Administradores.com - Notícias http://www.administradores.com.br/ Últimas notícias do Administradores.com pt-br Copyright 2018 Tue, 24 Apr 2018 17:05:01 -0300 Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro? //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/apple-google-samsung-o-que-os-novos-pays-significam-para-o-e-commerce-brasileiro/124617/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/apple-google-samsung-o-que-os-novos-pays-significam-para-o-e-commerce-brasileiro/124617/ Tue, 24 Apr 2018 17:05:01 -0300 Rogério Signorini Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro?

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017

O e-commerce segue crescendo no país. Foram 12% no ano passado, estimativas apontam para 15% em 2018 e agora o setor ganha importantes aliados: os novos pays. Os serviços de pagamento da Apple, Google e Samsung vêm fortalecer ainda mais este mercado, trazendo mais comodidade aos consumidores e mais chances de conversão para lojistas.

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, idealizado pelo Atlas, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017, percentual que só tende a subir ainda mais, visto que, segundo projeções da FGV, o número de smartphones no Brasil deve se igualar em breve ao de habitantes, devendo chegar a 236 milhões em dois anos. Todos esses números só comprovam o enorme potencial de vendas que os novos pays trazem ao e-commerce. Mas em que consiste a tecnologia?

Para os e-commerces, os novos pays funcionam no formato de carteira digital. O usuário deve capturar a frente do cartão com a câmera do aparelho ou adicionar os dados manualmente. A cada transação, o cliente escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar. O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à empresa responsável pelo gateway de pagamento, que decodifica os dados e transmite ao adquirente. Tudo de forma muito segura, tanto para o lojista quanto para o portador do aparelho. Nas transações online e em apps, um toque e o dedo posicionado no Touch ID confirmam a compra.

E falando em compras via aplicativos, de acordo com o Mobile Payment Journey, a nossa familiaridade com os smartphones, e mais ainda, com os apps, é notável: 78% dos brasileiros que possuem os aparelhos preferem comprar via app, número que fica acima dos 71% da média global. O mesmo estudo indica, porém, que ao mesmo tempo em que os brasileiros são atraídos pelos benefícios da velocidade e simplicidade de comprar via app, também abandonam as compras por desconfiar da segurança. Muito provavelmente os novos pays ajudarão a diminuir essa desconfiança. Vale lembrar ainda que os novos sistemas de pagamento também funcionam no varejo físico, por tecnologia de aproximação (NFC - Near Field Communitacion).

E se com todos esses números ainda não ficou clara a força dos novos pays para o comércio, aqui vai mais um dado: o potencial do Apple Pay no Brasil é de, inicialmente, 1,2 milhão de pessoas, segundo estimativas de mercado, pois esta seria a quantidade de clientes que acessam um dos bancos habilitados hoje por meio de um iPhone 6 ou superior (dispositivo compatível com a tecnologia). Imagine isso somado ao Google Pay – que conta com suporte do Bradesco, Banco do Brasil, Neon, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal e Porto Seguro - e ao Samsung Pay (este já disponível para dezenas de cartões com bandeiras Visa e Mastercard)?

Os novos pays vieram para ficar, ou melhor, para mudar a história dos meios de pagamento no Brasil e projetar ainda mais o crescimento do e-commerce. A tecnologia está aí, disponível para os consumidores e lojistas, basta começar a usar para escrever também suas próprias e bem-sucedidas histórias no comércio digital!

Rogério Signorini — Diretor geral da Braspag

 

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Três motivos para apostar no bom relacionamento entre compradores e fornecedores //www.administradores.com.br/noticias/negocios/tres-motivos-para-apostar-no-bom-relacionamento-entre-compradores-e-fornecedores/124634/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/tres-motivos-para-apostar-no-bom-relacionamento-entre-compradores-e-fornecedores/124634/ Tue, 24 Apr 2018 16:40:00 -0300 Carolina Cabral Três motivos para apostar no bom relacionamento entre compradores e fornecedores

Confira algumas das razões pelas quais vale a pena investir nesse tipo de relacionamento

Parcerias estratégicas são premissas para o sucesso de qualquer empresa, principalmente no que diz respeito à cadeia de suprimentos, setor que envolve diversos players do mercado. Atualmente, os principais gargalos no relacionamento entre compradores e fornecedores é a falta de planejamento e de comunicação.

O comprador, quando tem um plano de negócios estruturado e alinhado às expectativas do provedor, permite que ambos atuem em busca de melhorias contínuas de desempenho, fomentando uma relação duradoura e que beneficia todos os envolvidos.

Confira algumas das razões pelas quais vale a pena investir nesse tipo de relacionamento: 

1. Definição de metas e objetivos mais claros 

Quando o fornecedor está alinhado com a estratégia organizacional do cliente que adquire seu produto ou serviço, existe um impacto direto no cumprimento dos prazos de entrega, qualidade dos itens e no custo da operação como um todo. Para que isso aconteça, o comprador precisa ter clareza de suas metas e objetivos e compartilhá-la para que o parceiro possa contribuir de maneira efetiva.

Para chegar nesse nível de relação, entretanto, é necessário que haja um período de amadurecimento e conhecimento de ambos os lados, com conhecimento profundo da operação e particularidades de cada um. 

2. Investimento em tecnologia 

É difícil pensarmos em gestão de compras sem o uso de uma solução que automatize as atividades. Uma tecnologia de e-procurement, por exemplo, pode atender aos processos de homologação, cotação, pedidos, recebimento, pagamento e demais demandas operacionais, tornando a área mais estratégica. Com essas ações plugadas a uma ferramenta de BI (Business Intelligence), a avaliação e gestão dos fornecedores, produtividade da equipe, assim como visibilidade de redução de custos, gestão de acordos comerciais e controle de orçamento, entre outros, é otimizada. 

3. Amadurecimento do processo de homologação 

A homologação diz respeito ao momento de aprovação de quem provê mercadorias e outras matérias-primas para sua organização, o que inclui uma série de avaliações e inspeções para garantir a credibilidade do fornecedor, qualidade de seus produtos ou serviços e o cumprimento das especificações legais. Essa etapa é crucial para estabelecer uma boa parceria, pois é nela que se definem detalhes do atendimento, prazo de entrega, qualidade dos materiais comprados e outros pontos que muitas vezes geram desgaste no relacionamento.

Sem diretrizes bem delineadas, políticas internas estruturadas e expectativas alinhadas as empresas correm riscos em todas as fases da cadeia. Para garantir que isso não ocorra, é necessário que a relação entre fornecedor e comprador siga o caminho da parceria, baseado na confiança mútua. Dessa forma, um pode dar suporte ao outro auxiliando, inclusive, no desenvolvimento de novos projetos gerando contratos com uma vida útil de médio a longo prazo.

Carolina Cabral — Sócia-diretora da Nimbi, especialista em tecnologia para a cadeia de suprimentos. http://www.nimbi.com.br/

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Design Thinking: alternativa para cocriar e gerar resultados exponenciais //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/design-thinking-alternativa-para-cocriar-e-gerar-resultados-exponenciais/124633/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/design-thinking-alternativa-para-cocriar-e-gerar-resultados-exponenciais/124633/ Tue, 24 Apr 2018 16:16:16 -0300 Silvia Aragão Design Thinking: alternativa para cocriar e gerar resultados exponenciais

A sobrevivência de uma companhia depende da sua capacidade de se manter à frente da curva da tecnologia e abraçar as mudanças

Vivemos um ambiente dinâmico em que as empresas precisam promover a disrupção para tornar a oferta de serviços e produtos mais eficiente, que atenda às necessidades do consumidor e, ao mesmo tempo, contribua para a geração de novos negócios. O cliente é o centro de tudo e as empresas buscam inovação, que resulte numa experiência diferenciada, que faça o cliente pensar em ser fiel à marca – mesmo que por um determinando momento quando falamos das gerações Y e Z.

Segundo Salim Ismail, autor do livro “Organizações Exponenciais", muitas empresas estão satisfeitas com aquilo que funciona e, por isso, deixam de inovar. A sobrevivência de uma companhia depende da sua capacidade de se manter à frente da curva da tecnologia e abraçar as mudanças, a fim de se manter competitiva perante a concorrência. Nenhuma empresa poderá acompanhar o ritmo de crescimento definido pelas organizações exponenciais, se não estiverem dispostas a realizar algo radicalmente novo.

Nesse sentido, as corporações precisam revisitar seus propósitos e definir estratégias mais claras de atuação, que estimulem o envolvimento de todas as áreas para que possam cocriar soluções e modelos de negócio que façam sentido para as mudanças constantes e, cada vez mais rápidas, na era da transformação digital.

