Administradores.com - Notícias http://www.administradores.com.br/ Últimas notícias do Administradores.com pt-br Copyright 2018 Mon, 25 Jun 2018 10:31:39 -0300 De Senna a Neymar: a evolução da ideia de mérito //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/de-senna-a-neymar-a-evolucao-da-ideia-de-merito/125402/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/de-senna-a-neymar-a-evolucao-da-ideia-de-merito/125402/ Mon, 25 Jun 2018 10:31:39 -0300 Redação Administradores De Senna a Neymar: a evolução da ideia de mérito

Neymar foi criticado por não ser um líder de equipe, por ser muito individualista, até por estar mais preocupado com seu cabelo do que com o resultado

A Copa do Mundo abre espaço para algumas reflexões ligadas ao futebol e do futebol passamos para nossa vida de todos os dias. O resultado do primeiro jogo do Brasil não foi brilhante, e Neymar foi fortemente criticado. Quase pareceu que o povo brasileiro tinha algo “preso”, pronto para dizer ao astro maior do time, e que aproveitou o erro para soltar tudo o que vinha pensando.
Neymar foi criticado por não ser um líder de equipe, por ser muito individualista, até por estar mais preocupado com seu cabelo do que com o resultado. Serão críticas justas ou exageradas? O certo é que Neymar, como ídolo dos brasileiros, está demorando a alcançar aquele estatuto que se esperaria dele.

Sua trajetória está cheia de casos: é a troca do Barcelona pelo PSG, que ele defendeu ser para sair da sombra de Messi mas que outros apontam ser pelo dinheiro; foi não ceder a cobrança de um pênalti a Cavani, seu colega no PSG; e seu estilo de vida descolado – ao ponto de, durante a recuperação de sua lesão, ter mostrado na internet que estava jogando poker online enquanto via o jogo de seus colegas na Champions League. Certo é que ele não parece interessado em se assumir como o líder que deveria ser, tanto no seu time como na canarinha.

O que é necessário para alcançar os nossos objetivos?

Às vezes parece que alguns jovens pensam que o trabalho e a dedicação não são mais necessários para conquistar a glória, uma vitória ou um grande resultado. É como se apenas interessasse saber como jogar na mega sena e esperar conseguir o primeiro prêmio. Curtir o melhor da vida sem pensar no futuro. Será Neymar um exemplo para eles?

A comparação com Cristiano Ronaldo

Alguns brasileiros vieram para as redes sociais xingar Portugal e desejar a derrota de nossos irmãos lusitanos. Independentemente do que se pensar sobre uma relação que terminou em 1822, o fato é que, na primeira jornada da fase de grupos, o “CR7” calou essas críticas, marcando os 3 gols que fizeram sua seleção empatar com a Espanha (e não com a Suíça).

Podem falar o que quiserem de Ronaldo, até de seus penteados, mas o cara é 100% focado em seu trabalho e continua devolvendo resultados. Apesar de seus 33 anos.

A memória de Senna

Nesse aspeto, se tem ídolo que os brasileiros podem comparar a Cristiano Ronaldo, é Ayrton Senna. O tricampeão de Fórmula 1 exemplifica todas essas qualidades: o talento mas também a dedicação total a seu esporte e sua atividade profissional, a procura constante por formas de conseguir ser melhor (como o trabalho de condição física, que à época era ainda uma novidade entre os pilotos de Fórmula 1), a dedicação aos testes na pista, etc.

Mas será que o Brasil esqueceu o que é necessário para vencer?

Terminamos este artigo com uma nota otimista. É claro que os brasileiros sabem que é preciso trabalho, dedicação e persistência sem limites. É isso que eles vêm pedir de Neymar: que deixe de bancar o adolescente e que seja o líder determinado e imparável que Cristiano Ronaldo é e Ayrton Senna foi.

Esperamos que você consiga se rodear de equipes de trabalho capazes de imitar Ronaldo e Senna.

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Inteligência Artificial: a batalha entre dados e algoritmos //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/inteligencia-artificial-a-batalha-entre-dados-e-algoritmos/125386/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/inteligencia-artificial-a-batalha-entre-dados-e-algoritmos/125386/ Sun, 24 Jun 2018 18:01:00 -0300 Filippo Di Cesare Inteligência Artificial: a batalha entre dados e algoritmos

Há uma batalha contínua entre dados e algoritmos, mas quem está ganhando?

Não há dúvida de que a Inteligência Artificial é um dos pontos tecnológicos mais efervescentes. Segundo o estudo do Gartner "O valor comercial da inteligência artificial em todo o mundo, 2017-2025", é que o volume de soluções de negócios empresariais baseadas em plataformas de Inteligência Artificial crescerá drasticamente em todo o mundo, com um aumento de 70%, em 2018 em relação ao ano anterior. E isso pode triplicar em 2022, quando o negócio deve valer US$ 3,900 bilhões.

A explosão da Inteligência Artificial tem transformado profundamente a sociedade moderna, impulsionado pela capacidade computacional cada vez maior e as quantidades continuamente crescentes de dados e informações disponíveis hoje. Isso afetará todos os aspectos de nossas vidas e será uma das tecnologias mais disruptivas dos próximos anos.

Para mim, é claro que, como diretor de uma empresa voltada para auxiliar seus clientes na transformação digital, a adoção de soluções utilizando Inteligência Artificial é a base das atividades diárias e dos motivos de debate com colegas e clientes. Hoje, lendo a imprensa especializada e fóruns de discussão na Internet, parece haver uma batalha entre dados e algoritmos, para suportar os melhores aplicativos baseados em IA. É possível ler artigos que parecem ser quase expressões de facções opostas; tendenciosa de acordo com a preferência de dados sobre algoritmos ou vice-versa.

O que caracteriza a Inteligência Artificial do ponto de vista tecnológico é o método/modelo de aprendizagem com o qual a inteligência se torna habilidosa em uma tarefa ou ação (daí a distinção entre os vários Machine Learning, Aprendizagem Profunda, etc). Portanto, dados quanto os algoritmos são necessários para o desenvolvimento de uma aplicação baseada em IA.

Existe realmente uma batalha entre dados e algoritmos?

Já faz muito tempo desde que deixei a Faculdade de Ciências Estatísticas em Bolonha (Itália), mas com todos os investimentos que estamos fazendo na empresa no campo de Machine Learning e Inteligência Artificial em geral, eu estou frequentemente envolvido nessas áreas em interessantes discussões de projetos com meus colegas, que lideram o departamento Digital, e felizmente são muito mais experientes do que eu.
Do meu ponto de vista, se é verdade que - como afirma Geraldo Salandra - "Inteligência Artificial é o foguete, mas os dados são o combustível", também é verdade e inegável que a IA é uma combinação de dados e algoritmos.

Não há dúvida de que sem combustível (ou seja, dados) você não vai a lugar algum, mas tenha em mente que também é verdade que a escolha do algoritmo correto pode compensar a má qualidade dos dados, e é igualmente certo que escolher um algoritmo errado pode empobrecer os efeitos de excelentes dados.

Devemos assumir que os dados são mais importantes que os algoritmos?

Eu não acho que é sempre assim. Eu entendo o valor fundamental da infraestrutura de dados e análise para alimentar os algoritmos de Inteligência Artificial.

Em nossa experiência cotidiana, "coleta e preparação de dados" são, de fato, as atividades que requerem mais tempo para o desenvolvimento de aplicações baseadas em Inteligência Artificial, comparadas com aquelas para a seleção e desenvolvimento de um modelo. É por isso que investimos muito para fornecer aos nossos clientes a melhor infraestrutura de dados para alimentar e treinar algoritmos.

Mas nos algoritmos é necessário um ótimo trabalho: ninguém pode dizer com certeza qual algoritmo terá o melhor desempenho sem antes ter tentado diferentes. Elaborar e comparar algoritmos e modelos para escolher os adequados é uma atividade crucial para definir o sucesso de uma solução de IA:

- Qual algoritmo devo usar?
- Quantas horas de treinamento de algoritmo tenho à minha disposição?
- Qual é o tipo, a qualidade e o tamanho dos dados disponíveis para mim?

A qualidade do conjunto de dados influenciará diretamente o sucesso do modelo preditivo. Com foco nos dados, é possível transformar um banco de dados ruim em um que vale a pena ser usado na aplicação da Inteligência Artificial, mas também é essencial escolher o algoritmo e modelo corretos que se ajustam aos dados disponíveis e que são consistentes com os dados dos objetivos de negócio.

Aqui estamos nós: o negócio. A palavra que muitas vezes falta nos artigos que li, onde a prioridade dos dados sobre os algoritmos é debatida ou vice-versa, são precisamente "negócios". A disponibilidade de uma grande quantidade de dados de boa qualidade e algoritmos relevantes permite melhores informações e aplicações; mas obter esse tipo de dados e algoritmos não é apenas uma questão técnica: habilidades empresariais profundas são necessárias para gerar valor significativo e aplicativos de inteligência artificial para empresas.

