Administradores.com - Notícias http://www.administradores.com.br/ Últimas notícias do Administradores.com pt-br Copyright 2018 Mon, 22 Jan 2018 17:50:01 -0200 Número de novas empresas sobe 13,6% em 2017, segundo Boa Vista SCPC //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/numero-de-novas-empresas-sobe-136-em-2017-segundo-boa-vista/123183/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/numero-de-novas-empresas-sobe-136-em-2017-segundo-boa-vista/123183/ Mon, 22 Jan 2018 17:50:01 -0200 Redação Número de novas empresas sobe 13,6% em 2017, segundo Boa Vista SCPC

Contudo, no 4º trimestre de 2017 o número de novas empresas caiu 2,2% em relação ao 3° trimestre

Em 2017 o número de novas empresas cresceu 13,6% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Contudo, no 4º trimestre de 2017 o número de novas empresas caiu 2,2% em relação ao 3° trimestre. 

Forma jurídica

Na classificação por forma jurídica, a variação acumulada no ano mostrou que as MEIs (Microempreendedor Individual) continuam com papel de destaque, crescendo 19,1% em 2017, enquanto as Microempresas (MEs) apresentaram variação de 6,8%. Já os demais tipos de empresa caíram 12,8%, mantida a base de comparação.

Já em termos de composição, no resultado acumulado do ano as MEIs representam 75,5%, enquanto as MEs participam com 16,8% do total. Já as demais categorias de empresas correspondem a um percentual de 7,8% dos casos.

Setores

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento mostrou que o setor de Serviços atingiu 55,9% de representatividade no ano de 2017, estando levemente maior que os 55,6% observados em 2016. O Comércio teve crescimento em sua participação, registrando 35,1%, um ganho de 1,3 p.p. em relação a 2016. Já o setor Industrial perdeu espaço, passando de 9,9% para 7,9% dos casos no período, enquanto o setor Rural teve participação de 1,2% no final de 2017.

Regiões

Em comparação com 2016, todas as regiões registraram alta, como pode ser visto no gráfico 4. As regiões Centro-Oeste (18,6%) e Sul (17,1%) foram as que mais cresceram no número de novas empresas nos valores acumulados para 2017. No mesmo sentido, houve avanço nas regiões Norte (15,1%), Sudeste (12,8%) e Nordeste (10,2%).

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Como impressionar em uma entrevista de emprego para vagas de tecnologia? //www.administradores.com.br/noticias/carreira/como-impressionar-em-uma-entrevista-de-emprego-para-vagas-de-tecnologia/123184/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/como-impressionar-em-uma-entrevista-de-emprego-para-vagas-de-tecnologia/123184/ Mon, 22 Jan 2018 17:25:01 -0200 Caio Almansa Como impressionar em uma entrevista de emprego para vagas de tecnologia?

Identifique quais são fortalezas e pontos a desenvolver e trabalhe constantemente para encontrar o equilíbrio entre as duas coisas

O mercado de tecnologia está aquecido e promete ser um dos que mais vai contratar nos próximos anos. Um levantamento realizado pelo Gartner aponta que o mercado global de tecnologia da informação está projetando um crescimento de 4% em 2018. Apesar das oportunidades, os profissionais precisam estar atentos para não derrapar durante a entrevista. Por isso separei algumas dicas para os que desejam impressionar ao longo do processo seletivo para vagas de tecnologia. 

#1 Comportamento – Pessoalmente, enquanto recrutador do setor de tecnologia, eu levo muito em consideração o perfil comportamental do candidato. Antes de começar a buscar os candidatos ideais, nós costumamos fazer, junto com o cliente, um briefing detalhado da vaga. Esse briefing contém não só informações técnicas, mas também os valores do nosso cliente, a cultura empresarial e as características pessoais que são esperadas da pessoa que irá sentar na cadeira da vaga. Alguns exemplos são: pro atividade, flexibilidade, resiliência, força de vontade, criatividade, liderança, trabalho em equipe, entre outras. Aptidões técnicas são mais fáceis de desenvolver, já o perfil pessoal e comportamental não. Durante a conversa é comum o entrevistador provocar perguntas para encontrar esses indicadores de comportamento. Portanto, minha primeira dica é: seja autêntico e mostre para o recrutador quem você é de verdade, quanto mais próximo seu perfil comportamental estiver da vaga em questão, mais chances você terá de consegui-la. 

#2 Comunicação – A melhor maneira de impressionar é ter uma boa comunicação interpessoal. A habilidade de fazer a conversa fluir é para poucos e impressiona muito no mercado de TI. Falar com propriedade quando a conversa estiver no nível técnico, mas também saber traduzir quando for preciso. Saber falar de diversos assuntos e demonstrar conhecimentos gerais amplos são grandes diferenciais, principalmente para os que desejam crescer na carreira de tecnologia e alcançar vagas de liderança e gestão. Seja sincero em suas respostas, demonstre segurança sobre o assunto e mantenha o tom de voz firme e claro, mas tomando cuidado para não exagerar no volume. 

#3 Tenha um objetivo claro - Não perca o foco das perguntas que estão sendo feitas. Impressione respondendo o que está sendo perguntado de forma breve e objetiva, mas cuidado para não ser monossilábico, respondendo apenas “sim” ou “não”, explique o seu pensamento, mas sem muitos rodeios. Outra coisa muito importante é acumular o máximo de informação sobre a vaga e a empresa, além de demonstrar que o que está sendo oferecido tem sinergia com o seu objetivo de carreira. Estar preparado significa que você tem interesse pela empresa e pela vaga. Demonstrar entusiasmo e energia em todas as fases do desafio fala muito sobre seu interesse em abraçar o desafio. No momento da entrevista esqueça os seus problemas e coloque todo o seu foco na conversa. Essa presença plena pode mudar a sua carreira e a imagem que você está transmitindo.

#4 Não tenha medo – Não tenha medo de falar sobre coisas que não deram certo, o entrevistador leva muito em conta o fato do candidato reconhecer seus pontos fracos e identificar os erros que cometeu. Isso demonstra autoconhecimento e vontade de fazer as coisas acontecerem, ainda que tenham surgido obstáculos. O problema não está no fracasso, mas no modo como você conta essa experiência. Faça perguntas sobre a vaga, empresa ou sobre o processo seletivo. Pergunte sobre aquilo que é importante pra você, esse interesse vai deixar a impressão que você estudou e que se importa com a sua carreira.

#5 De olho na imagem que passa - Não tenha medo de falar sobre a sua vida pessoal se você identificar algo em comum com seu entrevistador. Tente transmitir um pouco de quem você é fora do trabalho e das coisas que são importantes para você. O entrevistador precisa entender quem você é e se você e seus valores combinam com os da empresa. Mas tenha cuidado na hora de se comunicar durante o processo seletivo. Ainda que você precise declinar de um processo, mostre seus pontos e o quanto você agradece por aquela oportunidade. A gente nunca sabe o dia de amanhã e, mais tarde, você pode querer que esta empresa volte a procurá-lo. Por isso, sempre se preocupe em deixar uma boa impressão. 

Apesar dessas dicas serem um guia prático de como impressionar, não adianta seguir a cartilha se a maneira como você se comportar não transmitir verdade. Mais uma vez, se eu pudesse dar uma única dica, eu diria: seja você mesmo. Em vagas para tecnologia o mais difícil é encontrar equilíbrio entre as características técnicas e comportamentais. Identifique quais são fortalezas e pontos a desenvolver e trabalhe constantemente para encontrar o equilíbrio entre as duas coisas.

Caio Almansa — Formado em Administração de empresas e há mais de 5 anos atua com recrutamento na área de Tecnologia da Informação.

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Estratégias de marketing digital devem apostar nos vídeos, afirma especialista //www.administradores.com.br/noticias/marketing/estrategias-de-marketing-digital-devem-apostar-nos-videos-afirma-especialista/123185/ //www.administradores.com.br/noticias/marketing/estrategias-de-marketing-digital-devem-apostar-nos-videos-afirma-especialista/123185/ Mon, 22 Jan 2018 17:18:01 -0200 Redação Estratégias de marketing digital devem apostar nos vídeos, afirma especialista

“Os vídeos não são mais uma tendência do marketing online. Eles são uma realidade"

Na "Era Youtube", quem trabalha com marketing e não investe em vídeos talvez precise mudar sua estratégia. A máxima de que uma imagem vale mais do que mil palavras nunca foi tão atual. As mudanças no perfil do consumidor por meio das redes sociais mostram que os conteúdos com som e movimento serão uma das principais ferramentas do marketing digital nos próximos anos, de acordo com previsões da agência de marketing digital WebSnap. 

Dados do segmento apontam o aumento de nada menos do que 41% nas inserções de conteúdos audiovisuais no Facebook no terceiro trimestre de 2017 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Outro ponto interessante levantado pela WebSnap é que em dois anos o consumo de conteúdo online tenha uma fatia maior de 80% destinada a vídeos.

“Os vídeos não são mais uma tendência do marketing online. Eles são uma realidade. E isso nos mostra a importância das empresas marcarem presença no mundo digital”, afirma Rodrigo Caminitti, diretor de planejamento da empresa, que produziu conteúdos para clientes de diversos portes e segmentos, a exemplo de Giuliana Flores, Rally dos Sertõs, Mackenzie, Hannover, Auto Shopping Global, entre outros.