Para este momento de cocriação, várias organizações encontram inspiração no Design Thinking e, gradativamente, ampliam a utilização de Squads e metodologias Agile, que promovem um mergulho profundo em suas dores internas para encontrar a melhor solução. O mesmo procedimento é válido para identificar os problemas do cliente. Ao promover dinâmicas baseadas em Design Thinking, é possível trabalhar lado a lado com o cliente para cocriar juntos.

Esta forma de atuar em parceria – seja internamente ou com o cliente – tem demonstrado ser positiva em todos os segmentos de mercado, especialmente para as organizações que estão promovendo a transição para o mundo digital. O conceito de Design Thinking e o desenvolvimento de projetos com metodologia Agile vêm ganhando mais destaque com a necessidade das empresas de se conectarem de forma mais efetiva com o seu público-alvo, apresentando algo que realmente se diferencie de seus concorrentes, principalmente na forma de interagir e atender o cliente. A tendência é que esses pontos de interação com o consumidor se tornem mais amigáveis, utilizando tecnologias como a Inteligência Artificial, por exemplo.

A relação entre os clientes e as empresas de tecnologia mudou muito nos últimos anos. Antes, os clientes chegavam com uma demanda específica. Hoje, eles trazem desafios de negócios complexos para que possamos desenvolver soluções que gerem impactos positivos de curto e médio prazo. Para acompanhar essa transformação, a melhor alternativa é investir em processos criativos, que estimulem a cocriação, a partir do diálogo entre diversas áreas – tanto da empresa de tecnologia quanto do cliente. Assim, é possível construir um protótipo junto ao cliente, que poderá validar a experiência ou um novo produto.

Num mundo colaborativo e cada vez mais digital, a cocriação – dentro e fora da organização – tornou-se uma condição obrigatória para as empresas modernas que querem se transformar em exponenciais.

(*) Silvia Aragão é diretora comercial e de novos negócios da Orbitall, empresa do Grupo Stefanini.

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Saiba como calcular o potencial de lucro do seu negócio //www.administradores.com.br/noticias/negocios/saiba-como-calcular-o-potencial-de-lucro-do-seu-negocio/124630/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/saiba-como-calcular-o-potencial-de-lucro-do-seu-negocio/124630/ Tue, 24 Apr 2018 16:00:00 -0300 Redação Administradores Saiba como calcular o potencial de lucro do seu negócio

Potencial de lucro é a diferença entre a receita que o negócio pode gerar e as despesas para o seu funcionamento

Empreender é uma atividade que envolve paixão, conhecimento e ousadia, mas também requer a dose certa de racionalidade e cálculo. Antes de mergulhar de cabeça em um novo negócio, o empreendedor deve conhecer o potencial de lucro para evitar surpresas futuras.

Potencial de lucro — ou potencial de rendimento — é a diferença entre a receita que o negócio pode gerar e as despesas para o seu funcionamento. Por exemplo, se você espera obter uma receita diária de R$ 500 com o volume de vendas esperado e precisa gastar R$ 300 no mesmo período para pagar funcionários, fornecedores e manutenção, seu potencial de lucro é de R$ 200 por dia.

Trata-se, evidentemente, de uma projeção. Não é possível prever com exatidão o comportamento do mercado e dos consumidores nem antecipar despesas não-recorrentes — como gastos para conserto de equipamentos essenciais, licenciamentos e taxas públicas. No entanto, quanto maior a aproximação, mais chances de obter sucesso.

Para entender melhor como projetar o lucro da sua empresa, o QuickBooks preparou uma lista de cinco perguntas que podem servir como guia. Confira abaixo:

1. Qual a demanda pelo produto ou serviço no longo prazo?

Antes de iniciar o negócio, é necessário realizar uma pesquisa de mercado para sondar se existe uma demanda de longo prazo — ou seja, sustentável — pelo seu produto ou serviço. Se você tem uma solução para os problemas dos seus clientes e eles estão dispostos a pagar por isso, sua empresa está pronta para decolar.

É importante que o empresário e os sócios sejam pacientes, uma vez que o lucro pode não vir nos primeiros meses. No entanto, se existe demanda, sua empresa tem maiores chances de ter mais receitas do que despesas no futuro.

2. Quem são meus concorrentes?

Para saber se você está navegando no oceano azul ou no oceano vermelho, faça uma sondagem da concorrência. Se você tem um negócio local, verifique quais as empresas que oferecem o mesmo tipo de serviço na sua cidade ou região e como você pode se diferenciar delas. Se o seu negócio é online, busque informações sobre e-commerces de produtos ou serviços com mais tempo de atuação.

3. Quem são os meus clientes?

Saber para quem você vende é tão importante quanto a venda em si. Com base em pesquisas, trace um perfil do seu cliente para saber quais são os seus problemas e necessidades. Elenque características que vão desde estado civil e gênero até o estilo de vida que ele ou ela adota. Esse perfil deve ser descrito como uma "persona", o seu cliente ideal.

4. Qual o custo de aquisição dos clientes?

Os compradores não vão aparecer magicamente na sua loja. Você precisa ir atrás deles e, geralmente, isso implica em mais custos. Seja veiculando peças publicitárias em rádios e TVs, seja pagando um profissional de mídias sociais e SEO, você vai precisar desembolsar algo para que as pessoas conheçam seu produto.

O custo de aquisição do cliente é a diferença entre o que é investido em cada cliente e o que esse cliente pode trazer de receita para sua empresa por meio da compra de produtos. É uma análise de ROI simples: divida os custos da ação (um post patrocinado, por exemplo) pelo número de clientes e compare com o tíquete médio.

5. Há margem para reduzir os custos?

Começar uma empresa não é fácil e pode ser necessário apertar o cinto para que o negócio não vá à bancarrota nos primeiros meses. O que não gera lucro, gera desperdício; portanto, elimine o máximo de desperdícios dentro da sua empresa, seja de insumos, dinheiro ou tempo.

Uma das melhores maneiras de reduzir os desperdícios é utilizando um sistema de controle financeiro, como o QuickBooks. O programa permite gerenciar diferentes contas bancárias, armazenar comprovantes na nuvem, registrar transações e gerar relatórios automaticamente. Com a rotina desburocratizada, o empreendedor pode focar apenas em entregar valor ao cliente.

 

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O lobby cidadão e a regulação cartorial //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/o-lobby-cidadao-e-a-regulacao-cartorial/124632/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/o-lobby-cidadao-e-a-regulacao-cartorial/124632/ Tue, 24 Apr 2018 15:52:01 -0300 Paulo Nassar O lobby cidadão e a regulação cartorial

Todos – da pessoa mais simples ao presidente – têm opinião e querem persuadir de acordo com os seus interesses

Novas formas de representação de interesses perante o poder público estão surgindo e se consolidando em nossa sociedade. São formas tecnicamente competentes, legais e legitimas. E mais do que isso, são democráticas e transparentes. Em resumo, este é o fato que todos aqueles que estão discutindo a regulação do lobby – principalmente o Congresso, acadêmicos, juristas, Ministério da Transparência e o do Trabalho, dentre outros, – não podem deixar de levar em consideração. Isso para que não seja criada uma "nova" profissão de lobista, que a partir de critérios tradicionais fará parte da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) e marginalizará a genuína representação de interesses, hoje exercida por uma grande parte do moderno associativismo, do terceiro setor, além de integrantes de institutos e fundações, entre outros.

Esse espectro representativo que tem suas bases nas ideias de cooperação desenvolvidas por Alexis de Tocqueville, em sua obra "A Democracia na América" (1835-1840), no início da democracia norte-americana. Reflexões, de várias origens, que mostram que ampliar a abrangência da atividade de representação é reforçar a democracia. Restringir, "cartoriar", a representação é matar a liberdade de representação e deexpressão. Assim, as discussões sobre a regulação do lobby, em curso, não devem ser feitas de maneira açodada e devem incluir o que denominamos aqui de lobby cidadão.

Um fenômeno social profundamente inserido na arena retórica brasileira, onde assuntos de toda a ordem provocam o tempo todo controvérsias e inúmeros pontos de vista. Todos – da pessoa mais simples ao presidente – têm opinião e querem persuadir de acordo com os seus interesses. Pessoas e grupos expõem as suas concepções sobre questões de gêneros, étnicas, etárias, ambientais, da vida nas cidades, entre outras. E tentam afirmar os seus interesses, identidades e diferenças por meio das palavras. Difícil é encontrar alguém sem discurso, ou que não esteja dedilhando palavras de ordem nas redes sociais.Esta Babel profana não é algo a ser amaldiçoado. É uma benção erguida no contexto da democracia e fortalecida, para o bem ou para o mal, com a revolução da comunicação digital.

