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A importância do GPS para o transporte rodoviário de cargas no Brasil

As empresas de transporte rodoviário com a crescente concorrência do mercado e a necessidade de melhorar a qualidade de seus serviços perceberam a necessidade de investir em sistemas de rastreamento de veículos para diminuir a incidência de roubo de cargas e melhorar sua logística.

A importância do GPS para o transporte rodoviário de cargas no Brasil

Bruno Tavares – brolta@gmail.com

Resumo

As empresas de transporte rodoviário com a crescente concorrência do mercado e a necessidade de melhorar a qualidade de seus serviços perceberam a necessidade de investir em sistemas de rastreamento de veículos (GPS – Global Positioning System) para diminuir a incidência de roubo de cargas e entregar pontualmente o produto em local previamente acordado ao menor custo possível. O objetivo deste artigo é demonstrar os benefícios que o GPS traz a estas empresas.

Palavras-Chave: GPS; Transporte; Cargas.


Abstract

The road transport companies with increasing market competition and the need to improve the quality of its services, realized the need to invest in vehicle tracking systems (GPS - Global Position System) to reduce the incidence of cargo theft and deliver on time the product at an agreed location at the lowest possible cost. The aim of this article is to demonstrate the benefits that GPS brings to these companies.

Keywords: GPS; Transport; Cargo.

1 – Introdução

No Brasil, o principal transporte de cargas é o rodoviário que detêm cerca de 65%, mais da metade de todas as cargas movimentadas no país. O transporte de cargas na modalidade rodoviária efetua o transporte desde grandes volumes de matéria-prima até pequenas encomendas. Hoje em dia, a grande dificuldade das empresas são os roubos de cargas, que causam grandes prejuízos. Diante disso, é necessário achar uma solução a fim de diminuir o grande roubo de cargas nas rodovias brasileiras. Assim, percebeu-se que unir a tecnologia da informação às operações de transporte seria uma alternativa a coibir os roubos através de um sistema de rastreamento de veículos. O sistema de rastreamento veicular, além de monitorar as cargas quando roubadas, possibilita que as empresas monitorem seu produto e todo o seu ciclo de distribuição, em tempo real, propiciando uma vantagem competitiva para o negócio. Esse sistema é o Global Position System (GPS), sistema global de posicionamento via satélite. Sendo assim, o sistema de rastreamento veicular surge como um importante instrumento de apoio às ações de logística empresarial e gerenciamento de risco. Não alheias ao fato, as empresas estão investindo nesse sistema, a fim de diminuir os prejuízos com os roubos de cargas e manter um controle total de seus produtos possibilitando inclusive a reprogramação da entrega de mercadorias em função de imprevistos. O GPS é um sistema eletrônico que fornece informações via satélite a um aparelho receptor móvel, indicando a posição do mesmo, tendo as coordenadas terrestres como referência.

