Nosso cérebro, uma potência para ser mais feliz

Felicidade é algo de grande benefício, pois organiza o cérebro de uma forma produtiva.

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O tema felicidade é meu foco desde 1998, quando trabalhava ligada ao negócio e com a meta de atrelar o desenvolvimento ao resultado. Percebi que a felicidade é ativa.

Felicidade faz o "mindset" ser flexível e estratégico, com visão 360º ou quem sabe 720º. Sempre observei, ali ainda sem dados estatísticos, que um gestor feliz era determinado em seu objetivo e, com habilidade, lia o cenário e agia.

Felicidade é algo de grande benefício, pois organiza o cérebro de uma forma produtiva. Há criatividade na felicidade, que impulsiona novas saídas. Para lidar com cenários oscilantes é um bem sem precificação, ainda.

Um profissional feliz persiste, um profissional infeliz abandona ou repete o mesmo comportamento, justificando o desgaste de não alcançar o objetivo.

A infelicidade proporciona rigidez para o cérebro, pois o foco se mantém no que fomenta o desconforto. Treinamos a mente com muita agilidade, nosso cérebro é muito responsivo.

Quando comecei a estudar a felicidade e desenvolver a engenharia da felicidade ,o maior objetivo inspirador foi disponibilizar estratégias que treinem o cérebro ou modelo mental e emocional para acessarmos mais vezes a felicidade.

Lembrando que felicidade produtiva é diferente de êxtase momentâneo ou ausência de compromisso e visão de realidade.

Existem muitas distorções sobre felicidade, talvez até um medo em assumir que para ser feliz é importante agir internamente mais que externamente.

Profissionais felizes são mais comprometidos, pois estão conectados aos seus valores e pouco sensíveis ao julgamento externo, se esse for distinto dos seus valores.

Então para ter o profissional feliz, um ponto de sustentação é a Cultura Corporativa. Sem esse link, há muito espaço para a infelicidade e, consequentemente, ausência de comprometimento.

Um profissional feliz sabe analisar dados, fatos e resultados, tem liberdade para buscar informação e sente prazer em fazê-lo, sem sentir se desqualificado. Ninguém é feliz em ser quem é, sentindo desqualificação diante do desconhecido! Essa atitude gera melhores resultados com solidez.

Outro aspecto dos profissionais felizes que faz a diferença para uma empresa é a abertura para aprender e passar seu legado, formar sucessores. Outro grande "tabu" no ambiente corporativo.

Para ter sucessor é importante ser feliz e descobrir que alguém pode fazer algo que fazemos às vezes melhor e, reconhecer que ensinamos ou colaboramos para alguém ser melhor!

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Tags: cerebro corporativo criatividade engenharia da felicidade felicidade gestão liderança pnl potencia potencia cerebral

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