Neste contexto em que a diversidade de opiniões tem orientado, por vezes radicalmente, os inúmeros posicionamentos sociais,a imagem e a reputação no campo das denominadas relações governamentais estão manchadas pela desconfiança. Estagerada por uma longa história de relações ilegais e ilegítimas entre uma parte de empresários e políticos, somada à incompetência e falta de inovação destes últimos na gestão do Estado. A experiência cotidiana tem mostrado que desses protagonistas, identificados como os maiores responsáveis pela crise econômica e ética, não virão as soluções e saídas para os grandes desafios que afetam jovens e idosos. Além de milhões de cidadãos, vistos, infelizmente, apenas no duro papel de pagadores de impostos. Uma forma governamental de se relacionar com a sociedade que está se mostrando insustentável. Isso porque não é assentada no diálogo, mas na imposição.

As soluções para as demandas da sociedade democrática – entre elas, as da mobilidade urbana, educação, saúde, segurança e comunicação – não virão das estruturas tradicionais e autoritárias, entre elas, as instituições burocratizadas, com destaque para os partidos políticos e para os velhos think-tanks e instituições criadas ainda no ambiente da cultura do controle e do letrismo. Para falta de respostas dessas estruturas, a sociedade tem respondido com a retirada da licença social para operar das velhas relações governamentais. Aquelas que trabalham na restrita e estreita relação entre autoridades e empresariado. Relações que atualmente são insuficientes em abrangência social e em inovação, porque não incorporam outros protagonistas, potencialmente impactados pelo que pode ser decidido privadamente entre autoridades e empresários. Entre esses novos atores estão os cidadãos, muitas vezes, ativistas em pequenas causas, ligadas à filantropia, às ações de responsabilidade social, ao voluntariado, ao combate à pobreza e ao analfabetismo tecnológico.

Gente que tem causas nascidas de suas experiências cotidianas, enraizadas nas empresas onde trabalham, em suas ruas, bairros e cidades. Esses novos atores sociais, que dão forma ao lobby cidadão, querem fazer parte do processo decisório, antes restrito ao protagonismo daqueles identificados com as ilegítimas formas de representação.Pessoas que descobriram que é possível a partir do ativismo cidadão fazer um Brasil, como substantivo coletivo, melhor representado e a favor dos brasileiros.

Paulo Nassar — Professor titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e Diretor-Presidente da Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.

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Competências que o mercado espera dos profissionais de Segurança da Informação //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/competencias-que-o-mercado-espera-dos-profissionais-de-seguranca-da-informacao/124631/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/competencias-que-o-mercado-espera-dos-profissionais-de-seguranca-da-informacao/124631/ Tue, 24 Apr 2018 15:29:01 -0300 Cristiano Pimenta Competências que o mercado espera dos profissionais de Segurança da Informação

Apesar dos conhecimentos e capacitação técnica necessária para assumir as posições, algumas competências não estão ligadas à tecnologia em si e se tornam um entrave no processo seletivo

O mundo está mudando cada vez mais rápido, o que exige muita agilidade, atualização e competência. Para lidar com a escassez de talentos em tecnologia, em especial na área de segurança da informação, algumas empresas do setor investem no financiamento de ações que visam aprimorar o conhecimento dos profissionais da área, complementando as habilidades adquiridas nas Universidades.

De acordo com levantamento realizado pela Arcon, empresa especializada em cibersegurança, apesar dos conhecimentos e capacitação técnica necessária para assumir as posições, que exigem altos níveis de especialização, algumas competências não estão ligadas à tecnologia em si e se tornam um entrave no processo seletivo. 

O processo seletivo, que consta de temas específicos de tecnologia de segurança, também requer bons níveis de conhecimento em português, raciocínio lógico e inglês. Além disso, o levantamento da companhia, ainda traz um alerta: Dentre outras provas aplicadas durante o processo realizado neste ano, se considerarmos somente as de português e raciocínio lógico em um universo de 18 candidatos, apenas dois candidatos foram aprovados nas últimas etapas do processo seletivo. Os demais obtiveram em uma escala de zero a dez, um grau inferior a quatro. 

A verdade é que o perfil do profissional de segurança vem mudando ao longo do tempo, exigindo pessoas com visão mais globalizada dos negócios e das tecnologias. No entanto, habilidades de leitura, interpretação de texto, escrita e raciocínio lógico, também são base e têm se mantido com um peso maior. 

Com o intuito de auxiliar os profissionais do mercado de segurança, listei sete dicas: 

1 - Seja ético

Premissa de qualquer profissão, a ética deve estar ainda mais presente entre aqueles que querem seguir a carreira em segurança da informação, isso também vale para aqueles que já atuam na área. Muitas vezes os profissionais que trabalham no segmento acabam firmando um compromisso com a proteção das informações relevantes para os negócios, que geralmente são restritas e sensíveis. 

2 - Demonstre proatividade para atuar na causa raiz de um problema 

Para ser considerado um bom profissional na área, não basta apenas encontrar falhas. Tratar o problema e demonstrar proatividade para resolvê-lo é imprescindível, já que encontrar a falha não significa que a questão esteja resolvida. Além disso, é importante tentar agir no menor tempo possível.

3- Esteja aberto a troca de conhecimento

Entre as habilidades comportamentais que favorecem os profissionais da área, a facilidade de trabalhar em equipe é uma das mais valorizadas. O mercado de tecnologia como um todo é muito dinâmico e com a segurança da informação não é diferente. A troca de conhecimento enriquece muito o trabalho prático destes profissionais que lidam diariamente com a sofisticação das táticas e tecnologias utilizadas pelos cibercriminosos. 

4- Mantenha-se antenado às normas e procedimentos de determinadas áreas

Muitas vezes, dependendo do mercado no qual o profissional de segurança vai atuar, a empresa precisa atender a determinados padrões de segurança orientados por normas e/ou regulamentações. Se o profissional se mantém antenado sobre as melhores práticas de segurança que regulam o segmento Financeiro, Telecomunicações, etc - já está um passo à frente da concorrência. 

5- Aprenda a ter uma visão global dos negócios 

Se o profissional demonstra preparo para discutir um planejamento de Segurança da Informação com viés de negócios, além do “tecniquês”, com certeza também estará à frente dos seus concorrentes.

6- Seja um eterno insatisfeito 

Buscar continuamente a atualização e o conhecimento são elementos essenciais para aqueles que vão ingressar na profissão. As Universidades ajudam a organizar o tema, mas isso não é o suficiente. O conhecimento mais profundo e produtivo, é adquirido na prática e na busca constante pela atualização das informações. 

7- Desenvolva o seu relacionamento interpessoal

O profissional que demonstra preparo ou interesse em se relacionar com o negócio e com toda a comunidade da empresa também já está um passo a frente e pode vir a se tornar um líder na área. Para encantar em uma entrevista ou no decorrer da carreira, não basta se fechar nas competências técnicas.

De acordo com o Global Information Security Workforce Study (GISWS) 2017, que na sua 8ª edição, entrevistou quase vinte mil profissionais de segurança e alcançou 170 países, o fato relevante revela um gap de profissionais na área na ordem de 1,8 milhão até 2022. Além disso, o déficit mundial de profissionais de segurança qualificados gera impactos na capacidade das empresas de monitorar e garantir a segurança das redes. Em contrapartida, as vulnerabilidades e ameaças são crescentes e indicam que precisamos de empresas públicas e privadas, profissionais do setor e comunidades acadêmicas se organizando em prol de potencializar o desenvolvimento de conhecimento e habilidades para suprir a demanda de proteção tão necessária aos negócios e sociedade. 

Cristiano Pimenta — Diretor de Serviços da ARCON, empresa especializada em Serviços Gerenciados de Segurança de Tecnologia da Informação.

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Arrecadação cresce 3,95%, melhor resultado para março em 3 anos //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/arrecadacao-cresce-395-melhor-resultado-para-marco-em-3-anos/124629/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/arrecadacao-cresce-395-melhor-resultado-para-marco-em-3-anos/124629/ Tue, 24 Apr 2018 15:05:01 -0300 Wellton Máximo Arrecadação cresce 3,95%, melhor resultado para março em 3 anos

Em valores corrigidos pelo IPCA, a arrecadação atingiu o melhor nível para o mês de março desde 2015

Beneficiada pela recuperação da economia e pelo aumento dos tributos sobre os combustíveis, a arrecadação federal cresceu acima da inflação pelo quinto mês seguido. Segundo números divulgados pela Receita Federal, o governo arrecadou R$ 105,659 bilhões em março, alta de 3,95% em relação ao mesmo mês do ano passado, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em valores corrigidos pelo IPCA, a arrecadação atingiu o melhor nível para o mês de março desde 2015. Nos três primeiros meses de 2018, a União arrecadou R$ 366,401 bilhões, alta de 8,42% acima do IPCA em relação ao primeiro trimestre do ano passado, sendo o melhor resultado para o período desde 2014.