2 – Desenvolvimento

2.1 – Logística das Empresas

Em um Mundo globalizado, com a abertura de mercados, verifica-se que os fabricantes e os consumidores encontram-se geograficamente dispersos. Em grandes quantidades em algumas regiões, as matérias-primas quase nunca estão próximas aos locais de entrega das empresas que as utilizam como insumos em seus processos produtivos, e, posteriormente, estes bens vêm a ser consumidos em outros territórios. A logística é muito importante no contexto das empresas, para superar as distâncias e reduzir os tempos durante o deslocamento que impede que haja um ótimo fluxo de insumos e produtos. Os novos nichos de mercado, compostos por consumidores cada vez mais exigentes de qualidade, passam então a exigir que os produtos estejam no local e na hora exatos em que são demandados. Estes consumidores também são mais sensíveis a serviço para determinar a escolha do produto que será adquirido, em detrimento inclusive de qual seja a sua marca. O setor logístico beneficia as empresas e organizações na agregação e criação de valor ao cliente. Ela pode ser a chave para uma estratégia empresarial de sucesso, provendo diversas maneiras para diferenciar a empresa da concorrência através de um serviço superior ou ainda por meio de interessantes reduções de custo operacional. Assim, a logística passa a ser reconhecida nas organizações como um diferencial competitivo frente à acirrada concorrência. Sendo uma ferramenta estratégica, sua utilização adequada permite que a empresa possa diminuir as distâncias existentes entre a localização e a disponibilidade dos insumos para a elaboração dos produtos, atendendo às necessidades de consumo pelos clientes, com um considerável grau de eficácia e eficiência. O produto, ao sair da fábrica, já tem um valor intrínseco a ele agregado, mas esse valor está ainda incompleto para o consumidor final. Ao longo de todo o processo logístico, dependendo da distância, do tempo ou da quantidade de intermediários, há um aumento ao valor do produto. Assim, além de possibilitar a otimização dos processos existentes na organização, em sua mais ampla abrangência, reduzindo os custos operacionais, a logística empresarial gera a oferta de um produto de valor superior ao cliente. Fica evidente que, mesmo o mais modesto sistema logístico, introduz valor de lugar ao produto. Como este valor depende do deslocamento do produto do local em que foi fabricado até o depósito, depois à loja, e finalmente ao consumidor, a atividade logística empresarial é equivocadamente entendida como sendo apenas transporte e armazenagem. Um outro valor, como dito, o de tempo, é incorporado ao produto desde que este seja entregue ao consumidor no prazo acordado, ou no momento em que seu consumo é necessário ou desejado, enfatizando a importância da logística nas empresas. Os valores de lugar e de tempo agregados ao produto pela logística, satisfazendo o consumidor, estão de acordo com o conceito de que a logística empresarial trata de todas as atividades de movimentação e armazenagem, que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final. Basicamente, a Logística é o processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e informações associados, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor. Desta forma, os processos logísticos de uma empresa devem ser modelados através de estruturações organizadas e sinérgicas de seus componentes, humanos e também materiais, sejam externos ou internos à organização, tendo como objetivo principal a satisfação das necessidades dos consumidores finais de seus produtos. Dentro deste contexto logístico, existem diversos setores que desenvolvem papéis importantes para que o produto certo, esteja na quantidade certa, na hora certa, no lugar certo ao menor custo possível. Dentre estes setores destaca-se o de transportes por sua grande participação e importância dentro da cadeia, pois seus custos são elevados e é fator determinante a chegada do produto aos consumidores.

2.2 – Transporte

O setor de transportes de uma organização possui uma forte relação com a logística, inclusive sendo parte dela, devido à evidência de seu papel estratégico na seleção da modalidade, no dimensionamento da frota, na definição de níveis de serviço e no detalhamento dos custos, contabilizados os seguros de veículos e de cargas. O transporte é, para a maioria dos produtos, um elemento de enorme peso nos custos de distribuição, e muito importante para os resultados obtidos no serviço ao cliente. Seu desempenho pode influenciar o resultado final de uma operação, alterando a percepção de qualidade do serviço, pelo comprador. Verifica-se que, como a atividade logística de transporte compõe o custo de um produto, a sua eficiência é um fator determinante para a satisfação dos clientes. Isto porque a excelência no desempenho do transporte se reflete na redução do preço do produto e no aumento da qualidade percebida pelo comprador, sendo uma forma de agregar valor ao produto frente ao cliente, fidelizando-o. Dessa forma, é claro que as empresas estão sempre atentas ao processo de como efetuar a entrega de seus produtos no local especificado sem que os fretes lhe sejam muito onerosos, enquanto que as organizações que atuam em logística de transportes procuraram implementar melhorias no serviço que prestam àqueles seus clientes empresariais. É importante também o papel do transporte no desenvolvimento econômico de um País. Além do comentado impacto sobre a formação do preço de produtos, uma infra-estrutura de transportes bem montada viabiliza a atuação em mercados mais abrangentes, a um custo mais baixo, gerando possíveis economias de escala que diminuem os custos de produção. Os riscos empresariais no segmento de transporte de cargas são todos os eventos e expectativas de eventos que impedem o transporte eficaz. Como eventos e suas expectativas, incluem-se também as situações que ocorrem à revelia da empresa, como a violência e o roubo de cargas, os acidentes de percurso devido à péssima manutenção das rodovias, entre outros, incluindo as fraudes. Como já comentado na introdução deste artigo, o modal rodoviário é o mais utilizado no país. Este, apresenta algumas desvantagens em relação a outros modais como a velocidade se comparado com o modal aéreo que é o mais veloz, a confiabilidade e a freqüência que é predominante no modal dutoviário além da capacidade disponível no transporte aquaviário. Apesar disso, a superioridade desta modalidade tecnicamente mais indicada para a coleta e a entrega de mercadorias, que são as pontas do serviço de transporte de cargas, é reforçada pela possibilidade de atendimento do tipo porta a porta, durante o percurso. Os veículos que transitam com carregamentos nas estradas, que são os caminhões, conseguem atingir mercados geograficamente dispersos, levando volumes de todos os tamanhos. Por outro lado, por ser o mais utilizado, é também o que ocorre o maior número de roubos de cargas que será apresentado a seguir.