Dados e algoritmos não se opõem, mas são aliados em uma estratégia orientada para os negócios.

Filippo Di CesareCEO da Engineering do Brasil

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Eu inovo, tu inovas: quando a evolução tecnológica perde sua razão de ser //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/eu-inovo-tu-inovas-quando-a-evolucao-tecnologica-perde-sua-razao-de-ser/125385/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/eu-inovo-tu-inovas-quando-a-evolucao-tecnologica-perde-sua-razao-de-ser/125385/ Sun, 24 Jun 2018 16:01:01 -0300 Lilian A. P. Miguel e Maurício Benedetti Eu inovo, tu inovas: quando a evolução tecnológica perde sua razão de ser

A maneira como o usuário percebe e adota uma inovação depende de qualidades percebidas

A situação é simples e, até certo ponto, corriqueira, infelizmente. Um dos maiores bancos do país resolve atualizar seus aplicativos para celulares, alterando as condições de acesso para certas operações. Descobre que um dos sistemas operacionais em vigência, que suporta mais de dez milhões de usuários, não comporta a mudança. Decisão tomada: Fazer a alteração, mesmo assim, deixando parte desses usuários (considerando que nem todos são clientes desse banco) sem opção para operações por meio de seus celulares.

Esses clientes são apenas e tão somente avisados da mudança, sem que lhes seja dada qualquer alternativa. Quando contatado, o banco alega que o problema é da empresa que fabrica o sistema operacional, e que a mudança na sistemática de utilização foi feita em razão do baixo nível de serviço das operadoras de celular. Eles não podem fazer nada a respeito. Simples, assim.

Como assim? Quer dizer, então, que o banco resolveu, simplesmente, livrar-se dos problemas que o envolviam, criando outro para os usuários? Isto não é pequeno, pois significa que os clientes afetados terão de mudar de celular, que funcionem com outro sistema operacional, que comporte as mudanças, não importa quanto tenham pago pelo que possuem no momento, apenas para terem a segurança de poder fazer suas movimentações financeiras quando em trânsito e em circunstâncias de mobilidade, que atualmente, não são raras. Em termos de valor de mercado, isto consiste em um grande valor para o cliente.

Não obstante, ao ser questionado, o banco alega que para a utilização de serviços que envolvam questões tecnológicas, o usuário (entenda-se, aqui, cliente) deve atender a requisitos mínimos. Está certo. Mas as regras foram mudadas no meio do jogo. Isto não foi pensado pelo banco em questão. Afinal, quem é o cliente, nessa equação?

Sem dúvida o cliente é quem usa a tecnologia. Infelizmente, não dá para ter como certo que a percepção das propriedades de uma inovação por parte dos que a utilizam de fato será a mesma do que a daqueles que a criaram.

A maneira como o usuário percebe e adota uma inovação depende de qualidades percebidas. A nova tecnologia trará benefícios imediatos que a antiga não apresentava? Esta inovação exigirá aquisição de novos recursos para ser utilizada? É mais fácil de usar que a antiga? Seu uso é intuitivo e os resultados prometidos são fáceis de serem observados? Estes são questionamentos que talvez os gestores do banco em questão tenham se esquecido de fazer ao optarem pelas novas funcionalidades de seu aplicativo. E, justiça seja feita, a melhoria no aplicativo era relevante para o mercado.

Entretanto, assim como uma nova tecnologia demanda tempo para ser completamente adotada, os usuários necessitam de tempo para se sentirem adaptados e capacitados a utilizá-la, de forma que seu uso possa ser considerado consolidado.

Sob a égide de não se desatualizar e parar no tempo, muitas empresas se prendem às suas prospecções tecnológicas, que envolvem busca por novas tecnologias a serem incorporadas aos seus produtos e serviços, e se esquecem da experiência do usuário, que é aquele a quem tal inovação deve agregar valor de fato.

Assim, o uso da prospecção tecnológica, quando bem feito, funciona como importante ferramenta para o planejamento estratégico. É um elemento essencial dentro de uma gestão que promove a inovação como indutora de maior valor agregado aos clientes. Contudo, esta tentativa de predição de estados futuros não pode focar apenas o que será oferecido ao usuário, mas como e o quanto o seu uso trará de valor. E ter que comprar um novo celular, porque a plataforma do sistema operacional não comporta mudanças, certamente não é o caso.

A aceitação de uma nova tecnologia está diretamente relacionada à prontidão tecnológica que tem impacto na interação entre empresa e cliente. Pessoas que são otimistas em relação às novidades tecnológicas estão mais dispostas a adotarem uma nova tecnologia e possuem maior propensão a ficarem satisfeitas com seu uso.

Por outro lado, um desconforto em utilizar uma nova tecnologia está associado à insegurança, o que significa que uma pessoa desconfortável em usar uma inovação tecnológica tem maior tendência a se sentir insegura, assim como sua insegurança a leva a ser mais resistente a essa tecnologia.

Portanto, fica evidente que o valor percebido com o uso da nova solução será distinto entre os usuários, mesmo sendo todos clientes da mesma empresa, pois seus antecedentes para aceitação e uso de novas tecnologias também são distintos.

Levando-se em conta que o comportamento inovador de uma pessoa influenciará na aceitação e uso de uma nova tecnologia, torna-se inadmissível que uma empresa prospecte suas inovações tecnológicas apenas com estudos focados na própria tecnologia, deixando de lado o perfil e comportamento de seus clientes. Um erro que pode custar caro, tanto para a empresa que compromete seu relacionamento com os clientes, quanto para os usuários, que terão que arcar com a aquisição de novos recursos e adaptação para se manterem clientes da empresa.

Afinal, é mister, como empresa, ter-se sempre em mente quem é cliente de quem.

Lilian Aparecida Pasquini Miguel  é doutora em Administração de Empresas, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pesquisadora do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e professora do mestrado profissional em Administração do Desenvolvimento de Negócios do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Coordena a equipe de orientadores de trabalhos de conclusão do curso de graduação em administração, ciências contábeis e ciência econômicas, nas unidades de São Paulo, Alphaville e Campinas.

Mauricio Henrique Benedetti é doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de São Carlos, mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pesquisador do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e professor do mestrado profissional em Administração do Desenvolvimento de Negócios da Universidade Presbiteriana Mackenzie e responsável pelo Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). É membro do Conselho Superior de Inovação e Competitividade (CONIC) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

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Cuidado com o bolso: sua velhice vem aí //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cuidado-com-o-bolso-sua-velhice-vem-ai/125384/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cuidado-com-o-bolso-sua-velhice-vem-ai/125384/ Sun, 24 Jun 2018 14:01:01 -0300 Raphael Swierczynski Cuidado com o bolso: sua velhice vem aí

Mais importante que qualquer modalidade de investimento - ações, fundos de renda fixa e moedas virtuais são outras opções - é aprender a poupar e controlar os gastos

"A longo prazo estaremos todos mortos". Ninguém questiona que o economista inglês John Keynes (1883-1946), autor dessa frase, estava certo a respeito do nosso futuro. Mas ele provavelmente não imaginava que o longo prazo ficaria mais longo ainda, inclusive no Brasil. A longevidade do brasileiro está aumentando e, segundo o IBGE, 30% da população será formada, em 2028, por pessoas com mais de 50 anos de idade.

E quando cresce a expectativa de vida, cresce também a importância de planejar a situação financeira na velhice, certo?

Deveria ser, mas infelizmente isso não acontece no Brasil. Estudos mostram que poupar não é da natureza humana, mas no âmbito nacional essa tendência é especialmente marcante. Levantamento do Datafolha revelou que o brasileiro é imediatista e que 65% da população não guarda dinheiro para o futuro, número extremamente preocupante em um país onde a ineficiência do sistema previdenciário tornou emergencial uma Reforma da Previdência, ainda sem data definida. Analisando as projeções de crescimento populacional no nosso país, é fácil entender que, no modelo atual, a previdência social não chegará a 2050 sem uma profunda reforma. A projeções indicam que, da forma que esta, a previdência no Brasil custará ao país quatro vezes mais do que custa, em média, nos outros países.

Claro, não é fácil poupar no Brasil. Em países nos quais há menos desigualdade social e mais serviços públicos de qualidade, principalmente, na Educação e na Saúde, além de uma Previdência confiável, a necessidade de economizar não é tão evidente. Isso, no entanto, não muda o fato de que a falta de planejamento financeiro representa um problema grave em nosso país, capaz de tornar a chamada "melhor idade" em um verdadeiro pesadelo para muitos.

É por essa razão que a previdência privada, ou complementar, ganha cada vez mais força como opção de investimento para garantir uma aposentadoria confortável. Enquanto no modelo governamental vigente - administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) - não é possível escolher o valor da contribuição, já que é automático e proporcional ao salário recebido, na previdência privada o beneficiário pode investir o quanto quiser, pelo tempo que quiser, de acordo com seus objetivos e sua disponibilidade, e estipular renda mensal superior à definida pelo Governo.

