Administradores.com - Artigos http://www.administradores.com.br/ Últimos artigos do Administradores.com pt-br Copyright 2018 Fri, 20 Apr 2018 00:04:58 -0300 Conheça os melhores livros de empreendedorismo //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/conheca-os-melhores-livros-de-empreendedorismo/110188/ //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/conheca-os-melhores-livros-de-empreendedorismo/110188/ Fri, 20 Apr 2018 00:04:58 -0300 Presleyson Lima Conheça os melhores livros de empreendedorismo

Os melhores livros de empreendedorismo são aqueles que nunca podem faltar na sua estante.

Os melhores livros de empreendedorismo são aqueles que nunca podem faltar na sua estante.

E quando você terminar de ler, nada de dar de presente para outra pessoa, pois esse tipo de material precisa fazer parte da sua vida!

Isso quer dizer que é muito importante que oslivros para empreendedore s fiquem à sua disposição para consulta.
Pode ser que precise reforçar um capítulo ou um trecho em determinados momentos, afinal, eles são uma rica fonte de aprendizado e de desenvolvimento profissional.

Sim, os melhores livros de empreendedorismo são capazes de te ajudar a refletir e a evoluir para que o seu negócio cresça ainda mais!

Quer saber quais são eles?

Então confira a lista a seguir!

1 — Inovação na Raiz — Uma jornada empreendedora a partir da universidade brasileira


Do autor Gustavo Mamão, o exemplar, da editora Editora Voo, não descreve uma história de sucesso, com marcos e passos de heroísmo, mas, sim, um processo contínuo de aprendizagem, tendo como força motriz o propósito e a capacidade de realização.

A trajetória narrada por Gustavo Mamão é a história de um país que dá certo, uma história sem estrelismos ou autoafirmações egoístas. Inovação na Raiz narra uma história real, executada por pessoais reais, que viveram dificuldades crônicas na concretização de algo que um número muito reduzido de pessoas e empresas conseguem, que é quebrar mais de uma dezena de paradigmas, regras, padrões para a materializar uma oportunidade.

2 — A Única Coisa — O foco pode trazer resultados extraordinários para sua vida

Considerado um dos melhores livros de empreendedorismo, A Única Coisa, como o próprio nome diz, se trata da importância de ter um foco principal na sua vida profissional.

Dos autores Gary Keller e Jay Papasan, o exemplar, da editora Figurati, te incentiva a colocar energia e um bom tempo de dedicação na única coisa, aquela que esteja relacionada com onde espera chegar.

No livro você vai entender que os resultados que tem, sejam eles bons ou ruins, estão baseados nas escolhas feitas e no esforço que coloca em algo.

Por isso, é importante organizar a sua vida em busca das metas e objetivos e se manter firme nessa direção.

Você precisa se dedicar ao ponto de ser um grande conhecedor dessa tarefa, para assim alcançar mais fazendo menos.

Considere que quanto mais tempo você se dedicar à única coisa, mais fácil será alcançar os seus objetivos.

3 — O Poder da Influência — As forças invisíveis que moldam nosso comportamento

O autor Jonah Berger mostra no livro da HSM o quanto o poder da influência pode te ajudar a ter sucesso no seu negócio.

Basicamente, as decisões que tomamos, simples ou complexas, desde o que almoçar até o melhor investimento a ser feito, estão relacionadas com as nossas preferências e gostos.

Da forma bastante sutil somos influenciados diariamente pelo comportamento de outras pessoas. Seja fazendo o mesmo que elas ou o oposto.

Com muita bagagem em negócios, ciências sociais e psicologia, além de diversas pesquisas, o autor nos leva a refletir sobre as influências que estão por trás das nossas escolhas e decisões enquanto indivíduos e profissionais.

4 — Dez Tipos de Inovação — A disciplina de criação de avanços de ruptura

Entre os livros para empreendedores, este é um dos mais lidos.

Da DVS, os autores são Larry Keeley, Ryan Pikkel, Brian Quinn e Helen Walters.

O exemplar se baseia em um método de crescimento significativo e sustentável, que mostra os 10 tipos de inovação que você precisa ter para qualquer iniciativa e também como utilizá-las para obter vantagem competitiva para o seu negócio.

Foram 30 anos de pesquisa para a criação do livro e, como exemplos, os autores apresentam diversas empresas globais e novos empreendimentos que fizeram bom uso da inovação e assim obtiveram sucesso.

Você vai perceber que ela não deve ficar restrita a um departamento. Diferente disso, a inovação precisa permear por todas as áreas e estar em todos os profissionais.

Além disso, o pensamento criativo deve ser sempre instigado dentro de uma companhia.

No livro foram analisadas 2 mil situações de inovação eficientes, aplicadas por organizações como Toyota, Dell e Gillette.

Assim, os autores identificaram padrões que os fizeram chegar a um sistema inteligente de criatividade, que são justamente os 10 tipos mencionados.

E o melhor é que essa estrutura pode ser utilizada por qualquer empresa, setor e função, desde um diretor até um estagiário.

Esses são só alguns dos melhores livros de empreendedorismo.

No site da Amazon é possível obter uma lista com diversas outras opções.

Ele ainda te dá acesso às primeiras páginas para você conhecer um pouco do exemplar e assim decidir se vale a pena fazer ou não a compra.

Aproveite essa oportunidade para ficar por dentro dos melhores livros de empreendedorismo.

Mas não se esqueça: uma vez que os adquirir, tenha-os sempre à disposição para consulta.

Pode ter certeza de que esse é um excelente meio de ajudar o seu negócio evoluir!

Presleyson Lima - www.presleyson.com.br

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Avatar Significado //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/avatar-significado/110187/ //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/avatar-significado/110187/ Thu, 19 Apr 2018 19:30:00 -0300 Rachel S Avatar Significado

Profissionais de marketing digital possuem vocabulário peculiar. Gostam de leads, inbound, personas, avatares...

No hinduísmo, AVATAR, do sânscrito* [avatâra] (*lingua da literatura e da ciência hindus - como se fosse o latim para o brasileiros), deriva de "atravessar, ir para o outro lado". O prefixo ava significa "para baixo". Consequentemente designa o descenso (de um deus), manifestações ou encorporações dos deuses. O mesmo que um ser espiritual encarnado. O uso da palavra provavelmente foi concebido a partir de 500 a. C.

 Em geral consideram vários tipos de avatares e todos se equivalem, pois o mesmo senhor está presente em todos eles (cisne, peixe, tartaruga, porco, ser humano/leão, anão, Rama com o machado, Krishna e Kalki. Em algumas relações o cisne é substituído por Rama ou Balarama (irmão de Krishna) e Balarama, por Buda.

 No Cristianismo o que se apossa dos homens é o Espírito de Deus. Acreditam na existência de outros seres espirituais (anjos e demônios) mas não devotam a eles adoração. O Espírito se apoderava de juízes e profetas, capacitava-os a falar e a agir (Sansão, Elias, Moisés...). Com a vinda do Messias ao mundo o Espírito foi derramado a todos os que Nele crer e age de acordo com a vontade do Criador. O Espírito de Deus é dotado de sentimentos, embora não humanos, mas semelhantes. Ele sente tristeza ao ver seu templo inapropriado para habitação. Entende-se que inapropriação é o pecado e que o templo são os humanos.

 

 

 

Fonte: Léxico das Religiões e Bíblia Sagrada

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Produtividade nossa de cada dia! //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/produtividade-nossa-de-cada-dia/110185/ //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/produtividade-nossa-de-cada-dia/110185/ Thu, 19 Apr 2018 16:30:00 -0300 Leandro Edy Nowaski da Silva Produtividade nossa de cada dia!

O artigo traz o tema produtividade e promove uma reflexão sobre porque falta tempo em nosso dia a dia para realizamos todas as tarefas que precisamos. Traz ainda algumas dicas de como melhorar sua produtividade.

        Nos dias atuais sentimos um misto de falta de tempo e excesso de tarefas ao passo que nos sentimos angustiados por não conseguir nos permitir um período maior de lazer. Às vezes a sensação é que a cada hora dedicada ao deleito, horas de sacrifícios serão adicionadas a posteriori em nossas vidas. Mas talvez, seja a tal da “produtividade” ou no caso descrito a cima a “improdutividade”.


          Existem muitos artigos, livros e trabalhos que abordam o tema “produtividade” e tal assunto não se esgota justamente por sua complexidade e por sua dinâmica.


           Ser produtivo está diretamente ligado a vida, ao cotidiano das pessoas e por isso é tão dinâmico, tão atual e tão intricado.


          Vamos lá! Sabendo dessas premissas vou ajudar você a entender um pouco mais sobre ser produtivo sem que isso se torne um sacrifício.


         Tem um livro do autor Geônimo Theml (Produtividade para quem quer tempo) em que ele apresenta oito verdades absolutas sobre produtividades, ele começa falando que – ocupar-se não é produzir – com isso ele destaca que produzir é você fazer o que é realmente necessário para você atingir o seu objetivo, o seu sonho. O resto é ocupar-se. Por isso é necessário que você se policie durante o seu dia a dia e verifique se o que você está fazendo é produzir ou ocupar-se.


         Dentre as verdades sobre produtividade existem outras em que o autor aborda que fazem bastante sentido e que podem ajudar você que está lendo este artigo.


          Vou te mostrar mais uma das verdades absolutas apresentadas no livro – se você não tem agenda, então você vira agenda de alguém – o que pode se extrair disso é que você não pode estar disponível o tempo todo para todos. Hoje as pessoas trocam mensagens de e-mail e whatsapp praticamente o dia todo, porém com um detalhe importante, quem está mandando está dedicado a isso e com tempo para fazer isso, na hora que mais lhe convém. No caso de quem recebe e não filtra ou não tem uma disciplina de quando ler ou responder essas mensagens acaba sendo interrompida dezenas de vezes e se tornando extremamente improdutivo no que se propôs a fazer durante o seu dia.


         Uma outra verdade é – pensar em algo no momento em que você não pode fazê-lo – isso rouba seu tempo de produtividade e faz você pensar e lembrar de várias coisas que precisam ser feitas e que naquele momento é o mais impróprio e inviável possível. Então concentre-se no que você está produzindo e caso surgir um pensamento sobre algo que precisa ser feito, anote de forma rápida e não fique divagando sobre.


       Você já ouviu falar da regar ou princípios 80/20 criada pelo economista italiano Vilfredo Pareto em 1906. Bom, resumidamente a lei afirma que 80% das consequências advêm de 20% das causas. Pareto percebeu que 20% dos italianos possuíam 80% das terras naquele país. A constatação socioeconômica revelou posteriormente a mesma proporção da distribuição de riquezas em diversas nações e a relação acabou sendo aplicada também em outras áreas. Disso se extrai outras premissas como; 80% da fortuna mundial está nas mãos de 20% das pessoas; da mesma forma que 80% da receita de uma empresa provém de 20% dos clientes e que mais de 80% das descobertas científicas são realizadas por apenas 20% dos cientistas.


      As porcentagens podem variar, mas dificilmente fogem a proporção 80/20. Proporção essa que pode ser utilizada, inclusive, na hora de planejar e gerir o tempo. Trazendo para o objetivo deste trabalho que é te ajudar a ser mais produtivo pode-se entender que Pareto está dizendo que você precisa ter foco, focar naquilo que realmente importa e que trará resultados mais rápidos e precisos, e quem sabe você não resolva seus problemas com 20% de esforço e aproveite os oitenta por cento para dedicar-se ao lazer, a família e ao seu crescimento pessoal e profissional. Você pode refletir sobre isso e verificar se você não está fazendo 80% de esforço para resolver 20% de seus problemas.


          É com esse intuito que escrevo este artigo, é para trazer um pouco de reflexão sobre ser produtivo depende de como nos comportamos e o quanto nos disciplinamos para fazer as coisas certas em nosso cotidiano. Sendo assertivo em suas decisões e adotando medidas simples como as que foram mencionadas neste artigo, acredito que você entenderá que para ser produtivo não precisará sacrificar o tempo com a família, o tempo do lazer, e não precisará de um “dia de 30 horas” para conseguir completar suas tarefas e honrar seus compromissos.

 

 

Leandro E. Nowaski - É formado em Administração com Habilitação em Comércio Exterior, tem Especialização em Gestão de Pessoas e MBA em Gestão Pública.

