lgico e abstrato, boa gesto de rede ter relacionamento, conhecimento prtico sobre fluxos produtivos, fluncia em diversos idiomas e esprito de equipe. De acordo com HLIO MEIRIM (2006), professor universitrio e consultor da HRM Logstica Consultoria Empresarial, as empresas de todo o mundo vivem um momento desafiador, cujo cenrio caracterizado pela busca por maior competitividade, maior desenvolvimento tecnolgico, maior oferta de produtos e servios adequados s expectativas dos clientes e maior desenvolvimento e motivao de seu capital intelectual (recursos humanos). Para superao destes desafios, algumas empresas buscam na logstica o diferencial competitivo para se manterem no mercado, com isso planejam e coordenam suas aes gerenciais de uma forma integrada, avaliando todo o processo desde o fornecimento da matria-prima at a certeza do perfeito atendimento ao cliente, explica. Ento, para o sucesso destas estratgias logsticas, o professor julga necessrio contar com profissionais qualificados e que possuam uma formao multidisciplinar. Conhecimentos slidos de administrao e uma viso sistmica da empresa em sua cadeia produtiva so requisitos indispensveis para o profissional de logstica, o que diz ADELAR MARKOSKI (2006), professor dos cursos de graduao e ps-graduao em administrao da URI Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Misses e da UNOESC Universidade do Oeste de Santa Catarina e pesquisador da rea de logstica. Segundo ele, como o estudo e a utilizao da logstica no Brasil recente, considerando a ascenso na ltima dcada, comum encontrar, neste cargo, profissionais que migraram de atividades como gerente de materiais, PCP ou chefe de almoxarifado. Esta experincia importante, mas no suficiente. Uma viso integrada da cadeia produtiva permite entender o fluxo de produtos/servios, informaes e recursos a montante e a jusante, transcendendo as fronteiras da empresa. a atividade do profissional de logstica, na concepo de logstica interna, que vai permitir a insero de sua empresa na cadeia produtiva e, conseqentemente, colaborar para a criao da cadeia de valor, considera. Para MARKOSKI (2006), a viso de que a logstica uma importante fronteira competitiva permite que empresas agreguem valor a seus produtos por meio de servios, contudo, independente de qual etapa da cadeia a empresa est situada, o conhecimento do consumidor decisivo em termos de competitividade. Desta forma, cabe ao profissional de logstica dominar, tambm, a tecnologia disponvel na troca de informaes ao longo da cadeia, para a utilizao de mecanismos como VMI, EDI, RF, ECR e WMS, entre outros disponveis. Estes permitem aplicar um modelo estratgico de negcios no qual fornecedores, empresa e distribuidores agregam valor ao consumidor, conclui o pensamento. Na opinio do professor de logstica e marketing e consultor de empresa WALDECK LISBOA (2006), j que a logstica est passando, naturalmente, para uma fase de participao total dentro de uma organizao, o profissional tem de estar integrado ao planejamento estratgico desta organizao, fazendo parte de sua criao. Vemos cada vez mais os resultados das tcnicas operacionais e indicativos da logstica participando de uma misso, viso, objetivos, metas, anlise swot [a Swot Analysis estuda a competitividade de uma organizao segundo quatro variveis: foras, fraquezas, oportunidades e ameaas], ou seja, tudo que incorpora a relao da empresa com fornecedores e clientes, afirma. No entanto, LISBOA FILHO (2006) preocupa-se com a viso do empresrio quanto funo da logstica. Segundo ele, os empresrios sabem da necessidade da logstica, mas ainda no valorizam o profissional, principalmente na mdia e pequena empresa. Este acaba sendo apenas um empregado interno, que tem a obrigao de receber, armazenar e expedir mercadorias, alm de fazer os devidos controles de estoque. Nossa esperana est num crescimento proporcional: o empresrio valorizando os processos logsticos e o profissional. E o profissional, por sua vez, preparando-se para o mercado, revela. LISBOA FILHO (2006) tambm destaca o desnorteamento do mercado na oferta acadmica de conceituao logstica moderna na preparao de profissionais. De acordo com ele, os universitrios perceberam a oportunidade logstica no futuro, mas as empresas ainda no assimilaram este nvel de importncia. A preparao focada somente nos materiais e conceitos afins no basta. O profissional de logstica tem de estar preparado em outras profisses, como um advogado, um mdico, um administrador, etc., salienta. Para ele, a viso do profissional tem de estar amplamente se alongando no mercado, seja em estratgia ou em qualidade de operao. O profissional de logstica precisa conhecer todas as reas e crescer