No entanto, mais importante que qualquer modalidade de investimento - ações, fundos de renda fixa e moedas virtuais são outras opções - é aprender a poupar, a controlar os gastos. É um desafio considerável, diante de tantas despesas e um orçamento apertado ou até deficitário, algo que é a realidade de tantos brasileiros. Mas desafio maior ainda é contar apenas com a previdência social para suprir suas necessidades básicas quando o futuro tornar-se presente. A longo prazo, enquanto ainda estivermos vivos, nossa saúde financeira também será fundamental.

Raphael Swierczynski, CEO da Ciclic

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Quem ganha com o lucro dos bancos, além dos bancos? //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/quem-ganha-com-o-lucro-dos-bancos-alem-dos-bancos/125383/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/quem-ganha-com-o-lucro-dos-bancos-alem-dos-bancos/125383/ Sun, 24 Jun 2018 12:00:00 -0300 Clemente Ganz Lúcio Quem ganha com o lucro dos bancos, além dos bancos?

Apesar do expressivo aumento nos lucros, os cinco maiores bancos do país fizeram aumentaram a taxa de desemprego mensal, contribuindo para a redução da massa salarial

Desde 2014, a economia brasileira enfrenta recessão, com sérios impactos sobre o mercado de trabalho: elevação do desemprego, crescimento da informalidade e redução dos salários. Para piorar, a lei da terceirização, aprovada em março, e a reforma trabalhista, em vigor desde novembro, permitiram a precarização do trabalho. Na outra ponta, as altas taxas de juros, mesmo em queda, em nenhum momento, estimularam o crédito e o investimento produtivo. Neste cenário, os lucros dos cinco maiores bancos do Brasil, mais uma vez, bateram recordes em 2017. Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica, Banco do Brasil e Santander somaram lucro de R$ 77,4 bilhões, 33,5% a mais do que em 2016.

Esses resultados se devem, entre outros fatores, à elevação das receitas com tarifas e serviços e, especialmente, à queda nas despesas de captação, que acompanharam o movimento de redução da taxa básica de juros (Selic). Também caíram as despesas com impostos (IR e CSLL), em parte devido à entrada de créditos tributários, mas também em função de resultados inferiores em termos operacionais e da intermediação financeira, conforme pode ser observado no estudo Desempenho dos Bancos, divulgado pelo DIEESE em maio e disponível no site da entidade (www.dieese.org.br).

Nada a se comemorar, uma vez que, mesmo com todos os ganhos, os bancos fecharam muitos postos de trabalho e implantaram tecnologia intensiva em capital, abrindo mão de boa parte do trabalho humano. Em 2017, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e Caixa, juntos, fecharam 1.315 agências bancárias. Com relação ao emprego no setor, desde 2012, cai continuamente o número de trabalhadores. Entre dezembro de 2016 e dezembro de 2017, o total de empregados nas cinco maiores instituições financeiras passou de 432.644 para 418.564 pessoas. Isso significou, que, em média, 1.000 trabalhadores foram demitidos por mês, anualmente.

Isso sem falar na rotatividade dos empregos no setor, usada para baratear o custo do trabalho, com empregados sendo admitidos por salários inferiores aos dos demitidos.

E para quem vai esse lucro todos dos bancos? Quem ganha com esse resultado? Com certeza, não é a maioria da sociedade brasileira. Além de jogar para a mão dos clientes a realização de serviços antes feitos pelos trabalhadores do setor, cobrar tarifas e enxugar custos, os bancos fazem com que uma parcela pequena de acionistas se aproprie de um dinheiro que não se materializa em investimentos produtivos, empregos e desenvolvimento. Apesar do expressivo aumento nos lucros, os cinco maiores bancos do país fizeram o desserviço de aumentar a taxa de desemprego mensal, contribuindo para redução da massa salarial.

Clemente Ganz LúcioSociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Grupo Reindustrialização.

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Por que devo abrir uma loja virtual? //www.administradores.com.br/noticias/negocios/por-que-devo-abrir-uma-loja-virtual/125382/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/por-que-devo-abrir-uma-loja-virtual/125382/ Sun, 24 Jun 2018 10:00:00 -0300 Robinson Idalgo Por que devo abrir uma loja virtual?

As vendas virtuais representam 4% do total de vendas no Brasil, mas o setor avança com velocidade, com uma alta de 8% em 2017

Nos Estados Unidos, grandes varejistas fecharam quase 7 mil pontos de venda em 2017, de acordo com a consultoria americana Coresight Research. O fechamento das lojas físicas para se investir no virtual recebeu o nome de “Efeito Amazon”, gigante que ganha cada vez mais força. Segundo pesquisa realizada pela PwC com 22 mil pessoas em 27 países, 59% dos entrevistados realizam compras na Amazon. Desses, 27% afirma consumir menos em lojas físicas por causa de suas compras online.

No Brasil, as lojas vêm aos poucos trilhando o mesmo caminho. As vendas virtuais representam 4% do total de vendas no Brasil, mas o setor avança com velocidade, com uma alta de 8% em 2017. Enquanto isso, o varejo físico teve uma expansão de apenas 2% no país, segundo dados da pesquisa de mercado Ebit.

A loja virtual pode ser um ótimo negócio, mas muitas pessoas têm medo de entrar nesse universo devido a questões práticas sobre como montar um site ou desenvolver uma estratégia de SEO. Hoje encontramos diversos ERPs que já possuem uma estrutura pronta para e-commerce, facilitando muito o trabalho do empresário que não precisa criar um site do zero. Além disso, a solução já integra todas as vendas realizadas com os demais módulos do ERP, como estoque, fluxo de caixa e emissão de boletos.

O valor investido para se abrir uma loja física varia muito: depende do setor escolhido, local e tamanho do negócio. Um exercício simples para chegar a esse valor é colocar na ponta do lápis tudo o que você precisa para abrir uma empresa no Brasil e a isso somar os custos referentes ao espaço físico em si, como compra ou aluguel de um bom ponto comercial, vitrines, letreiros, araras, etc. Toda essa estrutura tem um preço. Já para uma loja virtual, existem estratégias - principalmente para as PMEs - que diminuem consideravelmente seus custos fixos para manter a loja aberta.

Outra grande vantagem da loja virtual já integrada ao ERP é a possibilidade de participar de um marketplace. Grandes empresas como Mercado Livre, Submarino e Lojas Americanas possuem um sistema que pode ser integrado ao ERP e permite que o pequeno lojista esteja presente nas maiores vitrines virtuais do Brasil. Para se ter uma noção, a nova modalidade teve um faturamento de R$73 bilhões em 2017, segundo a Ebit. A confiança que uma grande marca passa para o consumidor e o baixo custo para o usuário podem ser apontadas como alguns dos motivos para esse crescimento.

Os novos modelos de vendas virtuais são apenas um reflexo do estilo de vida do novo consumidor. Na hora da compra, ele não vai mais para o shopping: ele pesquisa primeiro na Internet. As lojas online podem ter um baixo custo e ainda serem integradas ao seu ERP, o que praticamente elimina a necessidade de programação de um site específico. Essa é uma possibilidade que precisa estar presente nas pequenas e médias empresas para impulsionar nossa economia e ajudar nosso país a crescer.

Robinson Idalgo – Fundador da SoftUp – empresa brasileira criadora do sistema de gestão* (ERP) grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br

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Como a tecnologia pode e vai revolucionar o mundo //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-a-tecnologia-pode-e-vai-revolucionar-o-mundo/125381/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-a-tecnologia-pode-e-vai-revolucionar-o-mundo/125381/ Sun, 24 Jun 2018 08:01:01 -0300 Leonardo Santos Como a tecnologia pode e vai revolucionar o mundo

A automatização de processos transforme as atividades rotineiras de diversas empresas, que historicamente encontram barreiras para a realização de tarefas que deveriam ser simples

A quarta revolução industrial é um dos termos da atualidade mais propagados em eventos de negócios. Nela, tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Big Data e Analytics, estão em constante evolução e prometem reinventar diversas áreas e setores.

Essa revolução promete automatizar processos por meio da consolidação e análise de informações, gerar novos insights para a melhor compreensão de situações e momentos para garantir uma tomada de decisões mais rápida e assertiva, e promover o engajamento cognitivo que visa promover maior resolução de todo o tipo de tarefas e situações.

Com isso, essas ferramentas inovadoras ganham cada vez mais visibilidade e investimento. Conforme levantamento realizado pela Statista, empresa que reúne estatísticas de diversos mercados, a IA movimenta, atualmente, US$ 2,4 bi. Porém, para 2025, a expectativa é que esse valor supere os US$ 60 bi, fazendo desse um dos principais setores para a transformação dos negócios no mundo digital.

