O site Wikipedia, a enciclipédia livre da rede mundial de computadores, define planejamento da seguinte forma:”O planejamento (português brasileiro) ou planeamento (português europeu) é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, estruturando o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina. Sendo, portanto, o lado racional da ação. Tratando-se de um processo de deliberação abstrato e explícito que escolhe e organiza ações, antecipando os resultados esperados. Esta deliberação busca alcançar, da melhor forma possível, alguns objetivos pré-definidos.” Seria muito fácil então definir a ‘falta de planejamento’ simplesmente colocando algumas negações na definição acima. Mas o fato é que no mundo real as coisas acontecem um pouco diferentes. Existem diversas ferramentas criadas por mestres da Administração de Empresas que facilitam a organização das idéias na hora de organizar um planejamento, seja de curto, médio ou longo prazo, além é claro de abranger situações de maior ou menor complexidade. Algumas delas: Análise SWOT, Matriz BCG, PDCA, 5 forças de Porter, análise do macro e micro ambientes, Marketing Mix (4 (ou 7) P’s), Missão, Visão, Políticas, Cenários, etc. Apesar de ser um administrador de empresas diplomado, com dois MBA's e uma vasta experiência no mundo coorporativo e empreendedor, não quero entrar no mérito técnico da questão e sim questionar alguns pontos de razão fundamental do motivo de algumas empresas e profissionais não utilizarem essas ferramentas no cotidiano, gerando assim estresse, corre corre, busca de culpados, procurar apagar fogo, tapar buracos, desanimo de colaboradores e insatisfação de Clusters e Stakeholders. O ditado popular do futebol brasileiro que diz que ‘em time que está ganhando não se mexe’ não cabe no contexto empresarial. O planejamento deve ser revisto e reavaliado constantemente, afinal, o mundo muda dinamicamente e cada vez mais rápido e nós temos que, em sua maioria, acompanha-lo, pois caso contrário, estaremos colocando a saúde da empresa em jogo. Para atingir nossos objetivos é fundamental estar alinhado com o contexto e cada época e planejar em paralelo com o mundo real e não com o mundo ideal. Pequenas e grandes empresas, pela falta de organização em seus processos e falta de planejamento constantemente, deparam-se com inúmeros questionamentos em diversos níveis hierárquicos como: Dá pra fazer? Vamos conseguir? Qual é o nosso plano B, temos algum? Você pode trabalhar de domingo? Tem como você voltar mais cedo da sua viagem no carnaval? Aquele relatório que eu pedi para o próximo mês, você pode me entregar hoje? Qual a nossa meta do mês? Existe plano de carreira? Vamos focar no planejamento estratégico? Vamos focar no cliente? Quem é o dono do processo? Qual é a maneira correta de fazer? Então se o Julio sair de férias não tem que faça? As ferramentas para sanar todas essas e algumas outras dúvidas existem, são conhecidas pela maioria das empresas, gestores e funcionários, só não são utilizadas (ou não são aproveitadas como deveriam) por desleixo, incapacidade intelectual, incapacidade de gestão dos responsáveis ou por falta de interesse em usá-las ou interpreta-las e tomar as ações necessárias acarretando em milhares de pequenos desastres de naturezas diferentes. Caros amigos, se você trabalha em uma empresa que levanta esses tipos que questionamentos existem dois pontos a serem considerados: 1. Existe só um destino para essa companhia.2. O que você ainda está fazendo ai?