Caminitti explica que trabalhar com mídias audiovisuais em redes sociais ajuda a engajar e fidelizar públicos de todas as áreas de atuação, além de render bons cliques. “A forma que as pessoas interagem com as empresas e prestadores de serviços mostra isso hoje. Se você publica um vídeo, ele tem muito mais chances de aparecer do que uma imagem estática, por exemplo”, diz.

Em relação ao conteúdo, o diretor de planejamento da WebSnap destaca que apesar de atualmente qualquer pessoa com um smartphone em mãos conseguir fazer um vídeo, o que vai passar a contar também será a qualidade e tempo. “O material precisa ser estratégico, relevante para o público-alvo e não muito longo”, comenta Rodrigo.

 

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MEI pode regularizar situação até 23 de janeiro //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/mei-pode-regularizar-situacao-ate-23-de-janeiro/123187/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/mei-pode-regularizar-situacao-ate-23-de-janeiro/123187/ Mon, 22 Jan 2018 17:08:46 -0200 Redação MEI pode regularizar situação até 23 de janeiro

Receita ampliou em 24 horas o prazo para Microempreendedores Individuais acertarem as contas sem ter o CNPJ cancelado

O Comitê para Gestão da Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (CGSIM) estendeu em 24 horas o prazo para Microempreendedores Individuais (MEI) com o CNPJ suspensos se regularizem junto à Receita Federal do Brasil (RFB). Com a medida, os MEI têm até o dia 23 de janeiro de 2018 para se regularizar. Após esse período, ocorrerá o cancelamento definitivo dos CNPJs.

A listagem com os CNPJs suspensos pela RFB está disponível no Portal do Empreendedor, onde é possível fazer a busca pelo CNPJ ou pelo Cadastro de Pessoa Física (CPF). Inicialmente, os MEI inadimplentes – aqueles que não pagaram nenhuma guia mensal (DAS) referente aos períodos de apuração de 2015, 2016 e 2017 e não entregaram nenhuma declaração anual (DASN-SIMEI) referentes aos anos de 2015 e 2016 – tinham 30 dias para regularizar a situação antes da baixa definitiva do CNPJ. Agora, eles ganharam mais 60 dias.

Para se regularizar, o microempreendedor pode solicitar o parcelamento dos seus débitos em até 60 meses. Caso ele realize algum dos pagamentos pendentes ou entregue alguma das declarações atrasadas até o dia 22 de janeiro de 2018, evitará o cancelamento. A baixa definitiva do CNPJ não poderá ser revertida e os débitos migrarão automaticamente para o CPF vinculado. Para continuar a exercer alguma atividade econômica formalmente, o MEI deverá tirar novo CNPJ.

O cancelamento da inscrição do MEI é previsto no Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e foi regulamentado por meio da Resolução n° 36/2016 do CGSIM, criada para tratar do processo de registro e de legalização de empresários e de pessoas jurídicas. A suspensão e o posterior cancelamento visam otimizar o relacionamento do governo com os MEI ativos, de modo a melhorar o desenvolvimento de políticas públicas que atendam esses empresários. 

Para se informar sobre o parcelamento para o MEI, acesse: www.sebrae.com.br/parcelamentomei

Para saber mais sobre como regularizar sua situação, acesse o Portal do Empreendedor.

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Segurança continua sendo um ponto fraco da IoT //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/seguranca-continua-sendo-um-ponto-fraco-da-iot/123182/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/seguranca-continua-sendo-um-ponto-fraco-da-iot/123182/ Mon, 22 Jan 2018 16:44:44 -0200 Cassio Brodbeck Segurança continua sendo um ponto fraco da IoT

Por mais sofisticado que seja, tanto um sistema quanto o fator humano são passíveis de falha

Uma das tecnologias mais destacadas na mídia em 2017 foi a Internet of Things e como ela já é empregada pela sociedade e organizações corporativas. O Gartner estima que em 2018 o número de dispositivos inteligentes conectados a serem usados por consumidores e segmentos do mercado será de 11,1 bilhão em todo o mundo; a expectativa é que até 2020 sejam 20,4 bilhões de “coisas” já estejam em ambiente online. O que isso quer dizer, na prática? Pode ser uma geladeira na residência de um consumidor, ou até aparelhos mais sofisticados usados em empresas de segmentos diversos - cada vez mais inseridas no movimento de transformação digital - que concentrem uma série de informações, umas mais sensíveis que outras, e tudo isso está em circulação na internet.

E aí que reside o perigo, já que um dos pontos fracos da Internet das Coisas apontados por especialistas é justamente a segurança da informação - no caso, a falta de uma preocupação com ela. Ao produzirem os dispositivos, no geral os fabricantes empregam insumos de várias origens e que, necessariamente, não foram nativamente desenvolvidos; ou seja, desconhecem parte da arquitetura do produto que entregam. Ao adquirir hardwares e softwares de outras fontes, sem um cuidado com o quesito segurança, é mais difícil evitar a disseminação de ataques feitos por usuários maliciosos.

Há que se considerar, ainda, possíveis bugs. Por mais sofisticado que seja, tanto um sistema quanto o fator humano são passíveis de falha. Quando ela ocorre e uma das saídas do sistema estiver vulnerável, passível de ser violada, todo o sistema pode estar exposto, além de comprometer outros componentes que estejam a ele conectados.

Para tornar esse último ponto mais claro, vejamos um exemplo real ocorrido em 2015 com uma grande montadora de automóveis. Após um teste feito pela revista Wired com um Jeep Cherokee conectado à internet, foi possível hackear o carro à distância e manipular desde comandos do rádio e ar-condicionado até itens mais sensíveis como freios, direção e aceleração, por exemplo. Após a divulgação e repercussão do caso, a Fiat Chrysler, detentora da marca Jeep e de outras, fez um recall com mais de 1,4 milhão de carros para corrigir o problema; na sequência, constataram que a falha não atingia apenas um modelo, mas vários outros que usavam o sistema para conexão à web. Ou seja, não basta apenas criar produtos ou fornecer serviços que usam direta ou indiretamente a IoT, mas pensar em todos os aspectos que seu uso acarreta, inclusive os possíveis pontos de atrito como é o caso da segurança da informação.

E como contornar esse ponto fraco? Muito ainda se discute a respeito, mas alguns fatores merecem atenção especial no desenvolvimento de dispositivos inteligentes. O primeiro deles é a privacidade e confidencialidade dos dados que o aparelho terá acesso, além de pensar em caminhos para garantir que essas informações não sejam acessadas. Outra questão diz respeito à manutenção da integridade desses dados para que, caso sejam acessados por algum tipo de ação maliciosa, não sejam manipulados e/ou alterados - como o exemplo do carro.

Ainda é difícil apontar um único meio para proteger uma infinidade de “coisas” conectadas à internet. No caso do ambiente corporativo, o ideal ainda é investir em políticas de segurança e recursos básicos como antivírus, firewall, entre outros, diminuindo a possibilidade de ataques bem sucedidos. E, no caso do desenvolvimento dos dispositivos, analisar e pensar bem sobre a segurança funcional dos sistemas, a fim de evitar que situações como a ocorrida com a montadora de automóveis gere prejuízos não apenas para a empresa, mas principalmente para os usuários, gerando desconfiança à marca.

As residências, por outro lado, oferecem desafios ainda maiores. Isso porque ter ferramentas auxiliares de segurança especializadas não é a realidade, tampouco a necessidade de uma casa ou apartamento. Por conta disso, esses ambientes são ainda mais dependentes da segurança embarcada pelos dispositivos que oferecem interconexão com a internet. Do contrário, ao invés de comodidade, facilidade e até mesmo segurança, tais avanços vão tornar a violação destes ambientes ainda mais fáceis de serem realizadas.

Da mesma maneira que a tecnologia sofre evoluções ao longo do tempo, pessoas mal intencionadas também se adaptam de acordo com a realidade existente. Por isso, precisamos de uma estratégia devidamente coordenada para o amadurecimento destas tecnologias. O uso intensivo delas, como previsto pelo Gartner, depende muito desse pilar.

Cassio Brodbeck — CEO da OSTEC Business Security, e especialista em segurança virtual corporativa

 

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Falta de segurança das empresas ponto com expõe clientes a fraudes //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/falta-de-seguranca-das-empresas-ponto-com-expoe-clientes-a-fraudes/123181/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/falta-de-seguranca-das-empresas-ponto-com-expoe-clientes-a-fraudes/123181/ Mon, 22 Jan 2018 16:05:02 -0200 Victor Hugo Pereira Gonçalves Falta de segurança das empresas ponto com expõe clientes a fraudes

Em dezembro, meio milhão de pessoas tiveram seus dados expostos por terem comprado em uma grande empresa de venda de artigos esportivos na Internet

Comprar pela Internet é uma forma prática e rápida de obter os produtos, mas também pode provocar dores de cabeça nos consumidores, como se pôde ver durante a última Black Friday. Sites de defesa do consumidor chegaram a receber mais de uma denúncia por minuto. A maioria destas reclamações resultava de promoções falsas. Entretanto, o grande problema, o da exposição de dados fornecidos pelos clientes por conta da falta de segurança dos sistemas das empresas, resulta muitas vezes na prática de fraudes. O consumidor só descobre que suas informações se tornaram moeda de troca entre hackers quando tem seu cartão utilizado indevidamente, a conta raspada ou é alvo de algum tipo de chantagem.