De acordo com a Receita Federal, a arrecadação aumentou R$ 4,01 bilhões em relação a março do ano passado em valores corrigidos pelo IPCA. Desse total, parte do crescimento foi provocado pela elevação de tributos sobre os combustíveis e outra parte decorreu do Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), também conhecido como Novo Refis. No entanto, se forem descontadas fatores externos, a arrecadação teria crescido 2,16% acima da inflação na mesma comparação.

Em vigor desde o fim de julho do ano passado, a elevação do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre os combustíveis reforçou os cofres federais em R$ 2,261 bilhões em março, contra R$ 1,192 bilhão no mesmo mês de 2017. Beneficiadas pelo aumento da cotação do petróleo no mercado internacional, que influencia o pagamento de royalties, as receitas não administradas pelo Fisco cresceram 8,26% na mesma comparação, se for descontada a inflação.

Recuperação
Mesmo com fatores externos, a recuperação da economia contribuiu para a melhora da arrecadação federal. Segundo a Receita Federal, o aumento de 5,21% nas vendas de bens, além do reajuste das alíquotas sobre os combustíveis, impulsionou a arrecadação de PIS/Cofins em março, que cresceu 10,16% acima da inflação oficial em relação a março do ano passado. A alta de 2,77% na produção industrial fez a arrecadação de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) subir 9,06% acima do IPCA na mesma comparação.

Outros tributos cujas receitas estavam subindo nos últimos meses voltaram a cair. A arrecadação de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) recuou 3,78% em março, descontada a inflação no período. De acordo com a Receita Federal, a antecipação de pagamentos pelas empresas em janeiro e fevereiro contribuiu para a queda no mês passado.

A estagnação da massa salarial, apesar da recuperação do emprego formal, fez a arrecadação das contribuições para a Previdência Social cair 0,53%, descontado o IPCA, na mesma comparação. Segundo a Receita, a soma dos salários na economia cresceu 0,38% em fevereiro (fato gerador para o mês de março), mas a atualização pela inflação oficial resultou numa diminuição real dos salários em 0,06%.

* Matéria alterada às 15h50 para corrigir índices no quinto parágrafo. Onde estava escrito ...aumento de 6,51%, o correto é 5,21%. E onde estava escrito ...alta de 5,66%, o correto é 2,77%.

 

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Consumidor poderá ter balança disponível para conferir peso de produtos //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/consumidor-podera-ter-balanca-disponivel-para-conferir-peso-de-produtos/124628/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/consumidor-podera-ter-balanca-disponivel-para-conferir-peso-de-produtos/124628/ Tue, 24 Apr 2018 14:40:01 -0300 Redação Consumidor poderá ter balança disponível para conferir peso de produtos

A senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), autora da proposta, alega ser comum a ocorrência de fraudes em prejuízo do consumidor

A Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC) deve analisar na quarta-feira (25) um projeto de lei (PLS 21/2017) que obriga o comércio varejista a manter disponível balança para utilização dos clientes. O propósito é permitir ao consumidor comparar o peso dos produtos lacrados com a informação contida no rótulo.

A senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), autora da proposta, alega ser comum a ocorrência de fraudes em prejuízo do consumidor. Oferecer um instrumento de medição, segundo ela, é uma atitude simples e que pode evitar atitudes ilícitas de fabricantes e comerciantes.

O relator, senador Gladson Cameli (PP-AC), votou a favor da iniciativa. Segundo ele, a proposta vai proteger os interesses econômicos dos consumidores, assim como a transparência e a harmonia das relações de consumo.

Ele apresentou um substitutivo para que a obrigatoriedade seja observada somente por empresas de médio e grande porte: mercados, supermercados, hipermercados e atacadistas.

Retenção de senha

A CTFC também vai analisar o PLS 545/2013, do senador Vicentinho Alves (PR-TO), que proíbe a retenção de senha ou documento comprobatório do horário de chegada do consumidor ao local de atendimento.

A proposta determina que as senhas sejam restituídas ao consumidor com a anotação do horário e a identificação da pessoa que fez o atendimento. Para o autor, a retenção da senha pelo fornecedor inviabiliza a prova do mau atendimento.

O relator, Wilder Moraes (DEM-GO), votou a favor da proposta.

A reunião da CTFC está prevista para iniciar as 11h. O presidente da comissão é o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO).

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CDR vota isenção de imposto de importação para empresas da Zona Franca Verde //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cdr-vota-isencao-de-imposto-de-importacao-para-empresas-da-zona-franca-verde/124627/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/cdr-vota-isencao-de-imposto-de-importacao-para-empresas-da-zona-franca-verde/124627/ Tue, 24 Apr 2018 14:17:01 -0300 Redação CDR vota isenção de imposto de importação para empresas da Zona Franca Verde

A Zona Franca Verde engloba indústrias localizadas nas áreas de livre comércio de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Guajará-Mirim (RO), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC)

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) pode votar nesta quarta-feira (25), a partir das 9h o o PLS 68/2016, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que garante às indústrias instaladas na Zona Franca Verde isenção de Imposto de Importação na compra de máquinas, insumos e equipamentos. O projeto de lei é um dos cinco que estão na pauta.

A Zona Franca Verde, criada em 2009 e regulamentada em 2015, engloba indústrias localizadas nas áreas de livre comércio de Tabatinga (AM), Macapá e Santana (AP), Guajará-Mirim (RO), Brasiléia e Cruzeiro do Sul (AC).

O relator é senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que votou favoravelmente à proposta. O impacto orçamentário e financeiro da renúncia de receita decorrente da aprovação do projeto estava estimado em R$ 30,1 milhões em 2016 (quando foi apresentado o projeto), R$ 36,1 milhões em 2017, e R$ 43,3 milhões em 2018.

Semiárido
A CDR também deve analisar, em caráter terminativo, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 146/2014, que define os critérios de enquadramento de municípios na região do semiárido.

De acordo com o projeto, a definição da região do semiárido deverá ser atualizada a cada cinco anos pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), por critérios de precipitação pluviométrica média anual, índice de aridez e risco de seca.

Na justificativa, o autor da proposta, senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), explica que, "como a Constituição assegura ao semiárido do Nordeste a metade dos recursos aplicados em programas de financiamento ao setor produtivo destinados à Região, esse diferencial tem motivado os municípios a pleitearem sua inclusão no semiárido".

O projeto tem como relator o senador José Pimentel (PT-CE), que é favorável à proposta, já aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Minha Casa, Minha Vida
Na mesma reunião, a comissão deverá analisar o PLS 331/2015, que destina 5% das unidades habitacionais produzidas com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida aos trabalhadores da construção civil.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) é a autora do projeto, relatado pela senadora Regina Sousa (PT-PI), Ela apresentou relatório favorável e observa que, apesar do grande alcance social do programa, ainda há entre os trabalhadores da construção civil amplas parcelas desassistidas, residindo em condições precárias. Na opinião da autora e da relatora, a proposta seria uma forma de amenizar essa situação.

O senador José Medeiros (Pode-MT), no entanto, é contrário ao projeto. Ele apresentou voto em separado, sob o argumento de que os profissionais da construção civil, em sua maioria, já atendem aos requisitos necessários para se tornarem beneficiários do Minha Casa, Minha Vida.

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Comissão aprova proposta que visa facilitar venda de alimentos artesanais //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/comissao-aprova-proposta-que-visa-facilitar-venda-de-alimentos-artesanais/124626/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/comissao-aprova-proposta-que-visa-facilitar-venda-de-alimentos-artesanais/124626/ Tue, 24 Apr 2018 13:52:11 -0300 Redação Comissão aprova proposta que visa facilitar venda de alimentos artesanais

Pelo texto, os produtos passam a ser identificados em todo o país a partir de selos com a inscrição Arte, que serão concedidos pelos órgãos de saúde pública em cada estado

A Comissão de Agricultura (CRA) aprovou nesta terça-feira (24) o projeto (PLC 16/2018) pelo qual produtos artesanais com origem animal poderão ser comercializados em todo o país a partir de selo estadual. Entre esses produtos, estão queijos, salsichas, linguiças, presuntos, mortadelas, salames e geleias.

