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A primeira semana do ano já foi. E você, tá esperando o quê?

Oi, tudo bem? Vai prestar vestibular esse ano? Conhece alguém que vá? Tem dúvidas quanto a escolha da profissão? Com freqüência pergunta-se: E se eu não gostar do curso? E se eu não for aprovado no exame? Nossa, que pressão! Você está ou conhece alguém que já esteja sofrendo de ansiedade por conta dos desafios? De fato, há uma enorme expectativa dos pais, irmãos, parentes mais próximos, amigos. Como lidar com a pressão nessa fase da vida? Não deixe de ler esse texto: #medo #ansiedade #anonovo #descoberta #vida #coaching #nelsonvieiracoach #cibracoaching

O ano mal começou e já tem muita gente surtando por aí com ansiedade por conta dos desafios, por que o tempo está passando, e, para alguns resta pouco, para outros, tem todo o tempo do mundo e portanto nem esquentam, outros, sentem-se paralisados, sem saber exatamente o que fazer, por onde começar ou para onde correr. Ufa! Todos esses relatos obtive de conversas durante esses primeiros dias do ano novo a partir de uma mesma pergunta: De que você tem medo?

Uma delas vai prestar vestibular e tem dúvidas quanto a escolha da profissão: Seria a certa? E se eu não gostar do curso? E se eu não for aprovada no exame? Nossa, a pressão é enorme nessa fase da vida e vem de todo lado. É tiro, porrada e bomba durante o período pré-vestibular porque é, de fato, um enorme desafio onde o vestibulando carrega uma enorme expectativa dos pais, dos irmãos, dos parentes mais próximos, dos amigos e tudo isso sem falar do sarcasmo “dos colegas” sobre fazer universidade pública ou particular.

Há ainda aqueles comentários maliciosos, (até maldosos), eu diria, de pessoas que dizem: “nossa, terceiro ano do ensino médio, é o mais difícil de todo o período escolar”. Aí, já deixa o pobre incauto ainda mais ansioso e preocupado, literalmente. É o que eu costumo chamar de “infeliz hábito de subestimar a capacidade alheia” medindo a capacidade do outro a partir das suas próprias limitações.

Sabe como funciona na prática? É aquele vendedor de eletro eletrônico que lhe vê apreciando uma TV de 200” e ele insiste em levá-lo para a de 20” porque para o poder aquisitivo dele (do vendedor), a de 200” é muito cara! Mas é caro para quem, cara-pálida? Tomando-se esse exemplo como base, o terceiro ano é o mais difícil para quem exatamente? O fato de ter sido difícil para uma pessoa não necessariamente quer dizer que o será para você. Lembre-se: Você é o seu único parâmetro! Não há ninguém como você (ou como eu), portanto, as potencialidades e limitações são muito particulares, logo, não devem ser comparadas, pois cada pessoa é única.

Da mesma forma que tem aqueles que se trancam e só estudam, outros estudam um pouco menos, outros, no entanto, se atém apenas à explicação do professor em sala e já memorizaram o conteúdo. A capacidade de aprendizado não está necessariamente ligada ao esforço, empenho e dedicação. Lógico, que tem que se levar em consideração esse fato sim! Mas não apenas isso! Compreenda que cada pessoa se relaciona com o mundo de uma forma diferente, logo, a maneira como cada qual registra a informação é muito íntima: Alguns precisam ver literalmente a explanação do professor, outros, basta ouvir (e de olhos fechados), outros ainda precisam de muita energia e vibração para motivar-se e consequentemente ativar o seu canal sensorial para absorver a mensagem e, outros, talvez a maioria, precisa ver, ouvir, anotar, vibrar, sentir, experimentar e, principalmente, ter a informação que, muitas vezes está em seu livro, está no caderno (por que ele copiou), fotografou com o seu smartphone, e ainda assim, pergunta se o professor irá compartilhar o slide com as mesmas informações que ele já tem no livro, no caderno e no celular (gravada e fotografada). São estilos de aprendizagem diferentes. Agora, o fato de alguém parar a vida para estudar e o outro tocar as suas atividades normalmente, mas com responsabilidade, não necessariamente o coloca em desvantagem em relação aos demais concorrentes. É mito!

E há quem se lamente pela “injustiça do mundo”, porque alguns precisam “se matar estudando”, como dizem e outros nem tanto, e têm resultados excepcionais, mas por que isso acontece? Simples, descubra como você aprende, desenvolva as suas potencialidades e respeite as suas limitações, e, o principal, não se compare à ninguém, apenas os tenha como referência, mas procure superar-se a cada dia, como o fazem os atletas.

Ah, muito importante: Não se aproveite das minhas palavras nesse texto para se acomodar e negligenciar a sua necessidade de estudar. Somente você sabe o quanto precisa dedicar-se para obter um um bom resultado. Se não sabe ainda, descubra-se, conheça-se! Se estiver difícil sozinho, nós aqui podemos lhe ajudar nisso! Contacte-nos!

No mais, faça deste o melhor ano da sua vida! Não espere por ninguém, se você tem dificuldade em lidar com a pressão externa, drible-a, trabalhe em silêncio! Afinal, tirando seus pais ou responsáveis, imagino que você não precisa ficar dando satisfação da sua vida para os demais que vou chamar aqui: Palpiteiros de plantão. Concentre-se e siga em frente, com foco, força e fé, você chega lá! ‘Bora’pra cima?

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