Se hoje as companhias inovadoras já criam soluções com o uso da computação cognitiva, como carros autônomos, softwares que auxiliam médicos na identificação de células cancerígenas, robôs que auxiliam na organização de empresas e até auxiliam nos cuidados de pacientes em estados terminais, a tendência é que, no futuro, a automatização de processos transforme as atividades rotineiras de diversas empresas, que historicamente encontram barreiras para a realização de tarefas que deveriam ser simples.

Ao contrário do que se imagina, não é mais futuro é uma realidade. Hoje, esse tipo de tecnologia já está tão presente no cotidiano das pessoas, que elas já não conseguem mais notar a inovação, mas sim seus benefícios. Ao realizar uma pesquisa na internet, por exemplo, caso ocorra algum erro ortográfico, o próprio buscador questiona se a intenção do usuário não era outra.

O próximo passo dessa jornada evolutiva é a popularização dessas tecnologias e a garantia de uma disponibilidade cada vez maior. Como já dizia o escritor américo-canadense William Ford Gibson, "como eu tenho dito muitas vezes, o futuro já chegou. Só não está uniformemente distribuído."

Leonardo Santos — CEO da Semantix, empresa especializada em Big Data, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Análise de dados.

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Senhas são a maior brecha das corporações //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/senhas-sao-a-maior-brecha-das-corporacoes/125380/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/senhas-sao-a-maior-brecha-das-corporacoes/125380/ Sat, 23 Jun 2018 18:01:00 -0300 Waldo Gomes Senhas são a maior brecha das corporações

No ambiente corporativo, as brechas de segurança da informação acontecem em 90% das vezes, com aplicação de técnicas de engenharia social

La Casa de Papel, série da Netflix que mostra o plano de roubo bilionário na Casa da Moeda espanhola, evidencia que até as estruturas físicas com rigorosos critérios de segurança para controle de acesso e trânsito em suas dependências podem ser invadidas. Muito mais do que simplesmente ultrapassar as barreiras físicas, a trama mostra que cada ação é baseada em uma informação.

Fazendo uma alusão com o nosso cotidiano, é como se você entregasse a chave da sua casa – ou escritório – para um desconhecido. Ao comparar ambas as situações, concluímos que a invasão acontece a partir de falha em alguma etapa do processo pré-estabelecido ou por falta de atenção. 

No ambiente corporativo, as brechas de segurança da informação acontecem em 90% das vezes, com aplicação de técnicas de engenharia social, principalmente por e-mails infectados endereçados aos colaboradores de uma determinada organização. 

Entretanto, o modo mais simples de acessar informações e ambientes internos privilegiados é por meio das credenciais de acesso. Seja por conveniência ou falta de atenção, os colaboradores que detêm senhas de administrador acabam compartilhando suas senhas com membros da equipe para ‘adiantar’ alguma tarefa ou durante seu período de férias, o que pode acarretar em danos imensuráveis. 

Este é um tema sensível e de suma preocupação das equipes de segurança focadas na proteção e controle de senhas. Afinal, 80% das violações de segurança envolvem credenciais privilegiadas e 94% das vulnerabilidades da Microsoft registradas em 2016 poderiam ter sido evitadas apenas com a remoção dos direitos de administrador de usuários comuns, de acordo com o relatório Forrester PIM Wave (Q3 2016). 

Uma vez que informação é poder, as tecnologias de Gerenciamento de Acesso Privilegiado (PAM, sigla em inglês) movimentam um mercado bilionário, o qual registrou US$ 922 milhões em 2016, e espera-se que atinja a marca de US$ 3,8 bilhões em 2021. 

Para a proteção e controle das senhas e acesso privilegiado, já existem soluções que realizam a gestão dos ambientes, ajudando organizações de todos os portes e segmentos da indústria a proteger os ativos críticos.

De simples modo, há o controle de todos os serviços por um sistema que identifica o usuário e permite – ou não – seu acesso a determinados ambientes, com o acompanhamento de suas ações.

Enquanto a prevenção de violações e ataques internos continua a ser o principal fator para a adoção do gerenciamento de acesso privilegiado, essas soluções dispensam a troca de senhas periodicamente, além de bloquear os usuários quando estão em férias ou são desligados da empresa, oferecendo benefícios de conformidade regulatória e eficiência operacional.

Waldo GomesDiretor de Marketing e Relacionamento da NetSafe Corp

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Mazars abre inscrições para trainee em Administração //www.administradores.com.br/noticias/carreira/mazars-abre-inscricoes-para-trainee-em-administracao/125379/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/mazars-abre-inscricoes-para-trainee-em-administracao/125379/ Sat, 23 Jun 2018 16:01:01 -0300 Redação Mazars abre inscrições para trainee em Administração

Vagas são para Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo

A Mazars iniciou o processo seletivo para contratação de trainees nos escritórios de São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. As inscrições devem ser feitas até o dia 31 de julho, no site da empresa. Podem participar: estudantes a partir do quarto semestre em Ciências Contábeis; no último ano de Administração, Economia, Engenharia de Produção e Direito; ou recém-formados com até dois anos de formação e com inglês em nível intermediário.

O processo seletivo é composto por: inscrição, testes online, triagem, apresentação individual e entrevista final com executivo da respectiva área de atuação e com o departamento de Recursos Humanos. A proposta da empresa é contratação em regime CLT, com os seguintes benefícios: vale-refeição, vale-transporte, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, convênio com academia, cartão multicompras.

Os selecionados terão inicialmente um período de cerca de duas semanas de treinamento dividido em etapas teóricas, em sala de aula, e outras práticas, com atividades de campo. No mês subsequente, iniciarão suas atividades.

 

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O papel do gestor no negócio de franquias //www.administradores.com.br/noticias/negocios/o-papel-do-gestor-no-negocio-de-franquias/125378/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/o-papel-do-gestor-no-negocio-de-franquias/125378/ Sat, 23 Jun 2018 14:01:00 -0300 Márcia Ximenes O papel do gestor no negócio de franquias

Quando o gestor é ausente da operação da rede, deixa o seu franqueado em situação de vulnerabilidade e sem saber a quem pode recorrer

Começar um empreendimento nem sempre é uma tarefa fácil. Há quem sonhe em ser dono do próprio negócio e consiga isso com facilidade, mas há quem sonhe com isso e não tenha ideia de por onde começar.

Um dos caminhos mais seguros e práticos para quem começa a empreender é apostar em um negócio já testado e com resultados comprovados. É por isso que o setor de franquias tem ganhado muitos adeptos nos últimos anos, já que oferece, além do direito de uso da marca, toda o know how do franqueador.

Apesar disso, apenas optar por uma franquia não basta, é preciso escolher uma franquia em que os gestores estejam disponíveis para auxiliar. Quando um franqueado chega a uma nova rede, ele procura por um referencial, alguém que faça o papel de mentor e que mostre uma solução compatível para cada um dos possíveis problemas apresentados.

O gestor é quem tem o domínio da informação sobre o negócio. Ele sabe quais são os melhores caminhos para atingir um objetivo, quem são os melhores fornecedores e tudo aquilo que pode ou não dar certo. Quando o gestor é ausente da operação da rede, deixa o seu franqueado em situação de vulnerabilidade e sem saber a quem pode recorrer.

Como gestora de uma rede de franquias acredito que é necessário muito além dos cinco minutos de conversa, um cafezinho, algumas cláusulas e da assinatura de um contrato. É preciso ter tempo e disposição para receber os franqueados, conhecer as suas histórias de vida, suas expectativas, ouvir o que eles têm para dizer, para só depois traçar metas e caminhos que vão ajudá-lo a chegar ao sucesso.

É preciso lembrar que por trás de cada nova franquia existe uma pessoa cheia de emoções e vontades, que precisam de muito carinho e respeito para que o seu negócio atenda ao seu desejo de empreender e de alcançar o sucesso. São pessoas que sonham e que lutam por um ideal que as motivam a acordar todos os dias, mais e mais.

Por isso, o gestor não pode enxergar o franqueado apenas do ponto de vista financeiro, mas entender que é necessário fazer a vez de amigo e conselheiro, pois ao contribuir para que ele dê certo, estará contribuindo para uma cadeia inteira que envolve muito mais do que apenas números. Precisa entender que o seu papel é, sim, ser apaixonado pelo negócio, mas é também ser apaixonado por gente.

Márcia Ximenes — Diretora de expansão da rede de microfranquias Flyworld.

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PNL: como programar seu cérebro para ter sucesso? //www.administradores.com.br/noticias/carreira/pnl-como-programar-seu-cerebro-para-ter-sucesso/125377/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/pnl-como-programar-seu-cerebro-para-ter-sucesso/125377/ Sat, 23 Jun 2018 12:01:00 -0300 Lucas Fonseca PNL: como programar seu cérebro para ter sucesso?