Hoje esses produtos só podem ser comercializados fora do estado em que foram feitos caso tenham o selo SIF (do Serviço de Inspeção Federal), que pode levar cerca de dois anos para ser emitido pelo Ministério da Agricultura.

O relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), solicitou o envio da proposta ao Plenário com pedido de urgência para votação.

- Este projeto vai facilitar demais a vida de milhares de pequenos produtores rurais no pais inteiro, gerando empregos e renda. Valoriza a produção, desburocratiza a inspeção sanitária e incentiva a comercialização - afirmou durante a reunião.

Selo Arte

Pelo texto, os produtos passam a ser identificados em todo o país a partir de selos com a inscrição Arte, que serão concedidos pelos órgãos de saúde pública em cada estado.

Por se tratarem de pequenos e médios produtores, as exigências de registro serão adequadas às dimensões de cada empreendimento, e os procedimentos deverão ser simplificados. Já a inspeção e fiscalização terão natureza prioritariamente orientadoras, com critério de dupla visita para a lavratura dos autos de infração.

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Casa Civil estuda decreto sobre trabalho intermitente //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/casa-civil-estuda-decreto-sobre-trabalho-intermitente/124625/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/casa-civil-estuda-decreto-sobre-trabalho-intermitente/124625/ Tue, 24 Apr 2018 13:29:01 -0300 Débora Brito Casa Civil estuda decreto sobre trabalho intermitente

Com a falta de acordo entre os deputados e a divergência sobre os pontos a serem alterados, a medida provisória não avançou

O governo prepara um decreto para definir trecho da reforma trabalhista. A iniciativa ocorre d​epois que a medida provisória (MP) que alterava 17 pontos da reforma expirou sem ter sido aprovada pelo Congresso Nacional.

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, reuniu-se com o relator da reforma na Câmara, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), na noite dessa segunda-feira (23) para definir os pontos que devem estar presentes no decreto.

De acordo com o deputado, ficou definido na reunião que o governo não deve enviar ao Congresso outra medida provisória ou projeto de lei para alterar a reforma. Como o decreto não pode mudar o teor de proposições aprovadas pelo Congresso, o único ponto da MP que deve ser contemplado no texto será o do trabalho intermitente.

A MP que expirou previa, entre outros itens, a quarentena de 18 meses para o empregado celetista demitido retornar à mesma empresa com outro contrato, na modalidade intermitente, o impedimento de atividades de gestantes e lactantes em locais insalubres e a aplicação do acordo coletivo para firmar contratos de jornadas de 12 horas por 36.

Marinho disse que não há clima para votar esse tipo de matéria no Congresso em ano eleitoral e defendeu que as críticas e questionamentos à reforma trabalhista sejam resolvidos no âmbito da Justiça.

“Eu sempre defendi que a lei era autojustificável e que a própria sociedade, no período de aplicação da lei, conseguiria verificar a necessidade de alguma atualização ou alteração. Acho que é isso que vai acontecer, até porque as eventuais dúvidas, críticas e questionamentos estão sendo resolvidos pela pacificação de jurisprudência nos tribunais superiores, o TST [Tribunal Superior do Trabalho] e o Supremo Tribunal Federal (STF)”, afirmou o parlamentar.

Segundo o relator, há ainda a hipótese de o Ministério do Trabalho tratar de alguns pontos por meio de portaria ou resoluções normativas. Esses temas ainda estão em discussão.Todos os itens que estavam na medida, publicada em novembro do ano passado, geraram controvérsias e críticas.

Marinho lembrou que "sempre" foi contra a edição de uma MP sobre o tema. Para ele, se a medida tivesse sido validada como lei, traria mais insegurança jurídica. “Eu não vejo a necessidade de se fazer ação legislativa neste momento. O fato de essa MP ter caducado é bom para o mercado de trabalho porque a medida provisória, por mais bem-intencionada que fosse, gerava um efeito de insegurança jurídica". 

Em seguida, o deputado argumentou: "[A MP] poderia, caso tivesse sido transformada em lei, modificar completamente o que havia sido aprovado pelo Congresso no ano anterior, então a caducidade da MP faz com que a lei seja cumprida na íntegra”.

Histórico 

Editada pela Presidência da República em novembro de 2017, a medida provisória pretendia cumprir um acordo firmado com os senadores para incorporar mudanças polêmicas que não foram aprovadas no Congresso. Como o governo não queria atrasar a votação da reforma, se comprometeu com os parlamentares a tirar os pontos controversos do texto por meio da MP. 

Com a falta de acordo entre os deputados e a divergência sobre os pontos a serem alterados, a medida provisória não avançou. O prazo de análise de uma MP é de 60 dias, prorrogáveis por mais 60. O primeiro prazo, vencido em 22 de fevereiro, foi prorrogado devido ao atraso na instalação da comissão de parlamentares que devem analisar a proposta. O segundo prazo venceu ontem, sem que a MP fosse ao menos discutida na comissão especial. Também não houve indicação de relator para emitir o parecer que seria submetido a votação nos plenários da Câmara e do Senado.

 

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Acordos da CGU podem devolver R$ 10 bilhões aos cofres públicos //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/acordos-da-cgu-podem-devolver-r-10-bilhoes-aos-cofres-publicos/124624/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/acordos-da-cgu-podem-devolver-r-10-bilhoes-aos-cofres-publicos/124624/ Tue, 24 Apr 2018 13:05:01 -0300 Andreia Verdélio Acordos da CGU podem devolver R$ 10 bilhões aos cofres públicos

No âmbito da CGU e da Advocacia-Geral da União (AGU), alguns em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF), já foram celebrados três acordos de leniência com o retorno de R$ 630 milhões

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) está em negociação com nove empresas envolvidas em casos de corrupção e desvio de recursos públicos para celebração de acordos de leniência. Segundo o ministro da CGU, Wagner Rosário, os acordos devem resultar na devolução de mais de R$ 10 bilhões aos cofres públicos no próximo ano.

No âmbito da CGU e da Advocacia-Geral da União (AGU), alguns em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF), já foram celebrados três acordos de leniência com o retorno de R$ 630 milhões, disse.

A responsabilização de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública está prevista na Lei nº 12.846/13, conhecida como Lei Anticorrupção. Segundo Rosário, a recuperação de recursos com ações na Justiça chega a cerca de 10% e com os acordos sobe para 60% a 70%, além de gerar uma economia com advogados e equipes de investigação nas ações.

“A quebra da empresa não é política de combate à corrupção e o acordo de leniência não é simplesmente 'passar a mão na cabeça' das empresas. É sancioná-las, com algumas vantagens, e mantê-las no mercado, que é importante para a economia”, disse Rosário.

A empresa que faz acordo de leniência deve, entre outros compromissos, cooperar com as investigações e fornecer informações e documentos que comprovem a infração, além de se comprometer a implementar ou melhorar os mecanismos internos de integridade, na mudança de comportamento diante de práticas irregulares. “Empresas que não mudam sua cultura, não tem direito a acordo e arcam com as consequências administrativas advindas dos seus atos”, disse Rosário.

“Temos que fazer o nosso trabalho voltado para a realidade. Nossa situação hoje é um baixo nível de recuperação de ativos, temos recursos desviados e um retorno aos cofres públicos muito baixo. O acordo de leniência que visa incrementar esses valores, está mostrando que é uma ferramenta efetiva e nós temos que apostar nesse importante instrumento de combate a corrupção”, ressaltou Rosário.

O ministro participou hoje (24) do Por Dentro do Governo, um programa da TV NBR em parceria com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Segundo o ministro, os programas de integridade serão implementados em 350 órgãos do Poder Executivo federal. “Eles visam incorporar uma cultura mais ética dentro desses órgão, evitando casos futuros de corrupção, é um trabalho de prevenção”.

De acordo com Rosário, os programas têm quatro bases de estruturação: o comprometimento e apoio da alta direção; a definição de instâncias e agentes responsáveis, a análise de riscos; e o monitoramento contínuo das ações. “Existem prazos de implementação para todos os processos, temos uma parte estruturante, de canais de denúncia e áreas de conflitos de interesses. E a segunda parte, de análise de risco, porque cada órgão tem um risco específico de corrupção”, disse. “Vamos nos antecipar à ocorrência da corrupção e, com isso, tornar a administração pública um lugar mais ético e com respostas positivas à sociedade”.

