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A importância da estratégia e do planejamento para as organizações em tempos de crise

Francisco da Nóbrega,
A IMPORTÂNCIA DA ESTRATÉGIA E DO PLANEJAMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES EM TEMPOS DE CRISE.


Francisco da Nóbrega Medeiros Neto – dede.nobrega@hotmail.com - Graduando em Administração (UEPB).

Profª Dra. Virgínia Motta Aguiar – Virginia-aguiar@uol.com.br - Graduada em Administração (UEPB), Mestra em Ciências da Sociedade (UEPB) e Doutora em Engenharia da Produção (UFPB). Professora do Curso de Administração UEPB/FACISA.


Resumo

Administrar uma organização é conduzi-la por caminhos cheios de obstáculos e perigos a cada instante, pois, com o passar dos anos aumentam cada vez mais as incertezas sobre a sobrevivência organizacional. Portanto, o objetivo principal deste artigo é alertar os gestores e estudantes da área sobre a importância do planejamento e da estratégia para a administração contemporânea, mostrando os tipos, características e benefícios da utilização dessas ferramentas. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica, com o estudo e a analise de conceitos de diversos autores e concluiu-se que o planejamento e a estratégia são as principais ferramentas de auxilio para as organizações, pois, estas tentam prever as situações inesperadas e problemáticas com antecedência, e suas eventuais soluções, evitando assim a maior quantidade de imprevistos possíveis.

Palavras – chave: Organizações; Administrar; Planejamento.


Introdução

Com a globalização reduzindo as fronteiras o aumento da concorrência é inevitável no contexto atual, e com isso, as organizações contemporâneas necessitam cada vez mais tentar garantir a sua sobrevivência empresarial.
De acordo com pesquisa realizada pelo SEBRAE (2005), a taxa de mortalidade das empresas brasileiras é de 46,7% no segundo ano de existência, 53,4% e 62,7% para o terceiro e quarto ano de existência.
Para suportar essas dificuldades e na tentativa de amenizar as incertezas, as empresas precisam utilizar instrumentos para prever cenários, na tentativa de garantir o desenvolvimento e a permanência no mercado.
Para que isso ocorra, é preciso que se implante uma política de planejamento e que medidas estratégicas sejam adotadas na organização, utilizando-se ferramentas de apoio.
Nas empresas competitivas verifica-se que, uma importante condição para sua manutenção no mercado, está ligada à clara definição de seus objetivos e ao traçado antecipado dos possíveis caminhos a serem seguidos para atingi-los.
Segundo Drucker (1997, p. 47) “Quando a empresa traça objetivos e metas, e busca alcançá-los, ela tem claramente definido do porque ela existe, o que e como faz, e onde quer chegar”. Esses são os questionamentos básicos para a elaboração e implementação dessa ferramenta.
Muitos acreditam que só é necessário em empresas de grande porte, mas ao contrário do que se pensa, planejar e estabelecer metas organizacionais não só é necessário em grandes empresas, se faz também para toda e qualquer organização, seja ela de pequeno, médio, ou grande porte, pois, dificilmente uma organização permanecerá competitiva no mercado se não houver planejamento.
Segundo Kotler (2000, p. 67) “o segredo das empresas bem sucedidas no mercado se deve ao fato de praticarem frequentemente a arte do planejamento estratégico”.
Diante da importância do planejamento em uma organização, o objetivo desse trabalho é alertar os gestores e estudantes da área para a grande importância dessas ferramentas no cenário atual.
Com isso, a realização deste estudo importará em grandes benefícios para as organizações, pois, algumas ainda não possui uma cultura estratégica de planejamento, e o presente estudo proporcionará a oportunidade de conhecer os seus benefícios e a sua importância, para através destes buscar a melhora do seu desempenho, no que diz respeito a produção, vendas e faturamento, e a lidar com os concorrentes.


REFERENCIAL TEÓRICO


1. Planejamento


1.1 Conceitos Gerais

O planejamento é uma ferramenta gerencial primordial para as organizações contemporâneas, pois, planejar em uma organização consiste no estudo e na escolha de alternativas para se alcançar um objetivo de forma eficiente e eficaz, a partir da situação atual da organização. Portanto, o processo administrativo deve iniciar-se pelo planejamento, delimitando os objetivos e implantando políticas organizacionais para o seu alcance, num processo sucessivo e ininterrupto, com o monitoramento e avaliação dos mesmos.
Para Chiavenato (2004, p. 152) “O planejamento é a primeira das funções administrativas e é a que determina antecipadamente quais são os objetivos a serem atingidos e como alcançá-los”
Segundo Kotler e Armstrong (2003, p. 33)
O planejamento encoraja a administração a pensar sistematicamente no que esta acontecendo e no que acontecerá. Ele força a empresa a definir melhor seus objetivos e políticas, leva a uma melhor coordenação de seus esforços e oferece padrões de desempenho mais claros para o controle.