A PNL nos mostra que somos capazes de “modelar” nossas habilidades a fim de alcançar metas específicas em nossas vidas pessoais e profissionais

O nosso cérebro é a máquina mais poderosa que já foi inventada. Com suas capacidades cognitivas, ele consegue acumular e associar informações o tempo todo. Se isso parece muito bom por um lado, pode também ser perigoso por outro. Isso porque, muitas vezes, criamos referências que não são positivas. Aí, está aberto o caminho para a criação de crenças limitantes, que nos cerceiam e prejudicam.

Por isso, uma ferramenta poderosa é a reprogramação cerebral por meio da PNL - Programação Neurolinguística. Trata-se de uma abordagem de comunicação e desenvolvimento pessoal, criada nos Estados Unidos, na década de 70. Os criadores, Richard Bandler e John Grinder, afirmam que existe uma conexão entre os processos neurológicos e a linguagem, e que é possível alterar padrões comportamentais aprendidos.

Dessa forma, a PNL nos mostra que somos capazes de “modelar” nossas habilidades a fim de alcançar metas específicas em nossas vidas pessoais e profissionais. Contudo, gosto sempre de provocar algumas reflexões sobre o que definimos como parâmetro para essas metas. Infelizmente, estamos inseridos em uma sociedade que está projetada para o sucesso exterior, o status, e não necessariamente para o nosso íntimo, a nossa conexão com o coração.

Sendo assim, precisamos entender que o nosso cérebro é um computador. Portanto, só nós que devemos decidir o que vamos manter nele e o que vamos preferir deletar. E, o mais importante é fazermos isso olhando pura e simplesmente para nós mesmos, para os nossos desejos e anseios. Nessa ilustração, a PNL funciona como o mouse. É ela que acessa as emoções e nos ajuda no processo de selecionar o que deve ficar e o que deve sair.

Mas, para fazer essa reprogramação de forma consciente, é muito importante desenvolver o autoconhecimento. Quando somos apresentamos a nós mesmos de forma mais profunda, as coisas parecem ficar mais claras, o que facilita muito a organização das nossas crenças. Nesse sentido, é imprescindível descobrir qual é o nosso canal de comunicação mais assertivo, a fim de facilitar esse processo de reforma íntima.

Basicamente, existem três tipos de canais de comunicação: auditivo, visual e cinestésico. Os auditivos costumam expressar seus sentimentos pela fala. Preferem que alguém lhe explique algo a ter que ler. Gosta de ouvir e essa é a sua maneira de perceber o mundo, seja pela música, o barulho de uma cachoeira ou o som dos pássaros. De acordo com a PNL, são pessoas mais comunicativas e com grandes dons de expressão.

Os visuais estão sempre atentos ao que veem. Normalmente, costumam projetar imagens em suas mentes a fim de lembrar-se delas depois. Gostam de fazer anotações para terem registros visuais e precisam de lugares calmos para se concentrarem. Geralmente, são pessoas com alto nível de energia, inquietas e observadoras.

Por fim, os cinestésicos são aqueles que sentem o mundo pelo tato. Costumam ser pessoas bastante sociáveis, que gostam de contato físico. São pessoas que dizem “ver” com as mãos, já que precisam tocar em tudo. São tranquilos e prezam pelas experiências sensoriais.

Entendendo melhor a sua própria linguagem, a PNL vai poder te ajudar a se aproximar mais de si mesmo e dos outros. Percebendo que todos temos um pouco de cada um dos canais e que somos todos diferentes, devemos respeitar os canais dos que são diferentes de nós.

Ao se entender e conseguir ressignificar suas crenças, trocando as limitantes pelas fortalecedoras, certamente a sua vida tenderá a deslanchar muito mais. Quando a gente se conhece e define o que é importante para nós e não para os outros, fica muito mais fácil perseguir as nossas metas. Lembrando sempre que a definição de sucesso é muito pessoal para cada um - e não uma fórmula social.

Lucas FonsecaPalestrante motivacional formado em administração de empresas com especialização em coaching. Fundador do Instituto Lucas Fonseca o palestrante criou a metodologia MAP - Mindset de Alta Permormance.

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Gol de placa: Como a Copa do Mundo pode contribuir para o sucesso do seu negócio //www.administradores.com.br/noticias/negocios/gol-de-placa-como-a-copa-do-mundo-pode-contribuir-para-o-sucesso-do-seu-negocio/125376/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/gol-de-placa-como-a-copa-do-mundo-pode-contribuir-para-o-sucesso-do-seu-negocio/125376/ Sat, 23 Jun 2018 10:01:00 -0300 Manuella Lima Gol de placa: Como a Copa do Mundo pode contribuir para o sucesso do seu negócio

O segredo do sucesso de um negócio é acreditar que existe oportunidade onde as pessoas nem sempre estão acostumadas a enxergar

Não é de hoje que a Copa do Mundo muda a rotina e o cotidiano do brasileiro. De quatro em quatro anos, calendários de empresas são alterados, os meios de comunicação preparam comunicados especiais e o mercado, principalmente o de varejo, desenvolve estratégias especiais para o período. Dentro desse contexto, o e-commerce também sofre o impacto desta data sazonal e pode ser afetado de maneira positiva, ou negativa, dependendo de fatores como o segmento das lojas, as promoções idealizadas para o período e o interesse gerado no cliente com campanhas criativas.

Em datas especiais, como a Copa do Mundo, o mercado fica mais sensível ao consumo de produtos temáticos e itens relacionados ao entretenimento. E-commerces que conseguem explorar a temática da copa do mundo na decoração de seu site, na personalização de produtos e nas promoções exclusivas para o período, conseguem tirar um bom proveito da data para incrementar suas vendas. Outro ponto positivo da mobilização nacional, que toma conta do país a cada quatro anos, é o clima otimista que se instala e pode favorecer o consumo, se utilizado da forma adequada. Quanto mais a seleção brasileira avança nas etapas do campeonato, mais os lojistas podem contar com o entusiasmo dos clientes para as compras de produtos relacionados ao tema.

Em um dos países onde as pessoas mais amam e acompanham futebol, a Copa do Mundo é um dos eventos que mais gera mobilização das pessoas. O lado ruim desse fenômeno é a queda na produtividade da economia, que pode vir a impactar negativamente os setores pouco relacionados com a temática e suas ramificações.

Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, as vendas devem crescer cerca de 30% neste mês de junho, com destaque para os artigos esportivos. No entanto, existem outros segmentos beneficiados neste período. O sentimento de bem estar e confraternização gerado pela Copa do Mundo é muito positivo para lojas que atendam a este segmento de alguma maneira, como brindes, artigos esportivos, colecionáveis, fantasias, bebidas e decoração para festas. Para estes nichos, a tendência é que o maior evento futebolístico do mundo não só seja só uma grande oportunidade de inovar e incrementar vendas, mas também um dos melhores momentos do ano para prosperar o negócio.

É preciso entender o público-alvo. Se gostam do esporte, se têm uma mentalidade competitiva, se estão realmente interessados neste momento, ou mais envolvidos em outras causas durante a copa. Esse tipo de percepção ajuda a medir o tamanho do esforço que se deve fazer nessa ocasião.

Caso o público da loja adeque-se ao propósito da copa, é possível criar campanhas que conversem diretamente com o cliente, aguçando os sentidos de bem-estar, competitividade, senso de vitória e pertencimento. Promoções e eventos direcionados ao tema também podem chamar atenção para novas vendas. É importante ter em mente que a queda nas vendas em alguns setores é um efeito comum de datas especiais com grande impacto na economia, como é o caso da Copa do Mundo. Então, mesmo com as tentativas de reverter a atenção dos consumidores, as baixas nas vendas devem ser previstas como uma contingência do negócio e não interpretadas, necessariamente, como uma falha na operação.

Estratégias omnichannel são uma abordagem interessante para envolver o cliente com promoções, descontos especiais, produtos personalizados, em um período onde os consumidores estão ligados nas redes sociais, acompanhando placares e resultados dos jogos, participando de bolões, postando conteúdo e selfies, enquanto se divertem assistindo aos jogos. Por isso, explorar as redes sociais, por meio de campanhas que chamem a atenção do cliente nesses momentos e levá-lo a um ambiente de loja temático, atrativo e com promoções pode ser um bom caminho para otimizar vendas nesse período.

Um outro caminho interessante para captar leads e fomentar futuras vendas é produzir conteúdo relacionado ao tema, envolvendo atividades interativas, concursos culturais e demais abordagens que levem os futuros clientes a se cadastrar na base de dados do negócio, com o objetivo de produzir comunicações imediatas e futuras. Dependendo do segmento, ainda que os principais canais sejam o site e as campanhas online, participar de feiras, eventos e fazer campanhas inseridas em ambientes onde é possível assistir aos jogos, ou se fala do assunto com frequência, também pode chamar a atenção do cliente e otimizar as vendas.