 

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Born Global: Quem, eu? //www.administradores.com.br/artigos/negocios/born-global-quem-eu/110180/ //www.administradores.com.br/artigos/negocios/born-global-quem-eu/110180/ Thu, 19 Apr 2018 16:00:00 -0300 Flávia Chinelato Born Global: Quem, eu?

Grande parte dos empresários brasileiros pensam que para uma empresa ser global é preciso primeiro ser de grande porte. Entretanto, isso não é uma condição verídica. É perfeitamente possível que uma micro empresa seja global, inclusive já nasça global. O que determina esta condição é a mentalidade do gestor que terá capacidade ou não de se planejar e estruturar a sua empresa de forma adequada. Outro aspecto relevante é COMO as empresas surgem no Brasil, diferentemente do que ocorre nos países mais desenvolvidos em que as empresas nascem dentro de laboratórios das universidades, no Brasil, ao contrário é comum que os pequenos negócios surjam dentro de casa e sem nenhuma espécie de formalidade. Independente da forma como o negócio surgiu, é possível torná-lo global com planejamento e estratégia correta.

No Brasil nem todas as empresas nascem globais, ao contrário, muitos pequenos e médios empresários pensam em atender somente o mercado local, se limitando a sua região, no máximo em todas as regiões do país (ainda bem que somos um país de dimensões continentais!). A justificativa para esta postura está no fato de nascer de forma não planejada, até mesmo improvisada (começa em casa, de maneira informal e o negócio vai crescendo de forma inesperada, e de repente: “virou uma empresa!”).

Outros aspectos como desconhecimento das oportunidades, burocracias enfrentadas no Brasil, falta de conhecimento a respeito dos apoios e incentivos dos governos e entidades ligadas ao setor de atuação, também são respostas encontradas quando conversamos com os proprietários deste perfil de empresas.

Enquanto isso, do outro lado do continente, em muitos países desenvolvidos a mentalidade é justamente oposta. Em países na Europa, por exemplo, os micros, pequenos e médios empresários já iniciam suas atividades com uma proposta de atender ao mercado internacional, ou seja, são as empresas conhecidas como Born global. Elas já nascem globais, independente do ramo de atuação e o seu porte inicial.

Você pode até pensar que isso acontece porque na Europa os países são menores, mais próximos e há uma facilidade no transporte e distribuição, além dos incentivos governamentais. Sim, de fato isso tudo ajuda bastante. Porém, mais do que ter estes benefícios, o primeiro fator que mais chama atenção é a MENTALIDADE do fundador/gestor da empresa, o segundo fator é COMO elas surgem. Isto é o que faz toda a diferença nos caminhos que serão traçados para alcançar o sucesso do negócio.

Dificuldades, entraves e desafios todos os empresários no mundo enfrentam, a diferença está é na maneira como eles conseguem enxergar a solução para as suas próprias batalhas e as suas respectivas articulações para superar os obstáculos.

Outro ponto extremamente relevante a se destacar é o COMO elas surgem, no Brasil enquanto uma empresa nasce de forma “inesperada” dentro de casa em países desenvolvidos é comum que as empresas surjam dentro dos laboratórios e centro de pesquisas das grandes universidades. Esta questão faz uma enorme diferença, pois quando um negócio começa e cresce de forma pouco estruturada, leva-se muito mais tempo para poder se firmar, encontrar parceiros, investidores e apoio para o desenvolvimento.

Pensar em atender um mercado estrangeiro é quase impossível quando não tem maturidade para atender as solicitações internas e lidar com os desafios internos. Entretanto, pequenos negócios que surgem após um bom planejamento tendem a obter apoio, investimento e alcançam o sucesso nacional e internacional muito mais rápido, evitando um enorme prejuízo e fracassos tão comuns de serem vistos no mercado.

Mas se você seguiu o caminho tradicional de abertura de empresas no Brasil, e agora se sente preparado ou disposto a tornar a sua empresa internacionalizada, há caminhos para isso. O modelo tradicional de internacionalização de empresa (Escola de Uppsala) sugere que o primeiro passo (já partindo do princípio que a empresa esta bem estruturada internamente) deve fazer vendas esporádicas de exportação, a medida que se ganha conhecimento e experiência, aumenta o grau de envolvimento com o mercado internacional, partindo para o segundo nível que é ter um representante internacional no mercado-alvo. Posteriormente no terceiro nível, quando ainda mais estruturada e madura, o passo é abrir um escritório neste mercado, para só então, assim que consolidada internacionalmente partir para o quarto nível que é abrir uma planta no local (greenfeld), chegando portanto no último nível de internacionalização de empresas.

Seja qual for o porte da empresa e como ela surgiu, há estratégias que podem ser seguidas para torna-la internacionalizada. Basta um bom profissional cpacitado e experiente para elaborar junto com os gestores quais serão os caminhos seguidos para alcançar o sucesso.

 

Flávia Chinelato
Consultora - Grupo Atus | Coordenadora - Capacita Vetor Norte 
Professora de Pós-Graduação 
Doutora em Administração | Mestre em Administração
Especialista em Logística e Produção, Marketing e Negócios
contato@grupoatus.com.br 
www.grupoatus.com.br | www.capacitavetornorte.com.br  

 

 

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Mandic Cloud Solutions participa do TDC Florianópolis com palestras sobre Java e DevTest //www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/mandic-cloud-solutions-participa-do-tdc-florianopolis-com-palestras-sobre-java-e-devtest/110183/ //www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/mandic-cloud-solutions-participa-do-tdc-florianopolis-com-palestras-sobre-java-e-devtest/110183/ Thu, 19 Apr 2018 15:00:00 -0300 Amanda Morales Mandic Cloud Solutions participa do TDC Florianópolis com palestras sobre Java e DevTest

 

São Paulo, abril de 2018 - A Mandic Cloud Solutions, empresa brasileira líder na gestão de ambientes em nuvem corporativa (pública, híbrida e privada), participará do TDC (The Developers Conference) em Florianópolis (SC), que ocorrerá entre os dias 18 e 21 de abril, no Centro de Convenções Centro Sul.

Durante o evento, Everton Tavares, especialista da companhia, fará duas apresentações. A primeira traz como tema “Ganhando tempo com novas JSRs”, conteúdo apresentada na Trilha JavaEE em 20 de abril. Christiano Milfont, Gerente de Engenharia da empresa, também apresentará palestra na Trilha NoSQL com o tema “Escalando suas consultas com Elasticsearch”, no sábado dia 21 de abril.

Os palestrantes chegram à Mandic Cloud graças à recente aquisição da Rivendel, empresa de tecnologia focada em Transformação Digital, Cloud & DevOps e Data Analytics. A transação foi realizada em fevereiro desse ano e reforça a estratégia da Mandic Cloud em se tornar referência em clouds no Brasil.

Além disso, Gabriela Dias, profissional que soma a equipe também com a recente aquisição da Rivendel, será coordenadora de Trilha DevOps enquanto o influencer Christiano Linuxmen, do Papo de SysAdmin, comunidade apoiada pela Mandic Cloud, será um dos coordenadores da Trilha Cloud Computing no evento.

O TDC é um encontro de desenvolvedores e especialistas, que acontece anualmente desde 2008, reunindo empresas de desenvolvimento. A expectativa é receber cerca de mil participantes por dia.

Para inscrever-se acesse: http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2018/inscricoes

AGENDA
TDC FLORIANÓPOLIS
Data: 18 a 21 de abril
Endereço: Centro Sul - Av. Gov. Gustavo Richard, 850 - Centro - SC, Florianópolis.
Palestra “Trilha JavaEE - Ganhando tempo com novas JSRs” – 20/04 às 15h40.
Palestra “Trilha DevTest - Testes com Spring Boot de forma fácil!” – 20/04 às 17h40.
Trilha Cloud Computing – 18/04 às 8:30 (o valor do ingresso para participação é de R$ 265,00)
Trilha DevOps – 19/04 às 8:30 (o valor do ingresso para participação é de R$ 265,00)

Sobre a Mandic Cloud Solutions
A Mandic Cloud é líder brasileira na gestão de ambientes em nuvem corporativa (pública, híbrida e privada) oferecendo soluções de computação em nuvem em cloud própria, baseada em OpenStack e VMWare, além das principais nuvens públicas de hiperescala como AWS, Azure e Google Cloud com faturamento em reais, serviços e suporte especializado 24x7, em português. São diversos segmentos e soluções entregues para empresas em sua jornada para clouds: da arquitetura, implantação/migração, gerenciamento na nuvem à automação em DevOps, Data Analytics, Transformação Digital, entre outras soluções exclusivas para o mercado corporativo. Saiba mais em www.mandic.com.br

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Para uma empresa crescer, mudar é preciso? - O estranho caso de melhoria que tinha tudo para dar certo e não deu. //www.administradores.com.br/artigos/negocios/para-uma-empresa-crescer-mudar-e-preciso-o-estranho-caso-de-melhoria-que-tinha-tudo-para-dar-certo-e-nao-deu/110182/ //www.administradores.com.br/artigos/negocios/para-uma-empresa-crescer-mudar-e-preciso-o-estranho-caso-de-melhoria-que-tinha-tudo-para-dar-certo-e-nao-deu/110182/ Thu, 19 Apr 2018 11:45:00 -0300 Edvaldo Luis Para uma empresa crescer, mudar é preciso? - O estranho caso de melhoria que tinha tudo para dar certo e não deu.

Somos bombardeados diariamente por formadores de opinião que nos ensinam que empreender é se lançar com uma ideia, sem medo dos obstáculos que vamos enfrentar, pois o sucesso é resultado das lutas que travamos para alcançar nossos objetivos. Concordo com a ideia, mas é preciso sempre cautela e estratégia ao se dar passos maiores.

É comum em administração vermos empresas que nasceram em espaços simples ou em bairros que proporcionam custos mais baixos com alugueis ou mesmo a compra do imóvel, se mudarem para outros ambientes, maiores, mais pomposos e mais caros quando estão estabilizadas, com clientes fixos e com um fluxo de caixa tranquilo, isso é normal, e as vezes até, essa mudança faz parte do planejamento estratégico da empresa, e é também uma forma de buscar novos mercados e clientes para seus negócios. Mas tudo precisa ser bem planejado e principalmente avaliado.

A teoria nos ensina que expandir e crescer é preciso, mas a sabedoria popular deve ser ouvida, quando diz que “time que está ganhando não se mexe”, e aqui faço uma pequena mudança do ditado popular e digo, que time que está ganhando até pode ser mexido sim, mas o local onde se está ganhando, a gente só mexe se for necessário mesmo.

Vou dar um exemplo: Uma empresa era franqueada de uma rede de bares e restaurantes muito conhecida por apresentar bebidas típicas brasileiras, assim como comidas comuns das diversas regiões do nosso país. Esse franqueado já estava no mesmo local a mais de 15 anos e abria sempre no final da tarde para aquele happy hour onde as pessoas depois do trabalho se encontram para conversar, comer e beber depois de um dia de trabalho. A casa estava sempre lotada e muitas vezes era necessário aguardar a desocupação de mesas para poder adentrar ao ambiente.

O local era simples, nada de chic, mas aparentemente atendia bem aos frequentadores, na sua grande maioria, trabalhadores de empresas da região, e os preços não eram dos mais acessíveis, mas comportava aos bolsos do público que frequentava o espaço.

Certo dia, um restaurante que ficava em uma rua boemia da cidade, conhecida por seu movimento de estudantes de uma universidade próxima e por pessoas das classes A e B, que buscavam por ambientes com nível mais alto de atendimento, fechou as portas, deixando vago um espaço recém reformado para atender essa alta sociedade.

Os empresários franqueados viram nesse espaço várias oportunidades:
1 – Sair de um prédio simples para um local mais pomposo;
2 – Mudar o seu nicho de clientes, de uma maioria da classe C para atender clientes da classe A;
3 – Possibilidade de aumentar seus preços, e faturar mais;
4 – Consolidar a franquia em uma rua mais frequentada, com pessoas de todas as idades e principalmente jovens universitários.

Estavam certos? Sim, provavelmente o tempo pedia realmente este up grade, e sabemos que empreendedor que é empreendedor não perde uma oportunidade de crescer, expandir e aumentar os lucros. Afinal, já estavam consolidados, e os clientes seguiriam a marca onde fossem, pois estavam há apenas 500 metros do prédio onde estiveram por mais de 15 anos. Porém, não foi o que aconteceu...

