Segundo o dicionário Houaiss, a palavra recorde significa 'proeza desportiva verificada oficialmente e que sobrepuja o que foi feito anteriormente'. Em tempos de olimpíadas, essa é uma palavra que nos acompanha diariamente. Afinal alguns competidores ganham mais do que medalhas de ouro: eles se tornam recordistas olímpicos. E o que leva um atleta a buscar a superação? Destaque? Fama? Dinheiro? Tudo isso é conseqüência. O que realmente motiva um atleta é sua paixão por aquilo que faz. Por extensão, a palavra recorde também significa 'o que ultrapassa uma realização precedente'. Ou seja, os recordes não estão restritos ao mundo dos esportes e muito menos a feitos mensuráveis numericamente. Então, bater um recorde também significa fazer melhor. Fazendo uma analogia com o mundo corporativo talvez seja essa a diferença entre as pessoas de sucesso e as que ficam a margem da organização: aquelas estão sempre batendo recordes. Como nos esportes, a motivação desse profissionais é a paixão: paixão pelo que fazem, por suas realizações, por seus resultados. Do mesmo modo que os atletas que treinam a exaustão, essas pessoas são extremamente dedicadas e sabem que, para se diferenciar, precisam fazer além do combinado. Muito mais do que cumprir tarefas, essas pessoas são obcecadas por resultados extraordinários. Isso não significa ser um workaholic e deixar para trás seus 'anseios' pessoais. Isso significa ser um worklover e confundir trabalho com diversão. Segundo pesquisa realizada pela UNB – Universidade de Brasília, 'Estar satisfeito com o que se faz é uma das maneiras essenciais de uma pessoa adulta ser saudável, já que o trabalho – que toma a maior parte do dia – certamente tem influência sobre a saúde mental do indivíduo'. Nos esportes, como no mundo corporativo, bater um recorde é mais que superar limites, é vibrar a cada nova conquista, é desejar a sensação de fazer melhor do que já foi feito, de ir além de onde outros já foram. Para isso, some talento, dedicação e paixão… e triunfe!