O segredo do sucesso de um negócio é acreditar que existe oportunidade onde as pessoas nem sempre estão acostumadas a enxergar. Uma época como essa pode gerar novas abordagens capazes de conquistar mais clientes e, consequentemente, mais vendas.

Manuella Lima — Especialista em Branding na Nuvem Shop, plataforma de serviços de e-commerce líder na América Latina com mais de 18 mil lojas ativas.

 

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Mercado brasileiro colhe frutos da aproximação das Fintechs e o Banco Central //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/mercado-brasileiro-colhe-frutos-da-aproximacao-das-fintechs-e-o-banco-central/125375/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/mercado-brasileiro-colhe-frutos-da-aproximacao-das-fintechs-e-o-banco-central/125375/ Sat, 23 Jun 2018 08:00:00 -0300 Pedro Paulo Moraes Mercado brasileiro colhe frutos da aproximação das Fintechs e o Banco Central

Os bastidores da regulamentação que colocou o Brasil na vanguarda das startups e as lições que ficam para outros segmentos

Os últimos meses tem sido muito positivos para o ecossistema de startups no Brasil, especialmente para o setor financeiro. Após a confirmação dos primeiros unicórnios brasileiros (startups com valor superior a US$1 bilhão), as fintechs deram um importante passo no sentido de competirem de igual para igual com os grandes bancos após a divulgação da regulamentação do setor pelas duas maiores autoridades do mercado: Banco Central (BACEN) e Conselho Monetário Nacional (CMN).

Para que chegássemos a esse ponto, importante lembrar o que foi feito até então. O primeiro passo dessa história foi a criação, no final de 2016, da ABFintech, uma associação de empreendedores financeiros, cujo objetivo – entre outros – era o de se aproximar dos órgãos reguladores. Já com um número razoável de associados de relativa expressão no mercado, os passos seguintes dessa associação foram (i) entender as dores do setor, (ii) questionar o funcionamento das melhores práticas junto aos reguladores por meio de consultas públicas, (iii) explicar o funcionamento do mercado aos reguladores e (iv) propor melhorias e adaptações. Essa iniciativa foi fundamental para que tanto o BACEN quanto a CMN entendessem perfeitamente que as fintechs são de fato players do setor, trazendo inovação, aumentando a competição e propiciando um ambiente de aumento de oferta de crédito e potencial redução dos juros, favorecendo tanto o mercado empreendedor quanto a população tomadora de crédito.

Apesar de divulgarem a regulamentação após um longo tempo de análises (EUA e México já haviam regulamentado as fintechs com bastante antecedência), o resultado desse trabalho foi excelente. Primeiramente, ao classificarem o mercado em cinco segmentos distintos, foram definidas regras mais rígidas para S1 (bancos estrangeiros, por exemplo) e menos rígidas para o S5 (fintechs, por exemplo), evitando o engessamento dessas empresas em estágio inicial.

Outro ponto importante foi o de permitirem que as fintechs possam conceder crédito diretamente aos tomadores, sem que sejam intermediados por instituições financeiras consolidadas (até então as fintechs eram consideradas apenas como correspondente bancários). Também se definiu que fundos de investimento, tanto os estrangeiros quanto os nacionais, podem ser controladores de fintechs, aumentando o valor de investimentos no setor.

Por fim, o aceite das SEP (sociedades de empréstimo entre pares) como uma plataforma válida para unir diretamente investidores a tomadores desburocratiza o setor e proporciona uma competição para baixar as taxas de juros praticadas atualmente. Sobre esse último ponto, embora o teto ainda seja baixo (limite de empréstimo de apenas R$15 mil por CPF ou CNPJ), já é um avanço sem precedentes.

Outro benefício gerado pela aproximação da ABFintech com os órgãos reguladores foi o LIFT, um laboratório criado e mantido pelo Banco Central para se aproximar do mercado de inovação e entender os impactos na regulamentação com maior rapidez.

Fica como lição que as startups devem se unir através de associações que os representem e que tenham a capacidade de dialogar com os órgãos reguladores. Isso traz credibilidade e conhecimento a ambos os lados, fazendo com que o bom senso prevaleça e que o país possa ter um mercado empreendedor mais ativo e responsável.

Pedro Paulo Moraes — Sócio da aceleradora de Negócios Organica

 

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5 motivos para usar o humor na hora de liderar uma equipe //www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-motivos-para-usar-o-humor-na-hora-de-liderar-uma-equipe/125401/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-motivos-para-usar-o-humor-na-hora-de-liderar-uma-equipe/125401/ Fri, 22 Jun 2018 13:01:22 -0300 Redação 5 motivos para usar o humor na hora de liderar uma equipe

O humor é muito útil para aumentar o engajamento dos funcionários e construir culturas resilientes, e muitos líderes precisam trabalhar nisso"

Muitos líderes associam o local de trabalho a um espaço de seriedade constante e pouco espaço para descontração. Mas esse é um grande erro, pois o humor nem sempre deve ser considerado uma distração. Na verdade, ele é uma receita importante e necessária para negócios de sucesso e uma equipe satisfeita.

"Há algumas décadas, os funcionários eram considerados meros recursos produtivos, e não havia por parte das empresas preocupação com o seu bem estar, o que se esperava é que cumprissem as tarefas designadas. Hoje, no entanto, muitas organizações já perceberam a importância de investir em seu capital humano, e, em vez de reprimir o humor em toda e qualquer situação, estimulam seus empregados a mostrarem seu lado mais descontraído em algumas situações do dia a dia", avalia Kim Archetti, especialista em comunicação verbal e CEO & Founder da startup de educação Awakim Academy.

No entanto, na visão do especialista, o humor ainda é uma ferramenta subestimada no mundo corporativo. "O humor é muito útil para aumentar o engajamento dos funcionários e construir culturas resilientes, e muitos líderes precisam trabalhar nisso. Um ambiente que abre espaço para descontração em alguns momentos geralmente tem um quadro de colaboradores mais feliz, que se orgulha do grupo que integra", diz.

O especialista aponta 5 boas razões para usar o humor na hora de liderar:

Facilita o aprendizado

Se o líder quer que a sua equipe não perca de vista algo importante ou ensinando uma tarefa nova, encontrar uma maneira engraçada de passar essas informações pode ajudar muito a equipe a processar melhor e memorizar o que está sendo ensinado, além de ajudar a prender a atenção. "O riso provoca reações imediatas que prendem a lembrança positiva ao cérebro. Além disso, é muito mais fácil ter o time concentrado em uma apresentação bem-humorada do que em uma longa explicação em uma reunião tradicional, que deixe todos entediados", explica.

Alivia tensões e crises

No mundo corporativo, a maioria dos gestores enfrenta uma situação difícil pelo menos uma vez por semana. "Quando há tensão na sala, o humor ajuda o gestor e seus liderados a relaxarem, pensarem com mais clareza e até tomarem melhores decisões", comenta Archetti.

Outra vantagem, de acordo com o especialista, é que o uso do humor ameniza o clima, deixa as pessoas mais à vontade e reduz o fator de intimidação que líderes poderosos podem representar perante funcionários, clientes, fornecedores e parceiros. "O humor mostra que o líder não se leva muito a sério e tem humildade e isso beneficia a todos".

Incentiva o espírito de equipe

O ambiente de trabalho, por si só, tem um clima sério. Por isso, o líder não deve ser visto como "chato e mandão", sob o risco de ter uma equipe desmotivada e pouco produtiva. "Ninguém gosta de trabalhar em um lugar hostil, com ambiente severo e hostil, por isso essa atitude causa problemas. Além disso, quando uma equipe se diverte junta, aumenta seu senso de comunidade e cria uma cultura corporativa coesa".

Promove o diálogo

Todo líder precisará, muitas vezes, dar feedbacks negativos e transmitir notícias ruins para a equipe. "Isso não precisa ser feito de uma forma totalmente negativa, o gestor está lidando, acima de tudo, com pessoas, que possuem suas limitações e inseguranças", avalia Archetti.

Nessas horas, o humor é um excelente "aliado" para iniciar a conversa e "quebrar o gelo". "Dessa forma, a pessoa estará menos defensiva para receber a notícia negativa.. Pense em como fazer o colaborador se sentir mais descontraído para que, apesar da conversa difícil, ele não se sinta desestimulado e pense em desistir", ensina

"Nunca deixe sua equipe sentir-se oprimida. Se alguém sorrir para você, sorria de volta, e caso alguém esteja sério demais e nunca sorria, use o humor para fazê-lo sorrir".