Em dezembro, meio milhão de pessoas tiveram seus dados expostos por terem comprado em uma grande empresa de venda de artigos esportivos na Internet. E esta semana a mesma rede foi novamente invadida com a publicação de informações de um milhão de compradores. Ao colocar os dados em um post no Pastebin, página usada, entre outros, para hackers ostentarem suas realizações, o autor da invasão afirmou que queria demonstrar a fragilidade dos sistemas e que nenhuma empresa do setor está completamente blindada contra ataques deste tipo.

As informações foram retiradas do ar rapidamente, mas não se sabe quantos tiveram acesso aos dados, que são negociados até em bancas de camelôs, para os mais diversos fins. Questões deste tipo não são incomuns no Brasil, mas acabam sendo abafadas pelos denunciados e pouco aparecem na mídia. Apesar de existirem soluções tecnológicas que permitem à empresa identificar invasões e fraudes, como o Forense Digital da Ventiv Solutions International, ainda são pouco utilizadas.

A lista disponibilizada no Pastebin abrangia nomes, e-mails, telefones, CPFs, datas de nascimento e cidades dos compradores. A posse dessas informações permite as mais variadas práticas, como a engenharia social ou phishing, tipo de abordagem utilizada por criminosos para persuadir internautas, por exemplo, com anúncios, solicitações de informações ou direcionamento para sites falsos, onde a própria vítima disponibiliza seus dados. Pode-se também contatar pessoas e, conhecendo alguns de seus dados, conquistar sua confiança para, por exemplo, passar-se por um gerente de banco e pedir a atualização de uma senha.

Segundo pesquisa da empresa de segurança digital CyberSource, que envolve toda a América Latina, em 2017, a fraude mais comum era de controle de conta, na qual o fraudador tem acesso a contas e cartões de crédito da vítima. A lista é extensa e envolve desde Botnets, rede privada de computadores infectados com um software malicioso controlado como um grupo sem o conhecimento de seus proprietários para roubar dados e minerar Bitcoins, enviar spams e permitir que criminosos acessem dispositivos. Os fraudadores também usam lojas on-line para testar informações de cartão de crédito, como seu limite. Os dados obtidos permitem que os criminosos façam compras no cartão da vítima sem levantar suspeitas. Há ainda o roubo de identidade que permite à pessoa obter vantagens financeiras, crédito e outros benefícios em seu nome.

O grande problema é saber se o seu nome figurava na lista e quem teve acesso. Por este motivo, o número de processos contra empresas de e-commerce ainda é reduzido. Segundo o levantamento do escritório Pereira Gonçalves Advogados Associados, com base nos dados do TJSP, apesar das milhares e milhares de reclamações mensais, somente na cidade de São Paulo existem 5.370 processos abertos contra empresas ponto com. Neste balaio, encontra-se de tudo, desde mercadorias entregues com avarias a problemas de estorno. Mas a minoria dos processos é por vazamento de informações.

Os incisos 1º e 7º do artigo 7º do Marco Civil da Internet garantem a usuários da web a inviolabilidade da intimidade e da vida privada, sua proteção e indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. Pessoas que tiveram suas informações vazadas podem acionar judicialmente a empresa e, quando o assunto é defesa do consumidor, o ônus da prova recai sobre a acusada, a qual deverá provar que seu sistema é seguro.

Victor Hugo Pereira Gonçalves — Sócio do escritório Pereira Gonçalves Advogados Associados, atua há 16 anos como especialista em Direito Digital. É autor do livro Marco Civil Comentado (GEN Forense, 2016).

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Variação salarial entre regiões amplia a complexidade no recrutamento de profissionais //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/variacao-salarial-entre-regioes-amplia-a-complexidade-no-recrutamento-de-profissionais/123180/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/variacao-salarial-entre-regioes-amplia-a-complexidade-no-recrutamento-de-profissionais/123180/ Mon, 22 Jan 2018 15:46:00 -0200 Marcelo Olivieri Variação salarial entre regiões amplia a complexidade no recrutamento de profissionais

Apesar de a variação salarial ser uma característica que torna o recrutamento uma tarefa delicada, ela não é a única

Sabemos que o Brasil é um país de proporções continentais. Sua vasta extensão territorial, assim como sua diversificada cultura, tornam a missão de recrutar extremamente complexa, ainda mais quando adicionamos ao processo a variação salarial que existe mesmo que olhemos para profissionais com o mesmo cargo, mas que atuam em diferentes regiões.

Uma pesquisa realizada pela Love Mondays, comunidade de carreiras voltada à avaliação de empresas, colheu informações de mais de 90 mil pessoas e apontou que a variação salarial no Brasil, dependendo do cargo, chega a ser de 100% de uma região para outra. Cargos de gerência, diretoria e coordenação tem, em média, de R$ 2 a 3 mil reais de diferença. Se olharmos especificamente para as áreas de marketing e vendas essa variação acontece, principalmente, pela concentração de mão de obra especializada nos grandes centros. 

Apesar de a variação salarial ser uma característica que torna o recrutamento uma tarefa delicada, ela não é a única. De modo geral, podemos apontar três particularidades onde as características de uma região para outra interferem na complexidade de recrutar. 

A primeira delas é a importação e exportação de talentos, em outras palavras, quando os profissionais são convidados a mudar de região para assumir uma cadeira. A importação de talentos acontece quando as grandes regiões convidam profissionais que estão se destacando em locais periféricos e os trazem para atuar próximos, ou inclusive dentro da sede ou matriz da empresa.

A exportação de talentos acontece na mesma medida e, nesses casos, o representante comercial que esteja se destacando próximo à sede da empresa pode ser enviado para localidades afastadas para desenvolver melhor as condições comerciais da região. Na grande maioria dos casos, esse movimento dos profissionais é entendido como uma promoção, ou um próximo nível de carreira. 

A segunda característica marcante é a diversidade cultural de nosso país. Essa variedade de povos, clima, costumes, são uma variável importantíssima no processo de contratar para vagas onde o profissional vai precisar se mudar.

Na Trend Recruitment, nossa maior preocupação é entender a necessidade do cliente e colher um briefing da vaga da maneira mais completa possível. Em um primeiro momento, buscamos sempre encontrar o profissional adequado na mesma cidade ou localização da vaga, até para valorizar a mão de obra local. Quando os talentos estão em outras localidades, nosso compromisso com a assertividade passa a ser ainda mais criterioso. Não adianta preencher uma vaga de maneira rápida se não o fizermos de forma duradoura. 

Com a diversidade de culturas encontrada no nosso país, é comum, durante o processo seletivo, o profissional se disponibilizar a viajar e se mudar. No entanto, não são todas as pessoas que conseguem se adaptar a uma mudança como essa. É papel do recrutador colocar todas as cartas na mesa e fazer uma análise profunda do candidato para garantir que esse vai conseguir se estabilizar na nova cidade.

A terceira característica que gostaria de destacar é a extensão territorial e a concentração de demanda nos grandes centros. Essa é uma particularidade para o mercado de vendas. Se compararmos representantes comercias de grandes centros com os de regiões mais afastadas, eles irão cobrir extensões territoriais completamente diferentes, mesmo tendo o mesmo número de clientes em carteira. 

O constante deslocamento para regiões muito afastadas faz com que esses vendedores, além de raramente estarem na cidade que residem, ainda precisem gerenciar equipes, liderar processos e conduzir a gestão à distância - adicionando um requisito a mais no perfil de contração e atenção ainda maior do recrutador na hora de encontrar a pessoa certa para cada vaga. 

Com tantas variáveis e um cenário complexo como esse, o headhunter precisa redobrar a atenção na hora de contratar. A primeira tarefa é conhecer muito bem o mercado para o qual se está recrutando. Depois é preciso conhecer a demanda do cliente e alinhar as expectativas entre a empresa e o profissional. Por fim, é necessário manter um olhar atento ao processo para não deixar nada escapar. São os pequenos detalhes que farão a contratação ser bem sucedida ou não. Precisamos que nossos clientes estejam satisfeitos com a contratação e que os candidatos estejam motivados com todas as mudanças e adaptações que eventualmente eles precisarão passar.

Marcelo Olivieri — Formado em Psicologia e possui MBA em Gestão Estratégica. Com mais de 10 anos de experiência no recrutamento especializado nas áreas de marketing e vendas, Olivieri é diretor da Trend Recruitment.

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6 passos para montar seu próprio programa de fidelidade //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/6-passos-para-montar-seu-proprio-programa-de-fidelidade/123179/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/6-passos-para-montar-seu-proprio-programa-de-fidelidade/123179/ Mon, 22 Jan 2018 15:23:01 -0200 Redação 6 passos para montar seu próprio programa de fidelidade

Saiba como manter seus clientes fiéis por meio de uma plataforma atrativa

A adesão dos brasileiros aos programas de fidelidade vem crescendo ano a ano e companhias de todos os portes e áreas de atuação podem se beneficiar ao oferecerem recompensas aos seus clientes. Aumento das vendas, prospecção de novos compradores e vantagem competitiva em relação a concorrência são os benefícios conquistados pelas empresas que possuem ações de incentivo bem estruturadas.

Os números do setor são positivos. Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (Abemf) apontam que no segundo trimestre de 2017 houve um aumento de 24% de adesão dos brasileiros à programas de fidelidade em relação ao mesmo período do ano anterior. Outro levantamento, realizado pela Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC), mostra que 92% dos entrevistados gostariam ou gostam de participar de programas de fidelidade.