em cada uma delas para consolidar a sua performance na organizao, finaliza seu ponto de vista. DALVA SANTANA (2006), diretora de logstica reversa e meio ambiente do Ncleo de Logstica do Rio Grande do Sul, membro do CONDEMA - Conselho Municipal de Meio Ambiente, consultora e professora de logstica empresarial, por sua vez, aponta os desafios dos profissionais da logstica. Para ela, a oportunidade na rea logstica um campo muito vasto, sendo preciso estar atento aos atributos necessrios para manter a empregabilidade, termo definido como aes que devem ser operacionalizadas para garantir o direito de escolher seus passos futuros na carreira. O que necessrio para garantir sua empregabilidade neste ramo? O que deve ser feito? Como agir? Estes so questionamentos que devem ser feitos todos os dias por estes profissionais,informa. Ela descreve que para o crescimento do profissional, preciso desenvolver competncias e habilidades. H muitas maneiras de busca de conhecimento que devem ser exercidas durante toda a vida. Nas competncias e habilidades cabe verificar se as suas esto dentro do perfil que a empresa espera e vice-versa. estar preocupado na busca de desafios que o motivem na busca por resultados. ter dentro de si uma certa pergunta: o que me faz ficar motivado? Ser que estou preparado?, diz. As redes de relacionamento construdas ao longo da carreira e como feita a gesto deste item tambm so pontos importantes lembrados por ela. Alm de ser significativo o conhecimento, no apenas adquirido de maneira formal, mas tambm aquele que est sempre latente e, cada um: leituras, palestras, seminrios, internet e reunies informais. Ter uma boa gesto da rede de relacionamento uma maneira de aproximar-se mais de suas metas, agregando e compartilhando conhecimentos dentro e fora da rede. J sobre ter perfil de servir e no de apenas ser servido uma quebra de paradigmas, uma vez que, culturalmente aprende - se a ser servido. interessante lembrar a seguinte frase de um americano: o que eu posso fazer pelo meu pas, em vez da outra frase: o que pode o meu pas fazer por mim. Isso denota o quanto mudou de l para c! No mundo empresarial tambm mudou muita coisa: passamos do eu para o ns, enfatiza. A professora de logstica empresarial tambm ressalta que importante servir a equipe de trabalho com entusiasmo, no deixar a chama apagar e apaixonar - se pelo o que est fazendo. Colocar intensidade no exerccio da atividade e incendiar sua equipe. Tambm para MARCOS YAMAKAWAL (2006), professor/coordenador do curso de logstica da Escola Tcnica Estadual Bento Quirino, a viso do tcnico em logstica deve ser generalista, necessrio conhecer a empresa como um todo, principalmente no que se diz respeito a sua misso e viso. Para o professor, o perfil requerido no mercado de um profissional voltado para a execuo dos processos de planejamento, operao e controles de programao da produo de bens e servios, programao de manuteno de mquinas e de equipamentos, compras, recebimento, armazenamento, movimentao, expedio e distribuio de materiais e produtos, utilizando tecnologia de informao na busca constante da melhoria da qualidade de produtos e servios e reduo dos custos. Sua formao no se baseia somente nas habilidades tcnicas da rea operacional, como tambm na rea administrativa em seus processos, rotinas e operaes, enfoca. A este tipo de formao ampla, na opinio de Leonardo de Oliveira Pontual, professor universitrio, coordenador de projetos acadmicos da Faculdade Integrada do Recife - FIR e consultor, inclui tambm a formao humanista. Dentre as qualidades desse profissional eu destacaria: raciocnio lgico (precisa deduzir e subtender as causas de um problema); raciocnio abstrato (compreender a complexidade das variveis e enxergar virtualmente e antecipadamente os impactos de uma ao sobre o mercado e a operao); viso sistmica (precisa ter uma viso integrada dos recursos existentes na empresa e saber desenhar e entender os processos e procedimentos); relacionamento interpessoal (precisa saber conversar, motivar e influenciar pessoas); conhecimentos do marketing (precisa se colocar sempre no lugar do cliente, sem perder de vista o custo total); pratividade (precisa ser ligado, ativo, prever possveis gargalos e agir, sempre). Alm disso, precisa ter familiaridade com softwares de gesto e conhecer razoavelmente a lngua inglesa, anuncia. o que HLIO VIEIRA (2006), professor/pesquisador (graduao e ps-graduao), mestre e doutor em logstica e transporte pela Universidade Federal de Santa Catarina, tambm valoriza: a soma do pessoal com o profissional. Entendemos que um profissional de logstica, antes de tudo, tem de ser uma pessoa dinmica e determinada, com uma boa