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“A vergonha é verde e amarela”, diz post do governo sobre assédio //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/a-vergonha-e-verde-e-amarela-diz-post-do-governo-sobre-assedio/125400/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/a-vergonha-e-verde-e-amarela-diz-post-do-governo-sobre-assedio/125400/ Fri, 22 Jun 2018 12:01:11 -0300 Renata Giraldi “A vergonha é verde e amarela”, diz post do governo sobre assédio

Mensagens fazem referência a caso ocorrido com brasileiros na Rússia

A controvérsia gerada pelos brasileiros na Rússia durante esta Copa do Mundo levou o governo federal a fazer postagens nas redes sociais de repúdio ao assédio e críticas à violência contra mulher. É uma campanha de combate ao ato de cinco brasileiros que fizeram um vídeo com comentários jocosos ao lado de uma mulher russa.

No Twitter do governo federal (@governodobras), foram postadas três imagens, nas quais um homem desenhado aparece à esquerda com a boca aberta como alguém que pronúncia algo desagradável, em seguida há as frases de efeito, a começar com: “A vergonha é verde e amarela”. As imagens são assinadas pela Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM).

As postagens foram ao ar por volta das 13h desta quinta-feira (21). A primeira delas diz ainda: “A atitude de alguns envergonhou e gerou indignação em todo o país. Seja no Brasil, na Rússia ou em qualquer lugar, temos que combater a violência contra a mulher”.

Nas duas outras postagens há os dizeres “O assédio sempre revela pior lado” e “Não alimente monstro do assédio”. Em todas as postagens, há a orientação para não aceitar violência de qualquer tipo e denunciar.

“Não tem espaço para o assédio onde existe o respeito! #Disque180 e denuncie!.”

O Ministério Público Federal do Distrito Federal abriu inquérito para apurar se os brasileiros que gravaram o vídeo cometeram crime de injúria.

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5 dicas para motivar sua equipe e reter talentos //www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-dicas-para-motivar-sua-equipe-e-reter-talentos/125398/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/5-dicas-para-motivar-sua-equipe-e-reter-talentos/125398/ Fri, 22 Jun 2018 11:07:22 -0300 Redação 5 dicas para motivar sua equipe e reter talentos

Oferecer aos funcionários oportunidades de carreira, estímulos a novos projetos, promoções e um pacote de remuneração, benefícios e cursos extracurriculares é um incentivo que conta muito na retenção de talento

Como garantir a boa gestão de uma equipe eficiente e a retenção de talentos? Essa pergunta é recorrente entre grandes líderes e profissionais de recursos humanos de qualquer tipo de empresa, mas nunca deixa de ter novos aspectos a serem explorados. Isso foi abordado em recente evento que recebeu o apoio da ValeCard, empresa de benefícios e gestão de frotas.

O evento contou com a presença de cerca de 100 líderes de empresas e teve palestra de Ruy Shiozawa, CEO da Great Place to Work. De acordo com ele, apesar de algumas percepções das empresas mudarem ao longo do tempo, "têm coisas que continuam as mesmas. As pessoas buscam um ambiente de confiança, querem relações abertas e transparentes. Isso não depende da época, do país que você está ou até do tamanho da empresa e do segmento".

A importância desses aspectos fica ainda mais concreta quando se analisam os motivos de demissões mais recorrentes dentro das empresas. Segundo Shiozawa, uma das razões que está no topo da lista é o mau comportamento. "Quando isso acontece, o erro normalmente já foi feito durante a contratação. O profissional, além de ser bom, deve ter o perfil da empresa e do restante da equipe."

Além disso, durante painel do evento, que contou com a presença de José Geraldo Ortigosa, presidente da ValeCard, discutiu-se o cuidado que a empresa tem que ter a todo momento com seu funcionário. "Quando o assunto é retenção de talentos, não adianta acertar em cheio na contratação e perder um bom profissional em pouco tempo. Além das condições do próprio ambiente de trabalho, existem alguns atrativos que fazem toda a diferença para o funcionário como benefícios e treinamentos para qualificação", afirma Ortigosa.

Veja abaixo também outras cinco dicas para motivar equipes e reter talentos que foram discutidas durante o painel:

Valorize os talentos

Não são só remunerações maiores que levam um funcionário a deixar seu emprego, mas também a frustração com seus planos, que podem não estar avançando, assim como as expectativas de uma melhoria de vida. A empresa deve acompanhar de perto o desenvolvimento e as cobiças de seus colaboradores.

Mude os propósitos

Oferecer aos funcionários oportunidades de carreira, estímulos a novos projetos, promoções e um pacote de remuneração, benefícios e cursos extracurriculares é um incentivo que conta muito na retenção de talento. Isso porque esse tipo de valorização vai muito além do que o profissional pode fazer pela empresa, afetando também o seu crescimento pessoal.

Ofereça oportunidades

Oferecer um ambiente não só de trabalho, mas também de aprendizado, contribui para aprimorar a qualificação dos colaboradores – o que é bom para eles e para a empresa. Quando estimuladas, as pessoas tendem a produzir mais e, consequentemente, aumentar o rendimento da companhia.

Firme parcerias

Quando possível, estabeleça parcerias com universidades e outras instituições de ensino, incentivando seus funcionários nos estudos. Como já mencionado no item anterior, investir no ensino de seus colaboradores garante profissionais mais bem qualificados ao empregador.

Aposte na equipe

Por que abrir uma nova vaga quando o profissional que você procura pode estar bem na sua frente? Muitas vezes, vale mais a pena investir em um profissional que já está em sua equipe. Promover a carreira destes colaboradores ao invés de abrir novas vagas é uma forma de valorizar o trabalho do seu time.

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A sua inteligência emocional está em dia para os desafios profissionais? //www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-sua-inteligencia-emocional-esta-em-dia-para-os-desafios-profissionais/125392/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/a-sua-inteligencia-emocional-esta-em-dia-para-os-desafios-profissionais/125392/ Fri, 22 Jun 2018 10:33:33 -0300 Norberto Chadad A sua inteligência emocional está em dia para os desafios profissionais?

Um dos principais desafios de um profissional alçado à condição de líder é reavaliar constantemente se o seu papel está sendo cumprido

A inteligência emocional, definida há mais de duas décadas pelo psicólogo e jornalista norte-americano Daniel Goleman, é a capacidade que cada pessoa tem de identificar suas emoções. Algumas pessoas têm mais facilidade de reconhecer quando estão tensas, com raiva, tristes ou alegres, efusivas, entusiasmadas. É um nível de inteligência difícil de medir, mas que pode ser, digamos, treinado.

Isso, porque não basta identificarmos as nossas emoções. Precisamos aprender a lidar com elas. Alguns passos importantes: conhecer seus pontos fortes e suas fraquezas; entender exatamente a razão pela qual você sente ansiedade ou medo, por exemplo; saber dizer não, quando necessário.

Um dos principais desafios de um profissional alçado à condição de líder é reavaliar constantemente se o seu papel está sendo cumprido. Para isso vamos voltar aos passos que acabamos de mencionar. Se você conhece seus pontos fortes e fracos, deve estar atento para se reposicionar diante da equipe de maneira a fortalecer suas fraquezas e destacar sua força. Se você conhece as razões dos seus temores, trate de desenvolver competências para superá-los – cursos, terapia, coaching. E, afinal, exercer o papel de liderança implica, muitas vezes, em desagradar alguém, desde que sua decisão seja justa. Saber lidar com naturalidade com os incômodos que uma decisão pode trazer para um ou outro membro da equipe, sem adquirir culpa, é um exercício de inteligência emocional. Não significa que não deve desconsiderar a opinião dos outros – ao contrário – é preciso saber ouvir todos os lados envolvidos em uma disputa.

Outro grande desafio é antecipar problemas e se adiantar para evitar que eles aconteçam. Vamos a outro exemplo. Seu vice-presidente dá sinais de que vai pedir que você faça um trabalho que está fora da sua descrição de tarefas. Claro que você sabe que o trabalho é importante e que alguém precisa desempenhá-lo, mas a tarefa pode trazer implicações de natureza ética, que agridem os seus princípios e valores. Aplique a inteligência emocional e use os três passos que recomendo aqui: verifique como os pontos fortes da sua personalidade poderão ajudá-lo na conversa que em algum momento vai acontecer. Procure não se deixar levar pelos temores – ficar mal com o chefe, ser demitido por recusar uma tarefa. Ao contrário, apele para os argumentos mais inteligentes para dizer, com polidez, mas com firmeza, que aquela tarefa não lhe cabe, e que você é mais útil no trabalho para o qual é competente do que cumprindo uma ordem que pode desestabilizar até o seu relacionamento com a equipe de trabalho ou com o cliente.

Para não tornar este artigo longo, vamos apenas a mais um exemplo de desafio profissional. Você consegue realizar o seu trabalho dentro do horário de trabalho convencional ou vive tendo que trabalhar até mais tarde? Se você indicou a segunda alternativa, isso mostra que você é incompetente? Não. Mostra apenas que você não está sendo eficiente na gestão do seu tempo. Vamos voltar aos três passos. Você está deixando as suas fraquezas se transformar em obstáculos, na realização das tarefas? Trate de mudar isso. Você tem pontos fortes e são esses que devem prevalecer. Outra coisa: você consegue entender com clareza a razão pela qual seu trabalho não está rendendo? O problema pode estar em você, mas pode estar na distribuição inadequada de tarefas. Se o problema for seu mesmo, reveja seus métodos e práticas. Se o problema for do seu chefe, assim que identificar o problema, abra um diálogo respeitoso para tentar resolver a questão. Inclusive, se for o caso, para dizer não e recusar trabalho acumulado.

