Você sabia que não usamos totalmente nosso potencial de inteligência em 80% do tempo? É que essa percentagem de tempo é dedicada a atividades rotineiras ou de exigência mental muito simples e, por isso, não desafiam nossa principal capacidade. Os mais de 60 mil pensamentos que temos, em média, diariamente, são operações mentais de pouco esforço. É como um carro esportivo. Ele só atinge o máximo da sua capacidade instalada em ambiente de competição. Nós agimos quase da mesma maneira. Se não houver desafio ou problema sério não precisamos de puxar muito pela inteligência. É normal que assim seja pois nosso cérebro tem um mecanismo de economia e poupança de energia. Em 2000, o reputado professor de psicologia Robert Sternberg, em colaboração com Elena Grigorenko, lançaram um pequeno manual cujo título em português a Editora Artmed (Brasil) cunhou de Inteligência Plena. Embora fosse escrito a pensar na valorização da inteligência na escola e tivesse como alvos, por conseguinte, os professores, o livro é uma obra prática que nos ensina (a todos) a desenvolver a totalidade da inteligência. Sternberg chama de inteligência plena ao conjunto das capacidades de pensamento analítico, criativo e prático que se observa nas pessoas bem-sucedidas. Ela envolve então: a) O conjunto das capacidades necessárias para podermos atingir o sucesso na vida. b) A capacidade de reconhecermos e aproveitarmos ao máximo as nossas aptidões e talentos. c) A capacidade de reconhecermos e de compensarmos (ou corrigirmos) os nossos pontos fracos. d) A capacidade de nos adaptarmos a, modificarmos e selecionarmos ambientes ajustando o nosso pensamento ou comportamento para uma melhor adequação ao ambiente em que estivermos a atuar, ou então escolhermos um novo ambiente. A inteligência plena exige capacidade analítica. Isto tem a ver com a capacidade de observação, atenção, avaliação e comparação. A capacidade criativa, por sua vez, envolve o pensamento divergente, a inventividade e a descoberta. Finalmente, a capacidade prática é a execução, aplicando aquilo que se sabe. É óbvio que neste conceito está implícita a capacidade de relacionamento com os outros (inteligência relacional, interpessoal ou social). Num mundo cada vez mais dominado pela mente, a inteligência (das pessoas, das equipas, das organziações e das nações) é a sua riqueza mais preciosa e que não se pode comprar, vender ou trocar. Mas que cada pessoa, equipa, organização ou nação pode aumentar de valor! Basta treiná-la, esforçá-la, musculá-la! Seu cérebro agradece! Nelson Lima CEO /Managing Director dewww.institutodainteligencia.net (Portugal)www.futureintelligencemanagement.co.uk (Inglaterra) Instituto da InteligênciaAo ritmo do Mundo!Brevemente no Brasil! Blog pessoal: www.inteligenciaexecutiva.blogspot.com ____________________