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Polícia Federal faz operação de busca no Congresso Nacional //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/policia-federal-faz-operacao-de-busca-no-congresso-nacional/124623/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/policia-federal-faz-operacao-de-busca-no-congresso-nacional/124623/ Tue, 24 Apr 2018 12:40:01 -0300 Débora Brito e Felipe Pontes Polícia Federal faz operação de busca no Congresso Nacional

O terceiro andar do anexo 1 do Senado e parte do sexto andar do anexo 4 da Câmara foram isolados pelos policiais

Agentes da Polícia Federal (PF) fazem busca hoje (24), em Brasília, nos gabinetes do senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e do deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE). A ação ocorre no Congresso Nacional. A PF ainda não divulgou detalhes sobre a operação que começou antes das 7h.

O terceiro andar do anexo 1 do Senado e parte do sexto andar do anexo 4 da Câmara foram isolados pelos policiais. Eles também fazem busca na casa do senador.

O advogado de Ciro Nogueira, Antônio Carlos de Almeida Castro, disse à Agência Brasil que ainda está tentando mais informações sobre a investigação e que, no mandado de busca e apreensão da Polícia Federal, consta o termo "embaraço" à Justiça. O advogado informou que o senador está fora do Brasil.

O deputado Eduardo da Fonte afirmou que está à disposição da Justiça sempre. "Confiamos nela e em Deus", acrescentou.

Advogado distribui nota

O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, que defende o senador Ciro Nogueira, distribuiu há pouco, em Brasília, a seguinte nota: “A Defesa do senador Ciro Nogueira está acompanhando as buscas que estão sendo realizadas na residência e no gabinete do Senador. Esclarece que o senador se encontra fora do Brasil, não sabendo em qual país e que não foi possível ainda falar com ele. Desconhece a defesa, até o presente momento, as razões da determinação judicial do Ministro Fachin [do Supremo Tribunal Federal]. É certo que o senador sempre se colocou à disposição do Poder Judiciário, prestando depoimentos sempre que necessários e, inclusive, já foi alvo de busca e apreensão. Continuará a agir o senador como o principal interessado no esclarecimento dos fatos. No momento, a defesa aguarda contato com o senador para poder ter o necessário instrumento de poderes que dará direito ao acesso aos fundamentos da medida de busca e apreensão.”

Operação foi autorizada por ministro do STF

A operação da Polícia Federal hoje, no Congresso Nacional, foi autorizada pelo ministro Edson Fachin, que é relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Segundo informações da Procuradoria-Geral da República (PGR), foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão pela PF nesta terça-feira. Além das diligências em Brasília, foram realizadas buscas também em endereços no Recife, Teresina e Boa Vista, com o objetivo de colher provas sobre uma suposta tentativa de obstrução da justiça por parte dos investigados, disse o órgão, em nota.

Silêncio de um ex-assessor parlamentar

Ainda de acordo com a PGR, o inquérito no qual foram autorizadas as diligências foi instaurado para apurar a suspeita de que os investigados tenham tentado comprar o silêncio de um ex-assessor parlamentar. A nota da PGR não cita nomes, mas faz referência direta às buscas realizadas hoje no Congresso Nacional.

Além da investigação sobre obstrução de justiça, os parlamentares Ciro Nogueira e Eduardo da Fonte são alvo, juntos, de um inquérito derivado da Lava Jato sobre a existência daquilo que seria uma organização criminosa no âmbito do PP, envolvendo ainda outros políticos do partido.

 

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Um em cada cinco sites brasileiros de e-commerce não está seguro, aponta Serasa Experian //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/um-em-cada-cinco-sites-brasileiros-de-e-commerce-nao-esta-seguro-aponta-serasa-experian/124622/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/um-em-cada-cinco-sites-brasileiros-de-e-commerce-nao-esta-seguro-aponta-serasa-experian/124622/ Tue, 24 Apr 2018 12:15:01 -0300 Redação Um em cada cinco sites brasileiros de e-commerce não está seguro, aponta Serasa Experian

Quando avaliados somente os sites de comércio eletrônico, aproximadamente um em cada cinco sites (19%) não está seguro

Um mapeamento da internet brasileira feito pela consultoria BigData Corp e encomendado pela Serasa Experian apontou que 30% dos sites do país não estão seguros. Estes sites não possuem o certificado de segurança (SSL – Secure Socket Layer), que promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados. Esta ferramenta é importante principalmente em casos de websites que transacionam dados pessoais e números de cartão de crédito, por exemplo. Com o SSL, as informações inseridas não podem ser roubadas por hackers.

Quando avaliados somente os sites de comércio eletrônico, aproximadamente um em cada cinco sites (19%) não está seguro, ou seja, não possui o certificado SSL. O percentual é ainda maior quando analisados sites corporativos (76%), blogs (28%) e outros (46%). O levantamento avaliou também que, até o final de abril, 45% dos sites que possuem o certificado e estão atualmente seguros estarão com estes certificados vencidos e precisarão renová-los.

“Os consumidores devem ficar atentos para garantir que seus dados não estão à mercê de um possível roubo, verificando se o site possui certificado SSL, bem como outros itens como imagens em baixa resolução, links com redirecionamento para outras páginas e domínios diferentes do acessado”, alerta Murilo Couto, gerente de certificação digital da Serasa Experian.

Uma prática muito utilizada pelos golpistas no ambiente online é a de phishing, na qual os criminosos copiam as informações trocadas durante uma transação. Dados pessoais roubados, como nome, endereço, CPF etc., podem ser coletados para fraude de identidade, que acontece quando dados pessoais de um consumidor são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos.

De acordo com o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude, o Brasil encerrou 2017 com 1,964 milhão de tentativas, representando alta de 8,2% em relação a 2016 e o maior resultado desde 2015. O primeiro bimestre do ano já totalizou 305.480 tentativas, ou seja, a cada 17 segundos um criminoso tentou roubar dados para efetivar uma fraude.

Além disso, os golpistas também podem roubar dados de transações financeiras, como as informações do cartão de crédito, para realizar fraude. Segundo uma pesquisa feita nas agências da Serasa Experian em novembro do ano passado, com cerca de 5 mil pessoas, 13% afirmaram já ter sofrido uma fraude e, deste total, a maioria (36%) afirmou que a fraude foi relacionada ao cartão de crédito.

Para verificar se o site possui o certificado SSL e, portanto, os dados trafegados estão sendo criptografados, sem risco de roubo, basta checar se há um cadeado na barra de status, ou se há um “s” após o http (https), indicando segurança. Em alguns casos, a barra de endereço do navegador fica verde. Atualmente alguns navegadores incluem para todos os sites a indicação de “Seguro” e “Não Seguro” também na barra de endereço. Normalmente também há um selo de segurança, atribuído pelo fornecedor do certificado, que pode ser encontrado no próprio site.

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4 erros na hora de vender //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/4-erros-na-hora-de-vender/124618/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/4-erros-na-hora-de-vender/124618/ Tue, 24 Apr 2018 11:52:11 -0300 Mário Rodrigues 4 erros na hora de vender

Aprender a vender não é algo que se faça do dia para a noite

Considerada por muitos uma “arte”, a venda quase sempre exige o uso de técnicas, desde o momento da aproximação ao cliente até o acompanhamento da satisfação com o produto ou serviço adquirido.

Da mesma forma que a presença de técnicas pode garantir a fidelidade do comprador, a ausência delas também pode não apenas prejudicar a negociação, mas também fazer com que esse mesmo comprador nunca mais retorne à loja ou ao site, já que o e-commerce é cada vez mais crescente.

Como aprender a vender não é algo que se faça do dia para a noite, abaixo listo quatro erros que jamais devem ser cometidos durante a venda. Nunca repita essas práticas e tenha as portas de seu estabelecimento sempre abertas para novos e, principalmente, antigos clientes. 

Antipatia é um problema grave. Tão importante quanto estar com a aparência bem cuidada é criar a identificação com o comprador logo de cara, já que o tempo para se vender é cada vez menor. Agir de acordo com o perfil de cada cliente é fundamental para que a confiança seja gerada. Ganhar a confiança já é um grande passo para que o negócio seja fechado! 

Clichê atrás de clichê já deixou de ser algo agradável. O cliente não suporta mais o vendedor com discurso pronto. Um profissional bem preparado, com informações sobre o produto e capaz de entender a real necessidade do comprador recebe muito mais atenção que o “vendedor charlatão”. 

Falta de conhecimento sobre o produto ou serviço é fatal. Numa época em que a internet está ao alcance de todos e as informações são cada vez menos confidenciais, o comprador pode muito bem obter detalhes sobre o que procura sem mesmo sair de casa. Portanto, um vendedor superficial já não tem mais espaço. Prepare-se, estude e passe algo de diferente a quem está procurando por você. 