Quando abriram no novo espaço, a casa continuava cheia, e permaneceu assim pelos meses seguintes, uma indicação de sucesso.

Seis meses após a mudança, no espaço antigo, outros empresários abriram um restaurante temático, com uma proposta diferente, e com um valor agregado superior ao que os antigos usuários do local estavam acostumados a cobrar.

Sabemos que tudo que é novo, chama a atenção, chama cliente, todavia o que chama a atenção nesse caso é que, aqueles clientes da classe C que seguiram a franquia para o novo endereço, voltaram para o endereço antigo, aderindo a nova proposta de espaço temático. E a classe A e B que estava frequentando o novo espaço dos franqueados, depois de passar a empolgação da estreia, voltou a frequentar os ambientes que frequentavam antes.

Resultado: Com a redução drástica da clientela, os empresários franqueados não conseguiram segurar a franquia e tiveram que mudar o nome, permanecendo no mesmo espaço. Já os empresários que abriram o restaurante temático no antigo espaço da conhecida franquia, continua com a casa cheia de trabalhadores da região, pessoas da classe C e B, e algumas vezes, frequentadores da classe A da cidade.

Na faculdade, estamos cheios de teorias, de ferramentas, de possibilidades e até argumentos que nos ajudam a administrar bem uma empresa. Mas na vida real, quando estamos administrando de verdade, nada substitui o conhecimento, ou seja, a teoria aliada a prática, com uma boa dose de pesquisa e planejamento.

Ora, somos bombardeados diariamente por formadores de opinião que nos ensinam que empreender é se lançar com uma ideia, sem medo dos obstáculos que vamos enfrentar, pois o sucesso é resultado das lutas que travamos para alcançar nossos objetivos. Concordo com a ideia, mas é preciso sempre cautela e estratégia ao se dar passos maiores:

- Pesquisar o novo mercado;
- Prever os impactos positivos e negativos;
- Saber o porquê seu cliente é seu cliente;
- Fazer um bom planejamento estratégico.

E o que considero mais importante para todo tipo de empresa: Não importa o tamanho das suas pernas, sempre que começar a andar, dê passos pequenos, pisando em chão firme. Depois que a estrada estiver conhecida, ai você alarga o passo.

Talvez, se os empresários franqueados tivessem aberto uma filial com uma nova proposta de público e mantido a matriz no mesmo espaço, poderia ter conquistado os clientes da classe A tão desejados, e mantido os clientes das classes B e C fieis. Afinal, as vezes, a fidelização não é a marca e sim ao ambiente, espaço e atendimento.

O planejamento estratégico é fundamental para qualquer tomada de decisão, seja grande ou a mais simples mudança. Afinal, como diz o ditado popular, “não tropeçamos nas grandes montanhas, e sim nas pequenas pedras”.

Edvaldo Luis. – É formado em Administração de Empresas com Habilitação em Gestão de Pessoas e Filosofia, com especialização em Gestão Estratégica de Negócios e Coaching. Sócio Administrador na Empresa Mulpha Marcas e Patentes (www.mulpha.com.br) e atua como Executive Coach e Financial Coach, Palestrante e Consultor de Gestão Estratégica na Personal Gerente Agencia de Gestão (www.personalgerente.com).

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MARKETING ON DEMAND E O PODER DO INBOUND //www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-on-demand-e-o-poder-do-inbound/110181/ //www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-on-demand-e-o-poder-do-inbound/110181/ Thu, 19 Apr 2018 09:45:55 -0300 Fernando Coelho MARKETING ON DEMAND E O PODER DO INBOUND

Segundo estudos publicados pela ASB Marketing, o inbound marketing representa uma economia de 60% frente às estratégias tradicionais. As empresas que utilizam blogs, por exemplo, conseguem 97% mais links apontando para o site.

No marketing não basta comunicar, é preciso atrair o público certo e gerar conversão. Outro fator de sucesso para o marketing na perspectiva do branding digital é a relevância. Gosto sempre de dizer que relevância está pautada naquilo que possui significado para o cliente e, sobretudo, de algo que seja útil na vida dele.
Uma das estratégias que devemos utilizar é o inbound marketing ou marketing de atração, que consiste em ações para atrair e converter clientes. Diferente do outbound, o inbound tem como base o relacionamento e educação do consumidor, usando táticas como criação de conteúdo e automação.
Para você ter uma noção, segundo estudos publicados pela ASB Marketing, o inbound marketing representa uma economia de 60% frente às estratégias tradicionais. As empresas que utilizam blogs, por exemplo, conseguem 97% mais links apontando para o site e 275% é o ROI (retorno sobre investimento) médio produzido por meio dessa tática.
De forma prática, a estratégia de inbound marketing acontece com a criação e compartilhamento de conteúdos de qualidade focados para o target da marca. A ideia é atrair leads, conquistar a confiança e encaminha-los para o momento da venda. O foco sempre será levar o cliente até a empresa, em vez de a empresa ir até o cliente.
Uma estratégia de relacionamento com o cliente no ambiente digital acontecerá em cinco etapas fundamentais: atração, conversão, fechamento e satisfação.


Atração

Nessa etapa é fundamental atrair a audiência certa, o que chamamos de tráfego qualificado. O foco é atrair as pessoas certas, que o gestor de branding digital considera ser o público mais adequado para se tornar um lead e, em seguida, um cliente. Podemos utilizar como estratégia SEO, definição de persona, social media.

Conversão

A próxima etapa é captar o e-mail da audiência e o máximo de informações de contato oferecendo algo em troca, como: e-books, checklists, manuais, vídeos, consultorias que estejam alinhados com o interesse e o momento de cada persona.

Fechamento

Após a conversão dos visitantes certos, a marca já possui o principal ponto de relacionamento, o e-mail. Agora é necessário transformar esses leads em clientes. Você já utilizou estratégias para atrair os clientes, agora você precisa deixa-los desejosos com conteúdos relevantes, que colaborem com o alcance dos seus objetivos, comunicando inclusive sobre novidades do mercado, serviços e produtos da sua marca. Neste ponto ele será levado também à compra.

Satisfação

Para que todo esse processo continue assertivo e ganhe musculatura com o tempo, é preciso estudar cada etapa anterior e investir no que funciona, eliminar o que não deu certo e ajustar o que for necessário. Além disso, é fundamental sempre oferecer novidades relevantes para o cliente, afinal de contas, esse é o motor das estratégias digitais.

Mais importante do que atrair, é manter um relacionamento e tornar esse cliente fiel.

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Eficácia: maximização de oportunidades versus resolução de problemas //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/eficacia-maximizacao-de-oportunidades-versus-resolucao-de-problemas/110179/ //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/eficacia-maximizacao-de-oportunidades-versus-resolucao-de-problemas/110179/ Thu, 19 Apr 2018 08:55:00 -0300 Cláudio Márcio Araújo da Gama Eficácia: maximização de oportunidades versus resolução de problemas

A pergunta pertinente não é como fazer certo as coisas, mas, sim, como identificar as coisas certas a serem feitas, e nelas concentrar recursos e esforços

Os resultados são obtidos pela exploração de oportunidades, não pela solução de problemas. Tudo o que se pode esperar com a solução de problemas é o restabelecimento da normalidade. tudo o que se pode esperar, na melhor das hipóteses, é eliminar restrições à capacidade de da empresa obter resultados. Os resultados em si sempre decorrem da exploração de oportunidades.

 

Para produzir resultados, os recursos devem ser alocados à exploração de oportunidades, não à solução de problemas. Desnecessário dizer que os problemas não podem ser ignorados, mas devem ser minimizados.

 

Os economistas falam muito em maximização do lucro nas empresas. essa afirmação, conforme já observaram numerosos críticos, é tão imprecisa que chega a ser insensata. No entanto, maximização de oportunidades é uma definição significativa, até mesmo exata, do trabalho empreendedor. Significa que eficácia, em vez de eficiência, é essencial para a empresa. A pergunta pertinente não é como fazer certo as coisas, mas, sim, como identificar as coisas certas a serem feitas, e nelas concentrar recursos e esforços. Outras informações podem ser obtidas no livro Fator humano e desempenho, de autoria de Peter F. Drucker.

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Remando sempre contra a maré da vida empresarial //www.administradores.com.br/artigos/carreira/remando-sempre-contra-a-mare-da-vida-empresarial/110177/ //www.administradores.com.br/artigos/carreira/remando-sempre-contra-a-mare-da-vida-empresarial/110177/ Wed, 18 Apr 2018 23:36:32 -0300 Alan Castro Barbosa Remando sempre contra a maré da vida empresarial

Eu sempre ouvi na escola, nas empresas, nas rodas de conversa, nada da certo quando você não centra suas atenções, não dispersa, não atua dentro das regras, dentro da caixinha. Discordo.

Eu sempre ouvi na escola, nas empresas, nas rodas de conversa, nada da certo quando você não centra suas atenções, não dispersa, não atua dentro das regras, dentro da caixinha.


Eu sempre discordei, aprendi, ouvi, mas discordei.


Nada funciona dentro da caixinha, o que acontece é que você se adapta a ser mais uma, que é facilmente substituída, que não cria, que tem medo de olhar para fora, para que não corra o risco e nem cometa ousadia de ampliar exponencialmente sua visão.


Muitos assuntos, muitas áreas completamente diferentes, antagônicas, de um pensamento financeiro contábil, a um criador de ideias mirabolantes, invadindo áreas super fechadas como de promoção de shows, vendendo planilha tributária a empresários e emoções e sonhos a espectadores dos mais variados artistas.


O antagonismo que me impulsiona em tudo que faço, une cada um dos pilares em um só, trazendo o organismo criado por tantas atividades em estágio inimaginável, de mútua interação, colaboração e forte fator de conexão em seus crescimentos.


Quando mais diversifico, mais falho. Quando mais erros mais aprendizados, e mais vontade de saltar em queda livre no ato de empreender.


Descobrimos que o empreendedorismo não tem fronteiras, não tem limites nem barreiras, e na maioria das vezes não tem custo.


Eu continuo ouvindo os padrões, e sigo remando em sentido contrário.

 

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Por que você ainda não começou o seu planejamento financeiro? //www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/por-que-voce-ainda-nao-comecou-o-seu-planejamento-financeiro/110176/ //www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/por-que-voce-ainda-nao-comecou-o-seu-planejamento-financeiro/110176/ Wed, 18 Apr 2018 21:37:55 -0300 Ricardo Normando Ferreira de Paula Por que você ainda não começou o seu planejamento financeiro?

"Planejamento, Organização e Motivação são fatores essenciais para a prosperidade." (Renan Bride de Oliveira)

Há algum tempo venho afastado das minhas anotações e, virtude de novos projetos que estão surgindo, já quase prontos e saindo do forno nos próximos dias.

Com os novos projetos acabo saindo um pouco da rotina, muitas ideias novas acabam surgindo, novas experiências são vividas e, desta forma, aprendo cada vez mais. Acho isso muito interessante! Cresço mais a cada novo projeto.

Eu e o grupo do qual faço parte tem o intuito de levar à população sempre o que há de melhor em termos de consultoria financeira e o que há de mais moderno em termos de construção de renda principal, extra e passiva. Tanto a consultoria como a construção de renda partem de uma perspectiva ativa de cada cliente. Nós apenas norteamos o caminho a ser seguido com sugestões fundamentadas em anos de estudo teórico e prático. E sempre temos o suporte das maiores empresas do mercado pra garantir que nossos clientes tenham sempre o melhor.

No entanto, o que ainda percebemos em nossa sociedade é a resistência (ou procrastinação) no que diz respeito à iniciar um projeto de planejamento futuro quando o assunto são as finanças pessoais. E o que é ainda mais curioso é a consciência de boa parte das pessoas de que este é um planejamento necessário.

Tenha certeza de que escuto as mais variadas desculpas pra não começar este planejamento ou pra abandoná-lo no meio do caminho. O que vem a seguir são sínteses das respostas acerca das desculpas mais “questionáveis” (pra ser mais educado!) que escuto com frequência.

Não tem muito que pensar: se a natureza seguir seu curso normal, chegaremos à velhice. Não é nenhuma novidade o conhecimento de que é este o período em que mais precisamos de dinheiro para manter o conforto e a dignidade. Então que motivos nos levam a não planejar e organizar os recursos financeiros necessários pra este período?