Por isso, Emerson Moreira, CEO da LTM — empresa de gestão de programas de fidelidade — apontou quais são as seis etapas fundamentais para as companhias que desejam iniciar um programa de incentivo. Confira:

ESTUDE OS CLIENTES

O primeiro passo é conhecer bem os clientes. É necessário entender quais são as preferências e o perfil do público de interesse. Desta forma, conseguirá garantir o engajamento nas campanhas e estipular quais prêmios são mais desejados e despertam maior interesse. Para isso, podem ser realizadas pesquisas qualitativas e quantitativas, avaliações e questionários.

DEFINA OS PRÊMIOS

“Este é um passo importante, pois a recompensa precisa ser algo que desperte o interesse do cliente, garantindo a participação e até a indicação para outras pessoas, ao mesmo tempo em que devem ser vantajosas também para a empresa, evitando investimentos maiores que os benefícios obtidos”, explica o executivo. Vale destacar que nem sempre o prêmio requer um grande investimento. Existem casos em que pode ser o próprio serviço ofertado. Um exemplo são os restaurantes que oferecem um cartão fidelidade para seus clientes e os presenteiam com uma refeição.

VALOR DOS PONTOS

Estipular o valor de cada ponto está diretamente relacionado a quanto o empreendedor irá investir no programa de fidelidade. No entanto, é preciso ter atenção para que a pontuação não seja baixa, de forma que o cliente demore para trocar os pontos e se sinta desmotivado.

COMUNICAÇÃO

Com base nos objetivos do programa de fidelidade, é preciso definir como será realizada a comunicação com os clientes, que são o tema da campanha e os canais de comunicação - que podem ser site, aplicativo, SMS ou e-mail marketing, etc.

AVALIE OS RESULTADOS

A mensuração ajuda a entender se o programa está de fato funcionando. “Vale checar se há crescimento nas vendas, mas este não pode ser o único número analisado, pois outros fatores podem influenciar. Confira o número de clientes adeptos ao programa e quantos se engajaram efetivamente”, destaca Emerson. Pesquisas de satisfação também são uma boa forma de obter feedback.

INVISTA EM TECNOLOGIA

Certamente, todas as etapas anteriores podem ser feitas manualmente. Contudo, contar com uma plataforma que automatize a criação, a gestão e o lançamento da campanha pode ser fundamental para o sucesso da ação, pois agiliza a análise de resultados e também as mudanças de rota, caso seja necessário.

“O cenário é favorável para que as empresas invistam em loyalty sem medo. Basta estruturar e definir qual a melhor métrica - afinal, apenas com o monitoramento da ação é possível avaliar os resultados obtidos e garantir a melhor performance”, finaliza Emerson.

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Como gerenciar uma equipe de sucesso? //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-gerenciar-uma-equipe-de-sucesso/123178/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-gerenciar-uma-equipe-de-sucesso/123178/ Mon, 22 Jan 2018 14:56:01 -0200 Daniel Tertuliano Como gerenciar uma equipe de sucesso?

Gerenciar uma equipe não é a tarefa mais fácil do mundo, mas com determinação, conseguimos sim motivar qualquer ser humano

Mudanças ocorrem a todo momento, se formos comparar - por exemplo - a época atual com a de 50 anos atrás, encontraremos um abismo de diferenças. Ainda mais se falando de 'trabalho em equipe', que era quase que inexistente em meio a Era Industrial, na qual os funcionários estavam lá para receber a ordem e obedecer. Observo que, atualmente, em algumas empresas, esse comportamento ainda é comum, pois contam com chefes autoritários e indisponíveis, que adotam esse sistema anacrônico de dizer o que fazer e de cobrar seus subordinados.

Para terem uma ideia, eu tive essa terrível experiência na época que trabalhei em uma multinacional. Um gerente que não sabia o meu nome e não se importou em perguntar, me chamou de 'cidadão' e delegou a tarefa de forma desumana. Essa situação me entristeceu, desanimou e automaticamente - por mais que eu não quisesse - fez com que o meu rendimento caísse. Mas também tirei de lição, para repensar a minha vida e meus objetivos. Hoje, na posição de líder, busco sempre incentivar os que estão ao meu lado, prefiro me ver como uma pessoa que guia e leva para frente os colaboradores.

Gerenciar uma equipe não é a tarefa mais fácil do mundo, mas com determinação, conseguimos sim motivar qualquer ser humano. O primeiro passo, que gosto de citar, é o 'conhecer as pessoas'. Nas empresas, os líderes precisam conhecer bem os seus funcionários, pois precisam saber qual a melhor forma de motivar cada membro da equipe e até aonde pode exigir de cada pessoa. Entenda que cada ser humano tem limitações diferentes e que precisam ser bem trabalhadas, assim como as qualidades

A perseverança é outro ponto importante para alcançar os melhores resultados, pois as pessoas são muito variáveis e não respondem de maneira igual aos desafios. Além disso, se o líder se deixar derrotar por essas dificuldades, fatalmente abandonará a missão. Um exemplo que a maioria conhece e gosto muito de usar como exemplo é a de Jesus Cristo. Alguém já disse que do grupo inicial de seguidores de Jesus, provavelmente a única pessoa que um recrutador escolheria seria Judas Iscariotes, por ter um perfil empreendedor, mas foi justo quem o traiu. Jesus lutou durante três anos com um bando de prováveis "fracassados" e transformou-os em homens que "viraram o mundo de cabeça para baixo". Isto é perseverança, uma qualidade que todo líder precisa ter. Não desanime, selecione pessoas comprometidas, elas não precisam saber tudo, mas que se esforcem e vistam a camisa da sua empresa.

Uma outra característica que podemos relacionar a um líder é o senso de justiça. Ou seja, devemos tratar as pessoas como gostaríamos de ser tratados. Em se falando do mundo corporativo, o líder deve liderar como gostaria de ser liderado. Trate os seus colaboradores de forma igual, sem distinguir raça, cor, poder econômico etc, com o mesmo respeito, direitos e sem deixar com que questões pessoais interfiram.

O último e não menos importante é o empreendedor saber 'não dar o peixe, mas ensinar a pescar'. O líder não precisa ser bonzinho o tempo todo e muito menos dar as coisas de "mão beijada", mas se esforçando para que seus funcionários consigam exercer as funções de maneira segura e tranquila. Eles precisam confiar no empreendedor, recebendo boas condições de trabalho e tendo com quem contar nas horas difíceis para que atinjam seus objetivos com êxito. Aqui na Camisetas em 12 horas, por exemplo, nos deparamos com problemas diários, muito estresse, mas hoje posso contar com a equipe toda para tomadas de decisão.

Depois de 15 anos tentando das mais diversas maneiras e quase desistindo, após criar pré-conceitos sobre gestão de equipe, há exatamente um ano, resolvi renovar a minha equipe, mantendo apenas quem tinha comprometimento. Segui exatamente os passos que citei acima. Claro que não foi fácil, mas dia após dia fui seguindo, trabalhando, liderando, até que consegui deixar os meus colaboradores prontos. E, de fato, a minha estratégia deu certo, foi uma grande conquista, que me trouxe um resultado excelente, pois dobramos o faturamento em 2017. Por isso, gosto sempre de dizer que 'quanto maior a luta, maior é a vitória'.

Daniel TertulianoCEO da Camisetas em 12 horas

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Como planejar uma liquidação? //www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-planejar-uma-liquidacao/123167/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-planejar-uma-liquidacao/123167/ Mon, 22 Jan 2018 14:33:33 -0200 Vanderlei Kichel Como planejar uma liquidação?

Uma dúvida comum entre muitos lojistas é: como liquidar e ainda ter lucro?

O ano mal começou e já estamos a todo vapor. Neste momento, grande parte das lojas planeja a liquidação do mês de janeiro e algumas até já iniciaram as promoções.

Uma dúvida comum entre muitos lojistas é como liquidar e ainda ter lucro? Como orientação, seis ações importantes para o planejamento de uma liquidação, que também irão auxiliar no sucesso das vendas.

Dois objetivos vislumbram uma promoção de uma loja de calçados. O primeiro é desencalhar todo o estoque com grades furadas ou produtos que não tiveram boa procura. O outro é atrair consumidores potenciais para a loja e convertê-los em clientes.

Lembre-se que estoque parado é dinheiro parado, e isso não é nada bom. Então, vamos abordar algumas ações que devem ser executadas na sua loja para que a sua liquidação seja um sucesso.

Muitos vendedores acreditam que as trocas de presentes do Natal são perda de tempo, mas não são. O momento deve ser aproveitado para vender mais. Então, planeje junto à equipe que a troca é uma oportunidade de aumentar o ticket médio das vendas. Existe uma grande possibilidade de o cliente estar disposto a levar mais produtos devido à promoção e, ou, simplesmente pelo fato de precisar repor ou ter alguns produtos de uso diário, como os calçados. Vamos aos seis passos:

1. Selecione os produtos para a promoção: para decidir o que liquidar, verifique o estoque dos produtos que sobraram, os que estão com grades incompletas e os que não tiveram uma boa saída. Para fazer o levantamento de produtos, utilize um relatório de giro de estoque do seu sistema de gestão ou um relatório de curva ABC, que irá apresentar os produtos de acordo com a relevância nas vendas em determinado período de tempo. Produtos com alto giro geralmente não precisam de descontos.

2. Alimente o sistema com os valores da liquidação: evite surpresas na hora de finalizar as vendas nos caixas, os valores dos produtos precisam estar corretos. Existem ferramentas de promoções nos sistemas que devem facilitar seu trabalho. Se o valor estiver certo, o atendimento será mais ágil. Mas, se estiver errado, vai gerar confusão e aquela correria para resolver.