De acordo com Maximiano (2004), entende-se por planejamento a atividade de se definir um futuro desejado e de se estabelecer os meios pelos quais este futuro será alcançado. Trata-se essencialmente de um processo de tomada de decisões, caracterizado por haver a existência de alternativas.
Essa afirmação é reforçada por Certo (2003, p. 103) afirmando que: “Planejamento é o desenvolvimento sistemático de programas de ação destinados a alcançar objetivos de negócio estabelecidos de comum acordo por meio de análise da avaliação e da seleção das oportunidades previstas”
Para Lacombe e Heiborn (2003, p. 162) “O planejamento é um processo administrativo que visa determinar a direção a ser seguida para alcançar um resultado desejado. [...]”

Oliveira (2006, p. 34) ainda o define como:
[...] o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas, as quais proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações futuras de decisões presentes em função dos objetivos empresariais que facilitarão a tomada de decisão no futuro, de modo mais rápido, coerente, eficiente e eficaz [...]

O planejamento é um processo continuo e dinâmico que consiste em um conjunto de ações coordenadas, integradas e orientadas para tornar realidade um objetivo futuro. O bom planejamento ajuda a empresa a antecipar as mudanças, a uma melhor coordenação de seus esforços e a se preparar de forma eficaz para os eventos inesperados.
Maximiano (2004, p. 143) afirma ainda que: “O resultado do processo de planejamento é a preparação de planos. Em essência, um plano é o registro das decisões resultantes do processamento dos dados”.
Enfim, Megginson, Mosley e Pietri Jr. (1998, p. 134) dizem que “O objetivo de um plano é assegurar-nos de que os recursos contribuam positivamente para se atingirem os objetivos da organização [...].”
Portanto, o planejamento é hoje mais do que nunca necessário à gestão das organizações. Entretanto, para colocá-lo em prática de forma efetiva, é preciso que os gestores conheçam bem cada um de seus elementos, suas funções e seus limites.

1.2 Tipos de Planejamento

O planejamento é uma atividade contínua e se distribui entre todos os níveis organizacionais, em cada nível o planejamento apresenta características distintas, sendo interdependentes para o alcance de um objetivo comum.
Segundo Maximiano (2004, p.153) “dependendo da abrangência e do impacto que têm sobre a organização, os planos podem ser classificados em três níveis principais: estratégicos, funcionais e operacionais”.
De acordo com Serra, Torres e Torres (2004, p.30), “o planejamento pode ser classificado segundo sua amplitude no tempo e na organização da empresa, como de curto ou de longo prazo, ou seja, estratégico, tático e operacional”.
Para Stoner e Freeman (1999, p.137):
“As organizações usam dois tipos principais de planos. Os planos estratégicos que são projetados pelos administradores de topo de nível para cumprir os objetivos amplos da organização, ao passo que os planos operacionais mostram como os planos estratégicos serão implementados nas atividades do dia-a-dia”.


Oliveira (2006, p.45), caracteriza o planejamento de acordo com os níveis hierárquicos considerados, e o distingue em três tipos de planejamento, que são citados a seguir:

• Planejamento Estratégico;
• Planejamento Tático;
• Planejamento Operacional.

Cada tipo de planejamento busca o alcance de seus objetivos e metas organizacionais, sendo assim interdependentes para o alcance de um objetivo comum. A especificidade dos tipos de planejamento está condicionada ao prazo de execução dos mesmos.


1.3 Benefícios do Planejamento
A grande maioria das organizações bem sucedidas no mercado utiliza o planejamento, e através deste possui objetivos e metas organizacionais para cumprir, levando toda a organização em busca do alcance destes.
Segundo Drucker (1997, p. 47) “Quando a empresa traça objetivos e metas, e busca alcançá-los, ela tem claramente definido do porque ela existe, o que e como faz, e onde quer chegar”.
O planejamento não assegura o sucesso, nem elimina os riscos, mas ajuda a organização a detectar as ameaças, antes que lhe causem prejuízos, pois, a antecipação às mudanças se torna cada vez mais indispensável para as organizações contemporâneas.
Para Faria (1996, p.72) “Sem planejamento as decisões organizacionais ficam ao capricho do acaso e de escolhas de ultima hora”.