Quando menciono isso, costumo escutar o que considero um certo absurdo: “Mas... E se eu morrer jovem ainda?”. Acho uma pergunta bem complicada quando vem acrescida de outras expressões que prefiro omitir. Sendo assim, pensando por este outro lado, consideremos que sua vida chegue ao fim antes da aposentadoria. É preciso que a família esteja financeiramente preparada pra este infortúnio. Morrer não sai muito barato! Incontáveis vezes acompanhei (e talvez você também!) familiares preocupados com recursos para o velório e sepultamento do ente querido... E se pensarmos que aquele ente querido que se foi deixou um conjunto de dívidas que vão obrigar herdeiros e dependentes, o problema se agrava muito. Também já acompanhei familiares passando por dificuldades financeiras muito complicadas após o óbito do principal provedor da casa e tendo que vender bens e direitos financeiros para que pudessem honrar compromissos e se manter.

Falta de planejamento financeiro pode sair muito caro pra uma família! Pode, inclusive, destruí-la, como mencionei em um outro artigo que escrevi aqui no portal. (http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/orcamento-domestico-ele-precisa-fazer-parte-da-familia/90084/).

Uma coisa está nos deixando esperançosos: apesar de muitas pessoas ainda não pensarem sobre suas finanças e planejá-las, este quantitativo vem aumentando timidamente. Isso me leva a crer que estamos em uma questão cultural onde o planejamento de longo prazo não tem muito lugar na vida das pessoas. Mas estamos trabalhando duro pra mudar um pouco este panorama e tirar algumas pessoas e famílias desta letargia. 

Esta realidade, se analisarmos o ponto de vista mais filosófico do problema, se dá devido à uma sociedade imediatista e extremamente mutável no curto intervalo de tempo. Esta é a ótica defendida por Zygmunt Bauman, Filósofo e Sociólogo polonês que nos fala sobre o que ele chama de modernidade líquida. Para quem gosta do assunto, suas obras são extraordinárias. Recomendo a leitura.

Deixo então esta reflexão pra você que ainda não começou a planejar o seu futuro financeiro. Inicie este processo e você poderá perceber mudanças muito interessantes em todos os contextos da sua vida, desde que seja acompanhado por profissional qualificado caso não se sinta à vontade pra conduzir o processo sozinho.

E, finalizando, vou deixar mais um motivo pra estes planejamentos: as alterações recentes na legislação trabalhista. Sem entrar no mérito de ser justa ou não, o fato é que ela faz com que cada um tome conta de seu futuro financeiro com cada vez menos interferência do estado. De forma simplista: cada um que cuide de si!

E, pra não alongar muito a discussão, nem vou entrar na questão dos filhos!

Forte e fraterno abraço!

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O chefe do garimpo e o líder corporativo! //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/o-chefe-do-garimpo-e-o-lider-corporativo/110175/ //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/o-chefe-do-garimpo-e-o-lider-corporativo/110175/ Wed, 18 Apr 2018 18:41:07 -0300 Alexandre Ferrão O chefe do garimpo e o líder corporativo!

Na novela o Outro Lado do Paraíso, que está no ar, ocorre uma circunstância no garimpo que faz parte da trama e que podemos muito bem fazer um link com a realidade corporativa que muitos de nós conhece por ter vivenciado ou por alguém ter relatado.

Na novela o Outro Lado do Paraíso, que está no ar, ocorre uma circunstância no garimpo que faz parte da trama e que podemos muito bem fazer um link com a realidade corporativa que muitos de nós conhece por ter vivenciado ou por alguém ter relatado.

No capítulo que foi ao ar hoje, dia 03/04/2018, as dificuldades de Zé Vitor como líder – ou nas palavras do personagem “chefe” – ficam mais marcantes, pois a dona do garimpo, a personagem Sofia diz o seguinte:

- O que está havendo Zé Vitor? Este garimpo está rendendo bem menos do que na época do Mariano (antigo chefe dos garimpeiros)?

Mariano que está próximo responde:

- É que antes eles trabalhavam com alegria e agora trabalham na base da chibata!

Logo que Mariano encerra sua frase, Zé Vitor demonstra contrariedade e grita:

- Bora cambada, vamo produzir, é agora, não quero ver ninguém parado!

Mariano, diferente de Zé Vitor, era além de chefe o exemplo de líder que todos querem seguir: tem domínio técnico da função, é carismático, defende a equipe, tem domínio moral sobre o grupo, mas sabe cobrar resultados.

O atual chefe do garimpo Zé Vitor, em quase todas as suas falas repete: “Agora eu sou chefe”, “Vocês tem que me obedecer pois agora eu sou chefe” ou ainda “vamo, vamo cambada, vamo produzir, vocês acham que isso aqui (o garimpo) é o que?”

O personagem Zé Vitor demonstra um total despreparo para a função, e podemos dizer que exemplifica muito bem casos de um líderes que saem do operacional (ele era bom na extração de esmeraldas) e passam a ser lideranças táticas (gerentes, encarregados) mas com extrema dificuldade de gerenciamento, insegurança e nenhum perfil de
liderança.

Ele retrata situações onde muitas vezes a empresa perde 2 vezes: primeiro por perder um excelente colaborador operacional e segundo por torná-lo um gerente de nível médio para baixo.

Entendo que vale a reflexão: Sou líder ou sou chefe?

Posso ajudá-lo a entender sobre quem você é:

1 – Se você está mais preocupado com processos do que com pessoas, você é chefe!
2 – Se você precisa afirmar várias vezes que o comando é seu, que você é o líder….você é chefe!
3 – Se você mantém uma grande distância entre você e a equipe…..você é chefe!
4 – Se você acompanha o desenvolvimento técnico e comportamental da equipe…..você é líder!
5 – Se você entende que um bom ambiente é peça chave para a obtenção de resultados…..você é líder!
6 – Se você além de dar ordens tem domínio técnico da função…..você é líder!
7 – Se você não possui o domínio técnico mas procura aprender junto com a equipe….você é líder!

São apenas 7 dicas, mas fundamentais para o seu desenvolvimento como líder!

Então, gostou do artigo?

Espero que ele possa ajudá-lo no desenvolvimento das suas habilidades em liderança!

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QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS EM BARES E RESTAURANTES DA SERRA DA IBIAPABA //www.administradores.com.br/artigos/academico/qualidade-dos-servicos-prestados-em-bares-e-restaurantes-da-serra-da-ibiapaba/110172/ //www.administradores.com.br/artigos/academico/qualidade-dos-servicos-prestados-em-bares-e-restaurantes-da-serra-da-ibiapaba/110172/ Wed, 18 Apr 2018 12:55:00 -0300 Crisley Cristine de Sousa Sá QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS EM BARES E RESTAURANTES DA SERRA DA IBIAPABA

O setor de serviços tem se apresentado como um dos mais importantes para a economia brasileira, com os bares e restaurantes representando parcela significativa desse segmento. Percebe-se que esses estabelecimentos possuem uma união fundamental entre produção e prestação de serviços, aferindo-se a excelência do estabelecimento não apenas pela qualidade dos produtos, mas também, obviamente, pela qualidade da prestação do serviço. Assim, analisar a satisfação dos clientes é fator fundamental para o sucesso do negócio. Nesse contexto, este estudo objetivou-se analisar a qualidade dos serviços prestados por bares e restaurantes da cidade de Ubajara - CE sob o ponto de vista de seus clientes.

                                                                                          Crisley Cristine de Sousa Sá

Resumo: O setor de serviços tem se apresentado como um dos mais importantes para a economia brasileira, com os bares e restaurantes representando parcela significativa desse segmento. Percebe-se que esses estabelecimentos possuem uma união fundamental entre produção e prestação de serviços, aferindo-se a excelência do estabelecimento não apenas pela qualidade dos produtos, mas também, obviamente, pela qualidade da prestação do serviço. Assim, analisar a satisfação dos clientes é fator fundamental para o sucesso do negócio. Nesse contexto, este estudo objetivou-se analisar a qualidade dos serviços prestados por bares e restaurantes da cidade de Ubajara - CE sob o ponto de vista de seus clientes. Como metodologia foi realizada uma pesquisa de campo e bibliográfica, com a coleta de dados realizada por meio de um questionário estruturado e a análise dos dados com uma abordagem quantitativa descritiva. Ao final do estudo foi possível verificar que os estabelecimentos têm deixado a desejar em todos os quesitos, tanto em relação ao produto quanto aos serviços, com as respostas se concentrando em regular ou bom.

Palavras-chave: Qualidade. Serviços. Atributos. Satisfação.

1 INTRODUÇÃO
      A chegada da globalização proporcionou a diversificação dos produtos e serviços, nesse cenário de progressos e evoluções tecnológicas, os consumidores estão cada vez mais exigentes, seletivos, sofisticados, com um alto grau de expectativas em relação ao atendimento e ansiosos para que seus problemas, desejos e necessidades sejam imediatamente atendidos. Spina, Giraldi e Oliveira (2013) elucidam que satisfazer as necessidades dos clientes se tornou um dos objetivos centrais das organizações, sendo necessário, portanto, empreender esforços para avaliar a qualidade dos serviços prestados.
    As expectativas dos consumidores são verdadeiros padrões de julgamento da qualidade dos serviços. De acordo com Martins (2012), a qualidade geral de um estabelecimento é julgada a partir do serviço prestado. No caso dos bares e restaurantes não é suficiente que os produtos oferecidos sejam de qualidade, o serviço tem igual ou, até, maior importância. Assim, se faz necessário que as empresas que prestam serviços de alimentação mantenham uma visão holística dos inúmeros fatores que envolvem essa atividade, influenciando na satisfação dos clientes.
    É de grande importância reter clientes para depois desenvolver estratégias para a aquisição de novos clientes. As empresas de maior destaque são aquelas que fazem o possível para conservar seus clientes, pois clientes fiéis tendem a consumir com frequência os bens ou serviços oferecidos pela empresa. A manutenção de clientes consiste em uma das melhores linhas de defesa, e a melhor maneira de fidelizar clientes incide em valorizá-los, proporcionando-lhes satisfação e credibilidade. (MONDO; SILVA; COSTA, 2012).
      Para tanto, deve-se ter consciência de que, o cliente está diretamente voltado para o custo final do produto, somado ao atendimento às suas necessidades e exigências e, ainda, que ele é a maior referência da qualidade do produto ou serviço prestado pela empresa. A qualidade no atendimento oferecida pelas empresas aos seus clientes tem em vista a satisfação de suas necessidades, um cliente satisfeito possui grandes possibilidades de se tornar fiel (MONDO; SILVA; COSTA, 2012).
       Roth (2011) elucida que a qualidade do produto ou serviço pode ser analisada sob o ponto de vista do produtor, que a associa à busca pelas necessidades do cliente, e a visão do próprio cliente, que a relaciona ao valor e à utilidade percebida no produto ou serviço. Nesse mesmo sentido, Mondo, Silva e Costa (2012) destacam que a qualidade do serviço é fundamental para a fidelização de clientes, não bastando que suas necessidades sejam atendidas, mas sim, superadas.
      No mercado de bares e restaurantes, Ghobril, Benedetti e Fragoso (2014) destacam que o aparecimento de clientes que buscam viver experiência ao invés de apenas consumir o alimento em si, tem exigido que busquem estratégias para se sobressair frente à concorrência, sendo a qualidade na prestação dos serviços fundamental para tanto. Trata-se de um setor de alta competitividade, portanto, para sobreviver é necessário que a empresa busque meios de se manter competitiva, atraindo o cliente pela experiência que pode ser no estabelecimento, fator proporcionado pela prestação de serviços.
      Em um mundo habitado por quase sete bilhões de pessoas, não é difícil imaginar os motivos de a indústria alimentícia ser uma das maiores e das que mais crescem no cenário econômico mundial. E o mesmo pode ser dito com relação ao mercado brasileiro: a indústria de alimentos e bebidas correspondeu em 2011 a 9% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, criando um crescente número de empregos e gerando um saldo comercial superior àquele criado pelos outros setores da economia. As empresas do setor somaram um faturamento de R$383,3 bilhões em 2011, dos quais R$316,5 bilhões em alimentos e R$66,8 bilhões em bebidas. Tamanho desempenho colocou o setor como o segundo maior em valor bruto de produção da indústria de transformação, atrás apenas da indústria petroquímica. Segundo Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), o país é uma potência no ranking mundial de alimentos e a economia dá sinais de otimismo. Ele destacou o crescimento do mercado em 2012, que teve crescimento de 4% em relação a 2011.
Com a vida acelerada, um subsetor do ramo alimentício que tem tido destaque é o de FoodService, isto é, de comidas rápidas e fora do lar. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto FoodService Brasil (IFB) (2016), entre os anos de 2011 e 2014 o setor apresentou crescimento de 9% ao ano, saltando de um faturamento de R$ 121 bilhões para R$ 157 bilhões, passando a ter uma participação de 33,3% na renda da família brasileira. Diante disso, destaca-se a maior busca por bares e restaurantes, a rapidez no atendimento, nesse caso, se faz fundamental.
        Levando-se em conta o setor de restaurantes, percebe-se uma união fundamental entre produção e prestação de serviços. Afere-se a excelência do estabelecimento não apenas pela qualidade dos produtos, mas também, obviamente, pela qualidade da prestação do serviço. Não basta ter qualidade num ou outro aspecto - ambos devem primar pela qualidade. Os consumidores nos últimos anos vêm procurando cada vez mais um bom atendimento nos produtos e serviços oferecidos pelo mercado. Com isso, algumas organizações têm investido alto no atendimento ao cliente, para a fidelização. As organizações precisam cada vez mais oferecer um atendimento com qualidade, pois o mercado está cada vez mais competitivo, e cabe as organizações fazerem a diferença e buscar uma fidelização. Salienta-se que, de acordo com Maciel (2015) houve uma queda de 8,39% no faturamento médio do setor de alimentação no Brasil, fator que pode ser justificado pela crise política e econômica que vem sendo enfrentada pelo país, sendo necessário que as empresas se utilizem de estratégias para atrair e reter seus clientes.
        Heberle e Albuquerque (2012) alertam para o fato de que ter comida boa em um restaurante não é mais sinônimo de sucesso, o atendimento tomou dimensões maiores, uma equipe qualificada e capacitada com foco na satisfação do cliente é possivelmente a melhor estratégia que se pode ter, considerando estes como os maiores divulgadores da empresa. Corrêa e Hansen (2014), nesse mesmo sentido, consideram o capital humano como maior impulsionador de uma organização, sendo crucial a qualidade de sua atuação.
         Diante do exposto, é possível dizer que a satisfação do cliente é fator de sucesso para os restaurantes, assim, como bem destacam Angnes e Moyano (2013), avaliar a sua satisfação é primordial, destacando existir variabilidade na percepção dos clientes sobre a qualidade do serviço prestado, o que dificulta essa avaliação, todavia, ela é importante para qualquer gestão mercadológica, podendo ser utilizada para traçar estratégias de diferenciação dos correntes.
      Nesse contexto, este estudo se justifica considerando a alta competitividade de mercado enfrentada pelos bares e restaurantes, sendo a qualidade na prestação de serviços fator determinante para se sobressair frente à concorrência. O estudo, portanto, possui relevância social, já que envolve um setor econômico do país, dirigido à sua população e relevância profissional, pois pode refletir a situação dos negócios para os donos de bares e restaurantes, que podem refletir sobre suas estratégias de mercado. Destaca-se que este estudo foi delimitado aos bares e restaurantes instalados na cidade de Ubajara - Ce. Neste sentido, surge a problemática: qual a visão dos consumidores em relação a qualidade de serviços ofertados por bares e restaurantes?
O objetivo do estudo consiste em analisar a qualidade dos serviços prestados por bares e restaurantes da cidade de Ubajara/CE sob o ponto de vista de seus clientes.
   O estudo foi estruturado em seis seções, sendo que a primeira consiste nesta introdução, que traz as diretrizes do estudo realizado. Na segunda seção se aborda os conceitos e concepções acerca dos serviços, da qualidade na prestação dos serviços e da satisfação dos clientes. Por sua vez, a quinta seção descreve a metodologia utilizada e a sexta seção traz as considerações finais do estudo realizado.