2.3- Roubos de Cargas

Nas últimas estatísticas evidenciadas de roubos de cargas no Brasil, de 2003 a 2005 houve oscilação de ocorrências, porém a partir de 2006 houve crescimento até 2008. Em 2007, o número de ocorrências foram de 11.850 totalizando 735 milhões de reais, e em 2008 o número de ocorrências foram de 12.400 totalizando 805 milhões de reais em prejuízo. Em face disto, as empresas começaram a investir em sistemas de monitoramento de caminhões como o GPS, com o objetivo de diminuir os prejuízos em relação ao furto de cargas.

2.4 - GPS

O Sistema de Posicionamento Global, conhecido por GPS (Global Positioning System ou do português "Geo-Posicionamento por Satélite"), é um sistema global de navegação via satélite que permite, com uma precisão de poucos metros(ou de centímetros), a posição de um veículo, uma pessoa ou outro objeto. Inicialmente, o GPS foi usado na área militar para o direcionamento de diversos tipos de armamentos de precisão. Atualmente, estes armamentos "inteligentes" são guiados aos seus alvos por um sistema em conjunto com um GPS. Este tipo de sistema pode ser usado em qualquer condição climática e garante um alto índice de acertos. Além disso, o GPS é aplicado à aviação geral e comercial, navegação marítima, ou até mesmo qualquer pessoa e/ou objetos, que deseja obter maiores informações acerca de sua posição, possibilitando outras informações como o conhecimento de sua velocidade e direção do seu deslocamento. O GPS funciona mediante uma rede de 24 satélites sendo 3 sobressalentes(que entram em operação caso ocorra alguma falha com um dos satélites principais) em 6 planos orbitais, a 20.200 km. de distância, a uma velocidade de 11.265 km/h, com trajetórias sincronizadas para cobrir toda superfície da Terra. Os satélites, assim como os receptores GPS, possuem um relógio interno, o qual marca à hora com uma precisão de nanosegundos. Quando o sinal é emitido, também é enviado o horário que ele “saiu” do satélite. Este sistema é controlado através de sinais de rádio, que viajam na velocidade de 300 mil quilômetros por segundo, no vácuo. Calculando quanto tempo este sinal demorou a chegar, o receptor consegue calcular sua distância do satélite. Como a posição dos satélites é atualizada constantemente, é possível, por meio destes cálculos, determinar qual a sua posição exata. Os GPS usam o sistema de triangulação para determinar a localização de um receptor em terra. Suponhamos que uma pessoa esteja perdida, e esta pessoa pergunta para alguém onde ela está. A resposta da pessoa normalmente é: “Você está a 10 quilômetros da cidade X”. Mas você pode estar a 10 quilômetros em qualquer direção da cidade. Então, é possível traçar um círculo para determinar a possível área em que você se encontra. O mesmo pode ser feito com outros pontos de referência (Y e Z, por exemplo) e assim fazer a triangulação dos pontos para determinar exatamente a sua posição. O sistema de GPS funciona da mesma forma. Este princípio é chamado de trilateração. Um quarto satélite é necessário para determinar a altitude em que você se encontra. O princípio do cálculo é o mesmo, mas envolve alguns números e fórmulas extras por tratar-se de um espaço tridimensional.  Há um projeto para o lançamento de novos satélites, a fim de substituir os atuais. Mas, tal projeto encontra-se atrasado em três anos, e não há indícios de que venha a acontecer logo. Por isso, os países da Europa se uniram e já estão construindo seu próprio sistema GPS, batizado de Galileo, com previsão para entrar em funcionamento até o ano de 2013. A Rússia também está com um projeto alternativo aos satélites americanos. É o Glonass, que ainda não tem previsão para entrar em funcionamento, mas que promete maior confiabilidade do que o sistema GPS atual. As “sucatas” que orbitam a Terra também vêm se mostrando verdadeiros inimigos dos satélites funcionais. A colisão entre o lixo espacial que está na órbita terrestre e satélites está sendo cada vez mais freqüente. Faz-se necessário a presença de profissionais capacitados para operar o aparelho de forma eficiente, sabendo utilizar e trabalhar em cima das informações fornecidas pelo GPS. É importante lembrar que o GPS apresenta outras vantagens além da redução do roubo de cargas como veremos mais abaixo.