3. Cuide da exposição e identificação dos produtos: para vender mais, utilize a exposição dos produtos ao seu favor. É recomendado expor produtos com alto giro de estoque próximo aos caixas e também selecionar produtos que chamam atenção para colocar na vitrine. E nas etiquetas e cartazes coloque a informação do preço "De/Por.

4. Defina as datas de início e fim da promoção: é importante definir uma data de início e fim para a campanha de promoção, assim os clientes poderão se programar para ir até à loja.

5. Divulgue a liquidação, pois ela precisa ser vista: para divulgar a promoção, utilize os meios de comunicação que geram melhores resultados para sua loja. Estrategicamente, isso vai depender muito da cidade e localização física da sua loja de calçados. A divulgação nas redes sociais funciona bem para a maioria das lojas, assim como o WhatsApp e o SMS.

6. Defina quanto quer vender: defina metas claras para sua equipe. Consulte no seu software números dos anos anteriores para fazer a projeção das vendas. Divulgue os resultados alcançados para sua equipe diariamente e comemore com eles cada número relevante alcançado.

Vanderlei Kichel — CEO SetaDigital, software house especializada no varejo calçadista. Mais informações: www.setadigital.com.br/

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FMI eleva projeção de crescimento global e para o Brasil em 2018 e 2019 //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/fmi-eleva-projecao-de-crescimento-global-e-para-o-brasil-em-2018-e-2019/123177/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/fmi-eleva-projecao-de-crescimento-global-e-para-o-brasil-em-2018-e-2019/123177/ Mon, 22 Jan 2018 14:10:01 -0200 Mariana Branco FMI eleva projeção de crescimento global e para o Brasil em 2018 e 2019

O relatório destaca que a recuperação econômica da América Latina deve se fortalecer, com crescimento de 1,9% em 2018

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a projeção de crescimento do Brasil para 2018 e 2019. O Produto Interno Bruto (PIB) do país deve crescer 1,9% este ano, 0,4 ponto percentual acima que foi estimado em outubro. Para 2019, a previsão foi revisada para 2,1%, um aumento de 0,1 ponto percentual.

Divulgado hoje (22), o relatório World Economic Outlook destaca que a atividade econômica global registrou crescimento previsto de 3,7% em 2017, 0,1 ponto percentual acima do projetado em outubro, quando a última versão do documento foi divulgada. O FMI também prevê crescimento global de 3,9% para 2018 e 2019, o que representa aumento de 0,2 ponto percentual sobre a projeção do relatório anterior.

Segundo o relatório, a melhora reflete, entre outros fatores "o esperado impacto das mudanças recentemente aprovadas na política de impostos dos Estados Unidos". No entanto, o documento diz que "devido à natureza temporária de algumas das medidas, o pacote de políticas de impostos deve [contribuir para] reduzir o crescimento por alguns anos de 2022 em diante".

América Latina

O relatório destaca que a recuperação econômica da América Latina deve se fortalecer, com crescimento de 1,9% em 2018 (como já era previsto em outubro) e 2,6% em 2019 (0,2 ponto percentual acima da previsão de outubro).

“Esta mudança reflete principalmente uma perspectiva melhorada para o México, que beneficia-se de uma demanda mais forte de Estados Unidos, uma recuperação mais firme do Brasil e os efeitos favoráveis de preços mais fortes das commodities e condições mais fáceis de financiamento em alguns países exportadores desses produtos”, afirma o documento. O relatório diz também que essas projeções “mais do que compensam novas revisões descendentes para a Venezuela”.

No entanto, o documento destaca que fatores não-econômicos colocam a recuperação da economia em risco, inclusive no Brasil. "A incerteza política dá espaço a riscos para a implementação de reformas ou à possibilidade de reorientação das agendas, incluindo no contexto das eleições que devem ocorrer em diversos países, como Brasil, Colômbia, Itália e México".

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Déficit da Previdência equivale a 2,8% do PIB //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/deficit-da-previdencia-equivale-a-28-do-pib/123176/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/deficit-da-previdencia-equivale-a-28-do-pib/123176/ Mon, 22 Jan 2018 13:46:00 -0200 Mariana Tokarnia Déficit da Previdência equivale a 2,8% do PIB

O déficit previdenciário atingiu seu pior patamar desde 1995, quando começou a série histórica, superando o déficit de 2016, de R$ 149,73 bilhões

O déficit previdenciário foi de R$ 182,45 bilhões em 2017. O rombo equivale a 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas pelo país), o recorde registrado até o momento. Os cálculos divulgados hoje (22) pela Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda referem-se ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que é gerido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O déficit previdenciário atingiu seu pior patamar desde 1995, quando começou a série histórica, superando o déficit de 2016, de R$ 149,73 bilhões. O aumento de um ano para o outro foi de 21,8% no regime geral.

O maior aumento proporcional do déficit se deu no setor urbano, com um aumento de 54,7% em relação a 2016, passando de R$ 46,344 bilhões para os atuais R$ 71,709 bilhões. Já o setor rural, apresentou um aumento no déficit de 7,1%, passando de R$ 103,390 bilhões para R$ 110,740 bilhões.

Em 2017, a arrecadação líquida urbana foi de R$ 365,484 bilhões, apresentando um aumento de 4,4% em relação a 2016, quando o valor arrecadado foi R$ 350,217 bilhões. Já a despesa, teve um aumento de 10,2%, passando de R$ 396,561 bilhões para R$ 437,194 bilhões.

No meio rural, foram arrecadados R$ 9,3 bilhões, o que representou um aumento de 17,4% em relação a 2016, quando foram arrecadados R$ 7,920 bilhões, e gastos R$ 120,040 bilhões, um aumento de 7,8%, em relação aos R$ 111,310 bilhões de 2016.

"Os valores das despesas por si são superiores à arrecadação. A despesa cresce em ritmo mais alto que arrecadação, assim, o déficit cresce, em velocidade bastante expressiva, não somente em termos reais mas em proporção do PIB", explicou o secretário de Previdência, Marcelo Caetano.

A previsão do governo para o déficit da Previdência no regime geral para 2017 era de R$ 185,8 bilhões. O valor constatado ficou, portanto, inferior à estimativa. Para 2018, a estimativa do governo para o INSS é de um rombo de R$ 192,8 bilhões. Segundo Caetano, o valor ficou abaixo porque se trata de uma estimativa "de ordem de grandeza bastante elevada". Para 2018 é possível que ainda haja revisão da estimativa.

O regime próprio de Previdência Social, que é o dos servidores públicos e militares, também fechou 2017 em déficit, de R$ 86,349 bilhões, um aumento de 11,9% em relação a 2016, que fechou com um déficit de R$ 77,151 bilhões.

Considerando os dois regimes, o próprio e o geral, a Previdência acumulou um déficit em 2017 de R$ 268,799 bilhões.

Reforma da Previdência

Na análise do secretário de Previdência, os números evidenciam a necessidade da reforma da Previdência: "É essencial, a gente observa os números crescerem na ordem de dezenas de bilhões de reais por ano". Em relação a um possível adiamento da análise do texto pela Câmara dos Deputados, prevista para o dia 19 de fevereiro, o secretário foi enfático: "O governo trabalha com a aprovação em meados de fevereiro".

Sobre mudanças no texto, Caetano diz que não há por parte do governo "nenhum compromisso de alteração da emenda aglutinativa" e que qualquer mudança terá que levar em consideração o impacto sobre a igualdade entre os beneficiários, o impacto fiscal nas contas do governo e como a questão se reflete na opinião pública.

A reforma propõe a adoção de uma idade mínima - de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres - e regras de transição com intuito de equilibrar as contas públicas para os próximos anos. Conforme a proposta, trabalhadores do setor privado e servidores públicos deverão seguir as mesmas regras, com um teto de R$ 5,5 mil para se aposentar, e sem a possibilidade de acumular benefícios. Para trabalhadores rurais, idosos e pessoas com deficiência sem condições de sustento as regras não sofrerão mudanças.

Aprovada, ainda este ano, segundo o secretário, a reforma poderá conferir uma redução do déficit do INSS em 2018 de R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões.

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Inteligência Artificial é a base para um melhor atendimento médico e hospitalar //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/inteligencia-artificial-e-a-base-para-um-melhor-atendimento-medico-e-hospitalar/123175/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/inteligencia-artificial-e-a-base-para-um-melhor-atendimento-medico-e-hospitalar/123175/ Mon, 22 Jan 2018 13:24:44 -0200 Rogério Pires Inteligência Artificial é a base para um melhor atendimento médico e hospitalar

A inteligência artificial pode e deve ser usada para melhorar os processos nas instituições do setor, impactando diretamente no atendimento prestado aos pacientes

A inteligência artificial não é algo novo. Existem estudos sobre a tecnologia desde a década de 1950. Mas foi só nos últimos 10 anos que ela começou a decolar, graças ao crescimento da internet, da capacidade computacional das máquinas e do surgimento do big data. Prova disso é que em janeiro do ano passado o termo não estava nem entre os 100 mais procurados no site do Gartner, consultoria de análise de mercado. Hoje, ocupa a 7ª posição e é uma das cinco prioridades de investimento para mais de 30% dos CIOs.

No setor de Saúde, a tecnologia já apresenta ótimos resultados e pode ser usada tanto na parte de diagnóstico – a mais conhecida até o momento – quanto na gestão da instituição. Com ela, é possível evitar glosas e fraudes nas operadoras, reduzir o risco de contaminação nos hospitais, otimizar a alocação de leitos e, até mesmo, melhorar o atendimento aos pacientes.