2 A QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

      Entende-se por serviços, de acordo com Kotler (2012), qualquer ato ou desempenho que tenha como característica ser intangível, podendo estar ou não relacionada a um produto concreto. Spina, Oliveira e Gialdi (2013) ressaltam que a presença dos serviços na sociedade é fator incontestável, sendo possível observá-los desde uma simples ligação de telefone, até o uso de energia e água dentro de sua própria residência, estando presentes nas mais diferentes atividades do cotidiano.
     Las Casas (2012) afirma que a importância do setor de serviços está diretamente relacionada ao poder aquisitivo da população, que tende a transferir para terceiros as tarefas mais rotineiras. Deve-se entender os serviços como intangíveis e equivalentes ao consumo no mesmo momento da produção, assim, na prestação de serviço ao cliente é a experiência vivenciada por ele que irá determinar sua qualidade. Nesse mesmo sentido, Barros e Freitas (2012) destacam a importância cada vez mais acentuada do setor de serviços, sendo perceptível a necessidade de empreender esforços para mensurar a qualidade dos serviços prestados.
   Sobre as características dos serviços, Barros (2013) cita a intangibilidade, a heterogeneidade e a simultaneidade. A intangibilidade é uma das principais características dos serviços a ser considerada, visto que não pode ser estocado e sua qualidade está relacionada à satisfação e superação das expectativas geradas nos clientes. Sobre a simultaneidade, se tem o fato do serviço ser consumido ao mesmo tempo em que é produzido, dependendo de quem oferta e de onde é ofertado.
      Nos âmbitos dos serviços, pelas suas peculiaridades, o composto de marketing não se resume nos 4 P’s (produto, preço, praça e promoção), além desses, também se faz necessário considerar as pessoas, os processos, o perfil e a produtividade/qualidade, se transformando em 8 P’s do marketing. Angnes (2012) elucida que o fator produto envolve as características principais dos serviços, seus acessórios, embalagens e marcas, enquanto o preço envolve as políticas de preço, crédito, flexibilidades, descontos e lucratividade. Por sua vez, a promoção envolve a comunicação, a publicidade e as vendas. E as pessoas são todos os stakeholders, funcionários, clientes e fornecedores.
    Oliveira (2012) destaca que os processos são importantes na diferenciação do serviço e, consequentemente, na satisfação do cliente, visto que reflete o desempenho do prestador de serviços. O perfil é o ambiente onde o serviço é prestado, bem como a qualquer bem tangível que seja utilizado para facilitar a performance e a comunicação. Por fim, a produtividade está relacionada à qualidade do serviço, fator fundamental, podendo ser entendida como a otimização do uso de recursos para a maximização de resultados.
      Diante dessas afirmações, pode-se dizer que a qualidade no atendimento é fator fundamental para o desenvolvimento de uma empresa, independente do nível hierárquico do funcionário de uma empresa, se o mesmo tiver contato direto ou indireto com o cliente, ele estará envolvido com a função de atendimento.
      O atendimento em bares e restaurantes é considerado como premissa para que o cliente volte ao estabelecimento, aliando produto e serviço prestado, esses estabelecimentos precisam focar na satisfação do cliente para que consigam sobreviver no mercado em que atuam. Heberle e Albuquerque (2012) elucidam que muitos fatores estão envolvidos no atendimento em bares e restaurantes, sendo necessário que os gestores destes estabelecimentos ampliem sua visão para que possam satisfazer seus clientes.
     Dessa forma, a qualidade no atendimento em bares e restaurantes envolve inúmeros fatores que influenciam na satisfação dos clientes, a comida boa precisa estar aliada a boa infraestrutura, higiene, profissionais treinados e capacitados para o melhor atendimento, preço e agilidade. Angnes e Moyano (2013) destacam a importância de avaliar a satisfação do cliente no atendimento de bares e restaurantes, todavia destacam que estes possuem atributos diferenciados, sendo necessário identificá-los para que se possa traçar estratégias mercadológicas capazes de alavancar o negócio. Nesse contexto, faz-se importante avaliar a satisfação dos clientes de bares e restaurantes, considerando os diferentes atributos que envolvem o atendimento nesses estabelecimentos.

3 SATISFAÇÃO DOS CLIENTES COM RELAÇÃO A SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO


    A satisfação do cliente tem se colocado como ponto fundamental para o sucesso de uma organização, visto que com a ampliação dos mercados pela globalização, o cliente teve seu poder de barganha aumentado, se tornando mais exigente. De acordo com Paiva (2012), a satisfação do cliente é produto da qualidade do serviço, tendo como resultado a lucratividade, o retorno e a fidelidade de seus clientes.
     Quando se age prontamente, demonstra-se um senso de urgência que faz com que o cliente saiba que suas necessidades são importantes. Para superar as expectativas dos clientes, é importante não só ouvir, mas também perguntar ao cliente como o prestador de serviço e a empresa na qual trabalha podem melhorar ou como podem manter tudo funcionando corretamente (FELISBINO, 2016).
   Pedir opinião faz com que os clientes sintam que suas ideias e opiniões são valorizadas, assim, avaliar a sua satisfação é fator fundamental para o sucesso de um negócio. De acordo com Kotler (2012), a satisfação consiste no efeito de prazer ou desapontamento resultante da comparação do desempenho do serviço ou produto em relação às expectativas do comprador. Se o desempenho for além das expectativas o cliente ficará altamente satisfeito, existindo a possibilidade de não conseguir atender às expectativas de seus clientes. Kotler (2012) complementa afirmando que a satisfação do cliente resulta da utilização do marketing de relacionamento para construir um relacionamento de longo prazo com os clientes.
      Las Casas (2012) acredita que a alta concorrência existente no atual mercado e as crescentes exigências dos consumidores, são os principais fatores determinantes das preocupações das empresas com a satisfação de seus clientes. Contudo, poucas são as empresas que satisfazem aos seus clientes de forma eficiente, “muitos alegam que a dificuldade de implantação desta filosofia é que o elemento humano, o lado pessoal de qualquer técnica administrativa, se esbarra em fatores culturais” (LAS CASAS, 2012 p. 153).
      Araújo (2013) afirma que quando a empresa investe em qualidade está investindo no bom desenvolvimento do seu negócio, fazendo com que permaneça no mercado, superando eventuais expectativas. Para o autor, a satisfação das necessidades dos clientes está diretamente relacionada com o sucesso da empresa, superar suas expectativas é fator fundamental no mercado competitivo.
      Diante do exposto, acredita-se que o cliente satisfeito é essencial para o sucesso de uma empresa, pois ele tem maiores chances de permanecer fiel. Desta forma, de acordo com Araújo (2013), é fundamental que a satisfação do cliente seja acompanhada, e para que possa medir essa satisfação, existem algumas ferramentas que podem ser utilizadas, como: sistema de reclamações e sugestões, pesquisas de satisfação de clientes, compras simuladas, análise de clientes perdidos, entre outros.
       No contexto de bares e restaurantes, Araújo e Miranda Júnior (2011), verificaram a insatisfação dos clientes em relação à tangibilidade e aspectos físicos desses estabelecimentos em Paranaíba - MS, e satisfação quando o assunto é a comida oferecida. Os autores elucidam que a partir dos pontos de insatisfação é possível criar estratégias para serem utilizadas como diferencial competitivo na referida cidade.
    Outra pesquisa realizada por Maranhão et al. (2013) identificou como fatores determinantes para a satisfação de clientes em bares e restaurantes o bem estar sentido em seu ambiente, as comidas e as bebidas oferecidas. Desse modo, acredita-se que para a satisfação de seus clientes, esses estabelecimentos precisam investir em comidas e bebidas de qualidade, todavia, devem lembrar da questão do bem estar, que envolve fatores como infraestrutura, conforto e atendimento.