Certo (2003 p. 104) afirma que:
“Um programa vigoroso de planejamento produz muitos benefícios. Primeiramente, ajuda os gerentes a se orientar para o futuro. Em segundo lugar, um programa de planejamento bem concebido aumenta a coordenação da decisão, pois impulsiona os gerentes a coordenar suas decisões. E em terceiro lugar, o planejamento enfatiza os objetivos organizacionais, uma vez que os objetivos são o ponto de partida para o processo de planejamento”.


Segundo Faria (1996 p.72):
“Há quatro razões palpáveis para que faça-se o planejamento, que são: contrabalançar a incerteza e as modificações; concentrar a atenção nos objetivos; assegurar um funcionamento econômico e facilitar o controle, razões estas que, pela importância, atestam a sua necessidade”.

Serra e Torres (2004, p. 30) informam que: “Os benefícios de um planejamento estão ligados a um tratamento sistemático dos aspectos considerados importantes e da sua utilização como modelo para aquilo que se quer que aconteça”.
A importância do planejamento dá-se ao fato de tentar prever as situações inesperadas e problemáticas com antecedência, e suas eventuais soluções, evitando assim a maior quantidade de imprevistos possíveis.
César (1995, p.200) ainda ressalta três principais benefícios para o planejamento: “Permanência das decisões, não significando imobilidade, equilíbrio e melhor desempenho organizacional”.
De acordo com o que foi mencionado e com o estudo de diversos autores, percebe-se que o planejamento é de grande importância para todo e qualquer tipo de organização, seja ela de pequeno, médio ou grande porte, pois, através da implantação dessa ferramenta se reduz as incertezas e torna as organizações cada vez mais competitivas.

2.Estratégia
2.1 Conceito de Estratégia

A definição de estratégia é algo relativamente complexo e importantíssimo para as organizações, pois, é através de sua utilização de forma inteligente que se alcança os objetivos e as metas organizacionais. Analisando-se conceitos de diversos autores, a literatura mostra inúmeras definições, abordando diferentes aspectos.
Segundo Las Casas (2001, p.14) “A estratégia é um meio para atingir os fins e os objetivos da empresa. No mundo dos negócios, os meios correspondem a uma integração de atividades que envolvem o somatório dos objetivos departmentalizados”.
Chandler Jr. (1962 apud OLIVEIRA, 2006, p. 193) cita estratégia como: “a determinação de metas básicas a longo prazo e dos objetivos de uma empresa, e a adoção das linhas de ação e aplicação dos recursos necessários para alcançar essas metas”.
De acordo com Chiavenato (2000, p. 280) “Em termos empresariais, pode-se definir a estratégia como a mobilização de todos os recursos da empresa no âmbito global visando atingir os objetivos a longo prazo”.
Para Ansoff (1985 apud OLIVEIRA, 2006, p. 193) “estratégia significa as regras e diretrizes para a decisão, que orientam o processo de desenvolvimento de uma empresa”.
Oliveira (2006, p. 194) conclui afirmando que: “estratégia é definida como um caminho, ou ação formulada e adequada para alcançar, de maneira diferenciada, as metas, e os objetivos estabelecidos, no melhor posicionamento da empresa perante seu ambiente”.
As estratégias organizacionais estão totalmente interligadas com os objetivos e as metas organizacionais, oferecendo caminhos e técnicas a serem seguidos para o alcance dos mesmos.

2.2 Importância da estratégia

No ambiente de incertezas que se presencia atualmente, a sobrevivência empresarial está ligada às definições claras de seus objetivos e ao traçado antecipado dos possíveis caminhos a serem percorridos para atingi-los.
Segundo Drucker (1997, p. 47) “Quando a empresa traça objetivos e metas, e busca alcançá-los, ela tem claramente definido do porque ela existe, o que e como faz, e onde quer chegar”.
Tiffany e Peterson (1996, p. 9) lembra que: “o ontem é diferente do hoje que será diferente do amanha, portanto planejar essas diferenças é uma forma de se adiantar os fatos desconhecidos e incertos, ou seja, planejar é uma estratégia para sobreviver”.
Para Thompson (2000, p.12) “a estratégia da empresa é composta pelo conjunto de mudanças competitivas e abordagens comerciais que os administradores executam para atingir o melhor desempenho da empresa”.
Elas podem ser implantadas com abrangência em todos os setores da organização, seja em marketing, em finanças, em recursos humanos e etc., buscando sempre o equilíbrio e a interação entre ambas.
Segundo Mills (1993 apud Oliveira 2006, p.196) “as estratégias determinam as necessidades da estrutura organizacional em termos de qualificações, as quais, por sua vez, estabelecem a estrutura de pessoas, sistemas, estilo administrativo e valores comuns”.
As estratégias organizacionais não são o único fator determinante no sucesso ou fracasso de uma empresa. Mas, a elaboração e aplicação de uma estratégia adequada aos objetivos pode proporcionar a organização ótimos resultados.