Não há dúvidas sobre o benefício da aplicabilidade da tecnologia no diagnóstico ou suporte às decisões médicas, como na identificação de tumores cancerígenos já realizada nos Estados Unidos. No entanto, a inteligência artificial pode - e deve - ser usada também para melhorar os processos nas instituições do setor, impactando diretamente no atendimento prestado aos pacientes.

Nas operadoras, por exemplo, pode ajudar na identificação de fraudes antecipadamente, evitando prejuízos. Como o pedido de autorização é realizado manualmente, na maioria das vezes, a realização de procedimentos dispensáveis ou mais caros do que o necessário passam despercebidos. Com base em comportamentos prévios, a tecnologia poderá identificá-los antes que aconteçam e negar o pedido ou sugerir um tratamento mais adequado.

A IA contribui também para um melhor controle e redução das infecções hospitalares. Atualmente, o processo de liberação e esterilização de leitos conta com uma checagem manual, que muitas vezes é deixada de lado. Com a tecnologia, esse check-list será automatizado e mostrará aos profissionais, mais claramente, o que está faltando, além de indicar o quão predisposta a instituição está diante de determinadas infecções.

A tecnologia também possibilita uma previsão mais assertiva de cancelamentos e no show de pacientes em procedimentos agendados, como consultas ou exames. Para oferecer esses insights ao negócio, a inteligência artificial analisa e correlaciona dados do hospital, como a agenda e o perfil dos usuários, e faz predições com base no histórico. O reflexo dessa mudança não impacta apenas na otimização do atendimento, mas também de toda a operação, uma vez que o agendamento é apenas a porta de entrada da instituição e o não comparecimento de um paciente afeta todo o seu andamento – desde a alocação de aparelhos e profissionais até o uso de leitos hospitalares ou cirúrgicos.

Essa, inclusive, é outra questão do setor de saúde que merece atenção e pode ser aprimorada com a adoção da inteligência artificial. A tecnologia permite uma avaliação mais profunda dos dados da instituição, como tempo de internação, doenças e previsão de alta dos pacientes. Hoje, todo esse processo é manual, o que dificulta a predição de quantos leitos estarão vagos a cada dia, e a informatização é a premissa para resolver essa questão. É ela quem permitirá um planejamento mais preciso com base na capacidade de leitos e em um melhor conhecimento sobre o tempo médio de internação de cada perfil de paciente ou doença.

Diante de tantas possibilidades, é seguro dizer que essa tecnologia impactará toda a cadeia e não só a etapa de diagnóstico. Essa contribuição será fundamental para um melhor atendimento aos pacientes, menor índice de infecções hospitalares e maior rentabilidade das instituições, sejam elas hospitais, clínicas ou operadoras de planos de saúde.

Rogério Pires — Diretor de Healthcare da TOTVS.

 

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3 pecados da distribuição de conteúdos e como resolvê-los //www.administradores.com.br/noticias/negocios/3-pecados-da-distribuicao-de-conteudos-e-como-resolve-los/123174/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/3-pecados-da-distribuicao-de-conteudos-e-como-resolve-los/123174/ Mon, 22 Jan 2018 13:01:00 -0200 Pedro Lage 3 pecados da distribuição de conteúdos e como resolvê-los

O desafio vai além de produzir o conteúdo, mas de fazer com que ele seja utilizado corretamente pelos varejistas onde seu produto será comercializado

Ano após ano o comércio eletrônico tem se tornado mais democrático no mercado brasileiro, apresentando números sólidos de crescimento (12% em 2017) e evidenciando um consumidor cada vez mais habituado com a compra online. Mas ao passo que temos um número maior de shoppers circulando neste meio, precisamos ser transparentes em relação ao desafio que ainda temos de reduzir a barreira de entrada e buscar sempre promover a experiências mais próximas da realidade do mundo físico.

Entre outros fatores que contribuem para a uma boa experiência como a Tecnologia, Logística, Atendimento, vale lembrar que no e-commerce temos também cada vez mais oportunidades de formatos de comunicação, informação e conteúdo, para fazer a vez do vendedor físico e dar ao consumidor o poder de conhecer os produtos no detalhe e fazer um processo de compra assistido.

Se você atua no e-commerce, já deve ter se deparado com as planilha de cadastro ou com necessidade de produzir fotografia de seus produtos para alimentar a galeria das lojas, certo? Pois então, podemos dizer que o trabalho de produção de conteúdo de um produto acompanha o início do seu ciclo de vida sendo essencial para a venda no meio digital.

Este pode ser um trabalho amplo, em especial quando falamos de empresas com um volume grande de skus, ou aquelas que comercializam seus produtos no varejo online. Exemplo: Faça a conta da quantidade de produtos X a quantidade de varejistas. Este total deve gerar a quantidade de páginas (URL. Este número pode ser enorme e aumentar muito a responsabilidade da indústria em relação a estas informações.

Ou seja, o desafio vai além de produzir o conteúdo, mas de fazer com que ele seja utilizado corretamente pelos varejistas onde seu produto será comercializado.

Hoje, é necessário que tudo esteja interligado. É preciso usar a tecnologia a favor da sua operação e começar a abrir mão de métodos convencionais de distribuição de conteúdo, que demandam tempo das equipes e geram inconsistências nas informações.

Para começar a vira esta chave, listamos 3 principais pecados na distribuição de conteúdo:

1. Gestão das Informações:

Gerenciar todas as informações dos produtos com os varejistas sempre foi um grande problema para a indústria. Normalmente, com a distribuição em larga escala, os itens chegavam ao ponto de venda sem o descritivo correto devido a problemas ocasionados por falhas em logística ou comunicação. Hoje, com o auxílio da tecnologias de Gestão de Informação de Produtos ou Catálogos Online, os dados podem ser gerenciados digitalmente e disponibilizados de maneira mais organizada ao players da sua cadeia.

2. Integridade do Conteúdo:

Hoje existe um gap entre os conteúdos produzidos pela indústria e aquilo que será efetivamente utilizado nas páginas dos varejistas. Portanto, sem uma boa visibilidade sobre seus conteúdos produzidos e os pontos de venda (varejistas) que precisam utilizar, estes últimos acabam por não utilizar as informações da maneira correta, colocando determinado item ao lado do concorrente e com uma descrição insuficiente. Isso dá margem para que o consumidor opte pelo artigo de outro fabricante por conta de pequenos detalhes que poderiam ser facilmente corrigidos.

3. Auditoria e Visibilidade:

Gerenciar inúmeros varejistas para entregar de forma correta os conteúdos produzidos e ainda assegurar a integridade das suas informações para fechar o ciclo da venda on-line não é uma tarefa fácil. Hoje, com a quantidade de players no mercado virtual, a indústria precisa de ferramentas que sejam capazes de analisar constantemente as páginas de venda dos clientes, verificando se as informações chegaram e se estão sendo utilizadas da maneira correta.

Para reduzir essas situações, os gestores precisam contar com empresas capazes de garantir a entrega e a usabilidade de plataformas integradoras, relacionando os varejistas com o e-commerce. Assim, seu conteúdo será distribuído para o varejo on-line de forma imediata, garantindo a unidade da informação e, consequentemente, aumentando a chance de converter com seu consumidor.

Pedro Lage —  CCO da iSee Retail Solutions, empresa especialista em gestão e criação de conteúdos de produtos para e-commerce. http://isee.com.br/

 

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Fundador do Orkut traz cinco reflexões e resoluções de Ano Novo //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/fundador-do-orkut-traz-cinco-reflexoes-e-resolucoes-de-ano-novo/123172/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/fundador-do-orkut-traz-cinco-reflexoes-e-resolucoes-de-ano-novo/123172/ Mon, 22 Jan 2018 12:22:22 -0200 Redação Fundador do Orkut traz cinco reflexões e resoluções de Ano Novo

"Estamos conectados a milhares de pessoas on-line, mas nem conhecemos os nomes dos nossos vizinhos", alerta o empresário

O início de ano é um bom momento para reflexões, resoluções e definição de novas metas. Orkut Buyukkokten, que há treze anos fundou a maior rede social do mundo, o Orkut.com, e agora está à frente do app hello, uma rede social que aproxima as pessoas por seus interesses, traz abaixo algumas reflexões sobre relacionamentos e o universo das mídias sociais, tema bastante relevante para 2018. Confira:

A grama do vizinho é sempre mais verde

Diariamente somos bombardeados com fotos de amigos que participam de festas e coquetéis incríveis, selfies com celebridades e férias luxuosas. Também vemos casamentos fabulosos, carros e viagens maravilhosas, ou os aventureiros que estão em jornadas incríveis. Nossos amigos online aparentam uma vida perfeita e assim ficamos com a impressão de que não temos ou não somos o suficiente. Podemos sentir como se não estivéssemos ao nosso máximo potencial, que nossas vidas nunca serão tão glamorosas ou tão perfeitas como a vida “deles" – Por isso é preciso lembrar: a vida virtual é diferente da vida real.

Autoestima baseada em interações sociais? 

O uso das mídias sociais tem desempenhado um papel inesperado no desenvolvimento humano, aumentando a sensação de solidão, a baixa autoestima, a imagem corporal negativa e o sentimento de não ser amado. Juntos, esses sentimentos podem trazer consequências negativas como depressão e ansiedade. Por que usar as redes para depreciar o que somos se podemos nos unir para quebrar padrões e compartilhar nossas paixões?

