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Inteligência social e empregabilidade

Oi, tudo bem? No último dia 29 de junho, fui gentilmente convidado para participar de uma mesa redonda no evento Pole Position e destaquei alguns pontos bem interessantes que levantamos no evento o qual compartilharei com você em dois artigos. Leia a primeira parte clicando no link abaixo: 😉👊🏻✊🏻🤜🏻🤛🏻💪🏻🤙🏻✍🏻👇🏻👇🏻👇🏻 http://cibracoaching.com.br/inteligencia-social-e-empregabilidade/ #planodevida #carreira #planejamento #objetivo #resultado #foco #trabalhabilidade #coaching #nelsonvieiracoach #cibracoaching

No evento Pole Position, fui convidado para compor uma mesa redonda com o tema “Inteligência social e empregabilidade” que contava também com a psicóloga e gerente de RH Nazaré Nogueira e pelo administrador Thiago Rodrigues, e como mediadora a administradora Bruna Barbosa. Destaco aqui alguns pontos mais relevantes desse bate-papo.

Sobre o coeficiente social, para a psicóloga Nazaré Nogueira, é o que mais reprova nas entrevistas de emprego, afinal, muitos não sabem o que se espera ou sequer conhecem a empresa quando se candidatam a uma vaga, portanto, baseia-se muito mais em atitude do que da sua competência técnica, pois consiste em saber o que quer? Qual o seu real objetivo? Já para o administrador Thiago Rodrigues, consiste em gerenciar as suas emoções, controlando a raiva, a tristeza e mesmo a euforia, pois há profissionais que têm dificuldade em receber um “não” em um processo e focam na reprovação perdendo de vista a oportunidade de melhoria, para compreender isso, é importante uma boa dose de autocrítica, auto avaliação e auto monitoramento e quanto antes iniciar essa maturação, melhor para aproveitar as oportunidades no mercado, pois em processos seletivos, nem sempre uma pessoa que tenha um excelente qualificação técnica é o preferido por apresentar sérios desvios comportamentais em sua postura, pois para a empresa, é muito mais fácil desenvolver a competência técnica do que modificar um vício de comportamento.

Para mim, Nelson Vieira, o coeficiente social passa pelo autoconhecimento, pois normalmente somos educados a lidar com o outro, mas não conosco, desse modo, se eu não conheço quais são os meus limites dificilmente vou saber quais são as minhas potencialidades e assim nascem as nossas crenças, já que muitas vezes focamos muito mais em nossas limitações alimentando nossos medos, fracassos e incertezas e perdemos de vista todo o nosso potencial e a nossa capacidade de realizar coisas extraordinárias. Por isso, para desenvolver cada vez mais nossas potencialidades e manter o foco no positivo, é fundamental cuidar das emoções com a mesma importância com que cuidamos do corpo, da mente e do espírito, talvez esse seja o princípio de qualquer liderança.

A mediadora Bruna Barbosa lançou uma questão: Onde estamos falhando com o nosso comportamento no dia a dia? Já que a “empregabilidade” é muito mais abrangente do que tão somente a empresa, pois envolve: a família, os amigos, o namorado, o colega de trabalho ou de faculdade já que o tempo inteiro estamos sendo avaliados. Portanto, de que maneira você está melhorando as suas habilidades no dia-a-dia? É o tal pivô, expressão usada em sua área de atuação – startup - que é empregado quando testamos uma estratégia e ela não dá certo, então precisa reformular toda a estratégia organizacional. Assim, qual é o seu pivô? O que você precisa mudar ou reformular na sua vida para seguir em frente? O que está lhe travando ou impedindo de seguir adiante? Que obstáculos precisam ser removidos para que você atinja o resultado que deseja?

Desse modo, quais são os principais erros dos candidatos? O que poderiam fazer diferente para ter um resultado melhor em suas entrevistas ou mesmo se manter visível nessa vitrine que se chama Mercado?

Para Nazaré Nogueira, o não verbal grita e a postura do candidato fala muito mais do que mil palavras, portanto é muito importante prestar atenção nisso desde a recepção, enquanto aguarda ser chamado para a sua entrevista, até para evitar aquele famoso: “Hum! Tá difícil” depois de contratado.

Outro ponto prejudicial levantado pela especialista diz respeito à expectativa dos candidatos pelos velhos hábitos de apenas cumprir o horário de trabalho, salário no fim do mês, folga remunerada, mas o que ele faz para melhorar haja visto que muitas vezes sequer se interessa pela estrutura da empresa ou pela atividade que se propõe exercer? Neste sentido, Thiago Rodrigues também chama a atenção para a cômoda situação dos jovens acadêmicos que muitas vezes se candidatam a uma vaga e não se preocupam em buscar informações, é como se ficasse esperando “cair do céu”, talvez porque disponham de toda a informação a um click de alcance na palma da sua mão e na hora que desejam, além de todo o conforto do lar e talvez acredite que a empresa e o mundo em si oferecerá o mesmo conforto. Portanto, é importante se olhar como um adulto e assumir a responsabilidade pelas suas escolhas.

Então, o que fazer para iniciar uma carreira? Como ser mais proativo ao invés de ficar apenas esperando uma voz de comando? As empresas buscam atualmente “sangue novo”, pessoas que venham a agregar algum diferencial, no entanto, é preciso ter VONTADE e evitar os 3 perfis de funcionário mais prejudiciais para uma organização:

- Aquele que não quer fazer nada, apenas receber o salário no final do mês;

- Aquele que só faz o que se manda;

- Aquele que pensa que sabe, quer ser promovido e não faz nada para isso.

Gostou do tema? Tem alguma experiência parecida? Compartilhe comigo, terei o maior prazer em conhecer a sua história e quem sabe, contribuir com outras pessoa que têm as mesmas dificuldades, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

 

 

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