16 de maio de 2008, às 14h30min

A degradação da Floresta Amazônica

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Vivemos hoje em um mundo de consumismo desenfreado, capitalismo selvagem e exploração humana e ambiental degradantes, sem a menor preocupação com o futuro. Isso me assusta, pois cresci ouvindo, de meu falecido pai, que o Brasil é o país do futuro... E lamentavelmente chegamos onde estamos hoje: uma sociedade de status e sem valores morais. Talvez as gerações anteriores estivessem interessadas em deixar um lugar melhor pra se viver, economicamente estável, mas não se preocuparam com a qualidade do ar, qualidade da água, e principalmente, a qualidade de vida, que o cuidado com as duas situações anteriores proporcionam a todos. A preocupação era deixar para os filhos e netos um patrimônio permanente e digno de um bom capitalista. Hoje olho para trás e vejo a destruição de nossa querida floresta Amazônica que se iniciou. Olho para o presente e vejo que essa destruição aumenta caoticamente! E olho para o futuro e percebo que se nada for feito hoje, simplesmente não existirá floresta, apenas nos livros de história do ensino fundamental e médio. Isso se a floresta Amazônica não foi desapropriada por algum governo estrangeiro, alegando que nosso país não tem condições para mantê-la. A substituição da mata por pastagens e lavouras, exaure o solo e provoca um desequilíbrio total no ambiente onde vivem milhares de espécies de animais, dos quais muitos já estão em fase de extinção. De 1995 a 1997, foram destruídos mais de 60 mil km² de floresta, e a área legal desmatada nessa época, correspondia a 51 milhões de hectares. De 2003 a 2006, a média de desmatamento diário era de mais um de campo de futebol. Em 2007 foram devastados cerca de 30 mil km², uma tragédia diária de 7,4 mil hectares. Estes números assustam, e fazem refletir, se no futuro, o Brasil terá condições de manter a soberania sobre este território vão valioso em flora e fauna. Muitos países, que se dizem preocupados com a preservação do “pulmão do mundo”, estão organizando comissões e projetos para assumir em conjunto a administração e manutenção da floresta, afirmando que nosso governo não pratica ações de preservação e controle do desmatamento. É certo que as atividades que estão sendo realizadas hoje são insuficientes: faltam agentes para fiscalização, equipamentos, verbas – mais de R$ 700 milhões deixaram de ser investidos entre 2004 e 2007, e principalmente, um trabalho de conscientização dos colonizadores, se assim podemos chamar, as pessoas que invadem as regiões de mata nativa para queimadas e derrubada de arvores para plantio ou extração e comercialização ilegal de madeira. São necessárias ações imediatas de controle para a preservação de nosso território, e cabe a nós, cidadãos brasileiros ter a iniciativa, e criar uma corrente contrária ao desmatamento, a depredação, e a invasão de nossa floresta. Devemos ensinar nossos filhos a importância dessa luta. Não precisamos levantar armas, mas devemos levantar sim nossa voz diante desta tragédia premeditada. Ficar sentados observando não nos levará a lugar algum, apenas irá acelerar o processo que impedirá que nossos filhos e netos conheçam a magnitude de uma região tão rica em vegetação, espécies animais e culturas de povos antigos. Matando a floresta Amazônica, estamos condenando nosso país ao atraso econômico, cultural, social, ambiental e, o direito de afirmar que somos os verdadeiros donos desta terra!

 

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Autor

Administrador, formado pela PUCRS - Campus Uruguaiana; trabalha  com comércio exterior, logística de cargas e veículos e transporte internacional para o MERCOSUL e Comunidade Andina - CAN, com experiência nestes segmentos desde 1997; paralelamente, trabalha como consultor em RH, com experiência em aplicação de dinâmicas de grupo e avaliação de habilidades e competências e características comportamentais; atualmente está desenvolvendo projetos de pesquisa e desenvolvimento de novas oportunidades de negócios nas áreas de indústria, serviços, comércio, logística e comércio internacional no estado do Acre pelo corredor Interoceânico.

Futuro: Quebec- CA.
Sonho: ser Professor Universitário.
Valores: Filhos, Amor, Dignididade, Honestidade e Trabalho.
Não vivo sem: Bruno e Ana Paula, meus filhos maravilhosos!
Cozinha: um bom churrasco! muita massa!

 
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que saco, to loco atraz de uma jaqueta dessas
 
Exelente material
 
gostaria de saber quem trabalha em banco que não trabalha sabado e domingo se os três dias ja começa...
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