Desconexões reais

Estamos conectados a milhares de pessoas on-line, mas nem conhecemos os nomes dos nossos vizinhos. Quantas vezes não estamos sozinhos, aguardando alguém ou algo, e ao invés de conversar com quem está próximo, nos escondemos atrás de nossos smartfones? Todas as atualizações de status, tweets e posts que correm nos nossos feeds nos obrigam a assistir e a reagir às experiências dos outros em vez de vivermos as nossas próprias.

Estratégias de relacionamentos online

Constantemente sinto que estou jogando um jogo de xadrez e tenho que planejar meu próximo passo com as pessoas com quem converso. Passamos tanto tempo nos comunicando on-line e ainda não sabemos como conversar melhor. Não mostrar muito interesse, não responder de forma muito rápida, não se mostrar altamente interessado e outras regras regem os primeiros passos dos relacionamentos.

Likes, comentários e compartilhamentos também causam solidão

Realmente acredito que o maior problema que enfrentamos hoje é a solidão. Comecei a perceber que as conexões da vida real não vêm da quantidade de likes que recebemos, nem o número de amigos ou seguidores que temos online. Nossas melhores conexões são nossas comunidades, e elas provêm das conversas que temos e das experiências que compartilhamos no mundo real.

"Eu acredito que a tecnologia pode tornar mais fácil estabelecer conexões reais, construir amizades e encontrar o amor verdadeiro, mas nossas práticas nas redes sociais atuais aliadas aos algoritmos nos deixaram sentindo mais solitários do que nunca. Todos nós merecemos interações melhores em 2018!", finaliza o empresário. 

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Perguntas que você precisa fazer antes de pensar em transição de carreira //www.administradores.com.br/noticias/carreira/perguntas-que-voce-precisa-fazer-antes-de-pensar-em-transicao-de-carreira/123170/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/perguntas-que-voce-precisa-fazer-antes-de-pensar-em-transicao-de-carreira/123170/ Mon, 22 Jan 2018 11:42:13 -0200 Fernanda Schroder* Perguntas que você precisa fazer antes de pensar em transição de carreira

Pensando em mudar de carreira? Siga estes passos sugeridos pela especialista do Ibmec

Você está insatisfeito com o seu emprego atual? Você perdeu interesse pela sua profissão ou tem pensado cada vez mais em posições em outros segmentos? A complexidade da vida moderna, as inúmeras opções de atividades profissionais e o desejo de maior liberdade, propósito e qualidade de vida têm levado muitas pessoas a pensarem em mudar de emprego e até mesmo de carreira. Quando planejada, a transição de carreira é um processo que faz parte de uma boa gestão de carreira. 

Uma pergunta que você deve fazer para você mesmo é se você espera os finais de semana e feriados para se sentir feliz. Se você responder que sim, muito provavelmente a sua atuação posição não lhe dá prazer. Outra reflexão que você deve fazer é se as tarefas consideradas normais do seu dia a dia te estressam e geram irritabilidade. Se isso está acontecendo é um sinal de alerta.

O dinheiro tem sido uma forma de compensar sua insatisfação com a carreira atual? Se isso for verdade, muito provavelmente você precisa parar para refletir mais sobre você, sobre a sua carreira e sobre o seu propósito. Sentir-se confiante é fundamental para abrir mão da comodidade, e fazer uma transição de carreira, mas para isso é preciso se preparar. Para isso, alguns passos são fundamentais neste processo.

· Descobrir os motivos da sua insatisfação é o primeiro passo: antes de decidir mudar é preciso investigar o real motivo da sua insatisfação profissional. Para que você saiba exatamente que tipo de mudança precisa fazer.

· Invista no autoconhecimento: se existe um caminho para a realização na vida profissional é o autoconhecimento. Se você não se conhece, você não consegue escolher uma carreira e um trabalho que te realize.

· Defina os objetivos: traçar objetivos que estejam alinhados ao que lhe satisfaz é um caminho que exige persistência e superação de medos e monstros internos.

· Conhecer a área e o mercado de interesse: durante o desenvolvimento do plano de transição de carreira, pesquise e aprenda tudo o que puder sobre sua nova opção.

· Tenha um plano financeiro: é possível realizar uma transição de carreira que seja financeiramente saudável. Para isso, defina os objetivos e esquematize um plano de quanto tempo e de qual valor será necessário ter em mãos para conseguir sustentar o mesmo padrão de vida.

· Invista em qualificação: a mudança de carreira deve ser atrelada a expectativa de futuro e o investimento em formação vem como recurso. Procure se qualificar, busque novos conhecimentos e competência. Cursar uma pós-graduação ou MBA, por exemplo, pode ser um bom caminho.

Muitos empecilhos, receios e medos surgirão no decorrer de todo processo de transição de carreira. Alguns deles poderão causar desânimo e percepção de que não será possível chegar ao objetivo almejado. Nesses momentos é preciso ter muita determinação, dedicação e jogo de cintura para contornar os problemas, e não desistir de todo o planejamento estabelecido.

Espero que ajude!

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Fernanda Schroder - Gerente Nacional de Carreiras do Ibmec.

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Comércio aposta em primeiro semestre de 2018 favorável, indica Fecomércio MG //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/comercio-aposta-em-primeiro-semestre-de-2018-favoravel-indica-fecomercio-mg/123171/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/comercio-aposta-em-primeiro-semestre-de-2018-favoravel-indica-fecomercio-mg/123171/ Mon, 22 Jan 2018 11:20:01 -0200 Redação Comércio aposta em primeiro semestre de 2018 favorável, indica Fecomércio MG

Quase 80% dos empresários do setor, em Minas Gerais, acreditam em um cenário de crescimento para as vendas em relação à segunda metade de 2017

Os empresários do comércio de Minas Gerais estão confiantes em relação às vendas no primeiro semestre de 2018. Quase 80% deles acreditam em um desempenho melhor para o setor na comparação com a segunda metade de 2017. O resultado faz parte da pesquisa de Expectativa de Vendas, elaborada pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG. O levantamento destaca ainda que as promoções e liquidações continuarão sendo a principal medida para atração dos clientes.

O estudo mostra que 35,8% dos entrevistados utilizarão essa estratégia, seguida por ações de mídia e propaganda (17,7%), atendimento diferenciado (10%) e diversificação do mix (9%). Os segmentos mais confiantes são móveis e eletrodomésticos (60,9%), tecidos, vestuário e calçados (59,1%), e equipamentos e materiais para escritório, informática e de comunicação (41,7%).

De acordo com a analista de pesquisa da Fecomércio MG, Elisa Castro, o otimismo/esperança foi o motivo citado por mais da metade dos empresários mineiros (50,2%) para justificar as boas perspectivas. “Essa percepção também está amparada na melhoria dos indicadores econômicos ligados ao consumo em 2017, como a redução gradativa dos juros, a taxa de inflação abaixo da meta e a retomada do emprego”, ressalta.

O primeiro semestre conta com o Dia das Mães, segunda melhor data do ano para o comércio, e o Carnaval, que tem ganhado relevância, principalmente em Belo Horizonte. A forma de pagamento que deve sobressair é o cartão de crédito, modalidade apontada por 76% dos entrevistados. A principal escolha deverá ser pelo parcelamento (57,7%).

Desempenho no ano passado

O levantamento da Fecomércio também apurou a avaliação acerca do segundo semestre de 2017. Para 52,5% das lojas, o desempenho das vendas foi melhor ou igual ao observado no mesmo período de 2016. Frente aos seis primeiros meses do ano, esse percentual sobe para 73,2%. Neste caso, houve incremento no faturamento para 47,3%.

Acesse a íntegra da pesquisa Expectativa de Vendas 1º semestre de 2018 – Opinião do Comércio Varejista de Minas Gerais pelo site da Fecomércio MG, no endereço: http://www.fecomerciomg.org.br/wp-content/uploads/2018/01/Expectativa-de-Vendas-2018.pdf

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Inteligência artificial e assistentes virtuais: o futuro da mobilidade e do IoT //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/inteligencia-artificial-e-assistentes-virtuais-o-futuro-da-mobilidade-e-do-iot/123169/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/inteligencia-artificial-e-assistentes-virtuais-o-futuro-da-mobilidade-e-do-iot/123169/ Mon, 22 Jan 2018 10:50:01 -0200 Taynã Bonaldo Inteligência artificial e assistentes virtuais: o futuro da mobilidade e do IoT

Mais acessíveis do que outros dispositivos tecnológicos para o universo corporativo e de custo reduzido, as plataformas que permitem maior aproximação com os clientes são as mais procuradas pelas empresas

Se antes o futuro costumava ser visualizado com carros voadores e acessórios prateados, hoje, não há dúvidas de que ele será digital e com conectividade móvel. A previsão é endossada pelas estatísticas, que mostram que desde 2013 o número de horas gasto por dia nos smartphones saltou de 2,5 para 5 horas. Cerca de 30% desse tempo é gasto nas redes sociais e em aplicativos de mensagens instantâneas, o que reforça a importância da mobilidade

Os dados, combinados com a tendência do Chatbot (softwares com assistentes virtuais que interagem online em sites e redes sociais) e com inteligência artificial sinalizam que, para empresas, as previsões para os próximos anos são de boas oportunidades para os diálogos com robôs amigáveis. A novidade deve beneficiar as pesquisas de mercado realizadas pelas companhias, com ferramentas específicas para isso, além de oferecer atendimento ao cliente e reduzir custos operacionais.