Invadir o espaço do cliente é, no mínimo, inconveniente. Aborde, pergunte e fique sempre à disposição. Mas também saiba ouvir, espere pelo diálogo e lembre-se: o vendedor é um solucionador de problemas, que está ali para ajudar quem o procura a suprir as necessidades, e não um adivinha, com perguntas e sugestões no momento errado.

Mário Rodrigues — Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) – www.ibvendas.com.br

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Como desenvolver crenças fortalecedoras para alcançar o sucesso? //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-desenvolver-crencas-fortalecedoras-para-alcancar-o-sucesso/124621/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/como-desenvolver-crencas-fortalecedoras-para-alcancar-o-sucesso/124621/ Tue, 24 Apr 2018 11:29:01 -0300 Lucas Fonseca Como desenvolver crenças fortalecedoras para alcançar o sucesso?

Crenças limitantes são pensamentos e interpretações que você toma para si como sendo verdadeiras

Crença é tudo aquilo que eu acredito. Todas as nossas ações e decisões estão baseadas naquilo que acreditamos. Por isso, é de extrema importância reconhecer quais são essas crenças, como elas agem em nossas vidas e de que forma podemos tomar controle e consciência sobre as atitudes que temos. Nossas crenças podem ser grandes propulsores das nossas realizações, mas também tem o poder de limitarem nossas conquistas.

Crenças limitantes são pensamentos, interpretações que você toma para si como sendo verdadeiras. Uma vez que essas verdades são estabelecidas, elas te impedem de seguir em frente e conquistar o que deseja. Existem basicamente três tipos de crença que regem a nossa vida. 

A primeira e mais comum de ser tratada em processos de autoconhecimento é a crença limitante. Ou seja, um valor pessoal que é tido como verdade absoluta e que coloca barreiras entre o desejo e sonho de realizar algo. A segunda, que não é tão comum de ser tratada, são as crenças fortalecedoras. Essas são convicções que ajudam a concretizar os sonhos. Ou seja, são crenças que fortalecem o indivíduo para que ele se torne a melhor versão de si mesmo. 

Se quase não falamos das crenças fortalecedoras, as crenças transparentes, que são a terceira classificação, ficam absolutamente ignoradas ao longo do caminho. As crenças transparentes estão tão enraizadas e se confundem de tal maneira com a nossa personalidade, que chega a ser difícil identificar quais são elas e como foram parar ali. Essas só se manifestam quando a pessoa está vulnerável, quando se permitem sentir e tomar contato com suas emoções.

Para tomar controle de suas emoções e atitudes, é fundamental investigar suas crenças, observar sobre o que você realmente acredita, reconhecer como elas ganham força dentro de você, classificar as consequências que elas trazem para sua vida e, por fim, ressignificar a carga emocional empregada em cada um dos valores e certezas. 

Para identificar as crenças, recomendo que a pessoa observe seus padrões de comportamento e faça uma autoanálise nos pilares de sua vida. Existem algumas ferramentas que ajudam nesse processo, mas basicamente é necessário observar os setores: pessoal, profissional, relacionamentos e qualidade de vida. Classifique com notas de 0 a 10 qual o seu nível de felicidade, satisfação e desenvolvimento em cada um desses pilares. 

Feito esse exercício, você vai identificar as certezas que regem a sua vida e também será capaz de classificar seus valores pessoais entre: indiferentes, importantes e inegociáveis. Suas crenças estarão baseadas sobre seus valores pessoais. O próximo passo é reconhecer o que é seu de fato e que você foi induzido a acreditar.

Tão importante quanto identificar quais são suas crenças é reconhecer a origem delas. A maioria das pessoas é regida por um conjunto de valores que foi imposto, ou mesmo gradativamente ensinado. É raro encontrar alguém que não sofreu interferências em seus conjuntos de valores. A grande questão, que torna esse passo indispensável, é você querer que sua vida seja conduzida por um sistema de verdades impostos por fatores externos ou tomar frente em ser autêntico sobre como e por quê toma suas próprias decisões.

Depois, é preciso avaliar as consequências de cada crença. É nessa etapa que classificamos nossas certezas entre limitanbtes, fortalecedoras e transparentes. Com uma visão holística sobre as consequências negativas e positivas de cada crença, conseguimos estabelecer um novo nível de consciência. Essa nova percepção torna-se o gatilho que precisamos para mudar a maneira como cada crença atua em nossa vida. 

A remodelagem de uma crença limitante acontece por meio de uma nova carga emocional sobre esse sistema de valor. Nessa etapa do processo, buscamos ressignificar a maneira como enxergamos nossas certezas. É hora de abandonar aquilo que carregamos de outras pessoas - e que não fazem sentido para nós - e trazer à tona as crenças transparentes que fazem parte da nossa vida.

Quando observamos toda essa jornada ela parece longa e demorada, mas a verdade é que é possível percorrer esse caminho em poucos minutos, desde que se tenha as ferramentas adequadas. Claro que isso só é possível com uma mudança do modelo mental - e a pessoa precisa estar disposta a imergir no autoconhecimento e enfrentar seu processo de transformação. Querer é poder! O céu não é o limite é o alvo.

Lucas Fonseca — Palestrante motivacional formado em administração de empresas com especialização em coaching. Fundador do Instituto Lucas Fonseca o palestrante criou a metodologia MAP - Mindset de Alta Permormance.

 

 

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Cuidado com os "buracos negros" na sua empresa //www.administradores.com.br/noticias/negocios/cuidado-com-os-buracos-negros-na-sua-empresa/124619/ //www.administradores.com.br/noticias/negocios/cuidado-com-os-buracos-negros-na-sua-empresa/124619/ Tue, 24 Apr 2018 11:05:01 -0300 Flávio Moura Cuidado com os "buracos negros" na sua empresa

Lembre-se de que as menores fissuras podem indicar grandes problemas

Você provavelmente já deve ter ouvido falar dos temidos “buracos negros” do espaço sideral, onde tudo é sugado e nada – nem mesmo partículas que se movem na velocidade da luz – pode escapar.

As empresas também criam os seus buracos negros quando recursos financeiros, equipamentos de trabalho, a motivação dos funcionários e, até mesmo a relação com bons clientes, acabam indo para o ralo, sem que ninguém saiba o que realmente aconteceu.

Penso que porque boa parte dos gestores não dá a atenção necessária àquilo que, num primeiro momento, não parece crítico. E, então, quando o problema se torna grande de verdade, não têm muito o que fazer porque foram “engolidos“.

Os entraves na comunicação interna são um exemplo clássico. Atrasos na entrega de produtos, retrabalho, qualidade inferior dos serviços, conflitos entre os departamentos e compradores insatisfeitos costumam vir de mal-entendidos que poderiam ter sido evitados.

Não há como deixar de citar, também, de maneira particular, aqueles colaboradores que são sugados pelas demandas urgentes. Claro que emergências sempre vão existir, mas será que não está faltando um pouco de planejamento? Eles precisam ser capazes de negociar prazos possíveis de serem cumpridos com os clientes, pares e gestores, ou mesmo envolver outras pessoas para auxiliá-los.

Outro buraco negro comum nas organizações tem a ver com os custos ocultos da operação, que impactam os resultados. Enquadram-se nessa categoria as exceções no atendimento, entregas emergenciais e até mesmo a quarentena que não foi cumprida. Não é raro esses custos serem desconsiderados, o que leva os gestores a tomarem ações sem a análise adequada de viabilidade. Por outro lado, existem situações de excesso de controle, que consomem um tempo precioso e não agregam nada.

Chamo a atenção, ainda, para a dependência excessiva de alguns funcionários e, claro, a falta de conhecimento técnico e de gestão. Raramente isso aparece nas planilhas, mas certamente provoca sobrecarga de trabalho para alguns e ociosidade para outros.

Independente do porte ou segmento da sua empresa, é provável que esses e tantos outros buracos negros estejam sugando parte daquilo que foi tão difícil conquistar.

Lembre-se de que as menores fissuras podem indicar grandes problemas. Portanto, pergunte-se constantemente: quais buracos negros merecem a minha atenção neste momento? Se não é possível eliminá-los, como posso diminuí-los? Não fuja das perguntas desconfortáveis, elas são a chave para a busca de soluções e o crescimento do seu negócio.

Flávio Moura - Palestrante e Consultor Organizacional.

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Imposto de Renda: saiba como prestar contas ao Fisco //www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/imposto-de-renda-saiba-como-prestar-contas-ao-fisco/124620/ //www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/imposto-de-renda-saiba-como-prestar-contas-ao-fisco/124620/ Tue, 24 Apr 2018 10:45:33 -0300 Redação Administradores Imposto de Renda: saiba como prestar contas ao Fisco

Há três maneiras de apresentar a DIRPF. O atraso ou preenchimento incorreto pode acarretar multas

Até o dia 30 de abril, os contribuintes brasileiros devem enviar suas declarações de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) à Receita Federal, órgão que completa 50 anos em 2018. O atraso ou preenchimento incorreto pode acarretar multas. Por isso, é importante saber como prestar contas ao Fisco.