4 METODOLOGIA

   Esta pesquisa caracteriza-se como uma pesquisa descritiva, que de acordo com Oliveira (2011) busca respostas para determinado problema, visando obter conhecimentos sem a intuição de aplicação prática de imediato, descrevendo um fenômeno ou situação com exatidão. Trata-se de uma pesquisa de campo e bibliográfica, de caráter exploratório já que, conforme ressalta Malhotra (2011), visa intimidade com o problema, com uma abordagem quantitativa descritiva transformando dados estatísticos em informação.
      A pesquisa realizada busca explorar dados bibliográficos e as respostas de clientes de bares e restaurantes do município de Ubajara/CE os serviços prestados, chegando a um resultado comum, dentre as 9 cidades que formam a Serra da Ibiapaba, optou-se por trabalhar com Ubajara por ser o município entre os demais que recebe maior número de turistas por suas características naturais, além de concentrar o maior número de restaurantes da serra (ALVES, 2011). De acordo com Fantinato (2015), a pesquisa exploratória tem como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema estudado para que, assim, o pesquisador possa torná-lo mais explícito.
      A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário estruturado entregue pelo pesquisador, sendo o mesmo composto por 13 perguntas objetivas com questões de respostas fechadas, diretas e claras tendo como base o ponto de vista dos clientes deste segmento sobre a qualidade dos serviços, onde o respondente gerencia suas respostas e entre as opções apresentadas seleciona a que mais se encaixa a sua opinião, depois de respondido é recolhido pelo pesquisador (SILVA, 2013; MATTAR, 2014).
        De acordo com Marconi e Lakatos (2011) uma pesquisa precisa definir a população e a amostra que será trabalhada, sendo a população o universo da pesquisa e a amostra a porção ou parcela escolhida dessa população. Do universo de 34.068 habitantes, conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2016) e o número de 5 bares e restaurantes que estão registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA, 2016) de Ubajara/CE, tendo como amostra o número total de 51 respondentes, esse número foi alcançado durante a pesquisa realizada nas sextas e sábados, durante um mês de outubro e novembro, nos finais de semana de sexta à domingo, período que tem a maior concentração de clientes.
    A análise dos dados levantados foi realizada com uma abordagem quantitativa descritiva desvio padrão, visto que foram quantificadas estatisticamente as respostas dadas pelos respondentes que se disponibilizaram a participar da pesquisa. Utilizou-se o programa IBM Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) Statistics 22 para tabulação dos dados e elaboração de tabelas e gráficos que fizeram parte deste estudo. O SPSS é um software aplicativo do tipo científico, muito adotado em estudos para as ciências sociais. (DIAS, 2012).
     Ressalta-se que após a coleta e tratamento dos dados, os mesmos foram analisados a luz dos autores referenciados nesse estudo com intuito de apresentar discussões baseada nas teorias apresentadas nesse estudo.

5 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

   Nesta etapa serão apresentados a analise dos resultados encontrados a partir da aplicação do instrumento de pesquisa que buscou atender o objetivo desse estudo. A Tabela 1 sintetiza os dados encontrados na pesquisa realizada.
    De acordo com dados desta pesquisa é possível verificar um público bem equilibrado com 58,82% de mulheres e 41,18% de homens. Em relação à faixa etária verifica-se predominância de um público jovem, com 56,86% com idade entre 18 e 25 anos, enquanto 27,45% possui entre 26 e 33 anos, 11,76% de 34 a 41 anos e 3,92% de 41 a 50 anos. A escolaridade dos participantes foi bem distribuída, 5,88% afirmaram ter Ensino Médio Incompleto, 23,53% possui ensino Médio Completo, 33,33% possuem Ensino Superior Incompleto, 23,53% possuem Ensino Superior Completo e 13,73% possuem Pós-Graduação.
   Vale destacar que não são encontradas evidências sobre perfil das pessoas que frequentam bares e restaurantes, todavia, importante se faz destacar que estes podem ser enquadrados no setor food services, ou seja, comida fora de casa. O setor de food service, de acordo com Donna (2015), é aquele que envolve toda a cadeia de produção e distribuição de produtos alimentícios para o consumo principalmente fora do lar, envolvendo também as refeições preparadas fora e servidas dentro do lar. O autor elucida que o crescimento e a perspectiva de expansão do setor podem ser justificados pelas próprias mudanças da sociedade, onde a alimentação precisou ser prática e rápida, tendo em vista a maior participação da mulher no mercado de trabalho, o maior número de pessoas morando sozinhas e de pessoas acima de 60 anos, além das questões voltadas para a velocidade com que as coisas acontecem, o imediatismo com que a sociedade se depara.
     Iniciando as perguntas voltadas para a satisfação dos clientes em relação aos bares e restaurantes instalados na cidade de Ubajara – Ce, destaca-se que as respostas para essas perguntas seguiam uma escala, devendo o participante opinar para cada questão com as opções: péssimo; regular; bom; ótimo; e excelente. A Tabela 1 apresenta os resultados relacionados à infraestrutura dos estabelecimentos:

Tabela 1. Percepção sobre a infraestrutura do estabelecimento
Infraestrutura do estabelecimento %


Péssima 1,96
Regular 37,25
Boa 47,06
Ótima 9,8
Excelente 3,92
Fonte: Pesquisa direta (2016)


      Como se verifica na Tabela 1, a visão dos participantes em relação à infraestrutura do bar/restaurante, percebendo que a maioria das respostas se dividiu em regular (37,25%) e boa (47,06%), depreendendo-se ser um quesito que traz satisfação aos clientes. Heberle e Albuquerque (2012) e Angnes e Moyano (2013) destacam que a infraestrutura é fator importante para a satisfação dos clientes, dessa forma é necessário que se invista em sua melhoria. A percepção dos participantes sobre a acessibilidade dos bares e restaurantes da cidade de Ubajara – CE pode ser verificada na Tabela 2:

Tabela 2. Percepção sobre a acessibilidade do estabelecimento
Acessibilidade do estabelecimento %


Péssima 11,76
Regular 33,33
Boa 33,33
Ótima 11,76
Excelente 9,8
Fonte: Pesquisa direta (2016)

   As opiniões também foram divididas em relação à acessibilidade dos bares e restaurantes de Ubajara com 33,33% julgando ser regular e 33,33% ser boa. Heberle e Albuquerque (2012) elucidam que muitos fatores estão envolvidos no atendimento em bares e restaurantes, sendo necessário que os gestores destes estabelecimentos ampliem sua visão para que possam satisfazer seus clientes. A percepção sobre a segurança do estabelecimento está exposta na Tabela 3:

Tabela 3. Percepção sobre a segurança do estabelecimento
Segurança do estabelecimento %


Péssima 3,92
Regular 54,9
Boa 29,41
Ótima 7,87
Excelente 3,92
Fonte: Pesquisa direta (2016)


    Quanto à segurança no estabelecimento verifica-se maior satisfação dos clientes, considerando que 54,9% afirmaram ser regular e 29,41% afirmaram ser boa. Acredita-se que a segurança se configura como parte do produto oferecido, considerando com base em Angnes (2012) que o fator produto envolve as características principais dos serviços, sendo estas fundamentais para a satisfação dos clientes. No mercado de bares e restaurantes, Ghobril, Benedetti e Fragoso (2014) destacam que o aparecimento de clientes que buscam viver experiência ao invés de apenas consumir o alimento em si, assim, quanto mais seguro o cliente se sentir maior será sua satisfação com o serviço. Em relação aos preços oferecidos pelos estabelecimentos, a visão dos participantes desta pesquisa pode ser percebida na Tabela 4:

Tabela 4. Percepção sobre os preços do estabelecimento
Preços do estabelecimento %


Péssima 11,76
Regular 33,33
Boa 41,18
Ótima 9,8
Excelente 3,92
Fonte: Pesquisa direta (2016)


   Os preços dos estabelecimentos também são bem vistos pelos clientes, considerando que 33,33% consideraram regulares e 41,18% bons. Importante mencionar que nos dias hoje, frente à crise econômica, este fator tem sido bastante percebido pelos clientes que almejam um atendimento de qualidade com um preço baixo (MACIEL, 2015). Angnes (2012) elucida que o preço envolve as políticas de preço, crédito, flexibilidades, descontos e lucratividade. A hospitalidade, a limpeza e o conforto dos estabelecimentos por serem fatores que se relacionam têm seus resultados expostos na Tabela 5:

Tabela 5. Percepção sobre a hospitalidade, limpeza e conforto do estabelecimento
Hospitalidade %


Péssima 1,96
Regular 17,65
Boa 43,14
Ótima 21,57
Excelente 15,69
Limpeza %
Péssima 1,96
Regular 21,57
Boa 41,18
Ótima 21,57
Excelente 13,73
Conforto das instalações %
Péssima 0
Regular 31,37
Boa 43,14
Ótima 19,61
Excelente 5,88
Fonte: Pesquisa direta (2016)

    Os clientes apresentaram maior satisfação em relação à hospitalidade dos bares e restaurantes da cidade com 43,14% afirmando ser boa, 21,57% ser ótima e 15,69% ser excelente, todavia, um percentual significativo (17,65%) considerou regular. A limpeza dos estabelecimentos dividiu opiniões, com 21,57% considerando ser regular, 41,18% boa, 21,57% ótima e 13,73% excelente, verificando-se um percentual significativo de respostas positivas. Resultado semelhante se verificou em relação ao conforto dos estabelecimentos, com 31,37% considerando regular, 43,14% como bom e 19,61% como ótimo.
     É possível verificar que os clientes estão satisfeitos com os bares e restaurantes da cidade, verificando-se o julgamento dos mesmos em muitos requisitos como regular. Trata-se de um setor de alta competitividade, portanto, para sobreviver é necessário que a empresa busque meios de se manter competitiva, atraindo o cliente pela experiência que pode ser no estabelecimento, fator proporcionado pela prestação de serviços (GHOBRIL; BENEDETTI; FRAGOSO, 2014). O tempo de espera nos estabelecimentos também foi considerado, os resultados estão expostos na Tabela 6:

Tabela 6. Percepção sobre o tempo de espera no atendimento do estabelecimento
Tempo de espera do atendimento %


Péssima 7,84
Regular 37,25
Boa 31,37
Ótima 15,69
Excelente 7,84
Fonte: Pesquisa direta (2016)

    Por sua vez, o tempo de espera no atendimento recebeu maior parte das respostas como regular com 37,25%, com 31,37% considerando como bom e 15,69% como ótimo. Vale destacar a importância desse quesito, já que os clientes não desejam esperar, a rapidez no atendimento, nesse caso, se faz fundamental (GHOBRIL; BENEDETTI; FRAGOSO, 2014). Quanto aos produtos serviços nos estabelecimentos, alimentos e bebidas, os resultados estão expostos na Tabela 7:

Tabela 7. Percepção sobre os alimentos e bebidas servidos no estabelecimento
Alimentos servidos no estabelecimento %


Péssima 1,96
Regular 11,76
Boa 35,29
Ótima 29,41
Excelente 21,57
Bebidas servidas no estabelecimento %
Péssima 0
Regular 3,92
Boa 31,37
Ótima 49,02
Excelente 15,69
Fonte: Pesquisa direta (2016)

     Tão importantes quanto os serviços prestados, o alimento servido nos bares e restaurantes deve ter atenção em relação à satisfação dos clientes, verificando-se neste estudo que 35,29% consideraram ser boa, 29,41% ótima e 21,57% ser excelente. Nesse mesmo sentido, as bebidas servidas pelos restaurantes foram vistas por 31,37% dos participantes como boas, 49,02% como ótimas e por 15,69% como excelentes, verificando-se maior satisfação dos clientes. O atendimento em bares e restaurantes é considerado como premissa para que o cliente volte ao estabelecimento, aliando produto e serviço prestado, esses estabelecimentos precisam focar na satisfação do cliente para que consigam sobreviver no mercado em que atuam. Heberle e Albuquerque (2012) elucidam que muitos fatores estão envolvidos no atendimento em bares e restaurantes, sendo necessário que os gestores destes estabelecimentos ampliem sua visão para que possam satisfazer seus clientes.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

   Neste trabalho foi feito um estudo acerca da satisfação de clientes de bares e restaurantes instalados na cidade de Ubajara/CE utilizando-se de um questionário estruturado para coleta de dados, conseguindo atender o objetivo traçado neste estudo. Acredita-se ser necessário que os bares e restaurantes da cidade melhor se atentem à satisfação dos seus clientes em relação aos fatores como infraestrutura, acessibilidade e segurança, buscando satisfazer seus clientes, os retendo e, consequentemente, trazendo resultados mais positivos para seu negócio. Vale destacar que a pesquisa poderia ter trazido maiores resultados se tivesse considerado as motivações para insatisfação dos clientes em relação aos aspectos investigados.
     A pesquisa foi limitada pela quantidade de participantes, considerando que o número de clientes desses restaurantes é bem amplo, podendo dificultar o reflexo mais real acerca da visão dos consumidores de bares e restaurantes da cidade de Ubajara(CE). Para que se pudesse obter melhores resultados seria necessário um número maior de participantes ou um estudo sobre algum estabelecimento específico, acreditando-se que os resultados refletiriam melhor a prática.
      Nesse contexto, destaca-se que este trabalho não pretende encerrar as discussões sobre a qualidade dos serviços para a satisfação dos clientes de bares e restaurantes, entendo que o estabelecimento precisar aliar a qualidade dos produtos e serviços para que possa satisfazer seus clientes, sugerindo-se para futuras pesquisa a realização de um estudo de caso a partir da avaliação da satisfação do cliente, possibilitando maior conhecimento para sugerir pontos que precisam ser melhorados.