Mais acessíveis do que outros dispositivos tecnológicos para o universo corporativo e de custo reduzido, as plataformas que permitem maior aproximação com os clientes são as mais procuradas pelas empresas. Em um mundo cada vez mais conectado, elas fazem a diferença com respostas em tempo real e presença digital nas redes sociais das empresas.

A expectativa é que o investimento em aplicações que usam a tecnologia de Inteligência Artificial siga em franco crescimento. Em alta, as ferramentas corporativas que oferecem serviços para auxílio nas compras, dietas e educação devem ser priorizadas, pois elas se tornarão cada vez mais presentes, e úteis, na vida da população.

Segundo uma projeção da Fundação Getúlio Vargas, em 2017 o Brasil irá igualar o número de smartphones com o de habitantes no País. O levantamento mostra que o mercado brasileiro segue em uma posição favorável no futuro da mobilidade, com empreendedores e empresas que fervilham de novas ideias a todo momento.

Desafios

Para as indústrias, o grande desafio de implantar soluções mobile envolve o desenvolvimento de dois grandes sistemas operacionais do mercado, Android e iOS, o que os leva a tomar uma decisão sobre utilizar uma solução nativa ou híbrida para atender as duas plataformas. Além disso, é necessário lidar com uma grande fragmentação de telas, compatibilizando as aplicações com diferentes resoluções, tamanhos e formatos.

Outro desafio é manter a solução atualizada com as versões mais recentes dos sistemas operacionais, que recebem atualizações frequentemente, com novas APIs e recursos para os desenvolvedores, sem contar os novos padrões de design e codificação. Cada vez mais veloz, a evolução do mercado deve ser acompanhada de perto por esse segmento, pois somente assim ele poderá seguir as novas tecnologias, cada vez mais sofisticadas, que são lançadas diariamente.

Já o mundo corporativo deverá ser beneficiado por aplicações que irão abranger diversos setores, desde a educação, os transportes, comunicação, até o comércio, a agropecuária e a construção civil. Entre os benefícios sem limites oferecidos por novas tecnologias como Chatbots, Machine-Learning e Iot estão a redução de custos, geração de novas profissões e otimização de mão de obra.

Para a implementação de um sistema de Chatbot, por exemplo, não é necessário grande investimento financeiro, já que as gigantes da tecnologia deram os primeiros passos e pavimentaram o novo nicho de mercado. Assim, o segmento já foi desbravado com a disponibilização de ferramentas que permitem que as pequenas e médias construam e lancem seus próprios Chatbots, estreando na comunicação com os clientes através de dos aplicativos de mensagens já existentes, como Messenger e Telegram.

Hoje, o mercado segue em um momento de transição para a tecnologia móvel. Trata-se de um processo natural de aderência, pois as marcas dos mais variados setores seguem se familiarizando e conhecendo os benefícios que a mobilidade exerce no mundo corporativo. Para os consumidores e empresas, a adaptação será a palavra-chave, já que as novas mudanças apontam um caminho sem volta para o futuro da mobilidade.

Taynã Bonaldo — Graduado em Ciências da Computação pela Faculdade Carlos Drummond de Andrade. Já atuou desenvolvendo aplicações BlackBerry na Pontomobi e Fingertips, e aplicações Android na DNA Mobile. Atualmente lidera o time de desenvolvimento Android da Kanamobi.

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Como as soluções em cloud podem transformar a experiência do consumidor nos contact centers //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-as-solucoes-em-cloud-podem-transformar-a-experiencia-do-consumidor-nos-contact-centers/123168/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-as-solucoes-em-cloud-podem-transformar-a-experiencia-do-consumidor-nos-contact-centers/123168/ Mon, 22 Jan 2018 10:27:01 -0200 Luiz Camargo Como as soluções em cloud podem transformar a experiência do consumidor nos contact centers

Com as soluções baseadas em cloud, tudo está conectado, o que amplia o engajamento e a eficiência dos funcionários

Um programa robusto de garantia de qualidade é fundamental para oferecer um serviço de excelência ao cliente, especialmente quando envolve o atendimento em contact center. Embora soluções de ponta tenham sido inicialmente acessíveis a empresas de grande porte, hoje a tecnologia oferece recursos sob demanda para equipes com orçamentos mais enxutos, mas que desejam fazer a diferença investindo numa interação mais qualificada. Ao fornecer inovação constante, segurança, confiabilidade, economia de custos, escalabilidade e facilidade de uso, a nuvem está se tornando um ambiente ideal para a evolução da gestão da qualidade .

Antes, os contact centers lutavam para acompanhar as novidades na área de gerenciamento de qualidade. Muitas vezes, faltavam soluções adequadas para alinhar as informações e monitorar as interações.

Com as soluções baseadas em cloud, tudo está conectado, o que amplia o engajamento e a eficiência dos funcionários. Com a possibilidade de oferecer um atendimento diferenciado, as marcas também ampliam a vantagem competitiva ao satisfazer as necessidades do consumidor com mais segurança.

Confiabilidade

Ao identificar oportunidades de coaching e revisar as melhores práticas com os agentes, os gerentes precisam de dados atualizados e precisos para fornecer feedbacks importantes. As soluções de gerenciamento de qualidade baseadas em nuvem oferecem às lideranças uma visão constante sobre o desempenho dos funcionários. Como os dados estão sempre atualizados, eles podem facilitar a conformidade com os regulamentos ou com as melhores práticas que requerem avaliações de desempenho dentro de um prazo específico.

Além disso, as soluções de cloud protegem contra a perda de informações. Os dados armazenados são rotineiramente copiados e os centros de dados que alojam servidores em nuvem são atendidos e monitorados 24 horas por dia.

Mais econômico

Antes, as ferramentas de gerenciamento de qualidade não permitiam flexibilidade e elasticidade. Além disso, necessitavam de uma equipe adicional para suportar atualizações e monitoramento. Com as soluções de cloud, a implementação é mais fácil e flexível.

A nuvem também suporta um modelo de pagamento por uso, transformando o que antes era uma despesa de capital em uma despesa operacional com ROI (Retorno sobre o Investimento) mais imediato. A longo prazo, a escalabilidade limita o desperdício associado a equipamentos e software não utilizados, reduz os custos e ajuda a facilitar as operações remotas. À medida que a demanda muda, a capacidade da nuvem pode aumentar ou diminuir, criando um modelo sob demanda e mais fácil de utilizar.

Com segurança e escalabilidade, as soluções de cloud tornam os trabalhos de gerenciamento de qualidade mais fáceis. Como são pré-configuradas, podem ser implantadas rapidamente. Além disso, fornecem métricas em tempo real para toda a equipe, aumentando a transparência e garantindo que todos os funcionários tenham acesso às mesmas informações. As ferramentas também são projetadas para que sejam integradas a outras ferramentas de Workforce Optimization (WFO), simplificando a administração, os treinamentos e as atualizações.

Com tantas oportunidades, a tendência é que os contact centers utilizem cada vez mais as soluções de cloud em busca de processos mais ágeis e eficazes, que transformem as interações em contatos bem-sucedidos para fidelizar a marca e conquistar novos negócios.

Luiz Camargo — General Manager da NICE para o Brasil e Cone Sul

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Como se tornar um Consultor Municipal //www.administradores.com.br/noticias/carreira/como-se-tornar-um-consultor-municipal/123173/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/como-se-tornar-um-consultor-municipal/123173/ Mon, 22 Jan 2018 10:12:25 -0200 Redação Administradores Como se tornar um Consultor Municipal

Curso online e gratuito oferece treinamento para quem deseja montar uma Consultoria Municipal de sucesso

Você gostaria de construir uma carreira empreendendo, aplicando os conhecimentos que aprendeu em sua trajetória profissional e ainda contribuir para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas? Então a carreira de consultor municipal pode ser ideal para você.

O consultor municipal é um profissional que tem conhecimentos em determinadas áreas e é contratado por prefeituras para solucionar problemas. Imagine um cenário em que, para otimizar os processos da gestão municipal, a prefeitura precise de profissionais formados em administração, contabilidade, economia ou direito. Ou uma ocasião em que, para capacitar a equipe da merenda escolar na confecção de receitas tradicionais da região, a prefeitura contrate um nutricionista e um cozinheiro para trabalhar em escolas. Pode ser também o caso de, para criar sua página na internet, a prefeitura contrate um técnico em informática.

São muitos cenários possíveis dentro de qualquer município, que constantemente precisa atender a diversas demandas. Para consultores municipais, as oportunidades podem se apresentar em diferentes áreas de atuação, e para profissionais com variados graus de escolaridade. Mas como se tornar um consultor municipal?

O professor Roberto Amaro, administrador público pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), professor de cursos pós-graduação, tem a resposta: um curso online, totalmente gratuito, com vagas limitadas, para a formação de consultores municipais.

Focado na formação de profissionais competentes, o objetivo do curso é criar meios para que mais pessoas (determinadas, competentes e criativas) se envolvam na solução dos problemas públicos. Então, se você tem sonhos e projetos, se deseja contribuir com o desenvolvimento dos municípios, e se busca uma oportunidade de usar seus talentos para construir sua carreira, participe do curso online e gratuito que mostra como você pode se tornar um consultor municipal para prestar serviços a estados e prefeituras. Para se inscrever, acesse o site.

Sobre o curso

Formação para Consultores Municipais
Data: 15 a 22 de janeiro de 2018.
Professor: Roberto Amaro
Inscrições: www.queroserconsultormunicipal.com.br

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