Qual é o melhor instrumento para o pré-diagnóstico?

Tudo dependerá da situação em que se insira o problema e, até, a própria contratação

Inicialmente, o que se pretende, ao se desenvolver este indispensável instrumento de elucidação é interpretar com a maior precisão possível, o motivo da contratação – o expresso e o verdadeiro, o real, nem sempre iguais –, antes da elaboração da proposta.

Essa dicotomia nem sempre é para ocultar algo, mas por desconhecimento do cliente sobre qual é o seu real problema.Um outro aspecto a ser considerado é o de, além de nos concentrarmos na solução do real problema, imediato – causa e razão primeira da Consultoria –, abordarmos, também, as metas, os objetivos de vida e as razões mais particulares de quem nos contratou, isso nas empresas individuais, de profissionais e de família, quando o Curto e o Longo Prazo desejados, nem sempre se combinam e se repetem, no mais das vezes, até antagônicos.Você que conhece os mais adotados instrumentos da década, do ano. Qual o melhor?

Dependerá da situação em que se insira o problema e, até, a própria contratação. Se só o cliente-contratante “conhecer o real problema”, você poderá propor workshop com executivos da empresa ou adotar o Diagnóstico em Árvore. Poderá ser, igualmente ilustrativo, combinar SWOT, Campo de Forças, BSC, Canvas, EAP e tantas outras ferramentas que possam subsidiar o objetivo de sua investigação.

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