Em 1980 Michael Porter publicou o livro Competitive Strateyy, que agiu como estimulante para reunir grande parte do desencanto com as escolas do designer é do planejamento. O livro Competitive Strateyy despertou o interesse de uma geração de acadêmicos e consultores, seguiu-se uma enorme onda de atividades, fazendo a escola de posicionamento em pouco tempo se tornar a escola dominante na área. Porter não foi o primeiro a apresentar sobre o conteúdo da estratégia anteriomente já haviam sido realizados trabalhos em especialna Krannert Bussiness Shool da Purdue University foi por Dan Schendel é Ken Hatten A escola de posicionamento não se difere radicalmente das premissas da escola de planejamento é da escola d design. O que destaca nesta escola é a idéia única é revolucionária para o melhor é para o pior. A escola de posicionamento é a de design não impõem limites sobre as estratégias que eram possíveis, em qualquer situação, já a escola de posicionamento afirma que poucas estratégias- chave como posições no mercado são desejáveis, em uma determinada indústria as que podem ser difundidas contra concorrentes atuais e futuras.Entende-se sobre as premissas da escola de posicionamento que as estratégias são posições genéricas, especificamente comuns é identificáveis no mercado, o mercado econômico é competitivo ect. A primeira onda que consiste nas máximas militares diz que para se focar de fato na seleção de estratégias específicas como posição tangível em contextos competitivos, a escola de posicionamento precisa ser reconhecida como sendo muito mais antiga que outra forma se poderia supor, sabendo que ela é de longe a escola mais antiga de formação de estratégia, uma vez que os primeiros registros escritos sobre estratégia sejam de mais de dois mil anos por posições específicas no contexto militar.O melhor destas escrituaras também está entre os mais antigas que é a de Sun Tzu que foi escrito por volta de 400 a.c, o mais recente é influente é o de von Clauseuitz que foi escrito o século passado. A segunda onda consiste na busca por imperativos de consultoria afirma de a escola de posicionamento foi feita para a consultoria. Os consultores chegam sem nenhum conhecimento sobre a empresa, analisa os dados, brinca com um conjunto de estratégias genéricas sobre o mapa, redigir um relatório, enviar uma fatura e sair. Assim, a partir dos anos 60, mas realmente acelerando nos anos 70 e 80, surgiram as butiques de estratégias, cada uma com o nicho no mercado conceitual para promover seus próprios conceitos do posicionamento. Assim de surgirem essas butiques de estratégias, poucas firmas de consultorias concentravam-se em estratégias.É verdade que a Mckinsey & Company possuía uma forte orientação para alta direção, e firmas como a SRI proviam técnicas de planejamento. Mas a estratégia em geral não era o foco.O Boston Consulting Group ( BCG) mudou tudo isso, com duas técnicas em particular; a matriz de crescimento- participação e a curva de experiência. A matriz BCG divide os produtos quanto sua participação de mercado atual no negócio.Os produtos com alta participação de mercado e crescimento lento são vacas leiteiras, em geral eles produzem grandes volumes de caixa acima do reinvestimento necessário para manter a participação.Os produtos com baixa participação de mercado e baixo crescimento lento são vistos como cães, eles podem apresentar um lucro contábil,ma o lucro precisa ser reinvestido para manter a participação, não sobrando nenhum em caixa.Produtos com baixa participação de mercado e alto crescimento são crianças-problemas, quase sempre exigem muito dinheiro do que podem gerar é aos produtos estrelas possuem alta participação no mercado e quase sempre apresentam lucros é permanecer com líder de mercado se tornando futuramente vaca-leiteira. A terceira onda vem com o desenvolvimento de proposições empíricas que teve inicio em meados dos anos 70, ganhou destaque em 1980, dominando toda a literatura e prática da administração estratégica. Esta onda consiste na busca empírica sistemática por relações entre condições externas e estratégicas internas.Estava acabando a fé em pregações e imperativos, pelo menos a respeito do conteúdo das estratégia. Acreditava-se, em vez disso, que o estudo sistemático poderia revelar as estratégias ideais e serem seguidas, em determinados conjunto de condições. O modelo de Porter para análise competitiva identifica cinco forças que são a ameaça de novos entrantes, poder de barganha dos fornecedores de empresa, poder de barganha dos clientes da empresa, ameaça e produtos substitutos é a intensidade da rivalidade entre empresas concorrentes. As peculiaridades de cada uma dessas forças podem explicar por que as empresas adotam uma determinada estratégia.Por exemplo, se o poder de barganha dos fornecedores é alto, uma empresa pode procurar seguir uma estratégia de integração vertical para atrás fornecer a si mesma, dada a gama das forças externas possíveis, pode-se imaginar que a gama de estratégia possíveis é um tanto grande. Mas Porter assume a posição oposta, somente umas poucas estratégias genéricas sobrevivem à concorrência a longo prazo, esta noção como a dos blocos de construção de Clausewltz, é o que realmente define a escola do posicionamento.