Fernando Hungaro

Presidente Prudente / SP
  • Dinheiro -
    A implementação de princípios de Governança Corporativa nas empresas familiares, entre eles os valores básicos de transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa não raramente vai de encontro ao modelo clássico de gestão familiar, em que o chefe da família costuma centralizar informações e decisões, não permitindo que nem mesmo seus familiares e colaboradores de confiança tenham acesso a passos estratégicos a serem tomados.
  • Dinheiro -
    Nos últimos dois anos e meio, especificamente após as eleições de 2014, o Brasil tem experimentado momentos econômicos difíceis. Desemprego em alta, crescimento econômico reduzido (quando não negativo em determinados períodos de apuração), além de dificuldades em praticamente todos os setores de atividade, ao que se somam as crises políticas – vide o caso do impeachment de Dilma Rouseff e as quase que diárias denúncias de corrupção advindas da Operação Lava-Jato são apenas alguns dos fatos com os quais os brasileiros se acostumaram a ter contato todos os dias. Entretanto, passado o momento mais forte da tempestade, começa a tomar corpo a ideia de que a crise político-econômica está caminhando para o seu fim
  • Negócios -
    Como amplamente divulgado em todos os meios de comunicação, claro está que as empresas familiares correspondem à maior parte das pessoas jurídicas atualmente em exercício da atividade empresarial no Brasil. Contudo, gerir empresas familiares sustentáveis revela-se uma atividade conflituosa e, muitas vezes, difícil.
  • Empreendedorismo -
    Em cenários econômicos como o atual, as dificuldades econômico-financeiras têm sido incisivas, de modo que provocar a reviravolta nos negócios não tem sido um processo fácil. Por isso, somente gestões inovadoras serão capazes de superar, com maior afinco e rapidez, os panoramas de estagnação. Mas como promover a convivência amigável entre inovação e as formas clássicas de gestão?
  • Negócios -
    A implementação de princípios de Governança Corporativa nas empresas familiares, entre eles os vetores básicos de transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa não raramente vai de encontro ao modelo clássico de gestão familiar, em que o patriarca costuma centralizar informações e decisões, não permitindo que nem mesmo seus familiares e colaboradores de confiança tenham acesso a passos estratégicos a serem tomados.
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