dose de conhecimento prtico sobre fluxos produtivos e, por outro lado, com um grande embasamento terico sobre os conceitos, procedimentos, tcnicas e mtodos logsticos, assim como das principais tecnologias de informao envolvidas nos processos. A viso desse profissional deve ter um foco abrangente, ou seja, estar analisando um determinado processo sempre com a perspectiva da influncia deste em processos posteriores. Como a prpria logstica , com uma viso sistmica, explica. Tambm pensa assim JEAN FELIZARDO (2006), coordenador da Agncia de Comrcio Exterior da Faculdade Integrada do Cear - FIC, professor de logstica empresarial e internacional na graduao e ps-graduao da mesma faculdade. Para ele, o profissional de logstica deve ter capacitao tcnica e humana, ou seja, deve ter raciocnio lgico, flexibilidade, capacidade de relacionamento, ser integrador, bom negociador, alm de possuir fluncia em diversos idiomas, ter viso de futuro e no ter medo de mudar/inovar. Ter conhecimento do sistema integrado tanto da empresa quanto dos fornecedores e clientes. Bem como, conhecimentos das atividades para o comrcio internacional, YAMAKAWA (2006), da Escola Tcnica Estadual Bento Quirino: a viso do tcnico em logstica deve ser generalista LIGIA (2006), da Faculdade Anchieta: cursos de logstica vieram na contramo do ensino superior principalmente dos processos aduaneiros e dos fatores de escolha do modal e de unitizao para a internacionalizao dos produtos brasileiros, acrescenta. FELIZARDO (2006) tambm alerta para o profissional no estar focado em capacitar-se somente na rea de logstica, mas tambm obter conhecimentos na rea da psicologia do consumidor, educao do trabalhador (em relao a alocar o funcionrio de acordo com as necessidades dos processos), ergonomia e meio ambiente (tanto para utilizar a logstica reversa de ps-consumo quanto a logstica verde). Ele deve entender que o processo de logstica precisa ser disseminado na empresa, como se fosse a filosofia da organizao assinala. Mltipla habilidade deve ter o profissional, segundo PAULO GONALVES (2006), professor universitrio (graduao e ps-graduao) da Faculdade IBMEC/RJ (originada do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais) e consultor de empresas, o que seria uma juno de tcnica, informao e liderana. O profissional de logstica de hoje deve ter uma forte formao na rea de matemtica aplicada, seja ele graduado em engenharia ou administrao. Ter um vasto conhecimento das tcnicas inerentes atividade (gesto de estoques, gesto de transporte, gesto de compras, supply chain, etc.). Possuir uma boa bagagem na rea de tecnologia da informao, conhecendo, de preferncia, softwares aplicativos destinados gesto logstica. Ter um perfil pr-ativo, ser criativo e, acima de tudo, contar com um grande esprito de equipe. Preferencialmente ter um perfil de liderana para gerenciar equipes multidisciplinares. Aliado a esse perfil bsico extremamente relevante que busque constantemente aperfeioamento, assim como conhecimentos das modernas tcnicas aplicadas gesto logstica em seus diversos ramos de atividades.LIGIA GUERRA (2006), coordenadora do curso superior de tecnologia em logstica da Faculdade Anchieta, tambm fala sobre a importncia da educao formal para este profissional, que busca garantir o perfil profissiogrfico desejado pelas organizaes por meio de cursos superiores que oferecem conhecimentos e habilidades que podem garantir a qualificao. Alm disso, ela apresenta uma importante novidade no setor educacional: a criao do Catlogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Com o crescimento dos cursos de graduao em tecnologia, no final de julho, o Ministrio da Educao MEC, em sintonia com o setor produtivo, criou o Catlogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia, cujo intuito orientar os agentes envolvidos na oferta do ensino superior, enquadrando o profissional de logstica na rea de gesto e comrcio, estabelecendo diretrizes curriculares com o objetivo de formar um profissional especializado em armazenagem, distribuio e transporte, que planeja, coordena, gerencia, estabelece processos, identifica e negocia padres de recebimento, armazenagem, movimentao e embalagens de materiais, explica. Segundo ela, os cursos de logstica vieram na contramo do ensino superior, pois os primeiros deles nasceram na ps-graduao, formando especialistas profissionais de reas distintas como engenheiros, administradores, economistas, arquitetos, etc., em seguida nasceram os cursos superiores de Tecnologia em Logstica. Estes cursos superiores demonstram a necessidade de profissionais aptos a reconhecer e definir problemas; equacionar solues por meio do pensamento estratgico; introduzir