2.5 - Benefícios com a tecnologia de rastreamento

O GPS oferece uma série de benefícios para a empresa e para o motorista do veículo, pois garante maior fiscalização no serviço de transporte, dando a possibilidade de acompanhamento em tempo real das atividades realizadas, garantindo assim maior eficiência no transporte de cargas, além de evitar que ocorram problemas como o desvio de rota. Segue abaixo alguns outros benefícios causados pelos rastreadores e suas devidas justificativas.  Correto uso do veículo; Com o monitoramento via satélite o veículo só poderá ser utilizado para fins comerciais evitando assim o uso do veículo para fins pessoais ou que não sejam de interesse da empresa.  Eliminação de manobras desnecessárias; Os equipamentos de GPS já costumam fornecer o melhor caminho que o motorista deverá fazer para o trajeto desejado. Neste caso, o motorista não perde tempo com equívocos ao traçar a rota.  Recuperação de veículos. Com o rastreamento, ficou mais fácil achar o veículo após o roubo. Geralmente, as cargas roubadas são levadas para algum local e só após a chegada, a carga é desmontada ou então toma outra rota. Então, enquanto essa carga é levada, a polícia é informada sobre o roubo e posteriormente consegue recuperar o veículo na maioria das vezes com a carga intacta.  Economia em ligações telefônicas para saber onde estão localizadas as unidades, pois o aparelho nos dá as informações necessárias em tempo real.  Melhora de processos operativos e, por causa disso, obtenção de aumento nos lucros.  Administração da frota pelo telefone celular BlackBerry e o novo iPhone. Independentes de onde o controlador esteja os dados podem ser enviados para o seu aparelho móvel, facilitando o trabalho do controlador.  Tomada de decisões informadas em caso de imprevistos e contratempos (rupturas, acidentes, mudanças de itinerários, etc.).  Otimização da qualidade no serviço de transporte. Com os benefícios já citados acima, a eficiência na distribuição é maior e a qualidade do serviço também aumenta.  Prevenção em matéria de segurança e diminuição de riscos.  Economia em gastos de seguros e outras despesas relacionadas. Com o uso do GPS, a tendência do preço do seguro do caminhão é baixar devido à facilidade de obter informações do veículo mesmo que à distância.  Redução do número de acidentes devido ao controle da velocidade dos veículos. O equipamento rastreia a velocidade do caminhão ficando mais fácil o controle da velocidade do veículo.  Outro ponto importante é que o monitoramento via satélite pode ajudar em caso de imprevistos, pois se o local de monitoramento da frota perceber que o caminhão está muito tempo parado em um ambiente que não havia sido determinado como ponto de parada, o centro de controle pode entrar em contato com quem está no caminhão para ter detalhes do que está acontecendo, podendo evitar assim, um assalto, ou uma parada desnecessária para fazer um lanche por exemplo.  O GPS também serve de prova incontestável para efeito de alguma reclamação sobre o veículo quando ele estiver em curso, por exemplo, em caso de uma reclamação em que o pedestre informe à empresa que o caminhão de placa XXX- 9999 ultrapassou o limite de velocidade. Neste caso, o GPS poderá informar se este relato é falso ou verdadeiro tomando as providencias cabíveis caso seja necessário. Sendo assim, milhares de caminhões brasileiros já não só são localizados a qualquer hora e em qualquer lugar como fornecem dados de sua operação para uma estação de controle com prontidão ou em tempo real. Informações indispensáveis para a melhoria de gestão de frotas de carga vêm dessa integração, que se desenvolve em vários níveis e atingem agora transportadores de todos os portes. Vale lembrar que o GPS não atua sozinho, pois é preciso ter gente capacitada para operar o aparelho de forma eficiente, sabendo utilizar e trabalhar em cima das informações fornecidas pelo rastreador. Somente o uso adequado das informações captadas pelo aparelho, unidas a habilidade dos controladores da frota em manusear tais informações, trarão resultados benéficos para a empresa.

3 - Conclusão

Não há ainda um modo eficaz para acabar com o furto de cargas, os sistemas apenas diminuem a incidência de roubos através do rastreamento que contribuem para a recuperação de cargas antes de ela ser desconsolidada. No Brasil a incidência de roubos vem crescendo constantemente nos últimos anos, portanto paralelo ao uso do GPS, o governo deveria investir na maior fiscalização com policiamento adequado. O GPS é responsável por uma mudança significativa no sistema rodoviário brasileiro, permitindo o rastreamento e controle de frotas. Através dele o sistema de distribuição tornou-se mais eficaz evitando custos desnecessários e trazendo maior segurança para as empresas transportadoras e para o motorista. Resultados são visíveis e as empresas continuam investindo a cada ano nesse sistema, mesmo com um custo de implantação elevado, os benefícios são grandes e satisfatórios.

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