METODOLOGIA

Analisando-se conceitos de diversos autores, observa-se que a metodologia trata-se do estudo detalhado do caminho a ser seguido para atingir um determinado objetivo. Segundo Gonçalves (2001, p.26) “metodologia significa o estudo dos caminhos a serem seguidos, incluindo ai os procedimentos escolhidos”.
Para a classificação da pesquisa, toma-se como base a taxionomia apresentada por Vergara (2007), que qualifica a pesquisa em relação a dois aspectos: quanto aos fins e quanto aos meios. Na realização deste trabalho foi feita uma pesquisa bibliográfica.
Segundo Vergara (2007, p.48) “A pesquisa bibliográfica é o estudo sistematizado desenvolvido com base em material publicado em livros, revistas redes eletrônicas, isto é, qualquer outro tipo de pesquisa”.
No estudo foi realizado uma freqüente leitura, analisando e interpretando diversos livros, autores renomados, revistas da área, artigos científicos, blogs, e sites especializados no assunto abordo, evidenciando assim, que o tipo de pesquisa citado foi desenvolvido no decorrer do presente estudo.

CONCLUSÕES

De acordo com o que foi mencionado e com o estudo e análise de diversos autores na realização do trabalho, percebe-se que administrar uma empresa é conduzi-la por caminhos cheios de obstáculos e perigos a cada instante. O diferencial entre uma e outra empresa está na forma de como o administrador utiliza as funções e as ferramentas administrativas a seu favor.
Diante disto, as estratégias e o planejamento organizacional são de grande importância para todo e qualquer tipo de organização, seja ela de pequeno, médio ou grande porte, pois, através da implantação dessas ferramentas se reduz as incertezas e torna as organizações cada vez mais competitivas.
A importância do planejamento e da estratégia dá-se ao fato de se tentar prever as situações inesperadas e problemáticas com antecedência, e suas eventuais soluções, evitando assim a maior quantidade de imprevistos possíveis.
Esses imprevistos organizacionais ocorrem, e detêm grande peso na administração das empresas, mas, são efeitos de um outro grande problema: a falta de informação e de acesso a ferramentas administrativas dedicadas a sua realidade.
Portanto, a aplicação dos mesmos nas organizações tem possibilitado o avanços e desenvolvimento, tornando-se essencial para que os gestores organizacionais usufruam dos benefícios de se planejar antes de agir e pensar antes de executar.
Diante disso, o processo de implantação e desenvolvimento do planejamento e das estratégias organizacionais necessitam de muita atenção, colaboração, responsabilidade e participação, pois, serão eles quem definirão quais produtos e tecnologias a organização irá desenvolver, onde e para quem os produtos serão vendidos e como a empresa obterá vantagens sobre seus concorrentes.
Essas atividades citadas acima poderão ser desenvolvias em qualquer ordem e servirão de base para se desenvolver o processo de estabelecimento dos objetivos e das estratégias organizacionais, possibilitando o conhecimento das dificuldades e facilidades do ambiente.
Mas consiste em um processo que possui etapas a serem seguidas, e estas precisam de responsabilidade, compromisso e dedicação. A sintonia entre ambas com o que realmente a entidade está fazendo, contribui para o sucesso da organização, pois, ocupam-se das grandes questões e requer uma visão de futuro, cuidando do que a empresa deseja que aconteça nos próximos anos, com uma previsão de médio e longo prazo.

Referências Bibliográficas

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ROBBINS, Sterphen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2002.

STONER, James A. F. e FREEMAN, R. Edward. Administração. 5º Edição. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1999.

SERRA, Fernando; TORRES, Maria Cândida; TORRES, Alexandre Pavan. Administração estratégica – conceitos, roteiro prático, casos. Rio de Janeiro: Reichnann e Affonso Editores, 2004.

SILVA, Hilton Haddad; TENCA, Evandro César; SCHENINI, Paulo Henrique; FERNANDES, Sandra. Planejamento Estratégico de Marketing. Rio de Janeiro: FGV, 2004.

TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 5ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: FGV, 2000.

VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 8. ed. São Paulo: Atlas 2007.



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