modificaes no processo produtivo, atuando preventivamente; transferir e generalizar conhecimento e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo de tomada de decises. Tambm so buscados profissionais capazes de desenvolver expresso e comunicao compatveis com o exerccio profissional, inclusive nos processos de negociao e nas comunicaes inter-pessoais ou inter-grupais; refletir e atuar, criticamente, sobre a esfera da produo, compreendendo sua posio e funo na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento; desenvolver raciocnio lgico, crtico e analtico para operar com valores e formulaes matemticas presentes nas relaes formais e causais entre fenmenos produtivos, administrativos e de controle, expressando - se de modo crtico e criativo diante de diferentes contextos organizacionais e sociais, adiciona a coordenadora. Alm disto, deve possuir iniciativa, criatividade e determinao, vontade poltica e administrativa, vontade de aprender, estar aberto a mudanas e consciente da qualidade e das implicaes ticas de seu exerccio profissional; desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experincia cotidiana para o ambiente de trabalho e de seu campo de atuao profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelando-se profissional adaptvel, completa Lgia. Ela relata, ainda, que o profissional ser remunerado proporcionalmente s competncias e habilidades que sua vida profissional cotidiana demandar, desde operaes internas e/ou externas at multioperaes, assim as redes de cooperao entre as organizaes que demandaro o profissional. bom lembrar que o profissional dever estar sempre preparado para assumir os modelos mais complexos desenvolvidos pelas Redes de Negcios, alerta. Ligia tambm soma s qualidades necessrias ao profissional de logstica ser um empreendedor talentoso, criativo, feliz, auto-conhecedor do que faz, tomador de decises velozes como a transmisso de informaes. Alm disso, as pesquisas apontam para um conhecedor de processos complexos interconectado em networking. Assim, sua formao dever ser tcnica, porque lidar com modelagem e simuladores buscando leadtimes cada vez menores, com erros calculados durante as operaes e custos baixos, e humana, porque lidar com pessoas e precisar cada vez mais de qualidade de vida no trabalho, pois os lderes mais desejados so fascinantes e interessantes 3 Concluso Para se especializar de maneira adequada e suprir a demanda por Profissionais Logsticos, o profissional deve ter viso integrada e sistmica de todos os processos da empresa. A ausncia deste conceito faz com que cada rea/departamento pense e trabalhe de forma isolada, gerando conflitos internos por poder, fazendo com que os maiores concorrentes de uma empresa estejam dentro dela mesma; Fazer com que materiais e informaes movimentem - se o mais rpido possvel, otimizando os investimentos em ativos (estoques); Enxergar toda a cadeia de suprimentos como parte importante do processo. Fornecedores, colaboradores, comunidade e clientes so como elos de uma corrente e esto intimamente interligados. Por isso, deve se sempre avaliar se as necessidades e expectativas esto sendo plenamente atendidas; Planejar (estratgica, ttica e operacionalmente) e avaliar constantemente o desempenho por meio de indicadores: ferramentas gerenciais essenciais para o desenvolvimento de um bom sistema logstico; Possuir habilidades de negociao tanto no ambiente interno (com relao aos seus pares, clientes e fornecedores internos) como em relao ao ambiente externo (clientes, fornecedores, vizinhos e acionistas); Estar atento e atualizado em relao aos avanos tecnolgicos que podem proporcionar melhorias nos processos logsticos; Desenvolver uma viso de colaborao no sentido de compartilhar informaes e recursos entre os elementos da cadeia de suprimentos, visando a que todos obtenham benefcios que sero revertidos para a cadeia como um todo. 4 - Referncias BOWERSOX, Donald J. Logstica empresarial. So Paulo: Editora Atlas, 2001. FLEURY, Paulo Fernando, MONTEIRO, Fernando Jos Retumba C. O desafio logstico do e-commerce. So Paulo: Revista Tecnologstica, ano VI, n.56, p. 34-40, jul.2000. A_importancia_da_logistica_para_as_empresas_brasileiras:Disponivel em< HYPERLINK "http://www.administradores.com.br/artigos/a_importancia_da_logistica_para_as_empresas_brasileiras/10229/" http://www.administradores.com.br/artigos>. Acesso em 14 nov. 2008. Mercado Mercado de Trabalho:Disponivel em< HYPERLINK "http://www.administradores.com.br/artigos/a_importancia_da_logistica_para_as_empresas_brasileiras/10229/" http://www.administradores.com.br/artigos>. Acesso em 14 nov. 2008.     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