Ao contrário do varejo e do jornalismo, onde âncora é uma palavra utilizada positivamente, hoje eu gostaria de falar sobre aqueles profissionais que você, com certeza, já encontrou em várias organizações. O profissional “âncora” é aquele que gosta de permanecer no mesmo lugar e “segura” a equipe com ele, impedindo o crescimento dos outros. Como ele próprio tem medo do desconhecido e das mudanças, prefere ficar parado em algum lugar “seguro” a ter que desbravar novos horizontes e experimentar a alegria das descobertas. É causador de um grande número de frustrações e de perda de energia. Também existe o profissional “âncora” que é especializado em por todo mundo para baixo. É aquele que carrega sua nuvem negra pessoal, e com isso contamina o ambiente para que todos se sintam como ele se sente – ou seja – mal. Esse tipo é comum nas organizações: ele reclama de absolutamente tudo, não contribui com nada e quando o faz acha que ninguém nunca reconhece o trabalho que faz. De cada 100 palavras que fala, 110 são negativas. Ser feliz no trabalho para ele é uma fantasia. Conhece alguém assim? Fuja dessa “âncora” o mais rápido possível! Não se trata aqui de fazer o “Jogo do contente” e ver o mundo com olhos cor de rosa e outras bobagens do gênero. Trata-se de encarar a vida como ela é, com suas dificuldades e obstáculos, e ter a maturidade profissional de superar-se a cada momento. Reinventar a sua maneira de ver o trabalho e sua atividade dentro da organização para tirar o melhor de cada situação aparentemente adversa. Encontrou uma “âncora” pelo caminho? Com a ajuda dos outros marinheiros, puxe-a, coloque-a em seu lugar e prepare-se para navegar pela aventura de ser um profissional que faz a diferença, porque parafraseando aquele slogan do cartão de crédito – ser o profissional que faz a diferença, não tem preço. Já recolheu as âncoras hoje? Celia Spangher www.maximconsultores.com.br http://celiaspangher.wordpress.com