REFERÊNCIAS


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GHOBRIL, Alexandre Nabil; BENEDETTI, Mauricio Henrique; FRAGOSO, Nelson Destro. Práticas Inovadoras no Setor de Bares, Restaurante e Lanchonetes. VIII EGEPE – Encontros de Estudos sobre Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas. 2014.

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Líder, aquele que desenvolve um propósito! //www.administradores.com.br/artigos/carreira/lider-aquele-que-desenvolve-um-proposito/110171/ //www.administradores.com.br/artigos/carreira/lider-aquele-que-desenvolve-um-proposito/110171/ Wed, 18 Apr 2018 11:20:00 -0300 Bruno Ferreira Líder, aquele que desenvolve um propósito!

As coisas mudaram em respeito à gestão, os colaboradores estão muito ligados ao propósito, eles não estão muito preocupado apenas com o dinheiro no final do mês. Durante suas tarefas eles procuram um propósito, eles querem vislumbrar um crescimento, ter um sucesso, contribuir com algo maior e não estão focados no quinto dia último.

Você como gestor, líder na grande maioria das vezes quer motivar a todos o tempo todo e essa
é uma grande carga que você carrega. É impossível alcançar essa meta, mas uma coisa evidente que funciona é saber fazer despertar no colaborador um propósito maior nele do que bater metas.

As coisas mudaram em respeito à gestão, os colaboradores estão muito ligados ao propósito, eles não estão muito preocupado apenas com o dinheiro no final do mês.
Durante suas tarefas eles procuram um propósito, eles querem vislumbrar um crescimento, ter um sucesso, contribuir com algo maior e não estão focados no quinto dia último.
Se eles não tiverem perspectiva de crescimento, de que ele pode chegar a algum lugar através daquilo que faz, que tem uma contribuição maior para alguém, pra sociedade, eles não irão performar bem, só o dinheiro por si só não basta.
E na verdade, se queremos que os funcionários se sintam felizes com a remuneração, somente o dinheiro (motivação extrínseca) não é a resposta.

O dinheiro não compra o engajamento.
Segundo pesquisas o tempo que uma pessoa fica numa corporação é terminado pela relação que ela tem com seu chefe imediato, as pessoas não pedem demissão da empresa, pedem demissão do chefe.
E se isso aconteceu é por falta de habilidade relacionais, não tem outro motivo em relação a isso.

Líderes visionários não estão apenas construindo produtividade em suas organizações.

Eles também criam culturas de grande propósito.

Tudo começa, aprendendo a como dar coaching para que as pessoas saibam lidar com seus pontos fortes e pontos de desenvolvimento.

Os líderes visionários transformam vidas.

Eles ajudam os outros a descobrir o que eles naturalmente fazem de melhor e os ensinam a desenvolver seus talentos e aumentando e muito o valor de uma empresa.
A Arte de liderar é fazer com que o outro sempre descubra, sempre aprenda e desenvolva seu autoconhecimento, é isso que o líder deve proporcionar o tempo todo no contexto de liderança.

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O poder de fazer as coisas pelas razões certas //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/o-poder-de-fazer-as-coisas-pelas-razoes-certas/110168/ //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/o-poder-de-fazer-as-coisas-pelas-razoes-certas/110168/ Wed, 18 Apr 2018 11:11:11 -0300 Adriano Meirinho O poder de fazer as coisas pelas razões certas

Quando todos se movem em direção de um mesmo objetivo e com os mesmos ideais, vamos mais longe. A cultura organizacional é responsável por isso.

Mais do que acreditar em carma, eu acredito em fazer as coisas pelas razões certas, sem nenhuma expectativa de retorno por essas ações no futuro. Quando sua única motivação é ajudar pessoas, especialmente nos momentos em que elas mais precisam, cada ato reverbera.

Quando se trata de empresas, essa motivação é esquecida muito facilmente. No meio de tantos problemas para resolver, da gestão financeira, do controle de qualidade, do planejamento estratégico, da construção de novos produtos ou serviços, entre outros aspectos, a necessidade das pessoas envolvidas no processo vai sendo deixada de lado.

Ainda que muitas vezes pareça, as pessoas não são movidas por dinheiro. Elas são movidas por paixões, desejos, relações, propósitos. Um ambiente saudável, com relações ricas e benéficas, que proporciona o caminho para outras oportunidades é o que mais faz florescer a determinação e a criatividade.

Investir em uma boa cultura organizacional não é besteira.

O que é cultura organizacional?

Cultura organizacional é tudo que envolve a rotina de uma empresa e guiar as ações, os comportamentos e a mentalidade de seus membros. Isso se trata das práticas, hábitos, símbolos, valores, princípios, crenças, cerimônias, políticas, sistemas, jargões, linguagem, vestuário, relações.

Na maioria das empresas, essa cultura acontece naturalmente, sem nenhum planejamento. Algumas pessoas com personalidade mais forte acabam envolvendo as outras em um processo de construção de hábitos similares, mesmo que muitas vezes danosos. Um exemplo disso seria quando a competitividade começa a se tornar parte da cultura de forma prejudicial, fazendo com que seus funcionários se voltem um contra os outros.

Esse aspecto tão ignorado nas empresas é uma das principais características que definem a qualidade de todo o serviço prestado. Trabalhar com pessoas que te levam para a frente, se dispõem a ajudar quando alguma dificuldade aparece, ouvem e aceitam quem você é faz muita diferença.

Quando parte da cultura organizacional se trata de cuidado, de dar valor, ouvir e compreender as necessidades de cada membro, isso se reflete no trabalho diário, na dedicação com os detalhes, em cada serviço ou produto oferecido. Atos de generosidade, parceria, companheirismo são transformadores, incentivando até mesmo a criatividade e aumentando o potencial do ser humano para a inovação.

Como incentivar uma cultura organizacional positiva?

Primeiro, se questione: nossa empresa está aberta para contribuições da equipe? As pessoas são verdadeiramente ouvidas? Seus problemas reais são solucionados? Valorizamos o aprendizado? Os processos são definidos apenas pelos gestores ou tem uma participação maior dos membros?

É fundamental que a construção de uma cultura organizacional positiva parta dessa análise, de compreender o que poderia mudar no sentido de fazer com que todos compreendam como funciona a mente da empresa, sua essência, e participem desse processo de amadurecimento.

Isso cabe até mesmo para um planejamento de futuro, como serão os próximos passos, onde queremos chegar. Fazer com que todos atuem pela missão da empresa gera outro tipo de sinergia, não mais baseada em objetivos individuais, mas em uma vontade de fazer a coisa certa pelo todo. Ver isso funcionando é extraordinário.

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As Melhores Ferramentas de SEO para análise【Google】 //www.administradores.com.br/artigos/marketing/as-melhores-ferramentas-de-seo-para-analisegoogle/110170/ //www.administradores.com.br/artigos/marketing/as-melhores-ferramentas-de-seo-para-analisegoogle/110170/ Wed, 18 Apr 2018 10:58:41 -0300 Atilio Pereira As Melhores Ferramentas de SEO para análise【Google】

Para fazer uma boa estratégia de marketing digital e posicionamento no Google, e super importante utilizar as ferramentas de SEO.

O Google é o melhor e mais famoso buscador já criado, e logo depois já foi criado o termo Search Engine Optimization (SEO) que passou a fazer parte do vocabulário dos web de plantão.

A quantidade de empresas que querem vender e obter sucesso através das ferramentas com o auxílio do trabalho de SEO é grande, por isso vamos fazer um pouco sobre ela.

Existem centenas de ferramentas de SEO no mercado. Algumas com um foco específico no trabalho e outras vêm com propostas mais abrangentes, abraçando todo o processo.

Com isso é muito importante escolher uma ferramenta que será o braço direito nas suas otimizações, pois para fazer uma boa estratégia de marketing digital e posicionamento no Google, é super importante utilizar as ferramentas de SEO.

É preciso estar sempre atento aos buscadores para obter um melhor posicionamento nos resultados orgânicos do Google. Por isso se você quer conquistar o ranking do Google e receber muito tráfego orgânico, veja abaixo as melhores ferramentas de SEO.

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O Semrush é mais uma das mais conceituadas ferramentas de SEO do mercado, com funcionalidades como pesquisa de palavras chave e análise de URL´s. Com essa ferramenta é possível analisar a concorrência e obter insights tanto para as buscas orgânicas. Além disso, também é possível, entre as várias análises disponíveis, saber quais as palavras-chave trazem mais tráfego para seu site , tanto organicamente quanto em campanhas pagas. É uma ferramenta muito útil para as estratégias de SEO.

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O Ahrefs é uma ferramenta de análise de backlinks que está rapidamente conquistando o mercado e transformando a vida de muitos profissionais de SEO com informações atualizadas e muitas vezes mais precisas que ferramentas concorrentes. Ele possui uma versão gratuita de ferramentas de palavra-chave que oferece dados mais precisos e importantes para sua estratégia.

Keyword Tool
A Keyword Tool é um instrumento de pesquisa de palavras-chave on-line gratuito que usa a ferramenta de Autocomplete do Google como um gerador de palavras-chave precisas e relevantes para qualquer tópico. É uma ferramenta ideal para a pesquisa de palavras-chave de cauda longa (menos concorridas) e os termos mais pesquisados no Google. Seu diferencial é que ele extrai sugestões de palavras-chave do Google e apresenta-os em uma interface fácil de entender.

KWFinder
O KWFinder é uma ferramenta de análise de palavras-chave e nichos de mercado. Ela pode ser considerada uma das ferramentas de marketing digital mais indispensáveis em qualquer projeto. Com ela é possível analisar diferentes mercados, volumes de busca por palavra-chave, análise de concorrência em SEO, entre outras várias funções. Ela irá analisar as palavras-chaves e o volume de busca em diferentes mercados, bem como para analisar as principais métricas dos concorrentes nas páginas e seus resultados orgânicos apontados no Google.

Essas ferramentas de SEO vistas acima, são para otimização de buscas, pois se sua empresa tiver a ajuda das ferramentas certas, pode ajudar ainda mais ao seu negócio, para que ele possa decolar e estar no topo do Google. 

Por isso, dividimos com vocês as ferramentas indispensáveis para o SEO com o intuito de poder ajuda-los nos bons e nos maus momentos da sua empresa.

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Como vender mais através de uma boa comunicação visual //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/como-vender-mais-atraves-de-uma-boa-comunicacao-visual/110163/ //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/como-vender-mais-atraves-de-uma-boa-comunicacao-visual/110163/ Wed, 18 Apr 2018 10:00:00 -0300 Andrea Aragão Como vender mais através de uma boa comunicação visual

Entenda a importância de uma boa comunicação visual.

Não importa o tamanho da empresa: das startups às maiores multinacionais, um dos principais questionamentos é como aumentar a visibilidade e as vendas de um produto ou serviço. Para isso, é preciso alinhar estratégias que impactem o target. Para isso, o ponto inicial é ter um bom planejamento de comunicação visual.


Entende-se que comunicação visual é um conjunto de elementos que expressam uma ideia ou informação. Ao entrar em contato com esse elemento, o público instantaneamente associa-o a uma marca ou empresa.


A comunicação visual quando executada de forma eficiente, promove alinhamento entre a marca e o seu público; aumenta o valor percebido pelo cliente; pode gerar confiança e solidez; pode incentivar as pessoas a procurarem um negócio em detrimento de outro. Por sua vez, o marketing que não é bem feito não gera interesse dos indivíduos em conhecerem o trabalho da marca ou, até mesmo, afasta-o instintivamente.


Algumas marcas não precisam usar muito texto para serem reconhecidas. Quando você vê o logo de uma maçã mordida, pensa imediatamente na Apple, em seus produtos e nas experiências que você já teve com a marca. Isso só acontece porque a multinacional tem uma identidade visual forte.


A comunicação visual de uma empresa é o cartão de visita dela. Apostar em uma identidade visual bem-feita é essencial, pois é ela que causa uma primeira impressão nos clientes e define as sensações que ele terá com relação à marca.


A cor que será usada no logotipo da sua empresa, por exemplo, precisa ser bem pensada, pois influenciará nos outros aspectos da comunicação visual, já que o conjunto de elementos precisa ser coerente.