Há três maneiras de apresentar a DIRPF. A primeira é por meio do Programa Gerador da Declaração, um software de computador que está disponível para download no site do órgão e é atualizado automaticamente, caso o computador ou dispositivo móvel tenha a versão antiga.

A segunda opção é o aplicativo para smartphones e tablets Meu Imposto de Renda, disponível para dispositivos móveis Android e iOS.

Também é possível preencher online, no serviço Meu Imposto de Renda, que pode ser acessado no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Para acessar, é necessário criar um certificado digital, uma senha e um código de acesso. O serviço foi disponibilizado no dia 1º de março, mas ainda tem limitações.

Todos os dados são transmitidos diretamente à Receita Federal e podem ser salvos em um ambiente virtual para envio posterior. Ou seja, o contribuinte pode começar a preencher a declaração no computador e concluir o envio por um dispositivo móvel.

Campos para preenchimento

O programa para envio da declaração do Imposto de Renda conta com cinco quadros para serem preenchidos com as informações corretas pelo contribuinte: identificação, informações de terceiros, rendimentos, pagamentos e bens e dívidas.

Os itens que devem ser preenchidos com atenção pelo contribuinte são:

Rendimentos tributáveis. É necessário incluir todas as fontes pagadoras e rendimentos tributáveis tanto de pessoa física quanto jurídica, mesmo sem retenção na fonte. Estão inclusas as receitas com alugueis, resgates de previdência privada, prestação de serviços, dentre outras.

Rendimentos dos dependentes. Mesmo que os rendimentos do dependente sejam isentos, é necessário incluí-los na declaração.

Deduções. Algumas despesas podem ser deduzidas, desde que corretamente declaradas; o fornecimento de documentos irregulares para obter deduções é crime contra a ordem tributária e pode acarretar multas de 150% e reclusão de 2 a 5 anos.

Valor real das aquisições e alienações. Bens móveis, imóveis e direitos devem ser declarados conforme o valor real de aquisição ou alienação. Quando há ganhos de capital, deve-se recolher o imposto devido.

Saldos bancários. Qualquer conta (correntes, investimentos e aplicações financeiras) com valor superior a R$ 140, incluindo de dependentes, devem ser declaradas à Receita.

Obrigatoriedade

De acordo com a Receita Federal, em 2018, cerca de 28,5 milhões de pessoas deverão apresentar a DIRPF. Até o momento, já foram entregues aproximadamente 8 milhões de declarações. Devem prestar contas à Receita os contribuintes que:

- Receberam rendimentos tributáveis em 2017 que somaram mais do que R$ 28.559,70;
- Receberam rendimentos isentos, tributados apenas na fonte ou não-tributáveis superiores a R$ 40.000,00;
- Obteve, em qualquer mês do exercício, ganhos de capital sujeitos à incidência do imposto;
Realizou qualquer operação em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros ou outras.

Já os contribuintes que exercem atividade rural estão sujeitos a regras diferentes, tais como: obtenção de receita bruta em valor maior do que R$ 142.798,50, posse de propriedades que somam valores superiores a R$ 300.000,00 em dezembro de 2017, dentre outras.

Cuidados ao declarar o Imposto de Renda

A Receita Federal pode cruzar as informações cedidas pelos contribuintes com diversos bancos de dados para verificar a veracidade e precisão das informações. A Declaração de Serviços Médicos (DMED), o imposto retido na fonte, a Declaração de Operações Imobiliárias (DOI) e a Declaração de Operações com Cartão de Crédito (DECRED) são alguns desses bancos.

Caso as informações sejam omitidas ou declaradas incorretamente, o contribuinte corre o risco de cair na malha fina. Por isso, é importante incluir todos os rendimentos tributáveis de todas as fontes pagadoras na declaração, mesmo que não tenha havido tributação na fonte.

Já as deduções de despesas devem ser declaradas apenas quando há documentos idôneos que comprovem o gasto -- como por exemplo, os gastos com saúde. Antes de submeter a declaração, cheque as informações para saber se há inconsistências ou divergências.

É importante lembrar que resgate de previdência privada, indenizações trabalhistas e aposentadorias pelo INSS estão inclusos no rol de rendimentos tributáveis, portanto, devem ser declarados. Já o imposto retido na fonte sobre o 13º salário não pode ser compensado na DIRPF.

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Pirelli abre inscrições para seu programa de estágio 2018 //www.administradores.com.br/noticias/carreira/pirelli-abre-inscricoes-para-seu-programa-de-estagio-2018/124616/ //www.administradores.com.br/noticias/carreira/pirelli-abre-inscricoes-para-seu-programa-de-estagio-2018/124616/ Tue, 24 Apr 2018 09:52:01 -0300 Redação Pirelli abre inscrições para seu programa de estágio 2018

O processo seletivo será composto pelas etapas de inscrição, teste online, dinâmicas online e painel com Recursos Humanos e gestores

A Pirelli abriu inscrições para seu programa de estágio 2018, com vagas para o segundo semestre. São cerca de 40 oportunidades, disponíveis para estudantes com conclusão de curso prevista para entre dezembro de 2019 e junho de 2020, nas unidades fabris de Campinas (SP) e Feira de Santana (BA) e nos escritórios localizados em São Paulo (SP) e Santo André (SP). 

Para candidatar-se a umas das vagas, o candidato deve estar matriculado em um dos seguintes cursos do ensino técnico ou superior: Direito, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Marketing, Administração, Análise de Sistemas, Ciências Contábeis, Comércio Exterior, Comércio Internacional, Economia, Engenharia Ambiental, Engenharia da Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Gestão, Engenharia de Produção, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Naval, Física, Jornalismo, Psicologia, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais, Relações Públicas, Secretariado, Sistemas da Informação, Técnico em Administração, Técnico em Automação, Técnico em Eletromecânica, Técnico em Eletrotécnica, Técnico em Mecânica, Técnico em Plástico e Técnico em Química. 

O processo seletivo será composto pelas etapas de inscrição, teste online, dinâmicas online e painel com Recursos Humanos e gestores. Os benefícios oferecidos são bolsa auxílio, assistência médica, seguro de vida, auxílio farmácia, auxílio transporte e/ ou fretado, vale refeição ou restaurante no local, desconto na compra de pneus e subsídio para academias de ginástica. 

Os interessados devem se cadastrar no site http://www.metatalentos.com.br/pirelli/ até o dia 25 de maio.

Entre os benefícios oferecidos estão bolsa auxílio, assistência médica, seguro de vida, auxílio farmácia, auxílio transporte e/ ou fretado, vale refeição ou restaurante no local, desconto na compra de pneus e subsídio para academias de ginástica.

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Dólar passa de R$ 3,45 e fecha no maior valor em 16 meses //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/dolar-passa-de-r-345-e-fecha-no-maior-valor-em-16-meses/124615/ //www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/dolar-passa-de-r-345-e-fecha-no-maior-valor-em-16-meses/124615/ Tue, 24 Apr 2018 09:23:01 -0300 Redação Dólar passa de R$ 3,45 e fecha no maior valor em 16 meses

A cotação esteve no maior valor desde 2 de dezembro de 2016, quando a moeda foi vendida a R$ 3,473

Em mais um dia de tensões no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no maior valor desde o fim de 2016. O dólar comercial encerrou a última segunda-feira (23) vendido a R$ 3,453, com alta de R$ 0,041 (+1,2%). A cotação está no maior valor desde 2 de dezembro de 2016, quando a moeda foi vendida a R$ 3,473.

Na Bolsa de Valores, o dia foi de oscilações. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, começou o dia em queda, alternou momentos de altas e baixas durante a tarde, até encerrar a sessão praticamente estável, com alta de 0,06%, aos 85.602 pontos.

Além das tensões políticas no Brasil, o mercado foi influenciado pelo cenário internacional. Indicações de que a inflação nos Estados Unidos pode ser maior que o previsto aumentaram a demanda por títulos do Tesouro norte-americano, considerados o investimento mais seguro do mundo.

A inflação da maior economia do planeta em alta aumenta as possibilidades de que o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, eleve os juros além do previsto. Taxas mais altas em economias avançadas atraem os investidores internacionais, que retiram o dinheiro de países emergentes, como o Brasil, pressionando para cima a cotação do dólar.

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