A administração moderna tem sido considerada de papel universal. Dentre suas atribuições estão: alcançar objetivos, conseguir eficiência e eficácia e, equilibrar objetivos conflitantes. E este último lida com o comportamento humano, o que é bem complexo. Tanto é que a área de Recursos Humanos vem ganhando espaço na Administração de Empresas, reconhecendo a importância desta para os gestores, que vivem em tempos onde os desafios de qualidade e competitividade são o sinal de perdas e ganhos das áreas, dos empregos e própria organização. Alguns dos problemas frequentes têm sido o turnover ou rotatividade. Pesquisas tem mostrado o elevado índice de rotatividade nas empresas atualmente e denota-nos a preocupação para com essa questão. A rotatividade está negativamente relacionada com a satisfação no trabalho. A satisfação não é somente interna ao emprego, também pode englobar um conjunto de situações externas a ele, trazidas pelo indivíduo. Entretanto, um aspecto importante e de grande relevância é o do estresse no trabalho. O estresse traz malefícios tanto a saúde dos funcionários como à produtividade e a qualidade do serviço prestado, prejudicando os objetivos da organização. As necessidades das pessoas e os novos desafios organizacionais têm estimulado a estruturação de atividades de qualidade de vida nas empresas. Algumas mudanças de hábitos e culturas, além de novos paradigmas, são criados dentro das organizações, buscando oferecer meios em que funcionários se sintam satisfeitos com seus empregos, além de programas motivacionais, de educação e informação sobre assuntos diversos, recreação e atividades a garantir saúde física e emocional dos empregados. Percebe-se que nunca, na história das organizações, houve tanta preocupação com o bem estar das pessoas e a valorização das mesmas; e que assuntos como rotatividade excessiva de pessoal, por exemplo, sequer eram vistos como problema. A evolução do comportamento humano tem se dado justamente ao sucesso das empresas e compreender essa evolução se torna essencial para os novos e modernos gestores. A satisfação tem se tornado foco e grande ferramenta na gestão moderna, uma vez que, vem-se concluindo e reafirmando que por mais que a tecnologia avance e precise avançar, as pessoas ainda são e sempre serão os grandes vetores que geram energia para o motor organizacional funcionar.