Inteligência é conhecer, dominar e usar bem as suas emoções. Sem sofrimento. A maior parte dos desafios surge porque os profissionais não trabalham essa porção tão importante de sua personalidade.

 

*Norberto Chadad é Engenheiro Metalurgista pela Universidade Mackenzie, Mestre em Alumínio pela Escola Politécnica, Economista pela FGV, Master em Business Administration pela Los Angeles University e CEO da Thomas Case & Associados, consultoria de soluções em gestão de pessoas e de carreiras com mais de 40 anos de atuação.

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Bancos terão expediente hoje na parte da tarde //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/bancos-terao-expediente-hoje-na-parte-da-tarde/125399/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/bancos-terao-expediente-hoje-na-parte-da-tarde/125399/ Fri, 22 Jun 2018 10:13:23 -0300 Kelly Oliveira Bancos terão expediente hoje na parte da tarde

Horário foi alterado por causa do jogo da seleção às 9h

O atendimento ao público nas agências bancárias nesta sexta-feira (22), dia de jogo da seleção brasileira de futebol, será das 13h às 17h. O horário, definido de acordo com circular do Banco Central, é válido para todas as cidades do país.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), não há atendimento em horário dos jogos do Brasil “por motivos de segurança das agências e de transporte de valores”. De acordo com a entidade, os bancos deverão afixar nas agências aviso sobre o horário de atendimento nos dias de jogos do Brasil, com antecedência mínima de 48 horas.

Pagamento de contas

A Febraban lembra que os bancos oferecem aos clientes alternativas como caixas eletrônicos, internet banking, aplicativo do banco no celular (mobile banking) e operações bancárias por telefone. Esses canais de atencimento funcionam normalmente em horários de jogos.

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Por que sua startup vai quebrar? Problemas jurídicos e comportamentais podem fechar uma empresa //www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/por-que-sua-startup-vai-quebrar-problemas-juridicos-e-comportamentais-podem-fechar-uma-empresa/125391/ //www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/por-que-sua-startup-vai-quebrar-problemas-juridicos-e-comportamentais-podem-fechar-uma-empresa/125391/ Fri, 22 Jun 2018 10:00:00 -0300 Redação Por que sua startup vai quebrar? Problemas jurídicos e comportamentais podem fechar uma empresa

Falta de estudo sobre o mercado, afinidade com o segmento de atuação, concorrência, fornecedores e público-alvo é um erro bastante comum entre os empreendedores que não conseguem se manter no mercado

Dados do SEBRAE apontam que, em média, 75% das startups fecha suas portas com menos de um ano de atuação. Entre as principais causas estão problemas jurídicos e comportamentais, como falta de planejamento, excesso ou falta de zelo dos empreendedores, contratações equivocadas e problemas entre sócios – seja por desacordo entre os papéis ou pela distribuição das cotas relacionados ao negócio, de acordo com o advogado e sócio-fundador do escritório especializado em startups e PMEs - SBAC Advogados –, Pedro Schaffa.

O especialista afirma ainda que a falta de estudo sobre o mercado, afinidade com o segmento de atuação, concorrência, fornecedores e público-alvo é um erro bastante comum entre os empreendedores que não conseguem se manter no mercado. Para fugir deste cenário, que pode prejudicar a imagem da startup perante investidores, uma boa alternativa é apostar em ajuda jurídica especializada. "Uma consultoria especializada conhece os problemas comuns às startups e atuando de forma preventiva, é capaz de elaborar um contrato que proteja a empresa e os sócios de possíveis contratempos", afirma Schaffa.

Sociedade

Entre as startups, uma das principais causas de mortalidade é o conflito entre sócios, seja pelo desacordo entre os papéis ou até mesmo pela distribuição das cotas relacionados ao negócio. Ao abrir uma sociedade, vale levar em conta se os dois sócios estão focados nos mesmos objetivos, com expectativas alinhadas e interesses em comum para evitar dores de cabeça no futuro. O segundo passo é preparar um Acordo entre Sócios logo no início da jornada empreendedora, a fim de evitar qualquer problema na relação dos fundadores da empresa.

Entre as funções do Acordo de Sócios estão as questões de governança, ou seja, explicar qual sócio é responsável por qual área da empresa, como cada um se dedicará a suas funções. Isso irá ajudar também a prever questões relacionadas à venda da empresa - determinando a proteção do minoritário e a proteção do majoritário. Além disso, o documento deve conter cláusulas informando como a empresa se relacionar com parentes dos sócios e ter uma previsão de punição para sócios inadimplentes com suas obrigações sociais.

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CNH Digital é emitida em todo o país //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cnh-digital-e-emitida-em-todo-o-pais/125390/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cnh-digital-e-emitida-em-todo-o-pais/125390/ Fri, 22 Jun 2018 09:14:11 -0300 Redação CNH Digital é emitida em todo o país

Documento tem o mesmo valor jurídico da carteira impressa

Aprovada em julho de 2017, a Carteira Nacional de Habilitação Digital (e-CNH) surgiu como uma opção para o documento impresso, pois tem o mesmo valor jurídico. A emissão é feita pelos departamentos de trânsito (DETRAN) de cada Estado gratuitamente, com exceção de Goiás.

A criação desta versão foi considerada uma forma de desburocratizar o processo. Utilizando um sistema criptográfico que assegura a validade do documento, quem esquecer a CNH em casa não estará mais sujeito à multa e pontos na carteira, infração prevista no artigo 159 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Basta exibir o documento digital, que pode ser acessado off-line, sem a necessidade de conexão com a internet.

A Perkons, empresa especializada em segurança no trânsito, ouviu órgãos de trânsito e de fiscalização. No Paraná, o coordenador de Habilitação do Detran, Farid Gelasco Malschitzky, comenta que a versão eletrônica pode ser acessada em apenas um dispositivo e só é emitida para aqueles que têm a versão da CNH impressa com o QRCode. “O código escaneável em aparelhos eletrônicos é encontrado nas CNHs emitidas a partir de maio de 2017. Quem não tem esta versão impressa de CNH pode pagar por uma segunda via do documento ou esperar até a próxima renovação da habilitação”, explica o coordenador.

O departamento de trânsito paranaense avalia como positiva a inovação tecnológica. “Hoje, tem-se observado uma tendência à integração documental e à oferta de cada vez mais serviços em formato digital. No contexto virtual, que é cada vez mais presente na realidade das pessoas, obter os documentos na forma digital representa maior segurança para o condutor e economia em toda a cadeia do processo, ao passo que a emissão digital tende a ser mais barata que a emissão física. São ganhos consideráveis para todos os envolvidos, principalmente os cidadãos”, comenta Malschitzky.

Como obter a e-CNH

É necessário fazer um cadastro no Portal de Serviço do Denatran e ir ao Detran onde a CNH impressa foi emitida, para confirmar dados pessoais. O download do aplicativo CNH Digital é gratuito.

Após isso, o motorista informa um e-mail em que receberá um link para confirmação. O login deve ser realizado no aparelho em que se deseja ter o documento digital. No primeiro acesso, deve-se criar uma senha com quatro dígitos para que o documento seja armazenado com segurança.

Se o condutor perder ou tiver o aparelho de celular furtado, basta realizar o bloqueio da e-CNH no Portal de Serviços do DENATRAN, onde também é possível habilitar um novo aparelho para transferir o serviço.

O que muda na fiscalização

Para Polícia Rodoviária Federal (PRF), a versão digital auxilia a fiscalização agilizando o processo, apesar de não exibir o histórico do condutor. “A vantagem da e-CNH é a facilidade do agente, no momento da fiscalização, em verificar a autenticidade do documento, por meio da tecnologia. Antes, essa verificação era realizada baseada na experiência do policial, que detinha o conhecimento necessário para verificar se um documento era falso ou não”, ressalta Maciel Junior, da assessoria regional de comunicação social da PRF no Paraná. Os agentes de trânsito podem consultar os dados dos documentos por meio de um aplicativo de celular.

Mais realidade virtual

A versão digital da CNH abriu caminhos para que outros documentos também possam ser emitidos eletronicamente. OMinistério das Cidades anunciou que o Certificado do Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) estará disponível online até o fim de 2018.

“É mais um passo do Sistema Nacional de Trânsito no sentido de oferecer à sociedade a possibilidade de utilização de documentos eletrônicos, que traz mais segurança e facilidade para todos, pois o celular já está integrado à vida de grande parte dos brasileiros”, explica o Ministro das Cidades, Alexandre Baldy.

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