Outro ponto importante da comunicação visual é a aplicação de letreiros, placas e demais sinalizações em fachadas e vitrines. De acordo com uma pesquisa do Sebrae/SP, fachadas, vitrines, iluminação e outros aspectos visuais podem aumentar em até 40% o faturamento das empresas quando estão alinhadas à proposta do empreendimento.

Na hora de decidir onde irá adquirir um serviço ou produto, o consumidor que estiver em dúvida entre dois estabelecimentos, certamente irá optar por aquele que passa uma imagem mais profissional por meio da comunicação visual, ou seja, tão importante quanto investir em treinamento, produto ou serviço, o sucesso do seu negócio depende de uma boa comunicação não-verbal com o cliente.


Não planejar com detalhes e adequação a sua identidade visual tende a passar uma ideia de despreparo ou até mesmo amadorismo, o que prejudica seriamente o crescimento de um negócio.

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Marketing: a empresa convertendo conhecimento em recursos //www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-a-empresa-convertendo-conhecimento-em-recursos/110166/ //www.administradores.com.br/artigos/marketing/marketing-a-empresa-convertendo-conhecimento-em-recursos/110166/ Wed, 18 Apr 2018 08:57:00 -0300 Cláudio Márcio Araújo da Gama Marketing: a empresa convertendo conhecimento em recursos

O que diferencia as empresas e o que constitui seus recursos peculiares é a capacidade de usar conhecimentos de todas as espécies - do científico e técnico ao social, econômico e gerencial

Nem os resultados nem os recursos estão dentro da empresa. Ambos estão fora. Não há centros de lucro dentro da empresa; só existem centros de custos. A única coisa que se pode afirmar com certeza a respeito de qualquer atividade empresarial, engenharia ou vendas, fabricação ou contabilidade, é que ela consome esforços e, portanto, gera custos. No entanto, sua contribuição para os resultados ainda não é certa.

 

Os resultados não dependem que qualquer pessoa dentro da empresa ou do que quer que seja sob o controle da empresa. dependem de alguém fora da empresa - o cliente, nas economias de mercado; as autoridades políticas, nas economias controladas. É sempre alguém de forma que decide se esforços da empresa se converterão em resultados econômicos ou se transformarão em resíduos e sucata.

 

O mesmo se aplica ao único e exclusivo recurso diferenciado de qualquer empresa: conhecimento. Outros recursos, dinheiro ou equipamentos físicos, por exemplo, não conferem qualquer distinção. O que diferencia as empresas e o que constitui seus recursos peculiares é a capacidade de usar conhecimentos de todas as espécies - do científico e técnico ao social, econômico e gerencial. Apenas por meio do conhecimento é que as empresas se diferenciam entre si e, portanto, são capazes de produzir algo que tenha valor de mercado.

 

No entanto, o conhecimento não é da empresa. É um recurso social universal. Nessas condições, não pode ser mantido em segredo por muito tempo. "O que alguém já fez pode ser repetido por outrem novamente", é sabedoria popular antiga e profunda. Portanto, o único recurso decisivo das empresas se encontra tão fora do negócio quanto os resultados do negócio.

 

Com efeito, a empresa pode ser definida como processo que converte recursos externos, a saber, conhecimentos, em resultados externos, a saber, valores econômicos. Outras informações podem ser obtidas no livro Fator humano e desempenho, de autoria de de Peter F. Drucker.

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4 principais mitos sobre empreendedores a serem extirpados //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/4-principais-mitos-sobre-empreendedores-a-serem-extirpados/108227/ //www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/4-principais-mitos-sobre-empreendedores-a-serem-extirpados/108227/ Wed, 18 Apr 2018 06:23:02 -0300 Rafael José Pôncio 4 principais mitos sobre empreendedores a serem extirpados

Conhece algum mito sobre a figura do empreendedor? No contexto abaixo para cada mito, expus aqui numa pesquisa mais objetiva sobre a realidade de empreendedores bem sucedidos que buscam capacitação e aprimoramento, portanto devem ser eliminados do vocabulário estes quatro principais mitos que foram disseminados para muitos aqui no Brasil, conforme segue

Mito 1: Os empreendedores são "lobos solitários" e não conseguem trabalhar em equipe

Realidade objetiva:
-São ótimos líderes;
-Criam times/equipes;
-Desenvolvem excelente relacionamento no trabalho com colegas, parceiros, clientes, fornecedores e muitos outros.

Mito 2: Empreendedores são natos, nascem para o sucesso.

Realidade objetiva:
-Enquanto a maioria dos empreendedores nasce com um certo nível de inteligência, empreendedores de sucesso acumulam habilidades relevantes, experiências e contatos com o passar dos anos;
-A capacidade de ter visão e perseguir oportunidades aprimora-se com o tempo.

Mito 3: Empreendedores são "jogadores" que assumem riscos altíssimos.

Realidade objetiva:
-Assumem riscos calculados na medida moderada;
-Evitam riscos desnecessários;
-Compartilham risco com outras pessoas;
-Pulverizam o risco em "partes menores".

Mito 4: Empreendedores tem que trabalhar 24 horas por dia por serem centralizadores.

Realidade objetiva:
-Constroem time/equipe colocando pessoas certas nas funções certas;
-Implantam processos de gestão para descentralizar as funções;
-Desenvolvem cultura organizacional para uma gestão próspera;
-Capacitam líderes e colaboradores para conceitos como intra-empreendedorismo ou  empowerment a fim das pessoas terem autonomia com responsabilidade.

Empreender é um processo, e é o envolvimento de pessoas com gestão de processos claros, que em conjunto levam a transformação de uma organização saudável. O talento de empreendedores de sucesso que buscam incessantemente o conhecimento, resultante de percepções, direção, aprendizado, dedicação e compromisso com a qualidade em servir soluções, é o que faz a diferença!

Bom trabalho e grande abraço.
Adm. Rafael José Pôncio

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Tempo de renovação: a árvore sobrevivente //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/tempo-de-renovacao-a-arvore-sobrevivente/110165/ //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/tempo-de-renovacao-a-arvore-sobrevivente/110165/ Tue, 17 Apr 2018 21:28:06 -0300 Rose Alves Tempo de renovação: a árvore sobrevivente

É hora de resgatar como a árvore de Oklahoma  nossa essência, projetos e sonhos e alimentar com esperança tudo aquilo que os escombros esconderam

Existe uma árvore de 80 anos que resistiu a um bombardeio. Ninguém esperava que ela sobrevivesse, nesse atentado um edifício foi destruído e cobriu a árvore de escombros, mas ela voltou a brotar num lugar marcado pela morte e destruição.

Os turistas posam para fotos, arboristas cuidam voluntariamente dela e alguns a enfeitam com pôsteres, papéis de carta e pelúcias. Essa árvore não é valorizada por sua aparência, mas por sua resistência.

A vida venceu, aos poucos os brotos verdes passavam espremidos por sua casca destruída e iam limpando aos poucos a fuligem cinzenta. A essa árvore da espécie Olmo que fica em Oklahoma, Estados Unidos deram o nome de: A Árvore Sobrevivente.

Como esta árvore passamos por ataques, tempestades, desprezo, dores, mas aos poucos a seiva que existe em nós vai resistindo e limpando os escombros que nos jogaram ou deixamos que jogassem em nós.

Queremos imitar A ÁRVORE SOBREVIVENTE, mas olhamos demais para nossas cicatrizes.

Não podemos impedir que coisas ruins nos aconteçam: não podemos evitar doenças, mortes, divórcios e todas as calamidades que qualquer pessoa em algum momento irá passar, mas podemos decidir aonde está nossa confiança e aonde estão arraigadas as nossas raízes.

Quais raízes equilibram a sua vida?
Quais são suas convicções?
Se as raízes forem fortes permanecerá em pé.
Se for fraca, os bombardeios e tempestades irão prevalecer.

É hora de resgatar como a árvore de Oklahoma  nossa essência, projetos e sonhos e alimentar com esperança tudo aquilo que os escombros esconderam.

É possível transformar tragédia em triunfo mesmo que tudo esteja destruído a nossa volta.

Fácil realmente não é, ninguém disse que seria, mas se existe uma seiva em nós que permite que vejam a vida vencer os escombros é porque ainda temos muitos frutos a dar, muita luz do sol para sentir e muita sombra para desfrutar, então...

VAMOS VIVER!!

O atentado em Oklahoma atingiu 312 edifícios em um raio de 16 quarteirões, destruiu 86 automóveis e matou 168 pessoas. A árvore poderia ser a lembrança somente de perdas, mas não foi o que aconteceu. Hoje ela é um memorial a renovação e ao renascimento.

"O espírito desta cidade e da nação não será derrotado; nossa fé profundamente enraizada nos sustenta".

Inscrição em torno da Árvore Sobrevivente de Oklahoma

 

 

 

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Resgate a sua singularidade e encontre a sua vocação //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/resgate-a-sua-singularidade-e-encontre-a-sua-vocacao/110164/ //www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/resgate-a-sua-singularidade-e-encontre-a-sua-vocacao/110164/ Tue, 17 Apr 2018 21:20:15 -0300 Rose Alves Resgate a sua singularidade e encontre a sua vocação

No nascimento de cada homem que vem ao mundo existe uma vocação eterna e expressa para ele. Ser fiel a si mesmo quanto a esta vocação eterna é a coisa mais importante que um homem pode fazer

Os problemas no trabalho são mais fortemente associados com as questões problemáticas de saúde do que qualquer outro fator de estresse da vida – mais até do que problemas financeiros ou familiares. Tanta infelicidade só pode resultar em aborrecimento nas famílias, bares lotados e pagamento dos salários dos terapeutas. Se 70% de nós têm medo das segundas-feiras, sonham com as sextas-feiras e se arrastam durante o resto da semana, nossos relacionamentos não sofrerão? O nosso trabalho não sofrerá? A nossa saúde não será prejudicada?

♦ 25% dos empregados não tiram períodos integrais de férias por causa de exigências do trabalho;

♦ 43% dos empregados que são altamente sobrecarregados sentem raiva de seus empregadores com frequência ou com muita frequência.

♦ Um dentre cada três empregados leva trabalho para casa pelo menos uma vez por semana.

♦ A infelicidade no emprego afeta um quarto da força trabalhadora da América do Norte

♦ Um quarto dos seus empregados vê seus empregos como o fator número 1 de estresse em suas vidas.

Parece uma Epidemia!

Alguém removeu o brilho de nossos dias!

Num jogo, prova ou qualquer outra competição é muito boa a sensação de estarmos no lugar certo executando o que fazemos de melhor, contribuindo para o todo, seja numa habilidade manual, esportiva, intelectual ou social. Queremos encontrar um lugar, região ou espaço no qual fomos feitos para habitar. Como se fôssemos a peça de uma grande engrenagem e com consciência da boa execução de nosso trabalho ou qualquer outra atividade.

Como fazer isso?

Aonde ir?

O que aprender?

Existe algum cálculo ou fórmula mágica?

RESGATE A SUA SINGULARIDADE 

Observe em você algo que faz bem e de um jeito único e faça, mesmo que no começo paralelamente ao seu trabalho atual.

Em sua infância, o que gostava de fazer?
Passava horas e horas fazendo algo sem se cansar?
Identifique a sua habilidade natural.

Somos mais do que uma probabilidade estatística, um casamento de herança e sociedade, mais do que uma confluência de cromossomos herdados e traumas de infância, mais do que folhas levadas pelo vento.

Quando vemos alguém próximo a nós, que abandona o trabalho e condição financeira estáveis, achamos loucura. A pessoa está SIMPLESMENTE resgatando a sua verdadeira vocação é mais tangível do que um sonho, porque ela entende o seu lugar no grande quebra-cabeça de sua vida.

♠ DA VINCI PINTOU UMA ÚNICA MONA LISA.
♠ BEETHOVEN COMPÔS UMA ÚNICA NONA SINFONIA.

EXISTE UMA TAREFA ÚNICA QUE SÓ VOCÊ PODE EXECUTAR!!

“No nascimento de cada homem que vem ao mundo existe uma vocação eterna e expressa para ele. Ser fiel a si mesmo quanto a esta vocação eterna é a coisa mais importante que um homem pode fazer”. Soren Kierkegaar

* Fonte das estatísticas sobre o trabalho:National Institute for Occupational Safety and Health 

 

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